Fodemos no banheiro do posto (cap 6)

Para essa altura do relacionamento, eu já tava completamente perdido no mundo Turro. Não tinha volta. Ainda não sabia, mas minha vida já tinha mudado de rumo. Com minha mina, a gente combinou de se ver na quinta depois do meio-dia. Então fui umas horas pro colégio, mas a verdade é que já tava pouco me fodendo e cada vez eu ia pior. O mundo playboy já tinha me cansado, me entediado com aqueles pensamentos retrógrados, com as cerimônias, com o colégio de horário integral e com tudo que viesse da mão da patriciada naquele momento. Por outro lado, o mundo da minha mina era uma aventura muito mais interessante, com fogo, com alma. Além disso, ter andado um pouco na rua no mundo da minha mina já começava a fazer uma diferença gigante com meus colegas, que continuavam dentro da bolha de vidro. Naquela hora, eu olhava pros caras como filhinhos da mamãe e pras minhas colegas como patricinhas insuportáveis.

Lá pelas onze da manhã, a ansiedade me venceu e eu parti pra casa da minha mina. Eu devia sair às 12, mas a verdade é que já tava uma eternidade estar ali. Os minutos não passavam nunca. Cheguei cedo, logicamente, mas aproveitei aquele tempinho pra viver um pouco mais o mundo turro. Estacionei o 147 na frente de um mercadinho e desci pra dar uma olhada. Não tinha muita gente, mas apesar da hora, uma mina me chamou muito a atenção. Grávida (presságio do que vinha pela frente com a minha mina), toda gostosa, andava devagarzinho junto com o marido dela, que empurrava um carrinho de bebê. Que bunda boa, pensei!! Comprei um chocolate pra minha mina e voltei pro carro pra seguir pra casa dela.

Quando cheguei na casa, a mãe me fez entrar e me ofereceu um mate. A Jéssica tava terminando de se trocar. Quando ela apareceu na sala, meus olhos se acenderam com duas chamas de fogo. Tava toda gostosa, usava uma legging azul elétrico que naquela época não era tão comum, meio transparente, que deixava ver completamente a calcinha fio dental branca dela. Tinha a buceta bem marcada na calça e isso me ateava fogo. Em cima, ela tava com uma jaquetinha aberta e por baixo uma regata curta sem sutiã. Na hora, meu pau subiu e eu senti o calor, o roçar no moletom. Minha mina chegou perto e me cumprimentou com um beijão na boca.

Assim que subimos no carro, dei o chocolate pra minha mina, que amou o presente e começou a me encher de beijos. Ela me fazia carinho, cafuné, e se deixava eu apertar a bunda dela, toda durinha. Fomos passear no shopping de Catan. No caminho, ela foi me contando a semana dela, o dia a dia, e eu ouvindo ela falar tão gostosa me deixava mais tesudo ainda. Assim que estacionamos, voltamos a nos beijar. Com mais paixão, mais fogo. A gente se pegava de língua enquanto ela me tocava o pau com uma mão. Ela baixou meu moletom e deixou meu pau duro, cabeçudo, no ar na frente dela. Ela se inclinou e começou a me fazer um boquete. Eu tava voando de tesão. Ficava de olho, meio de lado, pra ver se ninguém chegava perto do carro. Minha mina continuava chupando, e a calcinha fio dental dela aparecia por cima da calça, me dando ainda mais vontade de foder. Eu sentia como ela chupava, como se engasgava com meu pau e parecia que ia explodir. A gente tava no auge, mas paramos antes que nos expulsassem.

Almoçamos no burguer e, apesar de o shopping ter um monte de mina gostosa pra olhar, sem dúvida a Jéssica era uma das que mais chamava atenção. Aquela calça azul elétrico era uma loucura. Andando, dava pra ver como ela rebolava aquela bunda linda. Ainda tinha a calcinha fio dental aparecendo, o que deixava ainda mais tesudo. Ela ganhou vários olhares, e eu aproveitava pra abraçar, roçar, apalpar e beijar a boca dela na frente de quem olhava. Eu me sentia o maioral. Demos umas voltas e, como toda boa mina, a Jéssica entrou em todas as lojas de tênis e celular. Enquanto ela olhava tênis, eu olhava a bunda dela. "Olha, bebê, que tênis foda", ela disse, apontando uns Fuccias bem chamativos. Assim fomos passando a tarde. Passeando e curtindo um ao outro.

No caminho pra casa da minha mina, com todo o tesão e a vontade de Foda acumulada. A mangueira d'água do 147 arrebentou. A temperatura começou a subir rápido, então tivemos que parar. Meio quarteirão adiante dava pra ver um posto, então fomos devagar até lá. Era o que parecia um daqueles "postos falsificados" que um dia foram de bandeira e continuaram depois sem a marca. Hoje é quase impossível achar um, mas antes tinha vários, até na capital. Entramos com o carro e parei na hora. Era lógico: tanta viagem de ida e volta pra Virrey del Pino tinha cansado um pouco o bom e velho quarenta e sete. Desci, abri o capô e, de fato, tinha perdido absolutamente toda a água. A mangueira do radiador tinha soltado, provavelmente porque o radiador já estava meio entupido de sujeira, o que gera pressão. Levantei o olhar pra observar o lugar. O posto tava caindo aos pedaços. Sujeira pra todo lado, com a loja fechada há uns bons dez anos, alguns vidros quebrados e a área de lavagem e lubrificação abandonada há anos. Mais adiante, duas bombas abasteciam algum táxi tão judiado quanto o posto.

Sob o olhar atento da minha mina, fui até o porta-malas, peguei minha caixa de ferramentas e fui ver o que realmente tava rolando. Pedi a mangueira emprestada e mandei uns bons jatos d'água no radiador. Limpou bastante. Depois, reconectei as braçadeiras e fiz um reparo improvisado na mangueira que tinha soltado, e pronto. Enchi o reservatório de água e estamos feitos. Minha mina, que tinha observado toda a situação, ficou super excitada ao me ver trabalhando no carro. Engraxado, sujo e metendo a mão. A guerreira tava com a buceta em chamas ao ver aquilo, e assim que entrei no carro, ela disse: "Me come". "Me come aqui". Eu olhei de canto pro banheiro, ninguém cuidava dele, então beijei ela com força e falei: "Vem". Naquele momento, eu já me sentia um puta malandro. Abri o capô do carro de novo pra tampar um pouco a visão das bombas e entramos no banheiro masculino. Os azulejos brancos estavam pretos, basicamente, e entramos no único porta de privada que tinha ficado mais inteira. Minha mina encostou na parede, mostrando aquela bunda pequena linda redondinha pra mim. Abaixei a calça e a fio dental até o joelho. Passei a mão na pussy dela. Tava encharcada. Escorrendo pra caralho. Abaixei meu moletom e, com a pica dura, meti de uma vez. Jéssica deu dois gritinhos curtos e agudos. Por sorte ninguém ouviu. Comecei a bombar a pica dentro da pussy dela devagar. Pra ir acostumando. Eu sentia o calor da pussy dela. Envolvia minha pica a cada enfiada. Minha mina gemia baixinho e pedia pra eu meter mais forte. Enquanto metia a pica sem camisinha, pele com pele, passei uma mão no peito esquerdo dela. Aproveitando que minha mina não usa sutiã, apertava, tocava, passava o dedo no mamilo e ela ficava mais tesuda. O fogo que eu sentia na pica aumentava cada vez mais. "Mais forte", minha mina falou com voz de novinha mimada. "Dá tua pica, bebê". Cada palavra que ela dizia me enlouquecia. A gente não sabia o que tava rolando lá fora, mas continuávamos a todo vapor no banheiro. A foda sem camisinha é algo que as patricinhas não entendem e não sabem o que tão perdendo. Eu curtia e gozava por ter uma mina tão puta que não liga pra nada. Os gemidos da Jéssica ficavam cada vez mais altos e a situação me deixava mais e mais excitado. Eu sentia o fluxo da pussy dela na minha pica. "Enche de porra, bebê", ela falou, minha cachorra, enquanto eu continuava bombando a pica dentro. Me soltei por completo e gozei até a última gota dentro da pussy dela. Minha pica ficou pulsando com aquela porra e minha mina gozava de prazer, se virou e me deu um beijo gostoso na boca.

Saímos do banheiro sem disfarçar muito, mas ninguém tinha percebido nada. Abaixamos o capô, subimos no carro e vazamos morrendo de rir.

6 comentários - Fodemos no banheiro do posto (cap 6)

3239 +1
Que bueno las turras son putisimas mis 10
Las turras son lo mejor olvídate y gracias 😊
Y que tenía el cuarenti al final che?
No el radiador tapado nomás un caño fue ese auto. Lo tuve muchos años y se banco todo
Buenísmoo rey 👏 de casualidad no pegaste trío con tu turra y otra? Se que es medio difícil porque las turras son re putitas pero también muy toxi jaja
Gracias genio 😊 vos lo dijiste son muy celosas jaja nunca hice esa te la debo jaja
Con cada relato es exitante, morboso y peligroso a esponerce en cualquier lado. Van puntos
olvidate mas adrenalina mejor mas te calentas
Excelente amigo
gracias genio si la verdad q la adrenalina de garchar domde sea es lo mejor