Assim ela continua me contando a história dela, minha namorada, e eu me sinto mais corno manso do que nunca.
Espero que vocês curtam muito.
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OBRIGADO PELOS COMENTÁRIOS
ainda falta muito pra contar
Fomos pra cozinha onde estavam Sérgio, Laura e Juliano. Começamos a tomar uns mates e a Brenda mandou a Laura chamar o Oscar. Demorou pra acordar ele, porque o Juliano chegou primeiro. Quando o Oscar chegou, ele tomou uns mates e falou em ir comprar as coisas. Então me troquei e fui com ele. Ele foi na padaria e no açougue, enquanto eu fiquei com o armazém e a verdureira, onde o verdureiro lembrou de mim. Pelo visto, ele ficou de pau duro e começou a me paquerar. Por que ele fez isso? Eu tava fervendo de tesão depois do que a Brenda me contou e entrei na onda dele, sem noção. Ele insinuava com a batata e a berinjela, até que eu falei que o que eu mais gostava era pepino, enquanto mostrava um de tamanho médio. Do nada, ele me pegou por trás e me levou pros fundos, dizendo que lá tinha um pepino bem especial. Assim que entramos, ele puxou a rola pra fora e perguntou se eu gostava daquele pepino. Não falei nada, só me abaixei e chupei a rola dele. Foi só um minuto, nada mais. Logo me levantei, inclinei meu corpo e levantou meu vestidinho. Senti ele puxar minha calcinha fio dental rápido e meter na minha buceta. Que trepada gostosa que ele tava me dando. Falei pra ele se apressar que meu maridinho podia chegar, e aí ele me comeu de pica até não poder mais. Me chamava de puta e ameaçava arrebentar meu cu, e arrebentou mesmo, igual um desesperado. Saí de lá sem a calcinha, com a buceta e as pernas escorrendo porra. Assim voltamos pro sítio. Só faltavam uns dias, então o Oscar, pra agradecer o Carlos pelas atenções que ele teve, comprou um leitão pra fazer na churrasqueira e convidar os três.
Assim que ele me contou, já planejei a despedida daqueles três. Queria ir embora bem cheia de porra, igual a Brenda tinha ido, e só desejava que o Oscar visse, coisa que sabia que seria bem difícil. A verdade é que, apesar de ter passado tantos dias com eles ali, ainda não tinham me feito de putinha deles. Quem eu mais comi foi a Laura, que umas duas vezes vi bem arrebentada, embora a Brenda estivesse pior. Sabia que qualquer um comia ela e quase todo dia ela ficava de cama. O que me desiludiu foi ver o Sergio tão putão, então perdi a vontade de fazer o Oscar de viadinho, já que o coitado tava mais focado em oferecer a bunda do que em comer a Laurinha. Acho que não sobrou ninguém que não tivesse arrombado ele umas duas vezes. Até aquelas férias ele era ativo, mas o Carlos e os amigos dele tinham virado ele no mais submisso. Foi assim que no último sábado, já no fim da tarde, o Sergio, que já parecia nossa empregadinha, tinha limpado a churrasqueira toda enquanto a gente curtia a piscina. Claro que a Brenda teve que ganhar uma sunga nova que o Oscar comprou pra ela, que caía muito melhor nela, mas ainda assim fazia ela parecer muito puta, mesmo sendo inteira. O Julião e o Oscar foram acender o fogo, e a Laurinha ficou de chamar o Carlos e os amigos dele. Quando vi eles chegando, minha mina parecia uma bonequinha do lado deles, uma bonequinha sexual que eles apalpavam sem nenhuma vergonha. Na hora, tanto ela quanto a Brenda serviram umas cervejas pra eles, e aí se formaram os casais típicos pra papear e apalpar. O Carlos não largava de mim, e quando percebi, ele já tinha a mão enfiada na minha buceta, sentado do meu lado, com o objetivo de me esquentar tanto que eu acabasse implorando pra ele me comer ali mesmo. Dava pra ver a Brenda e a Laura se contorcendo nos bancos delas, e vendo que tudo ia pro caralho e o Oscar tava perto, decidi levantar e me jogar na piscina, onde todo mundo pulou atrás. Lá, brincando, deixaram a Brenda de peitos de fora e na hora rodearam ela. Não pararam até Foder ela entre os três com a ajuda da Laurita, tudo tinha ido pro caralho e eu continuava na minha, que era deixar eles bem tarados como uma boa puta. Saí da piscina e fui pra churrasqueira sem que eles pudessem me parar, logo me refugiei nos braços do meu namorado, que já tinha o fogo pronto, e comecei a pegar ele. Tava muito tesuda e não liguei que o Sergio e o Julian estivessem ali.
Oscar tinha outro plano, era óbvio, porque ele se afastou na hora, me serviu uma cerveja e perguntou sobre os outros. Não demorou muito e ele me mandou de volta pra piscina com o Sergio e o Julian, que estavam, segundo eles, muito acalorados por causa do fogo. Quando chegamos, a Laurita estava nos braços dos amigos do Carlos, e ele tava dando o cock dele pra Brenda mamar, que já tinha a malha nova toda suja de cum. O Julian não disse nada, só chegou perto, puxou o cock pra fora e se juntou ao Carlos pra comer ela. Vendo isso, o Sergio fez o mesmo. A Laura tava sendo comida nos dois buracos, e ele deu o dela pra mamar. Eu, com minha cerveja, sentei a uma distância segura pra observar eles e fui embora com o Oscar.
Oscar: O que aconteceu? Por que você não entrou na piscina?
Eu: Tão todos comendo a Brenda e a Laura, céu.
Oscar: Como assim todos? Quem são todos?
Eu: Tão enfiando nelas, vida. Quer ver?
Oscar: Não, deixa eles comerem tranquilos, love. Eles já vão vir comer. E você, o que houve?
Eu: Não, love, eu fui embora na hora. Deixei elas curtirem de boa, bebê.
Oscar: Difícil acreditar que você não se juntou a eles. Não sei por quê.
Eu: Porque eu sei que hoje à noite vou ter todos juntos, céu, do jeito que você quer. Eu sei que você adoraria ver como eles me comem todos, bebê, e vou te dar esse prazer, mesmo que me deixem sem conseguir andar.
Oscar: Não, love, eu não quero isso.
Eu: Quer sim. Pra mim você não pode mentir. O que você não quer é ver, e hoje, mais do que nunca, quero que você veja. Quero que veja como esses caras nojentos enfiam o cock na sua mulher e usam ela como uma puta barata.
Oscar: Já te falei que não quero isso pra você, meu love.
Eu: Beijei ele bem forte. A verdade é que eu tava muito excitada. Senti o cock dele durinho na minha barriga e desci a mão pra acariciar ele por cima do short. Que delícia que foi.
Esse cock teve muita ação nessas férias, céu, não é verdade que só eu aproveitei? A Brenda e a Laurita também, aquela puta gulosa que nunca se cansa de comer. Quantas vezes você arrombou o cu dela? meu amor?
Oscar não contou elas, bebê
Estávamos assim, abraçados, e chegaram todos. Consegui ver como trouxeram as duas e até ajudaram elas a sentar na mesa. A que estava pior era a Brenda, acho que a coitadinha não queria mais humilhação. O Oscar serviu a carne e a gente começou a comer. Meu namorado não se desgrudou de mim e eu pude ouvir o que eles tinham planejado. Um dos amigos do Carlos me falou bem baixinho: ele queria continuar comendo a Brenda, mas sozinho. Queria mostrar o cachorrão que tinha, e segundo ele, tinha preparado tudo pra ela. Tava obcecado com isso e não sabia como avisar ela. Pelo que ele disse, ia levar ela com a ideia de dar um puta prêmio e prometer muita grana se ela fizesse, mas no final não ia dar nada. Comemos, papeamos e bebemos pra caralho. A ideia era ficar junto na despedida e, depois de dormir umas horas, vazar da chácara. Comecei a não dar bola pra ninguém, só me joguei nos braços do meu namorado. O Oscar ficou tenso até que finalmente entendeu o jogo e acabou me sentando no colo dele, enquanto se deliciava vendo os outros nos olhando. A putaria ia tomando conta da noite, e a pobre da Laura já tava com os olhinhos fechando. Os filhos da puta já tinham destruído ela. Foi aí que o Sérgio levou ela pra casa. A verdade é que nenhum dos dois conseguia ir sozinho. Percebi que o corno também tinha recebido uma baita dose de rola. Então falei pro Oscar acompanhar eles. Ele disse que também tava muito cansado e que, se não deitasse, ia ser foda dirigir no dia seguinte, mas que não queria me deixar sozinha. Insisti pra ele ir, que não ia rolar nada, e nem precisei insistir muito. Acho que naquele momento ele queria me deixar sozinha pra que os lobos me devorassem. E foi o que ele fez. Mal ele se afastou um pouco, o amigo do Carlos se jogou em cima da Brenda, e ela começou a dar mole pra ele na frente do Julião, que a essa altura já não tava nem aí se enfiassem ela de novo. Carlos tomou o lugar do Oscarcito, me abraçou e, enquanto roçava a mão... Mãos nas minhas costas, ele começou a falar com um pouco de timidez, embora nunca deixasse de lado a voz dominante dele.
Carlos, vamos pra piscina um pouquinho, tô morrendo de vontade de te mostrar uma coisa.
Na piscina, tudo já estava pronto pra me enfiar numa putaria, e eu sabia disso.
Não pode me mostrar aqui? O que você quer fazer comigo agora que o Oscar não tá? Olha que ele pode voltar a qualquer hora.
Carlos, acho que não, agora mesmo ele tá comendo a puta da Laura e, se ela se comportar bem, ainda vai acabar de deixar o corno do namorado dela todo broxado.
Você acha que ele come ele também?
Carlos (já acariciando minha bunda) Claro que sim, mas muito mais do que a gente. Não demos muita bola pro corno, deixamos ele bem excitado, você não sabe como o viado pedia pica.
Beleza, mas você não me disse o que quer me mostrar.
Carlos, vamos logo de uma vez pra você ver.
A gente se levantou e foi pra piscina. Atrás da gente estavam o outro amigo dele e o Juliano. A Brenda e o moreno tinham sumido da nossa vista. Lá ia eu andando do lado do Carlos, que não tirava a mão da minha bunda, quase coberta pela fio dental minúscula do meu biquíni. A gente tava quase chegando quando eu vi o volume dele, que parecia que ia estourar por baixo da sunga. Chegamos.
Vamos ver o que você quer me mostrar.
Falei pro Carlos, desafiando, provocando ele como tinha feito a noite inteira.
Carlos, isso aqui, puta. Você já sabe o que tem que fazer agora.
Carlos, em segundos, tinha tirado a sunga e mostrado a pica enorme dele. Na hora eu obedeci, me ajoelhei e peguei nela.
Você acha que isso me assusta?
Carlos, vai, puta, começa a chupar que hoje você só volta pra casa se arrastando.
Ele me pegou pela cabeça e enfiou a pica na minha cara até eu abrir a boca e finalmente engolir ela.
Carlos, quinze dias esperando esse momento, você não sabe a porra que eu tenho guardada pra você.
De repente, me vi rodeada por três picas. Não dava conta de chupar todas. O que eu mais queria era que naquele momento o Oscar estivesse vendo como aqueles caras me maltratavam, enfiando pica na minha cara enquanto eu... chupava sem parar, um, não sei quem, puxou minha calcinha fio dental, abriu minhas pernas e meteu o pau na minha buceta empapada, me fez pular de tão violenta que foi a enfiada, quase engoli inteiro o pau que tava chupando, só consegui falar "ai que delícia" com a boca ocupada, senti quando pegaram minha cabeça e começaram a foder minha boca, metendo e tirando aquele pau na brutalidade, as lágrimas começaram a cair
Carlos: "então, seu idiota, se ajeita direito que essa puta quer todos os buracos cheios e a gente vai arrebentar eles"
Era óbvio que eles tinham se recuperado da farra e a intenção era me destruir, o que tava me comendo tirou de repente e me colocou em cima dele, enfiando até as bolas, reclamei de novo e acho que deu pra ouvir até na casa inteira
"Para, besta, para, paraaaa, você vai me matarrr"
Não ligou pra nada, Julião abriu minhas pernas e meteu o pau na minha buceta, fazia tempo que não me comiam daquele jeito e senti tudo, notei que o Carlos tava adorando como tavam me fodendo pela cara de safado vitorioso dele, ver minha cara desfigurada pela porrada que eu tava levando deixava ele muito satisfeito, colocou o pinto dele na minha boca e começou a foder, aqueles filhos da puta não acabavam nunca, talvez por causa da bebedeira, a verdade é que foram trocando de posição, todos queriam arrebentar minha bunda pequena e gostosa que eu tenho e mostro tão bem, e pode crer que fizeram isso, até o amigo do Carlos que tinha levado a Brenda entrou na brincadeira, não sei quanto tempo passou, só sei que troquei e troquei de posição, me davam uma cerveja salpicada de porra pra eu me refrescar um pouco até que finalmente me largaram, fiquei lá, jogada em cima de umas toalhas toda lambuzada de porra da cara até a buceta, pedi pra me levarem pra cama da casa e eles recusaram
Carlos: "não menti pra você, vai ter que se arrastar se quiser descansar na sua caminha com o corno do seu namorado, e se ele vier te buscar, vai levar também arrebentamos o cu dela
Sim, sim, sim, vai Julian, vai buscar ele por favor
Carlos, que filha da puta, ela morre de vontade de fazer o corno virar viado kkkkkkkkkk
E a Brenda, cadê?
Cara, deve estar trepando com o cachorro ainda
Julian, quê? Não acredito! O que você fez com a minha mulher?
Cara, não fiz nada, só mostrei o cachorro pra ela e falei que se ela quisesse podia dar pra ele porque ele é muito bom nisso, aí vim pra cá. Você não sabe a vontade que a gente tava dessa puta, ela se fazia de difícil, a otária, e olha como ficou
Julian, e por que você não trouxe o cachorro pra ela em vez de trazer pra minha Brenda?
Cara, melhor ir buscar ela porque se o lobo pegar ela, essa peituda já não vai mais andar
A verdade é que nunca soube o que aconteceu, só vi em que estado a Brenda chegou e como o Julian jogou ela na piscina. Já estava amanhecendo e todo mundo foi embora, me deixando em cima das toalhas. O Julian mal conseguiu levar a Brenda pra casa, a verdade é que ela estava dolorida e exausta. Fazia tanto tempo que eu não tinha uma festa, e assim muito mais. Devem ter passado umas duas horas até eu conseguir me levantar. Me enrolei nas toalhas como meu corpo permitiu e, andando bem devagar, cheguei em casa. Tudo estava em silêncio. Entrei no banheiro e me meti na banheira com o biquíni vestido. A verdade é que aquele biquíni não servia mais, as manchas não iam sair dele, eu sabia. Quando finalmente saí do banheiro, tive medo de ir pro meu quarto. Não queria ver o Oscar deitado ao lado da Laura, que com certeza estaria com o cu na merda igual a mim. Fui pra cozinha, me sentei de lado pra tomar chimarrão e lembrar da grande trepada que levei. Passaram umas horas e todo mundo levantou. O Carlos e os amigos dele iam limpar tudo. Nós só colocamos as malas nos carros e fomos embora. Deixei o biquíni de lembrança pro Oscar em cima da mesa, e durante toda a volta fui dormindo ao lado da Brenda no banco de trás.
Espero que vocês curtam muito.
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ainda falta muito pra contar
Fomos pra cozinha onde estavam Sérgio, Laura e Juliano. Começamos a tomar uns mates e a Brenda mandou a Laura chamar o Oscar. Demorou pra acordar ele, porque o Juliano chegou primeiro. Quando o Oscar chegou, ele tomou uns mates e falou em ir comprar as coisas. Então me troquei e fui com ele. Ele foi na padaria e no açougue, enquanto eu fiquei com o armazém e a verdureira, onde o verdureiro lembrou de mim. Pelo visto, ele ficou de pau duro e começou a me paquerar. Por que ele fez isso? Eu tava fervendo de tesão depois do que a Brenda me contou e entrei na onda dele, sem noção. Ele insinuava com a batata e a berinjela, até que eu falei que o que eu mais gostava era pepino, enquanto mostrava um de tamanho médio. Do nada, ele me pegou por trás e me levou pros fundos, dizendo que lá tinha um pepino bem especial. Assim que entramos, ele puxou a rola pra fora e perguntou se eu gostava daquele pepino. Não falei nada, só me abaixei e chupei a rola dele. Foi só um minuto, nada mais. Logo me levantei, inclinei meu corpo e levantou meu vestidinho. Senti ele puxar minha calcinha fio dental rápido e meter na minha buceta. Que trepada gostosa que ele tava me dando. Falei pra ele se apressar que meu maridinho podia chegar, e aí ele me comeu de pica até não poder mais. Me chamava de puta e ameaçava arrebentar meu cu, e arrebentou mesmo, igual um desesperado. Saí de lá sem a calcinha, com a buceta e as pernas escorrendo porra. Assim voltamos pro sítio. Só faltavam uns dias, então o Oscar, pra agradecer o Carlos pelas atenções que ele teve, comprou um leitão pra fazer na churrasqueira e convidar os três.
Assim que ele me contou, já planejei a despedida daqueles três. Queria ir embora bem cheia de porra, igual a Brenda tinha ido, e só desejava que o Oscar visse, coisa que sabia que seria bem difícil. A verdade é que, apesar de ter passado tantos dias com eles ali, ainda não tinham me feito de putinha deles. Quem eu mais comi foi a Laura, que umas duas vezes vi bem arrebentada, embora a Brenda estivesse pior. Sabia que qualquer um comia ela e quase todo dia ela ficava de cama. O que me desiludiu foi ver o Sergio tão putão, então perdi a vontade de fazer o Oscar de viadinho, já que o coitado tava mais focado em oferecer a bunda do que em comer a Laurinha. Acho que não sobrou ninguém que não tivesse arrombado ele umas duas vezes. Até aquelas férias ele era ativo, mas o Carlos e os amigos dele tinham virado ele no mais submisso. Foi assim que no último sábado, já no fim da tarde, o Sergio, que já parecia nossa empregadinha, tinha limpado a churrasqueira toda enquanto a gente curtia a piscina. Claro que a Brenda teve que ganhar uma sunga nova que o Oscar comprou pra ela, que caía muito melhor nela, mas ainda assim fazia ela parecer muito puta, mesmo sendo inteira. O Julião e o Oscar foram acender o fogo, e a Laurinha ficou de chamar o Carlos e os amigos dele. Quando vi eles chegando, minha mina parecia uma bonequinha do lado deles, uma bonequinha sexual que eles apalpavam sem nenhuma vergonha. Na hora, tanto ela quanto a Brenda serviram umas cervejas pra eles, e aí se formaram os casais típicos pra papear e apalpar. O Carlos não largava de mim, e quando percebi, ele já tinha a mão enfiada na minha buceta, sentado do meu lado, com o objetivo de me esquentar tanto que eu acabasse implorando pra ele me comer ali mesmo. Dava pra ver a Brenda e a Laura se contorcendo nos bancos delas, e vendo que tudo ia pro caralho e o Oscar tava perto, decidi levantar e me jogar na piscina, onde todo mundo pulou atrás. Lá, brincando, deixaram a Brenda de peitos de fora e na hora rodearam ela. Não pararam até Foder ela entre os três com a ajuda da Laurita, tudo tinha ido pro caralho e eu continuava na minha, que era deixar eles bem tarados como uma boa puta. Saí da piscina e fui pra churrasqueira sem que eles pudessem me parar, logo me refugiei nos braços do meu namorado, que já tinha o fogo pronto, e comecei a pegar ele. Tava muito tesuda e não liguei que o Sergio e o Julian estivessem ali.
Oscar tinha outro plano, era óbvio, porque ele se afastou na hora, me serviu uma cerveja e perguntou sobre os outros. Não demorou muito e ele me mandou de volta pra piscina com o Sergio e o Julian, que estavam, segundo eles, muito acalorados por causa do fogo. Quando chegamos, a Laurita estava nos braços dos amigos do Carlos, e ele tava dando o cock dele pra Brenda mamar, que já tinha a malha nova toda suja de cum. O Julian não disse nada, só chegou perto, puxou o cock pra fora e se juntou ao Carlos pra comer ela. Vendo isso, o Sergio fez o mesmo. A Laura tava sendo comida nos dois buracos, e ele deu o dela pra mamar. Eu, com minha cerveja, sentei a uma distância segura pra observar eles e fui embora com o Oscar.Oscar: O que aconteceu? Por que você não entrou na piscina?
Eu: Tão todos comendo a Brenda e a Laura, céu.
Oscar: Como assim todos? Quem são todos?
Eu: Tão enfiando nelas, vida. Quer ver?
Oscar: Não, deixa eles comerem tranquilos, love. Eles já vão vir comer. E você, o que houve?
Eu: Não, love, eu fui embora na hora. Deixei elas curtirem de boa, bebê.
Oscar: Difícil acreditar que você não se juntou a eles. Não sei por quê.
Eu: Porque eu sei que hoje à noite vou ter todos juntos, céu, do jeito que você quer. Eu sei que você adoraria ver como eles me comem todos, bebê, e vou te dar esse prazer, mesmo que me deixem sem conseguir andar.
Oscar: Não, love, eu não quero isso.
Eu: Quer sim. Pra mim você não pode mentir. O que você não quer é ver, e hoje, mais do que nunca, quero que você veja. Quero que veja como esses caras nojentos enfiam o cock na sua mulher e usam ela como uma puta barata.
Oscar: Já te falei que não quero isso pra você, meu love.
Eu: Beijei ele bem forte. A verdade é que eu tava muito excitada. Senti o cock dele durinho na minha barriga e desci a mão pra acariciar ele por cima do short. Que delícia que foi.
Esse cock teve muita ação nessas férias, céu, não é verdade que só eu aproveitei? A Brenda e a Laurita também, aquela puta gulosa que nunca se cansa de comer. Quantas vezes você arrombou o cu dela? meu amor?
Oscar não contou elas, bebê
Estávamos assim, abraçados, e chegaram todos. Consegui ver como trouxeram as duas e até ajudaram elas a sentar na mesa. A que estava pior era a Brenda, acho que a coitadinha não queria mais humilhação. O Oscar serviu a carne e a gente começou a comer. Meu namorado não se desgrudou de mim e eu pude ouvir o que eles tinham planejado. Um dos amigos do Carlos me falou bem baixinho: ele queria continuar comendo a Brenda, mas sozinho. Queria mostrar o cachorrão que tinha, e segundo ele, tinha preparado tudo pra ela. Tava obcecado com isso e não sabia como avisar ela. Pelo que ele disse, ia levar ela com a ideia de dar um puta prêmio e prometer muita grana se ela fizesse, mas no final não ia dar nada. Comemos, papeamos e bebemos pra caralho. A ideia era ficar junto na despedida e, depois de dormir umas horas, vazar da chácara. Comecei a não dar bola pra ninguém, só me joguei nos braços do meu namorado. O Oscar ficou tenso até que finalmente entendeu o jogo e acabou me sentando no colo dele, enquanto se deliciava vendo os outros nos olhando. A putaria ia tomando conta da noite, e a pobre da Laura já tava com os olhinhos fechando. Os filhos da puta já tinham destruído ela. Foi aí que o Sérgio levou ela pra casa. A verdade é que nenhum dos dois conseguia ir sozinho. Percebi que o corno também tinha recebido uma baita dose de rola. Então falei pro Oscar acompanhar eles. Ele disse que também tava muito cansado e que, se não deitasse, ia ser foda dirigir no dia seguinte, mas que não queria me deixar sozinha. Insisti pra ele ir, que não ia rolar nada, e nem precisei insistir muito. Acho que naquele momento ele queria me deixar sozinha pra que os lobos me devorassem. E foi o que ele fez. Mal ele se afastou um pouco, o amigo do Carlos se jogou em cima da Brenda, e ela começou a dar mole pra ele na frente do Julião, que a essa altura já não tava nem aí se enfiassem ela de novo. Carlos tomou o lugar do Oscarcito, me abraçou e, enquanto roçava a mão... Mãos nas minhas costas, ele começou a falar com um pouco de timidez, embora nunca deixasse de lado a voz dominante dele.Carlos, vamos pra piscina um pouquinho, tô morrendo de vontade de te mostrar uma coisa.
Na piscina, tudo já estava pronto pra me enfiar numa putaria, e eu sabia disso.
Não pode me mostrar aqui? O que você quer fazer comigo agora que o Oscar não tá? Olha que ele pode voltar a qualquer hora.
Carlos, acho que não, agora mesmo ele tá comendo a puta da Laura e, se ela se comportar bem, ainda vai acabar de deixar o corno do namorado dela todo broxado.
Você acha que ele come ele também?
Carlos (já acariciando minha bunda) Claro que sim, mas muito mais do que a gente. Não demos muita bola pro corno, deixamos ele bem excitado, você não sabe como o viado pedia pica.
Beleza, mas você não me disse o que quer me mostrar.
Carlos, vamos logo de uma vez pra você ver.
A gente se levantou e foi pra piscina. Atrás da gente estavam o outro amigo dele e o Juliano. A Brenda e o moreno tinham sumido da nossa vista. Lá ia eu andando do lado do Carlos, que não tirava a mão da minha bunda, quase coberta pela fio dental minúscula do meu biquíni. A gente tava quase chegando quando eu vi o volume dele, que parecia que ia estourar por baixo da sunga. Chegamos.
Vamos ver o que você quer me mostrar.
Falei pro Carlos, desafiando, provocando ele como tinha feito a noite inteira.
Carlos, isso aqui, puta. Você já sabe o que tem que fazer agora.
Carlos, em segundos, tinha tirado a sunga e mostrado a pica enorme dele. Na hora eu obedeci, me ajoelhei e peguei nela.
Você acha que isso me assusta?
Carlos, vai, puta, começa a chupar que hoje você só volta pra casa se arrastando.
Ele me pegou pela cabeça e enfiou a pica na minha cara até eu abrir a boca e finalmente engolir ela.
Carlos, quinze dias esperando esse momento, você não sabe a porra que eu tenho guardada pra você.
De repente, me vi rodeada por três picas. Não dava conta de chupar todas. O que eu mais queria era que naquele momento o Oscar estivesse vendo como aqueles caras me maltratavam, enfiando pica na minha cara enquanto eu... chupava sem parar, um, não sei quem, puxou minha calcinha fio dental, abriu minhas pernas e meteu o pau na minha buceta empapada, me fez pular de tão violenta que foi a enfiada, quase engoli inteiro o pau que tava chupando, só consegui falar "ai que delícia" com a boca ocupada, senti quando pegaram minha cabeça e começaram a foder minha boca, metendo e tirando aquele pau na brutalidade, as lágrimas começaram a cair
Carlos: "então, seu idiota, se ajeita direito que essa puta quer todos os buracos cheios e a gente vai arrebentar eles"
Era óbvio que eles tinham se recuperado da farra e a intenção era me destruir, o que tava me comendo tirou de repente e me colocou em cima dele, enfiando até as bolas, reclamei de novo e acho que deu pra ouvir até na casa inteira
"Para, besta, para, paraaaa, você vai me matarrr"
Não ligou pra nada, Julião abriu minhas pernas e meteu o pau na minha buceta, fazia tempo que não me comiam daquele jeito e senti tudo, notei que o Carlos tava adorando como tavam me fodendo pela cara de safado vitorioso dele, ver minha cara desfigurada pela porrada que eu tava levando deixava ele muito satisfeito, colocou o pinto dele na minha boca e começou a foder, aqueles filhos da puta não acabavam nunca, talvez por causa da bebedeira, a verdade é que foram trocando de posição, todos queriam arrebentar minha bunda pequena e gostosa que eu tenho e mostro tão bem, e pode crer que fizeram isso, até o amigo do Carlos que tinha levado a Brenda entrou na brincadeira, não sei quanto tempo passou, só sei que troquei e troquei de posição, me davam uma cerveja salpicada de porra pra eu me refrescar um pouco até que finalmente me largaram, fiquei lá, jogada em cima de umas toalhas toda lambuzada de porra da cara até a buceta, pedi pra me levarem pra cama da casa e eles recusaram
Carlos: "não menti pra você, vai ter que se arrastar se quiser descansar na sua caminha com o corno do seu namorado, e se ele vier te buscar, vai levar também arrebentamos o cu dela
Sim, sim, sim, vai Julian, vai buscar ele por favor
Carlos, que filha da puta, ela morre de vontade de fazer o corno virar viado kkkkkkkkkk
E a Brenda, cadê?
Cara, deve estar trepando com o cachorro ainda
Julian, quê? Não acredito! O que você fez com a minha mulher?
Cara, não fiz nada, só mostrei o cachorro pra ela e falei que se ela quisesse podia dar pra ele porque ele é muito bom nisso, aí vim pra cá. Você não sabe a vontade que a gente tava dessa puta, ela se fazia de difícil, a otária, e olha como ficou
Julian, e por que você não trouxe o cachorro pra ela em vez de trazer pra minha Brenda?
Cara, melhor ir buscar ela porque se o lobo pegar ela, essa peituda já não vai mais andar
A verdade é que nunca soube o que aconteceu, só vi em que estado a Brenda chegou e como o Julian jogou ela na piscina. Já estava amanhecendo e todo mundo foi embora, me deixando em cima das toalhas. O Julian mal conseguiu levar a Brenda pra casa, a verdade é que ela estava dolorida e exausta. Fazia tanto tempo que eu não tinha uma festa, e assim muito mais. Devem ter passado umas duas horas até eu conseguir me levantar. Me enrolei nas toalhas como meu corpo permitiu e, andando bem devagar, cheguei em casa. Tudo estava em silêncio. Entrei no banheiro e me meti na banheira com o biquíni vestido. A verdade é que aquele biquíni não servia mais, as manchas não iam sair dele, eu sabia. Quando finalmente saí do banheiro, tive medo de ir pro meu quarto. Não queria ver o Oscar deitado ao lado da Laura, que com certeza estaria com o cu na merda igual a mim. Fui pra cozinha, me sentei de lado pra tomar chimarrão e lembrar da grande trepada que levei. Passaram umas horas e todo mundo levantou. O Carlos e os amigos dele iam limpar tudo. Nós só colocamos as malas nos carros e fomos embora. Deixei o biquíni de lembrança pro Oscar em cima da mesa, e durante toda a volta fui dormindo ao lado da Brenda no banco de trás.
2 comentários - A puta da minha mina tá festando na quinta
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