Continuação…
Cheguei no aeroporto de Tuxtla Gutiérrez quase meio-dia de domingo, sempre de olho no que a minha negra de bunda grande fazia, eu disse que avisava no telefone que horas chegava, um telefone fixo que a instituição onde trabalho me empresta. Enquanto ia no táxi, pude ver que no quarto dela a filhinha tirava uma soneca e ela nadava na piscina, dessa vez sim, se cobrindo toda. Quando para de nadar, sai da piscina e vai até a cabana, ao entrar vê a filha dormindo tranquilamente, e ela aproveita pra ir ao banheiro, tira a parte de baixo, entra no chuveiro e começa a se dedilhar na sua buceta frondosa e escura, dava pra ver o contraste entre a pele escura dela e o interior rosado da sua xerequinha. Ela não se depilava, mas a pelagem não era excessiva. Dessa vez, levou pro chuveiro um desodorante roll-on, e quando cansou de se dedilhar, foi o frasco que começou a enfiar, primeiro devagar, em círculos, aumentando o ritmo, até que já enfiava mais da metade. Ela gemia e gemia baixinho, caso a filhinha acordasse. Quando quase enfiou tudo, começou a gozar, tremendo toda, os peitões enormes, a bunda avantajada e as pernas grossas. Vale dizer que ela tem tudo voluptuoso, mesmo não tendo bracinhos finos ou cinturinha, mas esses detalhes não ofuscavam a exuberância das suas carnes e eram pequenos perto dos seus atributos deliciosos. Continuava na sua punheta do meio-dia, se vingando da bronha que eu tinha interrompido antes. Já com o frasco inteiro dentro da sua apertada caverna do prazer, gozou de novo se contorcendo, e resolveu sentar no tapete do banheiro e tirar a parte de cima, deixando livres os melões que apertava até deixar durinhos os seus lindos e escuros mamilos, enquanto eu, a poucas quadras de chegar, não tinha dúvida que era uma mulher multiorgásmica e muito safada. Já na porta da casa, liguei pra ela e tive que interromper a brincadeira de novo. Ela se vestiu. Rapidamente a blusa sem sutiã, a blusa não era exatamente transparente, mas por estar molhada dava pra adivinhar completamente os bicos dos peitos dela durinhos, e ela só conseguiu achar na roupa dela um short curto de algodão com uma fio dental, saiu apressada pra me receber.
R: seu moço, boa tarde, como foi sua viagem de volta?
Eu: bem, obrigado Rosita, te tirei do banho, pelo que vejo.
R: sim, moço, por isso me vê nessa tralha.
Eu fico olhando ela de cima a baixo.
Eu: pois não te caem mal, hein.
R: merci, moço.
Ela saiu de chinelo e os pés dela estavam perfeitos apesar de tudo que ela já passou.
K: que pés bonitos.
R: merci, mas tão meio calejados.
K: pois tem que cuidar deles, não vou te dizer que vou te dar muito dinheiro, mas o suficiente pra você se ver e se sentir bem, porque um funcionário que se vê e se sente mal não é bom investimento.
Ela começa a chorar e me abraça, senti os peitões dela contra meu peito, e as lágrimas dela molhando minha roupa.
R: desculpa Kevin, desculpa, merci beaucoup pour tout, tô muito grata a você, sinto falta da minha filha, me dói que ela tenha ido embora, e minha irmãzinha também, ela é tão pequena ainda...
Ela chorou uns minuto no meu peito, eu me encostei nela o máximo que pude, pra consolar ela claro, mas também pra sentir o corpo cheio dela que do jeito que parecia, assim era, era inevitável que meu pau grosso acordasse, e ela não sei se sentia, teria que ser muito sem noção ou muito distraída pra não sentir, mas com a putaria que ela tava, acho que não deixou de notar, depois de mais ou menos um minuto ela se separou e limpou as lágrimas, ficou olhando pra baixo, pro meu volume, fingindo que tava se limpando, ofereci papel higiênico, e ela continuou olhando pra baixo, pro meu volume, até que se limpou toda e virou pra me olhar, me deu um sorriso leve.
R: já me ligou minha irmãzinha, já chegou na fronteira, hoje à noite elas passam.
K: ah que bom, é uma mocinha muito corajosa, muito forte, e isso que ainda não te alcanço de altura, mas dá pra ver que vai ser tão gostosa quanto a irmã
R: merci, jovem Kevin, fico feliz em saber que causo admiração num homem como você.
Ao dizer isso, ela virou pra olhar de canto meu volume e os mamilos dela estavam muito, mas muito marcados.
K: claro que te admiro, você me chamou a atenção desde o primeiro dia que te vi no semáforo, e não hesitei nem um minuto em te ter perto de mim, pra te admirar mais do que só um momento por dia, também por isso você tá aqui, minha negra linda, já sabe que tem trabalhos que exigem boa apresentação, e isso quer dizer, em muitos casos, ir bem vestido, mas o que mais importa é que o pessoal contratado, de alguma forma, seja atraente aos olhos das pessoas, e você, Rosita, você é atraente demais pros meus olhos, sério, você é um mulherão, já vi poucas como você, e nenhuma como você me abraçou, nenhuma como você ficou assim, tão perto de mim.
R: jijijiji, fico sem graça, se você é muito bonito, parece que não me cai bem.
K: é sério, só pensa que o México é um país de mestiços na maioria, depois dos mestiços vem o povo branco, mas negras ou gente asiática, muito, muito poucas, e se tem negras como você, nossa, uma em cada dez, a natureza te favoreceu demais.
Eu falava isso olhando ela dos pés à cabeça, ela sorriu, corou e riu sem abrir a boca, juntando as mãos na barriga, o que fez os peitões enormes se apertarem, enquanto ela balançava de um lado pro outro.
R: merci beaucoup, jovem.
Eu me aproximo dela, pego no queixo dela e olho nos olhos, ela fica nervosa, abre a boca, e eu vejo os peitões enormes subindo e descendo.
K: por favor, me faz o enorme favor de não me chamar de jovem, nem de senhor, por favor, é a única coisa que te peço, tá?
R: sim, se... digo... Kevin, mas é que você é mais novo que eu e é meu patrão.
K: sim, tudo isso é verdade, mas também tô desde o início tentando ser seu amigo, ou não tô conseguindo?
R: acho que sim. Ninguém nunca me ajudou tanto assim, sem esperar nada em troca.
K: E eu espero muito de você, Rosita. Esta noite e esta manhã você passou no teste. Espero que seja assim todos os dias, e espero principalmente sua gratidão e gentileza. Eu uso muito aquela parada de: trate os outros como gostaria de ser tratado.
R: É, faz sentido, e eu sou muito grata a você, mas não tenho como saber o que cê pensa ou como quer que eu agradeça. Por que não me diz suas condições e aí eu vejo se consigo cumprir.
K: Claro, Rosita, mas me dá um tempo pra pensar nas minhas condições. Daqui a pouco eu te falo. Enquanto isso, que tal a gente almoçar? Já tá um pouco tarde.
R: Claro, vou…
Nesse momento, ouve a filhinha dela chamando da casinha.
R: Minha filha acordou. Já vou… vou aí com você, gato. Desculpa, Kevin.
Ela saiu trotando com aqueles melões soltos dentro da blusa e aquela enormidade de carne que tem de bunda balançando pra todo lado. Fiquei pensando nas minhas condições enquanto almoçávamos e passei o tempo todo admirando o jeito dela andar pela cozinha. Parecia que com os movimentos ela tava tentando me seduzir. Talvez sim, mas eu tinha que ir com calma. Na hora que ela foi recolher a louça suja, me aproximei sorrateiramente por trás dela, aproveitando aquele bundão enorme. Grudei nela, coloquei a mão no ombro lindo dela, deixei ela sentir de leve meu volume ereto num dos glúteos generosos dela, quase roçando.
K: Rosita, minhas condições são:
- Primeira: que você não pare de se mostrar tão linda como sempre, e me refiro a duas coisas: sua aparência e sua gentileza comigo.
- Segunda: eu gosto de beber. Se não se importar, de vez em quando posso te convidar pra tomar algo, se você curtir. E se não, pelo menos me acompanha, mesmo que não beba.
- Terceira: gosto de sair pro cinema, pra praia, pra lugares ecoturísticos e arqueológicos, pra tudo que tenha algo atraente pra quem curte viajar como eu.
- Quarta: vou comprar roupas pra você se apresentar bem, pra ficar aqui, e se quiser me acompanhar. Sair pra farrear, então roupa pra sair, espero que você goste de se mostrar como toda uma dama.
K: e aí, precisa pensar?
R: jiijiiji, não Kevin, todas as suas condições estão boas, mas e os serviços que tenho que fazer aqui, nenhum desses?
K: se não falei nada sobre isso, é porque te disse que você passou no teste de ontem pra hoje, tudo que mandei você fazer, fez direitinho, obrigado.
R: de nada, gato.
Ela vira pra me olhar de um jeito provocante, se apoia na pia e empina um pouco mais a bunda, sentindo ainda mais meu pau no glúteo dela.
R: eu gosto de roupa sexy, você compra pra mim pra gente sair pra onde você quiser?
Um sorriso se formou no meu rosto e meu pauzão vibrou na bunda carnuda dela, sem pensar muito aceitou minhas condições, e de sobra, porque esse era meu plano, vesti-la como uma puta, e agora ia fazer valer essas condições, exibindo ela como meu troféu, como minha acompanhante gostosa, pra não dizer putona, promíscua e exibicionista.
Continua…
Cheguei no aeroporto de Tuxtla Gutiérrez quase meio-dia de domingo, sempre de olho no que a minha negra de bunda grande fazia, eu disse que avisava no telefone que horas chegava, um telefone fixo que a instituição onde trabalho me empresta. Enquanto ia no táxi, pude ver que no quarto dela a filhinha tirava uma soneca e ela nadava na piscina, dessa vez sim, se cobrindo toda. Quando para de nadar, sai da piscina e vai até a cabana, ao entrar vê a filha dormindo tranquilamente, e ela aproveita pra ir ao banheiro, tira a parte de baixo, entra no chuveiro e começa a se dedilhar na sua buceta frondosa e escura, dava pra ver o contraste entre a pele escura dela e o interior rosado da sua xerequinha. Ela não se depilava, mas a pelagem não era excessiva. Dessa vez, levou pro chuveiro um desodorante roll-on, e quando cansou de se dedilhar, foi o frasco que começou a enfiar, primeiro devagar, em círculos, aumentando o ritmo, até que já enfiava mais da metade. Ela gemia e gemia baixinho, caso a filhinha acordasse. Quando quase enfiou tudo, começou a gozar, tremendo toda, os peitões enormes, a bunda avantajada e as pernas grossas. Vale dizer que ela tem tudo voluptuoso, mesmo não tendo bracinhos finos ou cinturinha, mas esses detalhes não ofuscavam a exuberância das suas carnes e eram pequenos perto dos seus atributos deliciosos. Continuava na sua punheta do meio-dia, se vingando da bronha que eu tinha interrompido antes. Já com o frasco inteiro dentro da sua apertada caverna do prazer, gozou de novo se contorcendo, e resolveu sentar no tapete do banheiro e tirar a parte de cima, deixando livres os melões que apertava até deixar durinhos os seus lindos e escuros mamilos, enquanto eu, a poucas quadras de chegar, não tinha dúvida que era uma mulher multiorgásmica e muito safada. Já na porta da casa, liguei pra ela e tive que interromper a brincadeira de novo. Ela se vestiu. Rapidamente a blusa sem sutiã, a blusa não era exatamente transparente, mas por estar molhada dava pra adivinhar completamente os bicos dos peitos dela durinhos, e ela só conseguiu achar na roupa dela um short curto de algodão com uma fio dental, saiu apressada pra me receber.
R: seu moço, boa tarde, como foi sua viagem de volta?
Eu: bem, obrigado Rosita, te tirei do banho, pelo que vejo.
R: sim, moço, por isso me vê nessa tralha.
Eu fico olhando ela de cima a baixo.
Eu: pois não te caem mal, hein.
R: merci, moço.
Ela saiu de chinelo e os pés dela estavam perfeitos apesar de tudo que ela já passou.
K: que pés bonitos.
R: merci, mas tão meio calejados.
K: pois tem que cuidar deles, não vou te dizer que vou te dar muito dinheiro, mas o suficiente pra você se ver e se sentir bem, porque um funcionário que se vê e se sente mal não é bom investimento.
Ela começa a chorar e me abraça, senti os peitões dela contra meu peito, e as lágrimas dela molhando minha roupa.
R: desculpa Kevin, desculpa, merci beaucoup pour tout, tô muito grata a você, sinto falta da minha filha, me dói que ela tenha ido embora, e minha irmãzinha também, ela é tão pequena ainda...
Ela chorou uns minuto no meu peito, eu me encostei nela o máximo que pude, pra consolar ela claro, mas também pra sentir o corpo cheio dela que do jeito que parecia, assim era, era inevitável que meu pau grosso acordasse, e ela não sei se sentia, teria que ser muito sem noção ou muito distraída pra não sentir, mas com a putaria que ela tava, acho que não deixou de notar, depois de mais ou menos um minuto ela se separou e limpou as lágrimas, ficou olhando pra baixo, pro meu volume, fingindo que tava se limpando, ofereci papel higiênico, e ela continuou olhando pra baixo, pro meu volume, até que se limpou toda e virou pra me olhar, me deu um sorriso leve.
R: já me ligou minha irmãzinha, já chegou na fronteira, hoje à noite elas passam.
K: ah que bom, é uma mocinha muito corajosa, muito forte, e isso que ainda não te alcanço de altura, mas dá pra ver que vai ser tão gostosa quanto a irmã
R: merci, jovem Kevin, fico feliz em saber que causo admiração num homem como você.
Ao dizer isso, ela virou pra olhar de canto meu volume e os mamilos dela estavam muito, mas muito marcados.
K: claro que te admiro, você me chamou a atenção desde o primeiro dia que te vi no semáforo, e não hesitei nem um minuto em te ter perto de mim, pra te admirar mais do que só um momento por dia, também por isso você tá aqui, minha negra linda, já sabe que tem trabalhos que exigem boa apresentação, e isso quer dizer, em muitos casos, ir bem vestido, mas o que mais importa é que o pessoal contratado, de alguma forma, seja atraente aos olhos das pessoas, e você, Rosita, você é atraente demais pros meus olhos, sério, você é um mulherão, já vi poucas como você, e nenhuma como você me abraçou, nenhuma como você ficou assim, tão perto de mim.
R: jijijiji, fico sem graça, se você é muito bonito, parece que não me cai bem.
K: é sério, só pensa que o México é um país de mestiços na maioria, depois dos mestiços vem o povo branco, mas negras ou gente asiática, muito, muito poucas, e se tem negras como você, nossa, uma em cada dez, a natureza te favoreceu demais.
Eu falava isso olhando ela dos pés à cabeça, ela sorriu, corou e riu sem abrir a boca, juntando as mãos na barriga, o que fez os peitões enormes se apertarem, enquanto ela balançava de um lado pro outro.
R: merci beaucoup, jovem.
Eu me aproximo dela, pego no queixo dela e olho nos olhos, ela fica nervosa, abre a boca, e eu vejo os peitões enormes subindo e descendo.
K: por favor, me faz o enorme favor de não me chamar de jovem, nem de senhor, por favor, é a única coisa que te peço, tá?
R: sim, se... digo... Kevin, mas é que você é mais novo que eu e é meu patrão.
K: sim, tudo isso é verdade, mas também tô desde o início tentando ser seu amigo, ou não tô conseguindo?
R: acho que sim. Ninguém nunca me ajudou tanto assim, sem esperar nada em troca.
K: E eu espero muito de você, Rosita. Esta noite e esta manhã você passou no teste. Espero que seja assim todos os dias, e espero principalmente sua gratidão e gentileza. Eu uso muito aquela parada de: trate os outros como gostaria de ser tratado.
R: É, faz sentido, e eu sou muito grata a você, mas não tenho como saber o que cê pensa ou como quer que eu agradeça. Por que não me diz suas condições e aí eu vejo se consigo cumprir.
K: Claro, Rosita, mas me dá um tempo pra pensar nas minhas condições. Daqui a pouco eu te falo. Enquanto isso, que tal a gente almoçar? Já tá um pouco tarde.
R: Claro, vou…
Nesse momento, ouve a filhinha dela chamando da casinha.
R: Minha filha acordou. Já vou… vou aí com você, gato. Desculpa, Kevin.
Ela saiu trotando com aqueles melões soltos dentro da blusa e aquela enormidade de carne que tem de bunda balançando pra todo lado. Fiquei pensando nas minhas condições enquanto almoçávamos e passei o tempo todo admirando o jeito dela andar pela cozinha. Parecia que com os movimentos ela tava tentando me seduzir. Talvez sim, mas eu tinha que ir com calma. Na hora que ela foi recolher a louça suja, me aproximei sorrateiramente por trás dela, aproveitando aquele bundão enorme. Grudei nela, coloquei a mão no ombro lindo dela, deixei ela sentir de leve meu volume ereto num dos glúteos generosos dela, quase roçando.
K: Rosita, minhas condições são:
- Primeira: que você não pare de se mostrar tão linda como sempre, e me refiro a duas coisas: sua aparência e sua gentileza comigo.
- Segunda: eu gosto de beber. Se não se importar, de vez em quando posso te convidar pra tomar algo, se você curtir. E se não, pelo menos me acompanha, mesmo que não beba.
- Terceira: gosto de sair pro cinema, pra praia, pra lugares ecoturísticos e arqueológicos, pra tudo que tenha algo atraente pra quem curte viajar como eu.
- Quarta: vou comprar roupas pra você se apresentar bem, pra ficar aqui, e se quiser me acompanhar. Sair pra farrear, então roupa pra sair, espero que você goste de se mostrar como toda uma dama.
K: e aí, precisa pensar?
R: jiijiiji, não Kevin, todas as suas condições estão boas, mas e os serviços que tenho que fazer aqui, nenhum desses?
K: se não falei nada sobre isso, é porque te disse que você passou no teste de ontem pra hoje, tudo que mandei você fazer, fez direitinho, obrigado.
R: de nada, gato.
Ela vira pra me olhar de um jeito provocante, se apoia na pia e empina um pouco mais a bunda, sentindo ainda mais meu pau no glúteo dela.
R: eu gosto de roupa sexy, você compra pra mim pra gente sair pra onde você quiser?
Um sorriso se formou no meu rosto e meu pauzão vibrou na bunda carnuda dela, sem pensar muito aceitou minhas condições, e de sobra, porque esse era meu plano, vesti-la como uma puta, e agora ia fazer valer essas condições, exibindo ela como meu troféu, como minha acompanhante gostosa, pra não dizer putona, promíscua e exibicionista.
Continua…
9 comentários - Migrante Haitiana 4