Um dia, minha mãe saiu pra farrear com as amigas. Lá pras 2:30 da manhã, ela chegou caindo de bêbada, e eu ajudei a levá-la quase carregando pro quarto dela. Mas como o quarto dela é no segundo andar, tive que deitar ela no meu quarto. Na maior dificuldade, consegui tirar os sapatos dela. Depois, ela disse que ia tirar o vestido porque tava se sentindo incomodada, já que ainda tava molhado. Eu virei de costas, tentando achar um pijama. Quando virei pra olhar pra ela, fiquei em choque. Vi ela seminua, com a calcinha vermelha pequena mal segurando aquela bundona. Aquela imagem linda fez eu ter uma ereção na hora.
Nós deitamos e ficamos de conchinha, foi difícil dormir, eu tinha gravado a rabuda da minha mãe na cabeça, a carne é fraca, então levantei e me aproximei mais dela e, com muito nervosismo, passei as pontas dos dedos pelas pernas dela, dos joelhos até as bundonas dela. Ela continuava dormindo, então aí minha excitação falou mais alto, aos poucos fui puxando a calcinha dela de lado devagar e, pela primeira vez, vi a buceta dela com os lábios inchados e comecei a passar a língua. Foram os gemidos leves que minha mãe começou a dar, ela abriu mais as pernas para eu agora passar a língua por toda a buceta dela, os quadris dela começaram a se mexer ao sentir minhas carícias, ela estava bem molhada e eu não parei de chupar e lamber a xota dela até ela começar a gritar e tremer ao chegar ao orgasmo. Me despi o mais rápido que pude e aproximei meu pau da boca dela, não precisei dizer o que fazer, ela abriu a boca e começou a chupar como se fosse um sorvete do sabor preferido dela, a glande, a língua dela subia e descia para depois enfiar ele inteiro na boca. Que gostoso minha mãe chupava a pica, ela já tinha acordado, mas o álcool e a excitação não fizeram ela parar. Quando ela reagiu depois de uns cinco minutos e percebeu o que tinha acontecido, ainda tonta, quis me jogar para fora da cama, mas já era tarde demais. Nós forcejamos um pouco, e eu busquei as tetonas enormes dela e beijei, depois segui pelo pescoço até ela se acalmar um pouco, os mamilos dela estavam eretos, a boca dela dizia que não, mas o corpo dela dizia para eu continuar, meus lábios beijavam a orelha dela que acabou sendo o ponto fraco dela, e toda resistência dela caiu. Eu estava pronto para continuar aproveitando minha mãe, ela sentiu meu pau duro entre as pernas dela e as abriu para eu penetrar, fui entrando devagar bem devagar, queria que esse momento durasse o máximo possível. Nisso ela me para seco e diz: — Filho... ninguém pode saber, por favor... Jura que não vai contar pra ninguém... — Sim, mãe, juro que não vou. Não conto pra ninguém... - Não me chama mais de mãe... agora sou sua putinha, e continua me dando bem gostoso... Ahh que gostoso filho, siiiim, que grande que você tem, enfia tudo... Ahh... Depois subi as pernas dela nos meus ombros e continuei bombando, os peitos dela balançavam no ritmo da penetração, era a hora de fazer a posição que ela mais gosta. Virei ela e coloquei de quatro, e com aquela rabuda que ela tinha, me excitava ainda mais.
Enfiei meu pau no meio das bundonas dela e fui descendo até chegar na entrada da buceta suculenta dela e meti de uma só vez, fazendo ela soltar um grito. Na hora, tampei a boca dela com minhas mãos pra não acordar ninguém, e continuei comendo minha mãe, que tava gozando igual uma puta.
- Que delíciaaa simmm mete tudo, sou sua putinha... assim... assim...- Agora é minha vez... de te fazer gozar, meu amor.
Ela se levantou e me empurrou na cama, enquanto se despia completamente, deixando ver seu corpo gostoso e aqueles peitões enormes que ela tem.
Ela montou em mim, enfiando devagar meu pau na buceta dela, tava tão molhada que não demorou pra entrar, quando entrou começou a cavalgar como uma louca, eu segurava firme na cintura dela, nossos corpos suados viraram um só.
Os gemidos dela aumentavam, pra mim o melhor som que eu já ouvi na vida, com a excitação que a gente tava, não ligava se alguém nos ouvisse ou nos descobrisse. Foram 38 minutos ali, aproveitando a rabetão da minha mãe até ela gozar e depois eu segui, nossos fluidos de prazer se misturaram. - Aiiii que delícia mãe, nunca vou esquecer esse dia. - Siiim... amei, meu amor. Depois dessas palavras, caímos na cama exaustos, de tão cansados dormimos abraçados... Quando abro os olhos no dia seguinte e olho ao redor, tava sozinho na cama, pelado, enrolado nos lençóis que ainda tinham cheiro de sexo. Levantei e vi um bilhete que ela tinha deixado. - Filho, fui no terminal deixar seu pai, porque ele vai viajar pra fora da cidade pra trabalhar... Tomei banho, ainda tinha o cheiro da minha mãe no meu corpo enquanto a água caía, toquei no meu pau e lembrei de cada centímetro da pele dela, dos peitões enormes sendo devorados por mim e da bundona que me deixou louco... Tava tão distraído, com uma ereção do caralho nos meus pensamentos, quando batem na porta do banheiro. - Filho, sai por favor, preciso falar com você... Fiquei meio nervoso pelo tom da voz dela, já não tava mais sob efeito do álcool e com certeza o tempo que ela passou fora fez ela pensar, igual a mim, sobre o que rolou entre a gente. Saí do banheiro o mais rápido possível e sentamos pra conversar. - Manuel, o que aconteceu ontem à noite nunca devia ter rolado, foi uma loucura. Sei que a maior parte da culpa é minha, porque sou a mais velha aqui e não devia ter continuado quando acordei e te vi do meu lado na cama, mas você também não é mais criança pra não saber o que tava fazendo, e isso você me mostrou muito bem. Mas isso fica entre nós. Falei pra ela não se preocupar, que nunca ia contar nada e que amava ela demais, e aí mudamos de assunto. Ela me disse que meu pai teve que viajar de repente pra fora da cidade por uma semana. Eu sabia muito bem que se não aproveitasse essa semana que ela tava só pra mim, não... voltaria a aparecer. Então, criei um plano pra ficar de novo com a minha mãe gostosa... mas isso é história pra outro conto.
14 comentários - Me como minha mãe bêbada (fotos) real