A última coisa que vi naquelas gravações foi meus três amigos quase carregando minha esposa para dentro de casa, enquanto os óculos dela ficaram abandonados na beirada da piscina. Eu via meus amigos dando palmadas na bunda da minha esposa enquanto ela cambaleava de tão bêbada que estava.
No dia seguinte, quando ela acordou, parecia não se lembrar de nada do que aconteceu com meus amigos. Ela não mencionou nada além de ter ganhado o terceiro lugar no concurso de cosplay.
Foi como se ela tivesse esquecido completamente o que aconteceu. Na percepção dela, eles jogaram Twister e, a partir daquele jogo, suas memórias foram ficando cada vez mais embaçadas. Fiquei na dúvida se ela realmente tinha esquecido ou só estava se fazendo de sonsa. Se fosse a primeira opção, então isso significaria que o álcool é perigoso para minha esposa. De qualquer forma, foi algo que eu curti muito — por alguma razão, me deu um tesão enorme ver eles se aproveitando da ingenuidade da Kenya e vê-la curtindo com outros homens.
Nossa vida continuou normalmente. Passaram algumas semanas e, do nada, a Kenya ficou com vontade de estudar outra faculdade. Ela queria aprender engenharia de sistemas — computadores chamavam muito a atenção dela — e me implorou para deixá-la entrar na universidade. Obviamente, não resisti. Então, pesquisei uma boa faculdade e ajudei a inscrevê-la.
Estar rodeada de jovens/adolescentes fez ela se destacar muito dos outros colegas. Mesmo tendo várias garotas muito gostosas, o corpo da Kenya era muito mais desenvolvido e não dava para comparar. O tamanho dos peitos e da bunda dela não era comum numa garota de 18 anos.
No primeiro dia, ela chegou super animada para me contar como foram as aulas, sobre os colegas e seu novo grupo de amigos: dois caras, Gabo e Dani, que, desde que a viram, se aproximaram dela e não a deixavam sozinha nem por um segundo.
Os dias seguintes foram parecidos com o primeiro. Ela participava muito nas aulas e cumpria todas as tarefas. A faculdade... Tudo ia bem, Kenya era muito responsável e suas notas eram excelentes, embora eu tenha certeza que boa parte disso se devia ao fato de que a maioria de seus professores eram homens.
Uma tarde, depois de buscá-la da aula, ela me contou animada que haviam lhe dado um trabalho em grupo. Ela se organizou com seus dois amigos: Gabo e Daniel.
Uma vez eu a vi conversando com eles quando fui buscá-la na hora da saída. Lembro deles como dois adolescentes tarados que não paravam de olhar para a bunda e os peitos da minha esposa.
Mesmo assim, pareciam inofensivos. Mal me viram chegar e se despediram dela rapidamente.
— Amor, é verdade que pessoas sonâmbulas não devem ser acordadas de jeito nenhum? — ela me perguntou na noite de uma quinta-feira, enquanto estávamos deitados na nossa cama.
— Por que a pergunta, amor? — questionei.
— É que meus amigos, Gabo e Daniel, me contaram que têm sonambulismo e que os médicos disseram que não podem ser acordados de forma alguma, poderiam até morrer. Isso é verdade?
— E por que eles te contaram isso? — insisti.
— Ahhh, é outra coisa que eu queria te contar. Acontece que precisamos fazer um trabalho e vai levar a tarde toda. O Dani nos convidou para amanhã na casa dele, talvez a gente tenha que passar a noite trabalhando. Posso ir?
— Ah, entendi. Bom, sim, sonambulismo é algo sério, o melhor é deixar a pessoa acordar sozinha. E sobre poder ir, claro, pode ir. Só usa os óculos que eu te dei da outra vez, eles protegem sua visão quando você fica muito tempo no computador…
No dia seguinte, enquanto eu assistia TV na sala, quase caí pra trás quando vi minha esposa aparecendo vestindo uma minissaia curtinha e uma blusa que mal cobria os peitos. Segundo ela, os garotos insistiram que essa era a forma de se vestir das colegas dela, e ela queria estar na moda.
Depois de alguns minutos ouvimos a buzina de um carro, eram os amigos dela. Ao vê-los, Kenya se despediu rapidamente de mim e saiu quase correndo para o carro.
Alguns minutos depois, fui até a cozinha e vi os óculos dela... aqueles mesmos que eu tinha pedido para ela usar. Senti como se meu mundo desabasse. Ela tinha esquecido! "Merda". Mandei várias mensagens e tentei ligar, mas ela não quis voltar para casa buscá-los - com certeza teve vergonha de pedir esse favor aos "amigos". Passei a tarde e a noite inteira ansioso, imaginando o que minha esposa estaria fazendo, até que finalmente consegui dormir um pouco.
No dia seguinte, Kenya voltou por volta das 10h. Chegou em casa muito cansada, como se não tivesse dormido a noite toda. Não entendi o motivo e, mesmo questionando, ela ficou irritada comigo e insistiu que tinham passado a noite trabalhando.
A partir daquele dia, o comportamento dela mudou comigo. Ficou distante e meio desligada. Questionei várias vezes, mas não obtive resposta. A situação começou a me desesperar. Por um momento me preocupei, pensando que tinham machucado ela ou feito algo. Meu comportamento também mudou, tentando entender o que tinha acontecido, mas Kenya não me contava nada.
À noite, depois de ver TV na sala, fui para o quarto e lá a encontrei sentada na cama com uma expressão triste, como se tivesse acontecido uma desgraça.
- Amor, o que foi? Esses dias você está tão estranha comigo, preciso saber o que aconteceu.
- Não foi nada - ela disse, desviando o olhar.
- Como assim não foi nada, Kenya?! Você está fria comigo há dias, e eu quero saber o motivo! - falei irritado, levantando a voz.
Vi os olhos dela começarem a encher de lágrimas, e finalmente ela falou.
- Não grita comigo. É que... é que não sei como te contar. Você vai me deixar! - Ao ouvir essas palavras, fiquei congelado, mas também confuso. Me acalmei um pouco e me aproximei dela, sentei ao seu lado na cama e Peguei na mão dela.
- Conta pra mim, Kenya, me diz o que aconteceu - falei dessa vez num tom mais gentil.
- Juro que não soube o que fazer, a situação fugiu do meu controle e não soube como reagir, me perdoa -
- Calma, respira, e me conta desde o começo - falei tentando acalmá-la.
- Tá bom - ela disse, controlando o choro e desacelerando a respiração.
Kenya:
- Tudo começou na sexta quando saí com os caras para fazer o trabalho, a casa era bem longe daqui, por isso preferi não voltar para pegar os óculos, desculpa por isso…
- Quando chegamos na casa do Dani, o pai dele nos recebeu de cueca, era um senhor velho e muito sujo, também era muito vulgar, ao me ver chegando soltou uns comentários tipo: “Ufff, onde arrumou essa putinha”, “Me empresta ela um pouco”. Ao ouvir isso, fiquei com medo, mas o Dani explicou que eu era colega de escola dele e ele disse que eu já estava “bem crescida” para estudar, que “com minha bunda podia ganhar mais dinheiro”, que com certeza só tinha entrado na escola para arrumar mais clientes.
Eu obviamente fiquei irritada, e pedi para ele me respeitar, mas felizmente o Dani me defendeu também e disse pro pai dele parar de me importunar.
Fomos pro quarto dele onde íamos trabalhar e o senhor não chegou perto depois disso, mas quando passei do lado dele para entrar na casa, senti ele apertando minha bunda e eu não disse nada com medo de causar briga, então só ignorei.
Começamos a trabalhar todos e o Gabo tirou uma garrafa de tequila, disse que era pra gente ficar mais relaxado. Eu no começo recusei, mas depois me convenceram a tomar um pouco e, depois de vários minutos trabalhando, a Dani botou música e me convidou pra dançar.
Eu disse que não sabia dançar, mas eles foram muito gente boa e me explicaram um estilo de dança chamado "perreo" ou "twerk". Eu estava me divertindo pra caramba, eles foram super pacientes me guiando pra fazer os movimentos direito. Eles me seguravam pela cintura e pelas costas, colados em mim, me fazendo seguir o ritmo. Às vezes a saia subia sem eu perceber, por ser tão curta, mas eles me ajudavam a abaixar.
Mas já estava de noite e não quis continuar bebendo, precisávamos terminar a tarefa, então convenci eles a voltarem a trabalhar, e assim ficamos mais algumas horas.
Finalmente, já de noite, estávamos muito cansados e com sono. Então nos preparamos para dormir, me deram a cama e eles se deitaram no chão. Estava um pouco quente, então me deitei sem nenhum lençol, mas depois de alguns minutos, já estava pegando no sono, quando de repente senti alguém baixando minha minissaia devagarzinho até deixar minha bunda exposta.
Ao reagir, senti alguém atrás de mim e umas mãos acariciando minha bunda, me virei rapidamente para ver quem era e... era o Dani! Imediatamente gritei pra ele: "O que você tá fazendo, Dani?!"
Mas não tive resposta nenhuma, em vez disso senti ele me envolver por trás com um braço, impedindo que eu pudesse me mexer. Ele me tinha bem agarrada pelas costas com um braço enquanto, com o outro, ia enfiando a mão nas minhas partes íntimas. Começou a me tocar com os dedos, te juro que usei todas as minhas forças pra me mexer, mas só consegui virar a cabeça um pouco, e foi quando pude ver que ele tinha os olhos completamente fechados, como se estivesse dormindo. Sem me dar tempo pra mais nada, ele apertou mais com o braço e dessa vez tirou a mão da minha buceta pra me dar uma baita palmada na bunda que ardeu pra caralho, gritei de dor, mas parecia que isso provocava ele ainda mais, ele agarrou meus peitos também enquanto eu sentia a respiração dele no meu pescoço.
Aí cai na real que podia ser um episódio de sonambulismo. Lembrei que acordar ele podia fazer mal, então fiquei quieta enquanto sentia os dedos dele acariciando minhas partes íntimas de novo e... amor, te juro que não consegui controlar meu corpo, mas comecei a ficar molhada, meu corpo começou a sentir muito calor, e por uns segundos minha mente ficou em branco e parei de resistir. Aí, enquanto sentia uma mão agarrando meus peitos, com a outra ele me masturbava, comecei a me encharcar mais e mais, nunca tinha sentido nada assim. Também senti um volume enorme batendo na minha bunda, coberta só por um fio dental que mal consegui subir, porque ele já me tinha quase pelada.
Aos poucos, seu pau foi abrindo caminho entre minhas nádegas.
Quando voltei à realidade, tentei acordar o Gabo, sussurrei seu nome várias vezes, mas ele não me ouvia, estava dormindo profundamente. — "Pssss, Gabo, ei, Gabo, me ajuda" — eu dizia, mas ele não reagia.
Naquele momento, o pau enorme do David já estava na entrada da minha buceta, só o fiozinho da minha calcinha o impedia de me penetrar.
Graças a Deus, Gabo acordou e finalmente me ouviu.
— O que foi, Kenya? O que vocês estão fazendo? — disse surpreso ao nos ver.
— Shhh, ele está tendo um episódio de sonambulismo, não podemos acordá-lo — falei entre gemidos involuntários.
— Ah, entendi. Normalmente o Dani não age assim, mas acho que o álcool afetou ele. Olha como essa rola está prestes a explodir, temos que fazer algo, Kenya.
— Mas o quê? O que eu posso fazer? — perguntei sussurrando.
— Tem um jeito, mas você vai ter que ajudá-lo, eu não posso. Se você realmente considera ele seu amigo e quer sair dessa o mais rápido possível, então vai ter que fazer ele gozar.
— Gozar?
— Ejacular, poxa! Você vai ter que fazer ele vir, só assim o corpo dele vai relaxar e ele vai conseguir dormir de novo.
— Mas como eu faço isso? — perguntei.
— Bom, o mais rápido seria com uma mamada.
— O quê?
— Com sexo oral! Nossa, como você é burra, Kenya.
— Mas eu sou casada, não posso fazer isso.
— Isso é pela saúde do nosso amigo, seu marido vai entender, mas também não é como se você precisasse contar pra ele. Além do mais, se você não fizer, ele pode ter sérias consequências médicas. Seria só uma mamada, Kenya, ou você quer que ele te penetre? Porque do jeito que está, a qualquer momento ele vai arrancar essa calcinha fina que você tem e você não vai conseguir segurá-lo.
— Você tem razão! — falei, e imediatamente ele me ajudou a separá-lo de mim. Deitamos ele e foi quando pude ver: ele estava completamente dormindo e mesmo assim o pau era enorme e estava duríssimo, as veias saltadas... Contemplei por alguns segundos e lentamente aproximei minha... rosto... o cheiro dele era tão forte, mas não me importei, era para ajudá-lo, abri um pouco minha boca e...
Naquele momento, Kenya ficou em silêncio, mas pude notar como ela passou de estar prestes a chorar, para ficar com as bochechas vermelhas, enquanto eu estava muito excitado ouvindo sua história.
- O que mais aconteceu, Kenya? Me conta - disse eu, impaciente e com o pau a ponto de explotar.
Como não obtive resposta, decidi subir na cama e me coloquei atrás dela para começar a dar uma massagem em seus ombros. Fui percebendo como ela começou a relaxar, então pedi que se deitasse na cama de bruços, enquanto eu massageava suas costas.
- Calma, meu amor, pode me contar, afinal... você fez para ajudá-lo, não é? - perguntei em seu ouvido, e Kenya assentiu com a cabeça.
- Então está tudo bem, não vou ficar chateado, mas você vai ter que me contar tudo o que aconteceu, com detalhes! - disse enquanto começava a beijar suas costas e, aos poucos, ia descendo até seus quadris enormes. Puxei o shorts curto que ela estava usando, para encontrar a surpresa de um fio dental completamente encharcado por seus próprios fluidos.
Me afastei um pouco para contemplar aquela paisagem linda e enfiei minhas mãos por baixo de seu fio dental, começando a masturbá-la.
- Ele te tocou assim? - perguntei enquanto enfiava alguns dedos que, devido à umidade, não encontraram nenhuma resistência.
Arranquei dela um gemido acompanhado de um
- SIIIIIIM! - foi assim que me tocaram. Enquanto ela levantava a bunda, arqueando completamente as costas.
- Me conta o que mais aconteceu então! - falei, enquanto dava uma palmada tão forte na bunda dela que minha mão ficou marcada.
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Segunda parte:https://www.patreon.com/posts/mi-esposa-kenya-90438011?utm_medium=clipboard_copy&utm_source=copyLink&utm_campaign=postshare_creator&utm_content=join_linkSe esse post receber uma boa pontuação, vou postar aqui a segunda parte.
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Minha esposa Kenya, enfermeira por acidente:
Leia essa outra aventura da Kenya na minha página do Patreon de graça. Se receber uma boa pontuação no Patreon, vou postar a próxima parte aqui ou abrir para o público.https://www.patreon.com/posts/mi-esposa-kenya-92434677?utm_medium=clipboard_copy&utm_source=copyLink&utm_campaign=postshare_creator&utm_content=join_link
No dia seguinte, quando ela acordou, parecia não se lembrar de nada do que aconteceu com meus amigos. Ela não mencionou nada além de ter ganhado o terceiro lugar no concurso de cosplay.
Foi como se ela tivesse esquecido completamente o que aconteceu. Na percepção dela, eles jogaram Twister e, a partir daquele jogo, suas memórias foram ficando cada vez mais embaçadas. Fiquei na dúvida se ela realmente tinha esquecido ou só estava se fazendo de sonsa. Se fosse a primeira opção, então isso significaria que o álcool é perigoso para minha esposa. De qualquer forma, foi algo que eu curti muito — por alguma razão, me deu um tesão enorme ver eles se aproveitando da ingenuidade da Kenya e vê-la curtindo com outros homens.
Nossa vida continuou normalmente. Passaram algumas semanas e, do nada, a Kenya ficou com vontade de estudar outra faculdade. Ela queria aprender engenharia de sistemas — computadores chamavam muito a atenção dela — e me implorou para deixá-la entrar na universidade. Obviamente, não resisti. Então, pesquisei uma boa faculdade e ajudei a inscrevê-la.
Estar rodeada de jovens/adolescentes fez ela se destacar muito dos outros colegas. Mesmo tendo várias garotas muito gostosas, o corpo da Kenya era muito mais desenvolvido e não dava para comparar. O tamanho dos peitos e da bunda dela não era comum numa garota de 18 anos.
No primeiro dia, ela chegou super animada para me contar como foram as aulas, sobre os colegas e seu novo grupo de amigos: dois caras, Gabo e Dani, que, desde que a viram, se aproximaram dela e não a deixavam sozinha nem por um segundo.
Os dias seguintes foram parecidos com o primeiro. Ela participava muito nas aulas e cumpria todas as tarefas. A faculdade... Tudo ia bem, Kenya era muito responsável e suas notas eram excelentes, embora eu tenha certeza que boa parte disso se devia ao fato de que a maioria de seus professores eram homens.
Uma tarde, depois de buscá-la da aula, ela me contou animada que haviam lhe dado um trabalho em grupo. Ela se organizou com seus dois amigos: Gabo e Daniel.
Uma vez eu a vi conversando com eles quando fui buscá-la na hora da saída. Lembro deles como dois adolescentes tarados que não paravam de olhar para a bunda e os peitos da minha esposa.
Mesmo assim, pareciam inofensivos. Mal me viram chegar e se despediram dela rapidamente.
— Amor, é verdade que pessoas sonâmbulas não devem ser acordadas de jeito nenhum? — ela me perguntou na noite de uma quinta-feira, enquanto estávamos deitados na nossa cama.
— Por que a pergunta, amor? — questionei.
— É que meus amigos, Gabo e Daniel, me contaram que têm sonambulismo e que os médicos disseram que não podem ser acordados de forma alguma, poderiam até morrer. Isso é verdade?
— E por que eles te contaram isso? — insisti.
— Ahhh, é outra coisa que eu queria te contar. Acontece que precisamos fazer um trabalho e vai levar a tarde toda. O Dani nos convidou para amanhã na casa dele, talvez a gente tenha que passar a noite trabalhando. Posso ir?
— Ah, entendi. Bom, sim, sonambulismo é algo sério, o melhor é deixar a pessoa acordar sozinha. E sobre poder ir, claro, pode ir. Só usa os óculos que eu te dei da outra vez, eles protegem sua visão quando você fica muito tempo no computador…
No dia seguinte, enquanto eu assistia TV na sala, quase caí pra trás quando vi minha esposa aparecendo vestindo uma minissaia curtinha e uma blusa que mal cobria os peitos. Segundo ela, os garotos insistiram que essa era a forma de se vestir das colegas dela, e ela queria estar na moda.
Depois de alguns minutos ouvimos a buzina de um carro, eram os amigos dela. Ao vê-los, Kenya se despediu rapidamente de mim e saiu quase correndo para o carro.Alguns minutos depois, fui até a cozinha e vi os óculos dela... aqueles mesmos que eu tinha pedido para ela usar. Senti como se meu mundo desabasse. Ela tinha esquecido! "Merda". Mandei várias mensagens e tentei ligar, mas ela não quis voltar para casa buscá-los - com certeza teve vergonha de pedir esse favor aos "amigos". Passei a tarde e a noite inteira ansioso, imaginando o que minha esposa estaria fazendo, até que finalmente consegui dormir um pouco.
No dia seguinte, Kenya voltou por volta das 10h. Chegou em casa muito cansada, como se não tivesse dormido a noite toda. Não entendi o motivo e, mesmo questionando, ela ficou irritada comigo e insistiu que tinham passado a noite trabalhando.
A partir daquele dia, o comportamento dela mudou comigo. Ficou distante e meio desligada. Questionei várias vezes, mas não obtive resposta. A situação começou a me desesperar. Por um momento me preocupei, pensando que tinham machucado ela ou feito algo. Meu comportamento também mudou, tentando entender o que tinha acontecido, mas Kenya não me contava nada.
À noite, depois de ver TV na sala, fui para o quarto e lá a encontrei sentada na cama com uma expressão triste, como se tivesse acontecido uma desgraça.
- Amor, o que foi? Esses dias você está tão estranha comigo, preciso saber o que aconteceu.
- Não foi nada - ela disse, desviando o olhar.
- Como assim não foi nada, Kenya?! Você está fria comigo há dias, e eu quero saber o motivo! - falei irritado, levantando a voz.
Vi os olhos dela começarem a encher de lágrimas, e finalmente ela falou.
- Não grita comigo. É que... é que não sei como te contar. Você vai me deixar! - Ao ouvir essas palavras, fiquei congelado, mas também confuso. Me acalmei um pouco e me aproximei dela, sentei ao seu lado na cama e Peguei na mão dela.
- Conta pra mim, Kenya, me diz o que aconteceu - falei dessa vez num tom mais gentil.
- Juro que não soube o que fazer, a situação fugiu do meu controle e não soube como reagir, me perdoa -
- Calma, respira, e me conta desde o começo - falei tentando acalmá-la.
- Tá bom - ela disse, controlando o choro e desacelerando a respiração.
Kenya:
- Tudo começou na sexta quando saí com os caras para fazer o trabalho, a casa era bem longe daqui, por isso preferi não voltar para pegar os óculos, desculpa por isso…
- Quando chegamos na casa do Dani, o pai dele nos recebeu de cueca, era um senhor velho e muito sujo, também era muito vulgar, ao me ver chegando soltou uns comentários tipo: “Ufff, onde arrumou essa putinha”, “Me empresta ela um pouco”. Ao ouvir isso, fiquei com medo, mas o Dani explicou que eu era colega de escola dele e ele disse que eu já estava “bem crescida” para estudar, que “com minha bunda podia ganhar mais dinheiro”, que com certeza só tinha entrado na escola para arrumar mais clientes.
Eu obviamente fiquei irritada, e pedi para ele me respeitar, mas felizmente o Dani me defendeu também e disse pro pai dele parar de me importunar.
Fomos pro quarto dele onde íamos trabalhar e o senhor não chegou perto depois disso, mas quando passei do lado dele para entrar na casa, senti ele apertando minha bunda e eu não disse nada com medo de causar briga, então só ignorei.
Começamos a trabalhar todos e o Gabo tirou uma garrafa de tequila, disse que era pra gente ficar mais relaxado. Eu no começo recusei, mas depois me convenceram a tomar um pouco e, depois de vários minutos trabalhando, a Dani botou música e me convidou pra dançar.Eu disse que não sabia dançar, mas eles foram muito gente boa e me explicaram um estilo de dança chamado "perreo" ou "twerk". Eu estava me divertindo pra caramba, eles foram super pacientes me guiando pra fazer os movimentos direito. Eles me seguravam pela cintura e pelas costas, colados em mim, me fazendo seguir o ritmo. Às vezes a saia subia sem eu perceber, por ser tão curta, mas eles me ajudavam a abaixar.
Mas já estava de noite e não quis continuar bebendo, precisávamos terminar a tarefa, então convenci eles a voltarem a trabalhar, e assim ficamos mais algumas horas.Finalmente, já de noite, estávamos muito cansados e com sono. Então nos preparamos para dormir, me deram a cama e eles se deitaram no chão. Estava um pouco quente, então me deitei sem nenhum lençol, mas depois de alguns minutos, já estava pegando no sono, quando de repente senti alguém baixando minha minissaia devagarzinho até deixar minha bunda exposta.
Ao reagir, senti alguém atrás de mim e umas mãos acariciando minha bunda, me virei rapidamente para ver quem era e... era o Dani! Imediatamente gritei pra ele: "O que você tá fazendo, Dani?!"Mas não tive resposta nenhuma, em vez disso senti ele me envolver por trás com um braço, impedindo que eu pudesse me mexer. Ele me tinha bem agarrada pelas costas com um braço enquanto, com o outro, ia enfiando a mão nas minhas partes íntimas. Começou a me tocar com os dedos, te juro que usei todas as minhas forças pra me mexer, mas só consegui virar a cabeça um pouco, e foi quando pude ver que ele tinha os olhos completamente fechados, como se estivesse dormindo. Sem me dar tempo pra mais nada, ele apertou mais com o braço e dessa vez tirou a mão da minha buceta pra me dar uma baita palmada na bunda que ardeu pra caralho, gritei de dor, mas parecia que isso provocava ele ainda mais, ele agarrou meus peitos também enquanto eu sentia a respiração dele no meu pescoço.
Aí cai na real que podia ser um episódio de sonambulismo. Lembrei que acordar ele podia fazer mal, então fiquei quieta enquanto sentia os dedos dele acariciando minhas partes íntimas de novo e... amor, te juro que não consegui controlar meu corpo, mas comecei a ficar molhada, meu corpo começou a sentir muito calor, e por uns segundos minha mente ficou em branco e parei de resistir. Aí, enquanto sentia uma mão agarrando meus peitos, com a outra ele me masturbava, comecei a me encharcar mais e mais, nunca tinha sentido nada assim. Também senti um volume enorme batendo na minha bunda, coberta só por um fio dental que mal consegui subir, porque ele já me tinha quase pelada.
Aos poucos, seu pau foi abrindo caminho entre minhas nádegas.Quando voltei à realidade, tentei acordar o Gabo, sussurrei seu nome várias vezes, mas ele não me ouvia, estava dormindo profundamente. — "Pssss, Gabo, ei, Gabo, me ajuda" — eu dizia, mas ele não reagia.
Naquele momento, o pau enorme do David já estava na entrada da minha buceta, só o fiozinho da minha calcinha o impedia de me penetrar.
Graças a Deus, Gabo acordou e finalmente me ouviu.
— O que foi, Kenya? O que vocês estão fazendo? — disse surpreso ao nos ver.
— Shhh, ele está tendo um episódio de sonambulismo, não podemos acordá-lo — falei entre gemidos involuntários.
— Ah, entendi. Normalmente o Dani não age assim, mas acho que o álcool afetou ele. Olha como essa rola está prestes a explodir, temos que fazer algo, Kenya.
— Mas o quê? O que eu posso fazer? — perguntei sussurrando.
— Tem um jeito, mas você vai ter que ajudá-lo, eu não posso. Se você realmente considera ele seu amigo e quer sair dessa o mais rápido possível, então vai ter que fazer ele gozar.
— Gozar?
— Ejacular, poxa! Você vai ter que fazer ele vir, só assim o corpo dele vai relaxar e ele vai conseguir dormir de novo.
— Mas como eu faço isso? — perguntei.
— Bom, o mais rápido seria com uma mamada.
— O quê?
— Com sexo oral! Nossa, como você é burra, Kenya.
— Mas eu sou casada, não posso fazer isso.
— Isso é pela saúde do nosso amigo, seu marido vai entender, mas também não é como se você precisasse contar pra ele. Além do mais, se você não fizer, ele pode ter sérias consequências médicas. Seria só uma mamada, Kenya, ou você quer que ele te penetre? Porque do jeito que está, a qualquer momento ele vai arrancar essa calcinha fina que você tem e você não vai conseguir segurá-lo.
— Você tem razão! — falei, e imediatamente ele me ajudou a separá-lo de mim. Deitamos ele e foi quando pude ver: ele estava completamente dormindo e mesmo assim o pau era enorme e estava duríssimo, as veias saltadas... Contemplei por alguns segundos e lentamente aproximei minha... rosto... o cheiro dele era tão forte, mas não me importei, era para ajudá-lo, abri um pouco minha boca e...
Naquele momento, Kenya ficou em silêncio, mas pude notar como ela passou de estar prestes a chorar, para ficar com as bochechas vermelhas, enquanto eu estava muito excitado ouvindo sua história.
- O que mais aconteceu, Kenya? Me conta - disse eu, impaciente e com o pau a ponto de explotar.
Como não obtive resposta, decidi subir na cama e me coloquei atrás dela para começar a dar uma massagem em seus ombros. Fui percebendo como ela começou a relaxar, então pedi que se deitasse na cama de bruços, enquanto eu massageava suas costas.
- Calma, meu amor, pode me contar, afinal... você fez para ajudá-lo, não é? - perguntei em seu ouvido, e Kenya assentiu com a cabeça.
- Então está tudo bem, não vou ficar chateado, mas você vai ter que me contar tudo o que aconteceu, com detalhes! - disse enquanto começava a beijar suas costas e, aos poucos, ia descendo até seus quadris enormes. Puxei o shorts curto que ela estava usando, para encontrar a surpresa de um fio dental completamente encharcado por seus próprios fluidos.
Me afastei um pouco para contemplar aquela paisagem linda e enfiei minhas mãos por baixo de seu fio dental, começando a masturbá-la.
- Ele te tocou assim? - perguntei enquanto enfiava alguns dedos que, devido à umidade, não encontraram nenhuma resistência.
Arranquei dela um gemido acompanhado de um
- SIIIIIIM! - foi assim que me tocaram. Enquanto ela levantava a bunda, arqueando completamente as costas.
- Me conta o que mais aconteceu então! - falei, enquanto dava uma palmada tão forte na bunda dela que minha mão ficou marcada.===============================================================
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Minha esposa Kenya, enfermeira por acidente:
Leia essa outra aventura da Kenya na minha página do Patreon de graça. Se receber uma boa pontuação no Patreon, vou postar a próxima parte aqui ou abrir para o público.https://www.patreon.com/posts/mi-esposa-kenya-92434677?utm_medium=clipboard_copy&utm_source=copyLink&utm_campaign=postshare_creator&utm_content=join_link
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