As hormonas demi girl da gravidez estavam a mil e não bastava transar de noite, eu queria a toda hora, o tempo todo. Às vezes eu acordava chupando minha cock e na hora ela já tava em cima de mim cavalgando. Até quando eu tava no trampo, minha girl me mandava mensagens picantes, dizia como ia me chupar quando voltasse e me provocava sem parar. Numa tarde de quinta, eu voltava do trampo pra casa e as mensagens com minha girl tinham ficado cada vez mais quentes. A ponto de começarmos a nos "desafiar" na hora de fuder, tipo ver até onde a gente aguentava. Totalmente tomado pelo tesão e quase sem pensar no que tava escrevendo, falei se ela topava fazer um blow job e a mãe dela chegar e nos pegar. Claro que esperava uma resposta tipo "não", "nem fudendo", "cê é louco", porque mesmo sendo "a família doida", aquilo já era demais. Mas claramente eu não tinha noção de que os limites da família doida e, principalmente, da minha putinha, iam muito além do que eu imaginava. Então, imaginem minha cara ao ler a resposta da minha girl: "claro bebu, hoje nóis faz". Dirigi até em casa com a cock dura e, quando cheguei, minha girl me recebeu com um abraço, encostando a barriga grávida e os peitões crescidos no meu peito, me deu um beijão na boca e deixou eu apertar forte aquela raba divina. Não precisou falar nada, porque os dois sabíamos o que ia rolar depois do que combinamos por mensagem. Aproveitamos que a mãe tava fazendo umas compras e ficamos esperando ela enquanto nos provocávamos, nos amassávamos e nos beijávamos na sala. Eu tava com a cock durassa e minha girl sentava no meu colo pra me provocar e me esquentar ainda mais. Quando não aguentávamos mais de tesão, fomos pro quarto da minha sogra, sabíamos que assim que ela voltasse, ia se trocar, então entramos, fechamos a cortina (lembro que, exceto o banheiro, nenhuma peça tinha porta, só cortina) semi fechada e a gente ficou ali se beijando, se roçando ainda mais. Minhas cunhadas circulavam pelo resto da casa, então a adrenalina só subia a cada instante. Quando ouvi minha sogra abrir a porta da casa, minha mina baixou meu moletom e puxou meu pau completamente duro, empinado e cabeçudo na frente dos olhos dela. Ela colocou a boquinha de master head na minha pica e começou a chupar. De todos os boquetes que ela já tinha me dado, esse era uma bomba, obviamente por causa da situação toda. Minha mina tinha se ajoelhado e chupava devagar, passava a linguinha com prazer, com putaria.
Exatamente como a gente calculou, minha sogra caminhou até o quarto dela e, mal atravessou a cortina, se deparou com a putinha da filha grávida me chupando o pau ali na frente dela. "Ai, filha, pelo menos me avisava", disse enquanto soltava uma risadinha. Eu sentia que o pau ia explodir na hora. Minha mina levantou os olhos pra minha sogra, mas continuou chupando, como se mostrasse o quanto ela é puta. Minha sogra não saiu do quarto, e por uns segundos ficou parada olhando minha mina me chupando na frente dela. Só aí minha mina soltou meu pau e, olhando pra ela com carinha de neném inocente, disse: "ah, pinta, já foi", e antes que minha sogra falasse qualquer coisa, continuou: "deixa eu chupar tranquila". Eu tava voando de tesão, excitado pra caralho com a putaria da minha mina e, principalmente, com a situação da minha sogra ainda ali vendo como eu tava com o pau todo duro. Minha sogra deu dois passos até o armário e, de costas pra gente, respondeu: "vou trocar de roupa e te deixo tranquila, sua puta".
Jéssica não se abalou e voltou a me chupar como se nada tivesse acontecido, eu só conseguia pensar na mensagem e no quanto a situação toda me deixava louco. Minha sogra trocava a camiseta e a calça a metros de nós. Minha mina se engasgava com meu pau como se nada, como se a gente tivesse sozinho num hotel. Minha sogra passou de novo na nossa frente e, com um sorriso, me disse: "aproveita ela". Além do tesão que aquilo me deu... Também entendi que tinha passado na última prova da família dela. A vadia da vila era tipo um cartão de boas-vindas oficial. Ela tinha me entregado a mina de bandeja. Assim que minha sogra saiu do quarto, minha mina se levantou, deixando meu pau duríssimo, parado e todo babado. Ela olhou nos meus olhos e disse: "Viu que eu topo tudo? Sou a mina mais puta, pode saber." Eu só consegui responder um "te amo", concordando com a cabeça. Minha mina, que mesmo sendo mais nova que eu, era claramente muito mais ousada, voltou à carga: "O próximo desafio eu escolho. Agora me fode toda."
Ela se virou e se encostou na parede sem reboco, bem colada na cama da minha sogra. A bundinha empinada dela me deixava louco, e eu desci com prazer a calça e a tanga fio-dental branca. A buceta dela estava meladinha, bem molhada na minha frente. Assim, sem camisinha, pele com pele, enfiei uma baita estocada violenta. Minha mina gemeu que nem uma puta e deu um soco no tijolo da parede. Eu comecei a bombar o pau dentro. Comecei devagar, porque assim que enfiei já senti que ia estourar de gozar. Mas com o pedido da minha mina de "me dá mais forte, bebê", "arrebenta minha buceta", tive que meter mais ritmo e velocidade. Eu sentia o fluido dela saindo da buceta e descendo pelo meu pau no ritmo das minhas estocadas. Os gemidos dela tinham virado gritos de prazer, e com certeza minhas cunhadas deviam estar ouvindo o repertório de gritos da irmãzinha putona. "Arrebenta minha xota, bebê, arrebenta ela toda", repetia minha mina bem alto, com certeza porque sabia que minha cunhada andava por perto e queria continuar marcando território.
Minha mina teve um orgasmo lindo, bem passional, onde gozou muito fluido no meu pau e no chão de cimento do quarto da minha sogra. Eu estava com a pica pulsando e fechei os olhos por um instante. Aproveitei aquele momento pra lembrar da situação da minha sogra entrando no quarto e nos encontrando com a vadia me montando, e gozei toda a porra que tinha bem dentro da buceta. a buceta da Jesica. Minha mina deu dois gemidos bem fortes de prazer e me disse, me dando um beijão na boca com mordida no lábio: "afff, bebê, faz outra pra mim". O que naquele momento não era possível, mas pode explicar por que Dylan e Abril têm tão pouca diferença de idade.
Saímos do quarto como se nada tivesse acontecido, minha sogra e minha mina trocaram um olhar que, embora no começo me pareceu um olhar cúmplice, acho que também foi um olhar de dizer pra mãe: "esse é meu e eu que como ele sozinha".
Exatamente como a gente calculou, minha sogra caminhou até o quarto dela e, mal atravessou a cortina, se deparou com a putinha da filha grávida me chupando o pau ali na frente dela. "Ai, filha, pelo menos me avisava", disse enquanto soltava uma risadinha. Eu sentia que o pau ia explodir na hora. Minha mina levantou os olhos pra minha sogra, mas continuou chupando, como se mostrasse o quanto ela é puta. Minha sogra não saiu do quarto, e por uns segundos ficou parada olhando minha mina me chupando na frente dela. Só aí minha mina soltou meu pau e, olhando pra ela com carinha de neném inocente, disse: "ah, pinta, já foi", e antes que minha sogra falasse qualquer coisa, continuou: "deixa eu chupar tranquila". Eu tava voando de tesão, excitado pra caralho com a putaria da minha mina e, principalmente, com a situação da minha sogra ainda ali vendo como eu tava com o pau todo duro. Minha sogra deu dois passos até o armário e, de costas pra gente, respondeu: "vou trocar de roupa e te deixo tranquila, sua puta".
Jéssica não se abalou e voltou a me chupar como se nada tivesse acontecido, eu só conseguia pensar na mensagem e no quanto a situação toda me deixava louco. Minha sogra trocava a camiseta e a calça a metros de nós. Minha mina se engasgava com meu pau como se nada, como se a gente tivesse sozinho num hotel. Minha sogra passou de novo na nossa frente e, com um sorriso, me disse: "aproveita ela". Além do tesão que aquilo me deu... Também entendi que tinha passado na última prova da família dela. A vadia da vila era tipo um cartão de boas-vindas oficial. Ela tinha me entregado a mina de bandeja. Assim que minha sogra saiu do quarto, minha mina se levantou, deixando meu pau duríssimo, parado e todo babado. Ela olhou nos meus olhos e disse: "Viu que eu topo tudo? Sou a mina mais puta, pode saber." Eu só consegui responder um "te amo", concordando com a cabeça. Minha mina, que mesmo sendo mais nova que eu, era claramente muito mais ousada, voltou à carga: "O próximo desafio eu escolho. Agora me fode toda."
Ela se virou e se encostou na parede sem reboco, bem colada na cama da minha sogra. A bundinha empinada dela me deixava louco, e eu desci com prazer a calça e a tanga fio-dental branca. A buceta dela estava meladinha, bem molhada na minha frente. Assim, sem camisinha, pele com pele, enfiei uma baita estocada violenta. Minha mina gemeu que nem uma puta e deu um soco no tijolo da parede. Eu comecei a bombar o pau dentro. Comecei devagar, porque assim que enfiei já senti que ia estourar de gozar. Mas com o pedido da minha mina de "me dá mais forte, bebê", "arrebenta minha buceta", tive que meter mais ritmo e velocidade. Eu sentia o fluido dela saindo da buceta e descendo pelo meu pau no ritmo das minhas estocadas. Os gemidos dela tinham virado gritos de prazer, e com certeza minhas cunhadas deviam estar ouvindo o repertório de gritos da irmãzinha putona. "Arrebenta minha xota, bebê, arrebenta ela toda", repetia minha mina bem alto, com certeza porque sabia que minha cunhada andava por perto e queria continuar marcando território.
Minha mina teve um orgasmo lindo, bem passional, onde gozou muito fluido no meu pau e no chão de cimento do quarto da minha sogra. Eu estava com a pica pulsando e fechei os olhos por um instante. Aproveitei aquele momento pra lembrar da situação da minha sogra entrando no quarto e nos encontrando com a vadia me montando, e gozei toda a porra que tinha bem dentro da buceta. a buceta da Jesica. Minha mina deu dois gemidos bem fortes de prazer e me disse, me dando um beijão na boca com mordida no lábio: "afff, bebê, faz outra pra mim". O que naquele momento não era possível, mas pode explicar por que Dylan e Abril têm tão pouca diferença de idade.
Saímos do quarto como se nada tivesse acontecido, minha sogra e minha mina trocaram um olhar que, embora no começo me pareceu um olhar cúmplice, acho que também foi um olhar de dizer pra mãe: "esse é meu e eu que como ele sozinha".
13 comentários - Mi turra me hace un pete y nos encuentra mi suegra (cap 15)