Corrompendo a mamãe // cap. 7

CAPÍTULO 7
QUEM CORROMPE QUEM?
Corrompendo a mamãe // cap. 7Mamãe desceu do carro branco sem pressa, colocando os saltos finos no asfalto. Me atormenta ver ela ajustar a saia preta e alisar as rugas na frente e atrás, como se tivesse usado ela desconfortável, talvez levantada ou com as bainhas pra cima.

Me atormenta ver que hoje ela não está usando as meias que costumam esconder as pernas dela quando vai pras reuniões de grupo, mas foi sem elas, à mostra, exibindo as panturrilhas brilhantes e brancas.

Mamãe dá a volta no carro e se inclina, empinando a bunda pra trás e enfiando um pouco a cabeça pela janela. Os peitos enormes, mesmo escondidos pela blusa, se derramam na frente, e eu só consigo pensar nas vistas safadas que o Nacho, o suposto "amante" dela, deve ter da minha mãe.

E aquela posição vulgar, ela inclinada pro carro, a cabeça enfiada na janela do motorista, a bunda empinada pra trás, e os peitos pesados caindo na direção do Nacho, me alarmam. Não é esse o comportamento que uma mulher respeitável como minha mãe deveria ter. Na verdade, ela nunca agiu assim. Tenho certeza de que, se mamãe pegasse minha irmã Lucy nessa posição, ia dar um esporro nela, escandalizada.

Mas eu fico paralisado no meio do caminho. Dói pensar que mamãe parece uma puta agradecendo ao cliente pela foda que levou durante a tarde, enquanto recebe o pagamento.

E assim, inclinada do jeito que está, a saia justa sobe um pouco mais. Eu vejo as coxas grossas e brilhantes dela, e o vento balançando alguns fios loiros do cabelo dela.

Porra!

Eles falam alguma coisa, ela ri. Eu me aproximo mais e as nádegas se mexem debaixo da saia quando ela dobra a perna esquerda em vez da direita. Eu avanço e ela não me percebe. E eu odeio que, na idade dela, ela se comporte como uma colegial. Se meu pai visse isso, ia dar o maior barraco. Eu nem acredito que mamãe está assim, empinada, com os peitos caindo pro filho da puta, sem se importar se algum vizinho vê. Fofoqueiro do caralho.
Tudo é muito escandaloso.
De repente, acelero mais rápido. Mamãe me ouve. Tira a cabeça pra fora do carro, me olha e fica pálida. Os olhos azuis dela estão arregalados de susto.

Passo por ela, direto, e não falo nada:

— Tito? — ela me chama —. Filho, vem, quero te apresentar o Nacho…

Então eu tô certo e aquele imbecil é o Nacho.

Não respondo. Não dou bola. Passo reto.

— Tito, filho!

Entro em casa e bato a porta com tudo.

Subo pro meu quarto, puto da vida. Me deito. Fecho os olhos, e cinco minutos depois percebo que a porta da casa abre e fecha. Ouço uns passos se aproximando do meu quarto e logo sinto a porta abrir.

Minha mãe tá parada na entrada.

— Pode me explicar por que você fez uma grosseria dessas? — ela me repreende.

Só falta ela me xingar por não ter ficado pra cumprimentar o filho da puta.

Me sento na cama, vejo ela parada na minha frente, e apesar da raiva que tô sentindo, não consigo deixar de reparar como ela é linda, tão firme, tão gostosa, tão elegante.

Tão rabuda e tão peituda. Porra!

— Por que você não me explica logo quem é aquele cara que tem a cara de pau de te trazer até a porta de casa, mãe?

— Se você tivesse tido a delicadeza de parar quando te chamei pra te apresentar, com certeza não estaria me fazendo essa pergunta! Ele é o Nacho, aquele viúvo meu amigo que te falei da última vez.

— E que intimidade é essa, mãe?

— Que intimidade que você tá falando, Tito?

— Acho errado uma mulher casada entrar no carro de um zé-ninguém que não é nada dela!

Mamãe abre a boca, e demora pra escolher as palavras pra me rebater.

— Por que você não deixa o ciúme pro seu pai e me respeita como o filho que você é? Nem o Lorenzo é tão invasor e controlador quanto você.

— Porque ele não te viu com o Nacho, mas eu vi, e você não faz ideia do quanto isso me deixou mal, mãe.

Ela suspira, bate o salto, suspira de novo.

— Mas por que você fica assim, meu amor? O que tem de errado no Nacho ter me trazido pra casa? Tô de salto alto, já tenho uma idade que cansa andar na rua assim.

— Existem táxis, mãe.

— E também cavalheiros que podem fazer o favor de me trazer pra casa no carro deles. É por isso que você tá tão bravo, Tito?

— Tô bravo porque outro dia você negou! — lembro a ela. — Perguntei quem tinha te trazido e você disse que era um Uber, que inclusive eu mesmo vi pela janela. Mas você mentiu pra mim, porque o carro que você desceu hoje é o mesmo do outro dia. Não era um Uber, era o Nacho, aquele que te trouxe bêbada da tal “reunião”. E você mentiu pra mim.

Mãe arregala os olhos.

A íris azul dela brilha.

— Não menti, Tito! Eu falei que era o Nacho!

— Não é verdade! Você disse que era um Uber!

— Chega, Tito, pelo amor de Deus! Você já tá pior que seu pai, que aliás, duvido muito que levaria tão mal quanto você.

— Quer apostar? — desafio ela, furioso.

— Apostar o quê, filho, pelo amor?

— Quer apostar que se eu contar pro papai que “um amiguinho seu” te trouxe pra casa duas vezes, uma delas bêbada, ele não vai ficar puto?

Mãe fica pálida, chocada com minha atitude controladora.

— O que foi que eu fiz de tão errado pra te deixar assim, Ernesto?

— Não é certo você se exibir na rua com outro homem que não seja o papai, ainda mais na frente da nossa própria casa!

— Mas eu não fiz nada!

— Fez sim, você se exibiu! Quem dera você tivesse se visto, mãe, me deu vergonha. ME DEU MUITA VERGONHA!

E mãe coloca as mãos no rosto e começa a chorar.

Porra!

Dou um pulo da cama, surpreso, e respiro fundo. Caralho!

— Mãe…

— Tá bom… tá bom… — diz chorando —, me desculpa, filho, mas doeu muito o que você falou.

— Mas mãe!

Não ouso chegar perto dela. Me sinto muito envergonhado. E agora, como conserto isso?

Ela me diz:

— Se você não quer que eu saia de casa nunca mais, que eu fique aqui escravizada, afogada no tédio e asfixiado na monotonia, então vou fazer isso, vou ficar aqui para sempre, contanto que você não me trate assim de novo.

—Mãe, você está exagerando.

Não encontro um jeito de acalmá-la.

—Vou ficar aqui para você não ter vergonha de mim! É que… você é… extremamente importante para mim, filho, e não aguento que tenha falado comigo desse jeito. Isso eu espero da sua irmã, mas de você?, do meu filho preferido? Pelo amor de Deus, Ernesto, quanto mal você me fez!

—Mamãe! Mamãe! Nãooo! Me perdoa, por favor, fui um idiota! Escolhi as palavras erradas! Eu nunca teria vergonha de você. Se você é o que eu mais amo na vida, mamãe! Por favor, para de chorar!

Abraço ela forte, enquanto ela continua secando o rosto. Ela solta as mãos e as joga em mim. E eu aperto ela e sinto as tetonas dela esmagadas no meu peito.

—Mamãe! Você me perdoa? Por favor.

Ela soluça e eu me culpo por esse comportamento tão horrível.

—Você vai contar pro seu pai… filho, que eu cheguei bêbada outro dia e que entrei no carro com o Nacho?

—Hã? Não, mãe! Nunca faria isso, você sabe bem! Nunca seria eu quem faria meu pai gritar com você! E também não deixaria isso acontecer.

—Obrigada, meu anjo.

O rosto macio dela esfrega no meu queixo, agradecida. Sinto o hálito dela perto, quente demais. Ela se esfrega devagar, igual uma gata quando se roça nos pés do dono. O perfume fresco dela chega no meu nariz e na hora meu pau fica duro.

—E também… também não é verdade que quero que você fique trancada, mãe. Não, claro que não. Só que… não sei o que deu em mim.

—Você ficou com ciúmes?

A voz dela é doce, erótica.

—Hã?

—É normal, minha vida, mas você não precisa se preocupar.

—É normal eu ficar com ciúmes de que… outro… homem… seja seu amigo?

Sinto os peitos duros dela no meu corpo. Ela se aperta mais em mim e aproxima a pélvis, mesmo quando eu me afasto pra ela não sentir minha ereção.

—Sim, meu anjo, é normal, e por isso eu entendo.

—Você? Mamãe, você ficaria Ciumenta sim... sim, eu... e se você soubesse que eu tenho uma namorada?

Ela sorri. O cabelo loiro dela faz cócegas no meu pescoço, no meu peito. Ela se abraça mais forte em mim e eu respiro fundo. Meu pau tá mais duro do que antes.

— E como é que eu não vou ficar ciumenta se ela vai querer roubar meu homenzinho?

Sinto uma satisfação enorme quando escuto ela. Mas o que eu mais sinto são os peitos dela esmagados contra o meu peito. E agora tá difícil respirar.

— Não, mãe, eu não vou ter namoradas — prometo pra deixar claro que quero ela como minha mulher —. Minha namorada eterna vai ser você, mamãe.

A maciez e a dureza dos peitos dela se espalham de um lado pro outro na minha camisa.

— Anda, doido, a gente já conversou sobre isso antes.

— Se te deixa ciumenta eu ter uma namorada, não vou ter.

— Meu Deus, meu bebê, é modo de dizer.

As unhas compridas dela se cravam nas minhas costas, e fazem carinho na minha espinha, descendo devagar. Eu tremo. Meu pau continua pulsando.

— Então você me perdoou, mãe?

— Eu nunca conseguiria ficar brava com você, meu bebê. Te amo.

A gente se separa por um momento. Os olhos grandes, azuis, dela me olham ansiosos. E eu vejo os lábios enormes, rosados, grossos dela, e imagino eles no meio do meu pau, que tá pulsando agora mesmo.

— Eu te amo mais.

Quando a mãe tenta me beijar as bochechas pra se despedir, eu faço um movimento suave, e meus lábios e os dela se encontram. É só um selinho, mas eu engulo o hálito dela. Nossas bocas se beijaram, mesmo que por um instante mínimo.

Senti a maciez dos lábios dela, o hálito fresco, a umidade que escorria da boca. E eu tremo.

A gente se separa. Ela vai em direção à porta e eu volto pra minha cama. Meu peito treme muito forte.

Porra, quase — quase a gente se beijou!

E me arrependo de não ter pegado ela pela cabeça, e de não ter enfiado meus dedos na melena loira dela pra apertar ela contra mim e beijar de verdade, com nossas línguas molhadas trocando saliva de uma boca pra outra.

Merda!

A mãe é quem quebra o gelo, quando está prestes a sair. —Ei, amor, sabia que teu primo Hernán vem em setembro pra ficar com a gente por um tempo? Eu coloco um travesseiro na minha virilha. Meu volume grosso fica bem evidente. —Meu primo Hernán, o filho da tia Estela? Mamãe tá agitada, corada, nervosa. —Sim, meu bem, ele mesmo, o Hernán, filho da minha irmã Estela, que por sinal tem a tua idade. —Porra, mãe, faz quanto tempo que a gente não vê ele? —Sei lá, filho, mas com certeza são os mesmos anos que a gente não visita a tia Estela lá na casa dela em Monterrey, uns cinco anos, né? Você e o Hernán eram uns pirralhos. Acho loucura a gente tá falando de besteira depois do que aconteceu. —Mas mãe, quem em sã consciência sai de uma cidade moderna e industrializada que nem Monterrey pra vir pra Saltillo fazer estágio? —Porque a tia Estela me disse que um professor da faculdade indicou o Hernán pra uma empresa de informática importante daqui, não falou qual, com a promessa de que no fim do estágio, o Hernán consegue uma vaga. —Bom… pelo menos vou ter com quem conversar — falo. Mamãe sorri. Continua nervosa. E depois vai embora. E eu fico deitado, e me recuso a bater uma pensando nos lábios de bocetuda dela. Porque confio que, se tudo der certo, um dia essa buceta da minha mamãe vai engolir. *** O jantar foi tranquilo. Papai ficou meio chateado do Hernán vir pra cá. Já a Lucy ficou toda animada. —Ele tem olhos azuis, Sugey! — fala minha irmã tarada. —Minha filha também tem olhos azuis, Lucy, e não me chama de Sugey, que sou tua mãe. Minha irmã age como se tivesse falado com a parede. —É que Sugey, eu sigo ele nas redes. Às vezes a gente conversa. O Hernán tá um monumento. Ele é mais gostoso que teus bolinhos estragados! —Luciana, pelo amor — mamãe repreende —. Se comporta, pelo amor de Deus, que ainda por cima o Hernán é teu primo de primeiro grau. —Entre primos se espreme — ela fala. —Menina, puta merda. —Agora é meu pai quem briga com ela.

—Tá vendo, pai? —digo eu rindo—. Sua filha não é tão santinha quanto parece.

—Cala a boca, Tito! —fala Lucy pra mim—. Porque se for por aí, você é pior. Já te contei, pai, que seu filho vive vendo pornô?

—Lucy! —exclama minha mãe.

—Princesa! —segunda meu pai.

—Piranha! —grito pra ela.

Como não quero participar desse assunto tão constrangedor, levanto, dou boa noite pra todo mundo e vou pro meu quarto, falando que vou tomar banho.

—Querido —fala mamãe—, você se importa se eu tomar banho primeiro? É que tô morrendo de sono.

—Deixa ele tomar banho no banheiro de baixo —intervém meu pai.

—Não dá ouvidos ao seu pai, filho —sorri minha mãe—, eu tomo banho e depois você entra.

—Claro, mãe.

E enquanto isso, entro no meu quarto, fecho os olhos e quase durmo, até que alguém bate na porta por fora e fala:

—Meu bebê, o banheiro tá livre.

—Valeu, mãe, já vou.

Quase onze da noite. Verdade, tô com preguiça, mas depois não gosto de dormir grudento.

Pego minha toalha, meus chinelos, minha roupa de dormir e entro no banheiro.

Me despiro, mas é quando vou pra área do chuveiro que fico impressionado com o que vejo:

—Porra!

Já não pode ser coincidência o que meus olhos veem; uma mini calcinha fio dental preta com a parte frontal de renda pendurada na torneira que a gente usa pra abrir o chuveiro.

E tenho certeza que minha mãe pervertida colocou ali porque eu, obviamente, teria que abrir o chuveiro.

—Caralho, mãe.

Me aproximo, e não consigo evitar ficar duro. Massageio minha rola e com os dedos livres pego a mini calcinha.

—Porra, mãe! Era isso que você tava usando hoje?

Tudo é uma puta loucura.

A peça é tão macia que parece de algodão. E no meio dela vejo uma mancha úmida. São os fluidos da mãe tarada. Minha rola fica mais dura ainda quando levo até meu nariz e cheiro.

E o cheiro de mulher no cio me deixa louco. Colo mais a peça no meu nariz e quero chupar ela. Massageio meu pau devagar, mas apertando forte. Afasto a tanga e continuo vendo a mancha onde repousam seus fluidos cheirosos de mãe puta.

E estico a língua, morbidamente, e chupo a mancha. E o sabor é tão igual ao aroma de mãe gostosa que fico mais excitado. Aumento minhas punhetas de couro e continuo cheirando a tanga, chupando ela, saboreando ela.

Mas então alguém abre a porta, e ao olhar de lado vejo a mamãe.

—Ah! —escuto a exclamação dela.

E eu fico paralisado. Ela me pegou pela segunda vez batendo punheta com a calcinha dela. Dessa vez com a sexy tanga preta. E embora eu saiba que ela deixou de propósito, tremo de terror, de nervosismo.

—Mamãe... —Tento falar, mas não consigo.

Olho para ela por um instante e noto que está com um roupão de dormir prateado de cetim amarrado no corpo. As abas do roupão estão um pouco abertas na parte do peito. Vejo bem o decote enorme e a metade dos peitos dela aparecendo.

Também dá pra ver os bicos.

E não acredito que de novo ela não está de sutiã. Talvez nem de calcinha!

Me viro, tremendo de vergonha, sem soltar o pau nem a calcinha com a outra mão. Antes a vista que minha mãe tinha era a minha ereção em todo esplendor, minhas bolas balançando e a tanga dela na minha mão esquerda.

Agora a vista dela é minha bunda e minhas costas.

—Mamãe... ca---ralho!

—Tá tudo bem, querido, tá tudo bem... não treme, tá tudo bem.

—Eu---u!

Uma coisa é ela ter suspeitado, que da última vez que me pegou com a calcinha dela enrolada no meu pau eu tinha batido punheta com ela. Outra coisa é confirmar que agora fez isso. Me pegou batendo uma punheta e com a língua lambendo a tanga dela.

—Mamãe--- sai--- pelo amor de Deus!

—Não vou deixar você se traumatizar com isso, querido.

—Mamãe, tô morrendo de vergonha!

—Olha pra mim, quero que isso não te traume pra vida toda. Só vira, e pronto.

—Como... vou me virar--- assim--- do jeito que tô?

—Só faz isso, filho.
—Estou pelado…!

Continuo tremendo. Mamãe continua atrás de mim. E ainda por cima percebo que ela entrou no banheiro e fechou a porta atrás de si.

—Tá tudo bem, filho, fica assim, mas… me deixa te ajudar.

—Me ajudar com o quê?! Só me deixa em paz!

Quero morrer. Quero que a terra me engula. Quero chorar de vergonha!

—Já te falei que vou ficar, Tito, e vou te ajudar pra você não ficar traumatizado pra vida toda, sabendo que eu entrei e te peguei… assim…

Assim como? Como um filho degenerado que chupa a calcinha da mãe enquanto se masturba.

Merda! Merda! Isso não poderia ser mais traumatizante e constrangedor.

—Mãe, mais do que me ajudar, se você ficar vai me traumatizar! Só vira as costas e jáááá!

—Vou te ajudar — insisto.

Me apavora ouvir a voz dela mais perto de mim, como se ela estivesse se aproximando. Olho pro reflexo do box na minha frente e vejo ela avançar devagar.

—Mãe… não…! Não vem… eu… tô… de… pau… duro!

—Não tá não, querido, o pau já amoleceu. Assim como você tá me vendo pelo espelho na sua frente, eu tô vendo o seu… seus genitais. E ele já ficou mole.

Merda! Que vergonha do caralho!

—Mãe, pelo amor de Deus, porra!

—Se eu te deixar assim, filho, você pode ficar com disfunção erétil.

—Mãããe, me deixa em paz… por favor… só me deixa em paz!

—Vou embora, mas só depois que a gente resolver isso. Não vou deixar que por minha culpa você não consiga dar conta de nenhuma mulher. Além do mais, sou sua mãe, já te vi pelado desde que você era um bebê.

—Mas antes eu não era… desenvolvido!

E antes eu não tinha pelos pubianos, nem tinha o pau maior e os ovo peludos. Não é a mesma coisa!

—Só respira, filho.

Sinto ela se aproximar. Fecho os olhos. Solto meu pau, solto a calcinha e respiro.

E então sinto ela atrás de mim. Sinto as mãos suaves dela nas minhas costas, me acariciando. E eu sinto que vou desmaiar.

Com dificuldade, me seguro com as duas mãos na barra horizontal onde está penduram as toalhas, e assim, de olhos fechados, começo a tremer.

—Ôhhh! Mamãããe!

É respirar, com o coração explodindo por dentro, e sentir como os dedos e as unhas da minha mãe descem devagar primeiro pelas minhas costas e depois pelas laterais, arrepiando minha pele.

É sentir a presença dela bem atrás do meu pescoço e meu coração martelando, nervoso.

—Calma, meu bebê…

A voz dela é tão suave, tão sinistra, que não a reconheço.

—Ma---mãããe.

Sinto a respiração dela bem quente no lóbulo da minha orelha, e a voz dela sussurrando, que me derrete, que me mata, dizendo: “só relaxa, meu pequeno, e não pensa em nada”

Mas eu penso, penso pra caralho.

Eu tô pelado, e minha mãe atrás de mim, com os dedos agora na altura das minhas coxas, e aos poucos deslizando eles pra frente.

—Porraaa! —me arrepio.

Os dedos dela agora tão esfregando na linha triangular inversa da minha pélvis.

—Não treme, meu amor, que não tem problema, absolutamente nenhum. Sou sua mamãe, e não vou te machucar.

Tô queimando vivo, e minha pele tá se eriçando. Meu peito explodindo forte.

—Assim, meu céu, se acalma, que sou sua mamãe.

Os dedos dela agora invadem entre meus pelos pubianos. E é suspirar e de repente sentir a mão direita dela alisando meus pelos, enfiando os dedinhos entre meus arbustos. Minha pica tá dura, escorrendo na ponta, e quando acho que não pode acontecer mais nada, sinto os dedos dela abraçando meu tronco, segurando firme:

—“Ôhhh mamãããe”

—Shhhh, meu menino, shhhh…

—O qu---ê cê tá fazendo?

—Shhhh

—Haaaauummm!

Quase sinto meus joelhos dobrando. Não é a mesma coisa que te pegar no pau uma das suas namoradas do que sua mãe fazer isso. E se ainda por cima ela tá atrás de você, com as tetonas dela, semi aparecendo pelo roupão de cetim, se espremendo contra minhas costas arrepiadas, tudo fica muito mais quente e tarado.

Também perturbador!

Como um sonho!

Como uma fantasia!

E é mais gostoso e pervertido do que Como eu imaginava que as coisas iam rolar. No final, não sou eu quem tá no controle, é ela, desde sempre.

Ela sabe que chupei os peitos dela, que amassei eles, que acariciei, que cheirei com o nariz a buceta dela, sentindo a ponta dos pelinhos fazendo cócegas em mim.

E mesmo que na hora eu achasse que ia ser difícil convencer ela a dar pra mim, agora que ela tá ali, segura de si, atrás de mim, me aterrorizando e me excitando ao mesmo tempo, com os peitos dela espalhados nas minhas costas enquanto me masturba.

Tô gelado, travado.

— Ouuugggg!

Não consigo me mexer nem fazer um movimento pra virar de frente pra ela, pegar ela, beijar, despir e foder. Ela me impõe demais. Tô intimidado. Juro por Deus que não esperava isso de jeito nenhum, de forma alguma. Não vi isso chegando.

E eu soluco loucamente: “Ouuuhhh mamiiii”

— Cê tá gostando, meu bebê? Quer que a mamãe pare?

— Nãooooo! Continua assim, mãe! Tão boooom! Ohhhh!

A mão que tá segurando meu pau tá muito quente. E aperta forte. Desliza pra cima e pra baixo. E aí as palavras da Elvira fazem sentido.

Mamãe não é a santa que eu pensava. Mamãe não é uma mulher ingênua. Mamãe é uma mulher que não brinca em serviço, que curte sexo, e que agora tá pervertendo o próprio filho.

— Como cê tá duro, meu bebê… mamãe tá muito orgulhosa de você.

Líquido pré-goza aparece na ponta da minha cabeça. Eu soluço de prazer. Tô ficando louco. Mamãe passa o dedo na minha cabecinha e esfrega. Eu me contorço, gemo alto. Ela continua me masturbando. É experiente, e não consigo acreditar que minha mãe tá me masturbando.

Fico pensando se ela fez o mesmo com o Nacho, no carro, em alguma beira de estrada solitária, abaixar a calça dele, a cueca, e ela masturbar ele. E ele nela, enfiando os dedos gordos debaixo da saia dela, cutucando a pele, enterrando na buceta dela, e dedando ela.

Mas isso não importa agora. O que importa é o que ela tá fazendo agora. Essa punheta. que me tem como um burro. Mamãe tá me masturbando!
E eu tô sentindo os mamilos duros dela atrás de mim e as pernas dela roçando na minha bunda. E eu me seguro no cano, porque um passo em falso e eu caio de boca.

—Suas veias tão pulsando, meu amor… Vai gozar, meu bebê? Não para, vai, mamãe vai ficar bem. Você vai ficar bem. Tudo vai ficar bem.

—Mamãeee! Porra, mamãeee!

Ela solta meu pau. Fecho os olhos. Escuto ela cuspir na mão, e depois descer até a minha cabeça, que fica toda molhada de saliva. E quando a mão livre dela abre minhas pernas pra passar no meio e acariciar minhas duas bolas com as unhas, jorros de porra saem disparados da minha uretra e sujam os azulejos.

—Haaaaa!!! —grito, todo trêmulo.

—Shhhh —mamãe me acalma, batendo uma forte, apertando os dedos no meu pedaço.

—MMMMMMMM!!! —Não consigo me segurar.

Tô suando pra caralho. Tremendo forte. Minhas pernas bambas. Meus joelhos dobrando. Minha porra explodindo das minhas bolas.

—Já— pelo amor de Deus! —imploro pra minha mãe, que continua me masturbando.

Me solto do cano e levo minhas mãos até as mãos dela pra parar as punhetas dela.

—Mamãe —choro de prazer.

—Shhhhh —ela me cala.

Ela não quer que ninguém nos ouça.

—Mãe.

—Não aconteceu nada, minha vida.

Abro os olhos, olho pra baixo e enlouqueço ao ver minhas mãos em cima da mão direita da minha mãe, que ainda envolve meu pau que tá murchando, todo sujo de porra, da minha porra, da porra do filho que ela carregou por nove meses na barriga.

E o desconforto que sinto agora me faz doer o peito. Meu pau ainda tá pulsando, e meu coração também. Tiro minhas mãos e ela tira a dela, que corta o último fio de porra pendurado da minha cabeça até o chão. Ela enrola o fio entre os dedos. Brinca com ele e depois se limpa nos meus pelos pubianos.

Tô tremendo de vergonha, medo e adrenalina.

Não sei o que dizer pra ela, e ela sabe. O calor dela se afasta de mim. Tô com vontade de chorar de alegria e de tristeza. Mas fico parado. Sinto ela recuar.

—Shhhh —ela me diz de novo, com um sorriso que me acalma.

Os olhos azuis dela brilham quando levanto o olhar e ela me encara. Continua recuando enquanto arruma as pontas do cabelo loiro. Enquanto fecha o roupão, que antes pude ver de relance pendurado para fora, com os mamilos tatuados nas minhas costas.

E não entendo o que vai rolar entre nós daqui pra frente. Só sei que tudo mudou. Nada vai ser igual.

—Mãe, te amo…

—Eu te amo mais, meu bebê.

Mamãe fica em silêncio. Com uma expressão de vergonha, como se tivesse acabado de perceber o que fez. Os olhos dela brilham, não sei se de tristeza ou arrependimento.

E eu não quero que ela se arrependa. Por isso falo na lata, me aproximando dela e estendendo minha mão:

—Mãe, vem, vamos pro meu quarto.Meu instagram

CONTINUA
Mais capítulos dessa série e de outras histórias já estão disponíveis no meunova contadeDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.

2 comentários - Corrompendo a mamãe // cap. 7

Espero se le de al muchacho hasta yo le tengo ganas a su madre ya, por fa sube otro capitu