Bom dia, seus safad@s. Hoje vou postar mais uma das minhas experiências, a primeira do ano. Feliz ano novo pra todo mundo. A situação com meu marido mudou. Já faz um tempão que a gente não transa, e não sinto falta porque busco em outros lugares, mas às vezes fico pensando que tá na hora de tudo acabar, só que ainda não consigo encarar o divórcio. Mas me entristece dizer que isso já pouco me importa. Diante da minha situação, quis me afastar por um tempinho de casa, pra clarear as ideias e pensar se realmente valia a pena viver assim. Queria pegar novos ares e decidir sobre meu futuro. Já fazia muitos dias que não via meu amante maravilhoso, a quem devo os orgasmos mais espetaculares que já tive na vida. A suspeita crescente que meu marido já começava a ter fez com que eu diminuísse minhas idas pra fazenda onde, quando viajava sozinha, podia me entregar de corpo e alma àquele homem que desperta tanta paixão em mim. Depois conto como conheci meu amante. Com a ideia de me afastar um tempo, decidi viajar pro Equador. Pra isso, pedi a uma velha amiga e colega de faculdade que me apoiasse no plano. Queria fazer a viagem sozinha, mas se tivesse dito isso pro meu marido, tenho certeza que ele não teria deixado ou, pior, se ofereceria pra me acompanhar. Então expliquei que minha amiga me convidou, junto com outras ex-colegas, pra uma cabana que o marido dela tinha perto de uma vila de pescadores, e que a intenção da viagem era relembrar nossas experiências escolares e reviver velhos momentos da adolescência. Pra minha sorte, meu marido topou fácil depois de consultar minha amiga sobre a viagem. Como parte do plano, minha amiga passou pra me pegar no carro no dia marcado da viagem. Me levou ao aeroporto e me explicou como chegar na cabana. Disse que era um lugar ideal pros meus planos de ficar isolada, porque pra chegar lá precisava pegar um transporte marítimo, já que ficava a 2 horas do porto habitado mais próximo. Minhas ideias de isolamento temporário do mundo ao redor tomaram forma desde o momento em que o avião decolou rumo à minha pequena liberdade. Ao chegar no povoado, o calor que fazia naquele lugar acendeu em mim a ilusão de poder curtir minha solidão. A alegria que os moradores irradiavam impregnou meu espírito de novos ares e novas ilusões. O pequeno povoado, habitado em sua maioria por pessoas negras, fez com que eu me animasse pela fantasia que tinha de montar uma buceta preta. Dediquei parte da manhã a comprar itens de higiene e mantimentos, já que minha amiga me avisou que a cabana ficava longe de qualquer povoado habitado e me lembrou que eu devia me abastecer, pois lá não tinha ninguém que pudesse me ajudar. Minha passagem pelas ruas de pedra da localidade causava surpresa entre os homens do pequeno povoado, já que, mesmo sem querer, eu estava vestida de forma um pouco provocante, com uma minissaia e uma blusa.
Depois de terminar minhas compras, eu precisava ir até o porto e alugar um barquinho que me levasse até meu destino. Cheia de expectativa, cheguei lá e perguntei pra várias pessoas quem poderia me levar até o lugar que minha amiga tinha indicado. Me disseram que no momento não tinha ninguém disponível e que eu teria que esperar um pouco até que um dos barqueiros que tinham saído de manhã pra fazer algum transporte de mercadorias pra uma das vilas próximas voltasse. Sentei num barzinho que tava aberto naquela hora e pedi um refrigerante enquanto folheava um dos livros que tinha trazido pra curtir minha solidão. Depois de quase uma hora, um garoto veio me avisar que um dos barqueiros tinha chegado e tava me esperando no cais pra zarpar. Peguei minhas malas e pedi pro menino me ajudar com o resto das coisas. Quando cheguei, entrei no barco na hora, mesmo sem o barqueiro estar lá ainda, com medo de alguém passar na minha frente e eu ter que esperar mais um tempão. Sempre fico com medo de viajar nesse tipo de transporte, então o balanço das ondas balançando o barco só adicionava mais um elemento de novidade nessa viagem. Fiquei concentrada observando a tarde linda e o reflexo dos raios de sol no mar. Era uma visão fantástica. Fui trazida de volta à realidade pela voz do barqueiro anunciando a partida. Surpresa, virei o olhar e vi um homem negro, de uns 30 anos, com o torso nu e vestindo só uma calça jeans velha, que ele tinha cortado pra virar um shortinho, me cumprimentando com um sorrisão. Indiquei a rota da minha viagem. Ele se surpreendeu que uma mulher sozinha fosse pra um lugar que fica deserto a maior parte do tempo, ocupado só pelos donos (a família da minha amiga) na época das férias escolares. Expliquei que era exatamente isso que eu queria: ficar sozinha, e que com esse objetivo minha amiga Ele tinha me recomendado aquele lugar. Mesmo assim, falei sobre meus medos da viagem e ele me tranquilizou, dizendo que o mar estava bem calmo e que eu não precisava me preocupar, porque ele faria o trajeto devagar pra que as ondas não me incomodassem. Agradeci o gesto e decidi aproveitar a vista linda que se abria diante dos meus olhos. Começamos nossa viagem e, com o tempo, senti que aquele homem olhava pros meus peitos, que estavam cobertos só por uma blusinha um pouco decotada por causa do aviso que minha amiga tinha dado sobre o clima da região. A verdade é que aquele homem não me deixava indiferente. O rosto dele, sem ser de modelo, era bem agradável, o sorriso e a simpatia eram sedutores. O corpo dele, sem ser daqueles caras musculosos de tanto passar horas na academia todo dia, era bem atraente. Ele devia ter uns 1,83m, e os braços e pernas eram bem definidos, acho que pelo exercício constante do trabalho dele. Com o passar do tempo, os raios do sol começaram a esquentar mais do que eu esperava, e minhas costas começaram a pegar um bronzeado e a sentir o desconforto que isso traz. Eu tinha esquecido de passar protetor solar, lembrei disso tarde demais. A conversa com o barqueiro foi agradável. Ele me contava sobre os costumes da cidade dele, sobre o trabalho e umas coisas banais. Ele continuava curioso por eu viajar sozinha. Me falou sobre a família: era casado e tinha duas filhas. A cada minuto a conversa ficava mais relaxada e dava pra sentir mais confiança entre nós dois. A verdade é que, apesar de ser um cara bonito, nada fazia prever o que ia rolar depois. Tirei da minha mala um frasco de protetor solar e tirei minha blusa, ficando só de biquíni. Depois disso, me levantei e abaixei minha saia, ficando só de biquíni na frente daquele homem que não parava de me olhar. Meu biquíni era meio tipo fio dental, entrava um pouco entre minhas nádegas, justamente o que eu tô usando nas fotos. de baixo.
Comecei a passar o bronzeador nos meus ombros. A brisa quente e as gotas d'água que respingavam no meu corpo começaram a me dar uma tesão que fez minha imaginação voar. Por um momento, lembrei do meu amante e teria dado tudo pra ele estar ali comigo. A gente tava a uns 2 quilômetros da costa, porque o percurso ia contornando ela. Vendo a dificuldade em passar o bronzeador, Jorge (era esse o nome) desligou o motor da lancha pra facilitar meu serviço. Mesmo com esse gesto, não era fácil passar em toda a extensão das costas. Jorge se ofereceu pra me ajudar. Agradeci. Ele se aproximou rápido e eu pude sentir aquele cheiro de suor de macho que me excita tanto. Aquele cheiro que só senti em homens garanhões. Desabotoei a parte de cima do meu biquíni, segurando o sutiã na frente pra facilitar o trabalho dele. Quando as mãos fortes dele passaram pelas minhas costas, senti um choque que foi até o mais íntimo do meu ser. Cada toque das mãos dele em cada pedaço do meu corpo reavivava minha essência de mulher. Não conseguia, por mais que tentasse, disfarçar o que tava sentindo. Pedi pro Jorge passar o protetor em todas as minhas costas, e pra isso ele teve que ficar na minha frente, e eu, prendendo meu cabelo, deixei ele fazer o que pedi. Esse pedido também tinha outra intenção: poder sentir o cheiro e sentir mais perto a parte íntima dele. Quando ele apoiava as mãos nas minhas costas, fazia o corpo dele chegar mais perto de mim, forçando ele a colocar na frente do meu rosto aquele volume que dava pra ver no short surrado dele. Vendo ele mais perto, também confirmei que ele tinha umas pernas muito fortes. Quando ele mexia o corpo, marcava cada vez mais o pacote que se formava no short. Parece que não era só eu que tinha ficado excitada com a situação. Pela parte de baixo do short dava pra ver a cabeça preta de um pauzão que lutava pra sair do esconderijo. Ele começou a sentir minhas gemidos e as mãos dele começaram a deslizar timidamente em direção aos meus peitos. Deixei ele chegar lá sem resistir, porque não tinha forças nem vontade de impedir. Quando a mão dele passou pelo meu mamilo, eu dei um pequeno pulo que assustou ele um pouco, mas pra encorajar ele a continuar, peguei no pau dele por cima da calça e comecei a esfregar com força. Ele baixou a cabeça e começou a beijar minhas costas e meu cabelo de um jeito muito doce. Do jeito que deu, puxei o zíper pra baixo e vi que ele não tava de cueca. Peguei aquele pau preto grosso e, enquanto apertava com uma mão, lambi um pouco a cabecinha dele. Jeorge começou a gemer também. Não teve palavra, só desejo. O balanço do barco nas ondas deixava a situação ainda mais gostosa. Do jeito que deu, meu negão jogou de lado as malas e as sacolas com os mantimentos que tinha comprado na vila, e se ajoelhou na minha frente. Num puxão só, arrancou a tanga que eu tava usando, enquanto eu apoiava a cabeça dele no meu colo e acariciava com carinho. Um dos dedos compridos dele tocou minha buceta, que nessa altura já tava derretendo de prazer, eu tava toda pelada no meio do mar. Ele começou a enterrar devagar na minha boca, aumentando meu prazer. Eu tinha abaixado o short dele e o pau preto parecia um míssil prestes a decolar. Ele encostou os lábios grandes na minha buceta e começou a beber meus sucos, a passar a língua por toda a extensão, fazendo questão no meu grelinho. A situação era totalmente gostosa e safada. Não tava nos meus planos uma experiência assim, mas decidi aproveitar ao máximo. Abri minhas pernas e coloquei no ombro dele pra facilitar o trabalho. Parecia que era a primeira vez que ele chupava uma buceta, pela paixão que ele colocava. Que delícia, que gozo, ele tava me levando a limites que eu nem imaginava. Me deitei um pouco pra trás pra aproveitar melhor a comida da minha xoxota.

As fortes lambidas surtiram efeito: gozei num orgasmo sem fim. Minhas pernas tremiam e quase não consegui voltar à posição inicial. Quis retribuir o gesto do meu negão e pedi pra ele ficar de pé. Ele se segurou no leme enquanto eu me preparava pra saborear aquele manjar que ele me oferecia: era uma buceta preta, que embora nunca tivesse visto uma pessoalmente, aquela era bem grande, grossa e gostosa, sem falar na cabeça, que era mais larga que o resto, bem mais grossa e com umas veias bem saltadas. Pude confirmar mais uma vez como Deus caprichou na dotação desses caras. Enfiei na boca, mas não inteira pra não engasgar, e comecei a chupar meu bombom de chocolate delicioso.

Jeorge se segurava firme a cada investida minha. E seus gemidos se transformaram em gritos de prazer como eu nunca tinha ouvido. Graças a Deus estávamos em alto-mar e ninguém podia ouvir. Isso só aumentou a sacanagem da cena. Ele me pediu pra deixar ele gozar dentro, que não queria desperdiçar aquela foda sem esporrar na minha buceta. A verdade é que o espaço pequeno da lancha e o balanço das ondas não davam muita estabilidade, por isso ele decidiu sentar, já sem a calça, e me pediu pra sentar no pau dele. De costas pra ele, pra ele olhar minha raba e beijar tudo gostoso antes de eu descer. Ele me sentou literalmente naquele pica enorme. Devagarzinho foi enfiando tudo, a dor se misturava com o prazer. Quando sentiu que já tava tudo dentro, me segurou pela cintura e começou a me levantar e descer no eixo daquele tronco preto. Parecia uma lança nas minhas entranhas. Eu baixava a cabeça pra ver aquele pedaço de carne preta sumindo na minha buceta branca e depois aparecendo de novo. Enquanto isso, Jeorge lambia minhas costas, chupando as gotas de suor que escorriam por elas.


Essa cena me fez gozar pra caralho. Esperei até meu negão gozar dentro de mim, sentindo a porra grossa dele batendo nas paredes da minha buceta e depois escorrendo pelo pau dele. Me virei como pude e dei um beijo apaixonado na boca do meu novo amante. Apesar de ter sido gostoso, me senti meio mal pela minha reação descontrolada, transando com um cara que acabara de conhecer. Ele sentiu meu desconforto e me acalmou com um abraço, sussurrando no meu ouvido exatamente o que eu queria ouvir naquele momento. Foi muito doce. Depois de um tempo, continuamos a viagem. Os dois pelados, recebendo os raios de sol nos nossos corpos, protegidos pelo fato de ninguém poder ver a gente. Chegamos no destino no fim da tarde. O sol começava a se esconder no horizonte, deixando o momento bem romântico. Descemos do barco e o Jeorge pegou minha bagagem e os mantimentos que trouxe. A cabana estava mesmo trancada e não tinha sinal de ninguém por perto, e pelo estado das coisas dava pra ver que tava abandonada há meses. Na cozinha, beijei ele com carinho e agradeci por aquela experiência tão gostosa. Me pendurei no pescoço dele e puxei a boca dele pra minha, e ele respondeu com um abraço de macho, senti a força dele apertando meu corpo frágil. Pedi pra gente aproveitar aquele pôr do sol lindo e ir pro mar juntos. Ele me pegou pela mão e, correndo, chegamos na água morna, ainda pelados, na boa de não nos sentirmos observados. Não parávamos de nos beijar, de nos tocar, de nos acariciar. Parecíamos uns adolescentes transando pela primeira vez. A imagem viril daquele negão me excitava cada vez mais. Sentia o pau dele duro de novo contra meu corpo e pegava nele toda vez que queria. Ele, por sua vez, se satisfazia acariciando minha bunda e dizendo como ela era linda, chupava meus peitos e cada sugada era como sentir a picada de mil Agulhas no meu mamilo, que delícia tudo o que ele me fazia sentir. Ele me pediu autorização pra ficar aquela noite comigo, eu disse que me preocupava com a reação da esposa e da família dele. Ele me tranquilizou, dizendo que muitas vezes não voltava pro porto por causa de tempestades tropicais ou problemas no motor da lancha, e que a esposa já tava acostumada com isso. Continua...
Depois de terminar minhas compras, eu precisava ir até o porto e alugar um barquinho que me levasse até meu destino. Cheia de expectativa, cheguei lá e perguntei pra várias pessoas quem poderia me levar até o lugar que minha amiga tinha indicado. Me disseram que no momento não tinha ninguém disponível e que eu teria que esperar um pouco até que um dos barqueiros que tinham saído de manhã pra fazer algum transporte de mercadorias pra uma das vilas próximas voltasse. Sentei num barzinho que tava aberto naquela hora e pedi um refrigerante enquanto folheava um dos livros que tinha trazido pra curtir minha solidão. Depois de quase uma hora, um garoto veio me avisar que um dos barqueiros tinha chegado e tava me esperando no cais pra zarpar. Peguei minhas malas e pedi pro menino me ajudar com o resto das coisas. Quando cheguei, entrei no barco na hora, mesmo sem o barqueiro estar lá ainda, com medo de alguém passar na minha frente e eu ter que esperar mais um tempão. Sempre fico com medo de viajar nesse tipo de transporte, então o balanço das ondas balançando o barco só adicionava mais um elemento de novidade nessa viagem. Fiquei concentrada observando a tarde linda e o reflexo dos raios de sol no mar. Era uma visão fantástica. Fui trazida de volta à realidade pela voz do barqueiro anunciando a partida. Surpresa, virei o olhar e vi um homem negro, de uns 30 anos, com o torso nu e vestindo só uma calça jeans velha, que ele tinha cortado pra virar um shortinho, me cumprimentando com um sorrisão. Indiquei a rota da minha viagem. Ele se surpreendeu que uma mulher sozinha fosse pra um lugar que fica deserto a maior parte do tempo, ocupado só pelos donos (a família da minha amiga) na época das férias escolares. Expliquei que era exatamente isso que eu queria: ficar sozinha, e que com esse objetivo minha amiga Ele tinha me recomendado aquele lugar. Mesmo assim, falei sobre meus medos da viagem e ele me tranquilizou, dizendo que o mar estava bem calmo e que eu não precisava me preocupar, porque ele faria o trajeto devagar pra que as ondas não me incomodassem. Agradeci o gesto e decidi aproveitar a vista linda que se abria diante dos meus olhos. Começamos nossa viagem e, com o tempo, senti que aquele homem olhava pros meus peitos, que estavam cobertos só por uma blusinha um pouco decotada por causa do aviso que minha amiga tinha dado sobre o clima da região. A verdade é que aquele homem não me deixava indiferente. O rosto dele, sem ser de modelo, era bem agradável, o sorriso e a simpatia eram sedutores. O corpo dele, sem ser daqueles caras musculosos de tanto passar horas na academia todo dia, era bem atraente. Ele devia ter uns 1,83m, e os braços e pernas eram bem definidos, acho que pelo exercício constante do trabalho dele. Com o passar do tempo, os raios do sol começaram a esquentar mais do que eu esperava, e minhas costas começaram a pegar um bronzeado e a sentir o desconforto que isso traz. Eu tinha esquecido de passar protetor solar, lembrei disso tarde demais. A conversa com o barqueiro foi agradável. Ele me contava sobre os costumes da cidade dele, sobre o trabalho e umas coisas banais. Ele continuava curioso por eu viajar sozinha. Me falou sobre a família: era casado e tinha duas filhas. A cada minuto a conversa ficava mais relaxada e dava pra sentir mais confiança entre nós dois. A verdade é que, apesar de ser um cara bonito, nada fazia prever o que ia rolar depois. Tirei da minha mala um frasco de protetor solar e tirei minha blusa, ficando só de biquíni. Depois disso, me levantei e abaixei minha saia, ficando só de biquíni na frente daquele homem que não parava de me olhar. Meu biquíni era meio tipo fio dental, entrava um pouco entre minhas nádegas, justamente o que eu tô usando nas fotos. de baixo.
Comecei a passar o bronzeador nos meus ombros. A brisa quente e as gotas d'água que respingavam no meu corpo começaram a me dar uma tesão que fez minha imaginação voar. Por um momento, lembrei do meu amante e teria dado tudo pra ele estar ali comigo. A gente tava a uns 2 quilômetros da costa, porque o percurso ia contornando ela. Vendo a dificuldade em passar o bronzeador, Jorge (era esse o nome) desligou o motor da lancha pra facilitar meu serviço. Mesmo com esse gesto, não era fácil passar em toda a extensão das costas. Jorge se ofereceu pra me ajudar. Agradeci. Ele se aproximou rápido e eu pude sentir aquele cheiro de suor de macho que me excita tanto. Aquele cheiro que só senti em homens garanhões. Desabotoei a parte de cima do meu biquíni, segurando o sutiã na frente pra facilitar o trabalho dele. Quando as mãos fortes dele passaram pelas minhas costas, senti um choque que foi até o mais íntimo do meu ser. Cada toque das mãos dele em cada pedaço do meu corpo reavivava minha essência de mulher. Não conseguia, por mais que tentasse, disfarçar o que tava sentindo. Pedi pro Jorge passar o protetor em todas as minhas costas, e pra isso ele teve que ficar na minha frente, e eu, prendendo meu cabelo, deixei ele fazer o que pedi. Esse pedido também tinha outra intenção: poder sentir o cheiro e sentir mais perto a parte íntima dele. Quando ele apoiava as mãos nas minhas costas, fazia o corpo dele chegar mais perto de mim, forçando ele a colocar na frente do meu rosto aquele volume que dava pra ver no short surrado dele. Vendo ele mais perto, também confirmei que ele tinha umas pernas muito fortes. Quando ele mexia o corpo, marcava cada vez mais o pacote que se formava no short. Parece que não era só eu que tinha ficado excitada com a situação. Pela parte de baixo do short dava pra ver a cabeça preta de um pauzão que lutava pra sair do esconderijo. Ele começou a sentir minhas gemidos e as mãos dele começaram a deslizar timidamente em direção aos meus peitos. Deixei ele chegar lá sem resistir, porque não tinha forças nem vontade de impedir. Quando a mão dele passou pelo meu mamilo, eu dei um pequeno pulo que assustou ele um pouco, mas pra encorajar ele a continuar, peguei no pau dele por cima da calça e comecei a esfregar com força. Ele baixou a cabeça e começou a beijar minhas costas e meu cabelo de um jeito muito doce. Do jeito que deu, puxei o zíper pra baixo e vi que ele não tava de cueca. Peguei aquele pau preto grosso e, enquanto apertava com uma mão, lambi um pouco a cabecinha dele. Jeorge começou a gemer também. Não teve palavra, só desejo. O balanço do barco nas ondas deixava a situação ainda mais gostosa. Do jeito que deu, meu negão jogou de lado as malas e as sacolas com os mantimentos que tinha comprado na vila, e se ajoelhou na minha frente. Num puxão só, arrancou a tanga que eu tava usando, enquanto eu apoiava a cabeça dele no meu colo e acariciava com carinho. Um dos dedos compridos dele tocou minha buceta, que nessa altura já tava derretendo de prazer, eu tava toda pelada no meio do mar. Ele começou a enterrar devagar na minha boca, aumentando meu prazer. Eu tinha abaixado o short dele e o pau preto parecia um míssil prestes a decolar. Ele encostou os lábios grandes na minha buceta e começou a beber meus sucos, a passar a língua por toda a extensão, fazendo questão no meu grelinho. A situação era totalmente gostosa e safada. Não tava nos meus planos uma experiência assim, mas decidi aproveitar ao máximo. Abri minhas pernas e coloquei no ombro dele pra facilitar o trabalho. Parecia que era a primeira vez que ele chupava uma buceta, pela paixão que ele colocava. Que delícia, que gozo, ele tava me levando a limites que eu nem imaginava. Me deitei um pouco pra trás pra aproveitar melhor a comida da minha xoxota.

As fortes lambidas surtiram efeito: gozei num orgasmo sem fim. Minhas pernas tremiam e quase não consegui voltar à posição inicial. Quis retribuir o gesto do meu negão e pedi pra ele ficar de pé. Ele se segurou no leme enquanto eu me preparava pra saborear aquele manjar que ele me oferecia: era uma buceta preta, que embora nunca tivesse visto uma pessoalmente, aquela era bem grande, grossa e gostosa, sem falar na cabeça, que era mais larga que o resto, bem mais grossa e com umas veias bem saltadas. Pude confirmar mais uma vez como Deus caprichou na dotação desses caras. Enfiei na boca, mas não inteira pra não engasgar, e comecei a chupar meu bombom de chocolate delicioso.

Jeorge se segurava firme a cada investida minha. E seus gemidos se transformaram em gritos de prazer como eu nunca tinha ouvido. Graças a Deus estávamos em alto-mar e ninguém podia ouvir. Isso só aumentou a sacanagem da cena. Ele me pediu pra deixar ele gozar dentro, que não queria desperdiçar aquela foda sem esporrar na minha buceta. A verdade é que o espaço pequeno da lancha e o balanço das ondas não davam muita estabilidade, por isso ele decidiu sentar, já sem a calça, e me pediu pra sentar no pau dele. De costas pra ele, pra ele olhar minha raba e beijar tudo gostoso antes de eu descer. Ele me sentou literalmente naquele pica enorme. Devagarzinho foi enfiando tudo, a dor se misturava com o prazer. Quando sentiu que já tava tudo dentro, me segurou pela cintura e começou a me levantar e descer no eixo daquele tronco preto. Parecia uma lança nas minhas entranhas. Eu baixava a cabeça pra ver aquele pedaço de carne preta sumindo na minha buceta branca e depois aparecendo de novo. Enquanto isso, Jeorge lambia minhas costas, chupando as gotas de suor que escorriam por elas.


Essa cena me fez gozar pra caralho. Esperei até meu negão gozar dentro de mim, sentindo a porra grossa dele batendo nas paredes da minha buceta e depois escorrendo pelo pau dele. Me virei como pude e dei um beijo apaixonado na boca do meu novo amante. Apesar de ter sido gostoso, me senti meio mal pela minha reação descontrolada, transando com um cara que acabara de conhecer. Ele sentiu meu desconforto e me acalmou com um abraço, sussurrando no meu ouvido exatamente o que eu queria ouvir naquele momento. Foi muito doce. Depois de um tempo, continuamos a viagem. Os dois pelados, recebendo os raios de sol nos nossos corpos, protegidos pelo fato de ninguém poder ver a gente. Chegamos no destino no fim da tarde. O sol começava a se esconder no horizonte, deixando o momento bem romântico. Descemos do barco e o Jeorge pegou minha bagagem e os mantimentos que trouxe. A cabana estava mesmo trancada e não tinha sinal de ninguém por perto, e pelo estado das coisas dava pra ver que tava abandonada há meses. Na cozinha, beijei ele com carinho e agradeci por aquela experiência tão gostosa. Me pendurei no pescoço dele e puxei a boca dele pra minha, e ele respondeu com um abraço de macho, senti a força dele apertando meu corpo frágil. Pedi pra gente aproveitar aquele pôr do sol lindo e ir pro mar juntos. Ele me pegou pela mão e, correndo, chegamos na água morna, ainda pelados, na boa de não nos sentirmos observados. Não parávamos de nos beijar, de nos tocar, de nos acariciar. Parecíamos uns adolescentes transando pela primeira vez. A imagem viril daquele negão me excitava cada vez mais. Sentia o pau dele duro de novo contra meu corpo e pegava nele toda vez que queria. Ele, por sua vez, se satisfazia acariciando minha bunda e dizendo como ela era linda, chupava meus peitos e cada sugada era como sentir a picada de mil Agulhas no meu mamilo, que delícia tudo o que ele me fazia sentir. Ele me pediu autorização pra ficar aquela noite comigo, eu disse que me preocupava com a reação da esposa e da família dele. Ele me tranquilizou, dizendo que muitas vezes não voltava pro porto por causa de tempestades tropicais ou problemas no motor da lancha, e que a esposa já tava acostumada com isso. Continua...
1 comentários - Minhas férias de putaria