Memórias da Vida - Avanços e Confissões (5)

No mês seguinte ao funeral do meu pai, me dediquei a dar um rumo pro meu futuro pessoal, acadêmico e profissional. De um lado, precisava fazer a última matéria pra completar 100% dos meus cursos, além de cumprir os 6 meses de serviço social obrigatório. Do outro, precisava de uma fonte de renda melhor por causa daquele problema das 100 hectares que meu pai me deixou.

Minha universidade oferecia a chance de terminar o curso em menos de 4 anos se você pegasse mais de 10 horas de aula por semestre e matérias de verão, o que eu fiz, já que minha meta era terminar a faculdade o mais rápido possível e arrumar um trampo, sempre com a mentalidade de "primeiro a carreira". Nunca imaginei que ia herdar 100 hectares de terra e que por essa quantidade teria que pagar uma grana considerável de imposto.

Naquela época, minha renda vinha de 3 fontes: um trampo de meio período numa loja de eletrônicos, um par de bolsas do governo e a venda de trabalhos/provas pra colegas menos espertos na escola. Com essas fontes de renda, eu tinha o necessário pra pagar o aluguel, a compra do mês do meu apê e algum gasto extra quando saía pra passear com minha amada.

A decisão tava tomada: eu precisava de um emprego, e melhor se fosse algo relacionado à minha carreira. Pegando a última matéria, das 8 às 9 da noite, dava pra trabalhar de manhã, mas o próximo obstáculo era achar o trampo. Então, uma manhã depois de deixar os papéis necessários pra me inscrever nessa última matéria, me joguei num dos bancos da entrada principal da minha faculdade. Ficava pensando se devia comer ou talvez ir surpreender a Leila na faculdade dela, quando vi meu amigo José chegando correndo. Ele tem 1,70m, magro, cabelo castanho e um carisma enorme. O que mais me chamou a atenção é que ele tava vestido como um verdadeiro homem de negócios.

Levantei a mão pra cumprimentá-lo, mas ele tava na correria. Achei que tava atrasado pra finalizar a matrícula dele, mas ele parou. Uns minutos pra responder meu cumprimento.

– David! Que surpresa te encontrar, nossa, não te via desde que parei de ter aula à tarde – ela disse com um sorriso no rosto enquanto apertava minha mão.

– O mesmo pra você, olha! Por que tanta formalidade? – respondi com uma curiosidade totalmente sincera.

– Ah, bom, acho que você não sabia, consegui um emprego há uns meses, sou assistente de uma corretora numa pequena casa de investimentos – a voz dela cheia de orgulho, e admito que senti uma ponta de inveja, já que naquela fase da vida eu sentia inveja do José desde que começamos a ter aula juntos.

– Isso é maravilhoso, amigo, que bom que você já tá ganhando experiência e... – naquele momento eu calei a boca e uma ideia surgiu na minha cabeça – Olha, vocês não têm uma vaga de assistente disponível? Porque eu também tô procurando emprego e... – me deu uma certa vergonha, não tinha cumprimentado o José em meses e agora tava pedindo emprego pra ele.

– Bibiana! – olhei pra ele com a cara cheia de confusão, quem diabos era Bibiana – Acabaram de promovê-la e ela precisa de um assistente, não pedem experiência e é meio período, acho que pode te interessar, além disso – ele olhou pro relógio e, ao notar a hora, deu um pulo – ah! Preciso ir, mas liga pra ela, esse é o número do escritório, com certeza te marcam uma entrevista –

Agradeci ao José com um aperto de mão antes de vê-lo partir. Não tinham passado nem 5 minutos quando liguei pro escritório daquela pequena investidora. A voz que me atendeu soava sensual e profissional. Quando me perguntou com qual ramal eu queria falar, gaguejei o nome da Bibiana. Depois de um pequeno silêncio seguido por uma melodia repetitiva, uma voz fininha, como se uma garotinha estivesse no telefone, atendeu. Não lembro da conversa inteira, mas ficou gravado na minha mente que a mina tava com muita pressa e que a gente tinha marcado uma entrevista de emprego pra quinta-feira seguinte ao meio-dia.

Como eu tinha 2 horas livres enquanto minha gatinha terminava a papelada, aproveitei pra ir num cyber café onde pude... conseguir uma conversa com minhas irmãs, que não paravam de perguntar sobre meu serviço social. Minhas irmãs me convenceram a passar meus 6 meses de serviço no programa "Irmãos Mais Velhos", onde eu podia ajudar algum garoto ou garota do ensino médio com os estudos e tarefas, e claramente com a intenção de ser tutor das duas. Ao trocar mensagens, confirmamos que ambos tínhamos encontro marcado na quinta-feira às 9h para conhecer minhas "irmãs menores" e elas seu "irmão mais velho". Assumimos que, por termos entregado os papéis no mesmo dia e elas terem solicitado as mesmas matérias que coloquei como especialidade, tivemos a sorte de ficar juntos.

Fiquei realmente feliz por poder fazer meu serviço com elas, pelo menos assim poderíamos nos conhecer melhor e eu não teria que lidar com Teresa de novo. Cada vez que lembrava daquela mulher, a culpa voltava.

As duas horas no cybercafé passaram rápido. Me despedi das minhas irmãs, prometendo vê-las na próxima quinta-feira, e ainda comentei que daria uma boa notícia — queria contar pessoalmente sobre minha entrevista de emprego. Me encontrei com Leila, que estava me esperando com Edna, a amiga com quem ela ia fazer as aulas o semestre inteiro.

Levamos Edna pra casa dela no meu carro. Leila se despediu com um abraço longo. Lembro que nosso jantar foram uns hambúrgueres que vendiam perto do apartamento.

— En...então, love, você tem uma aah... entre... ah, vista —

Os óculos da minha gatinha estavam em cima de uma almofada do sofá, a blusa dela levantada com os peitões enormes livres, as mãozinhas dela tentando abraçá-los, apertando aqueles mamilos sensíveis — algo que ela adora fazer quando recebe oral. Meu rosto entre as pernas dela, aproveitando o sabor doce da buceta dela.

— Tô muito aah... meu deus... aah, David! — foram as palavras dela quando chupei o clitóris dela, provocando um orgasmo poderoso que sacudiu o corpo inteiro dela.

— Meu deus... adoro quando você faz isso — notei o sorriso dela cheio de satisfação, as mãos dela descendo meu short. Sacando meu pau totalmente duro, que ficou descansando no seu rosto, uma gota de pré-gozo caiu na testa dela. — Sei que vai mandar bem, amor, vai arrasar na entrevista — foram as palavras dela antes de engolir meu pau.

As boquetes da Leila eram sensacionais, a boca e a língua dela focavam na cabeça e no meio do meu pau, enquanto as mãozinhas dela iam pra segunda metade do meu pau pra me bater uma punheta e a outra nas minhas bolas pra me massagear.

— Obri... obrigado, amor uff, vou dar o melhor de aah, meu! — a boquete dela me destruiu, minhas mãos foram na cabeça dela pra enfiar meu pau até a garganta dela e soltar toda a minha porra — aaah, te amo!

Ela tirou meu pau coberto de baba da boquinha dela, ainda escorrendo um pouco de sêmen, tossiu e enquanto recuperava o fôlego me bateu uma tão tranquila — Malvado, não avisou, amanhã vai ter que lavar a louça você — sorriu e começou a ficar de quatro no sofá.

— Eu sei, eu sei, é que já tava precisando dos seus carinhos, hehe — minhas mãos nos quadris dela, a ponta do meu pau acariciando aqueles lábios molhados — Além disso, você também gozou na minha cara, céu — minhas mãos se firmando naqueles quadris, um único movimento do meu quadril bastou pra entrar no fundo da minha gatinha, tocando o ponto mais fundo da buceta apertada dela.

Meu braço direito enrolando o pescoço dela, apertando e soltando no ritmo das minhas estocadas, meu pau batendo no colo do útero dela, provocando um tremor intenso nas perninhas dela, se não fosse pelo meu braço esquerdo enrolando a barriga dela, teria caído no sofá, mas dessa vez o controle era meu, não ia deixar ela cair e não ia parar mesmo que ela tivesse um ou dois orgasmos.

Quarenta minutos depois, minha gatinha caiu no sofá, o corpo dela tremendo, a buceta dela escorrendo no sofá enquanto um rio de sêmen jorrava dela, meu pau meio duro descansando entre as nádegas dela.

— Me empolguei um pouco, céu — ela sem conseguir responder, levantei ela nos meus braços e levei até a cama, ao deitar ela Deitada, abrindo as pernas e os braços como se quisesse me abraçar.

— Quero você dentro de mim, amor... a noite toda — ela disse, foi um sussurro quase imperceptível. Me joguei sobre ela, beijando e entrando mais uma vez com a intenção de não dar descanso.

A noite seguiu seu curso, nós dois caímos exaustos, dormindo abraçados, compartilhando nosso suor e fluidos. Às 3 da manhã, abri os olhos, minha gatinha não estava ao meu lado, estava sentada na beira da cama. Me pareceu ouvir um soluço. Pulei até ela, sentando ao seu lado.

— Amor, o que foi? Por que você está chorando? — meus braços a envolveram, colando ela em mim — Eu te machuquei? — Ela me olhou, os olhos se encheram ainda mais de lágrimas e escondeu o rosto no meu peito.

— David... tem... tem algo que preciso te dizer, preciso tirar isso do peito... porque você não merece algo assim... a verdade é que...

1 comentários - Memórias da Vida - Avanços e Confissões (5)

wade-x
Muy bueno che espero la continuación +10