Olá, meus amores. Esse relato da experiência que eu tive, eu já tinha postado, mas bloquearam minha conta, então vou postar de novo pra vocês lerem de novo, espero que gostem. Meu nome é Natália Abigail. A gente ia na minha caminhonete pela estrada federal rumo à cidade dos avós. Eu dirigia, sou a irmã mais velha, sou casada e tenho 2 filhos pequenos, tenho 30 anos. Do meu lado, no banho do carona, viajava minha irmã Daniela, de 21, enquanto na parte de trás do veículo vinha minha outra irmã, que se chama Sofia. Sofia é a caçula de todos, tem só 18 anos, e Javier, 20. Como eu tava dizendo, nessa ocasião a gente tava indo pra casa dos avós porque eles iam fazer bodas de ouro naqueles dias e a gente tinha preparado uma festona pra eles. Nesse dia, saí do meu quarto rumo ao chuveiro e dei de cara com minha irmãzinha Sofi, que vinha andando pelo corredor. A gente se cumprimentou com beijo na bochecha. Ela é esbelta, magrinha e espigada, vive sorrindo e isso faz ela parecer mais gostosa. Tem uma cinturinha fina e um quadril largo, com uma bunda empinada e durinha que contrasta na hora com a cintura fina. Ela tem um jeito bonito de andar, parece que arqueia as costas e empina ou mostra a bunda, mas não, eu que conheço ela desde sempre sei que ela não empina. Vou deixar umas fotos dela pra vocês conhecerem. Tudo que vou relatar são os acontecimentos que rolaram com a gente e minhas irmãs me autorizaram a escrever pra vocês!





Fui pro banheiro e quase trombei com a Daniela, que bem na hora que eu entrava, ela tava saindo. Igual com a Sofia, a gente se cumprimentou com um beijo na bochecha e ela seguiu o caminho dela, enquanto me falava pra me apressar porque a gente ia ter que vazar logo. A Daniela também é muito bonita, mas bem mais gostosa que a Sofi, porque ela já teve uma porrada de namorados e sabe seduzir quem ela quiser, enquanto a Sofi até agora nunca tinha tido um, era a típica nerd estudiosa. A Daniela é a clássica mulher felina, com uma cabeleira preta linda que se mexe sempre igual uma pantera, com uma personalidade que é pura foda, a típica mina, bonita de rosto mas também muito boa de corpo, gata e atraente, é daquelas que entra em qualquer lugar e faz o povo virar a cabeça por causa de um não sei o quê. Naquele dia ela tava usando um minivestido de verão, daqueles estampados de flor e curtinhos, um pouco justinho em cima e com uma leve rodada embaixo. Se ela tem algum defeito, ou pelo menos é o que o povo fala, é o jeito dela, porque ela tem um gênio fortíssimo, é enjoada ou mal encarada como a gente fala por aqui, fala sempre a verdade e nunca fica calada, já teve muitos namorados mas no menor detalhe que desagrada ela, manda todo mundo pastar. Eu, longe de me incomodar, adoro que ela seja assim... Apresento vocês.



Já no meu quarto, coloquei um shortinho jeans bem curto e uma camisetinha branca de alcinha que mostrava generosamente uma boa parte dos meus peitos e o vale no meio deles. Tava arrumando as malas da minha irmã Daniela e da Sof dentro da caminhonete, e a do Javier também, pra começar nossa viagem. Eu era a "princesa" da família, a menina boazinha e educada, a mais refinada, o exemplo a seguir. Terminei minha faculdade no exterior e casei com um empresário mais velho, bem-sucedido e cheio da grana. Sou o orgulho dos meus pais e a queridinha dos meus tios, avós e de toda a família, no geral. A verdade é que sou um monumento de mulher: sou mais alta que meus três irmãos, com um porte distinto. Diferente das minhas outras duas irmãs, que são mais relaxadas em cuidar do comportamento, igual ao meu pai, tenho uns olhões que fazem tremer até o mais firme, traços fininhos, boquinha pequena e umas sardas no rosto que me dão um toque de frescor e inocência. Uso cabelo comprido, o que realça ainda mais meu rosto e meu pescoço longo e branco — elegante! Tenho um porte tão imponente que às vezes pareço metida, como se olhasse as pessoas por cima do ombro, mas não sou.





Lentas e tediosas foram passando as horas, sem que nada acontecesse pra comentar, se não fosse a vaia que minhas irmãs e eu causamos quando paramos pra comer num lugar na estrada que tava cheio de caminhoneiros e motoristas de caminhão. Decidi que a gente parasse ali pra comer pra ganhar tempo, mas assim que entramos, o lugar tava lotado de homens fortões, de cara feia, sujos e desleixados, que começaram a vaiar e a falar cada besteira que vinha na cabeça pra mim e minhas irmãs. Alguns quase roçavam na gente quando passavam e falavam coisas no nosso ouvido, outros mostravam a língua e passavam os lábios com lascívia, e até alguns se tocavam descaradamente no meio das pernas e mostravam pra gente. Mas a gente seguia em frente, ignorando eles. Assim que arrumaram uma mesa pra gente, levantamos e fomos pro banheiro. Meu irmão não tirava os olhos da gente, mas não falava nada. Todo mundo virava pra olhar a gente passar, nos cantavam e olhavam pra nossa bunda. Na mesa do lado, um gordo barbudo falou pros amigos em voz alta, com a intenção clara de que a gente ouvisse, como que pra ver se meu irmão arrumava briga: "Já viram que gostosas que são essas putas? Mas parece até que tão pedindo pica aos berros. Olha só como tão vestidas e como mexem a bunda ao andar. Precisam de um macho pra montar nelas." Hahaha, todos caíram na gargalhada. A gente tentou comer qualquer coisa o mais rápido possível. Meu irmão também tava nervoso, principalmente a Sof (a pequena), porque a Dani tava bem mais tranquila, até puta da vida. Ela respondeu com grosseria pra mais de um dos cantadas, encarando eles de igual pra igual, tanto que meu irmão teve que pedir pra ela ignorar e calar a boca, porque podia dar briga. A noite nos alcançou e ainda faltava muito chão pela frente. Parei num posto de gasolina e me informaram sobre um atalho de terra que ia me poupar pelo menos uma hora de viagem. A Sof tava dormindo e a Dani já tava quase pegando no sono também. Peguei O desvio que me indicaram era uma estradinha de terra bem comprida. Já tinha escurecido completamente e a escuridão era total, já eram quase dez horas da noite. A Sof e a Dani estavam dormindo e eu tentava evitar cair no sono, tava cansada e muito preocupada. Agora sim, eu tentava ir o mais rápido possível. A estrada era estreita, com plantações dos dois lados e extremamente escura, sem outra luz além dos faróis da caminhonete. Depois de uns 30 minutos de estrada, uma sombra saiu de repente do meio do milharal bem na hora que a caminhonete passava. Não deu tempo de frear, sentimos o impacto e depois parece que alguma coisa ficou presa embaixo da caminhonete. A Dani e a Sof acordaram assustadas com o baque. Fui obrigada a parar a caminhonete, não sabia direito no que a gente tinha batido. Então descemos as três do veículo pra descobrir. Me abaixei debaixo da caminhonete e consegui ver que era um animal, embora não desse pra distinguir bem que tipo de bicho era, quando ouvimos uns passos no milharal e vimos que alguém tava iluminando a gente com uma lanterna. Assustadas, viramos pra tentar ver quem era. Eles se aproximaram um pouco mais e eu distingui que eram várias pessoas, camponeses, pelo que imaginei pela aparência. A maioria era de senhores já bem velhos, três deles entre 50 e 70 anos e um rapaz que devia ter entre 18 e 19 anos. Me surpreendi ao sentir as mãos deles tão ásperas e calejadas, tinham tipo umas feridas e ao toque pareciam lixa, imagino que por causa do trabalho no campo. Eles tinham vindo até o lugar pra saber o que tinha acontecido, porque ouviram um barulhão. Expliquei que a gente tinha batido em alguma coisa e eles se inclinaram pra ver o que era. O rapaz quase se meteu debaixo, depois saiu e falou pro mais velho: "É a Rubina". O mais idoso de todos ficou na hora pesaroso, tirou o chapéu e balançando a cabeça de um lado pro outro, se lamentando, virou pra gente e disse: "Mas o que vocês fizeram... Fizeram merda, meninas, mataram minha Rubina, por que não prestaram atenção? E agora, o que vou fazer?" — "Mataram o quê?" perguntei pro rapaz, e ele respondeu: "A mula". Ah, finalmente entendi que era uma mula. Na hora, me aproximei do velho que estava se lamentando de cabeça baixa. Com toda a firmeza, confiança e a segurança que sempre me marcaram, falei pro camponês todo triste: "Não se preocupe, senhor, a gente resolve isso agora. Me ajuda a tirar essa sujeira debaixo da caminhonete e já te passo um cheque." O velho levantou o olhar pra me encarar e perguntou: "Sujeira? Me desculpe, mocinha, mas não sei que sujeira a senhora tá falando." Já meio irritada com a situação e desesperada pra chegar logo na casa dos avós, repeti pro velho camponês: "Essa sujeira aí, esse bicho morto, a Rufina, ou seja lá como chama. É só um animal, me diz quanto custa que te dou um cheque. A gente tá com pressa, então por favor, se apresse." Parece que meu ar de superioridade não caiu nada bem pro velho, que respondeu já meio puto: "Olha, mocinha, pra começar, minha mulinha se chamava 'Rubina', não 'Rufina' como a senhora falou. Agora, a senhora diz que isso se resolve na hora, e eu te pergunto: como é que vai trazer meu animal de volta?" Todas ficamos em silêncio. Parece que eu tinha cagado com meu comentário. Olhei pras minhas irmãs, elas estavam apavoradas de verdade. Nessa altura, a Sof já tava choramingando e a Dani tentando acalmar ela. Pra piorar, a Dani conseguiu foder tudo de vez. Num momento inesperado, deu um chute nas bolas do camponês que cuidava delas, que caiu na hora no chão tentando puxar ar. Na mesma hora, a Dani partiu pro velho e deu um tapa na cara dele pra me soltar, mas a única coisa que conseguiu com o heroísmo dela foi fazer o cara da espingarda dar um tiro pro alto enquanto assobiava chamando outros. Já o velho, recuperado do tapa, Pegou agora no cabelo da Dani e puxando com força a obrigou a ficar de joelhos. Tentei intervir e ajudar a Dani, mas o cara que tinha levado o golpe nas bolas já tinha se levantado e me pegou, passando um braço no meu pescoço, me segurando. A Sof, cheia de medo, saiu correndo desesperada, mas logo o cara da espingarda alcançou ela e voltou de novo pra onde a gente tava, trazendo minha irmãzinha agarrada pelos cabelos como se fosse uma caça. Na sequência, o velho deu um tapa forte na Dani "pra você ver como é que se sente", ele disse. As lágrimas escorreram nela, já não parecia tão fera assim, nunca tinha levado um tapa daquele tamanho e agora sabia como doía. Sempre teve sorte, a maioria dos caras preferia dar meia-volta do que enfrentar ela, mas não esses camponeses brutos e putos da vida. A Daniela percebeu que esses iam dar porrada nela pelo menor motivo. Pra piorar a situação, naquele momento chegaram mais dois camponeses montados a cavalo, com eles vinha também um cachorro. Sem dúvida vieram quando ouviram o tiro da espingarda e os assobios, já vinham preparados pra briga, traziam tochas acesas e cada um com uma espingarda também. O camponês que tava segurando a Sof pelo cabelo se aproximou deles, imagino que explicou do que se tratava tudo aquilo. Eles desceram dos cavalos e apontaram as espingardas pra gente também. O cachorro rosnava e mostrava os dentes numa postura ameaçadora, pronto pra atacar ao menor comando dos donos. Enquanto isso, o velho que tinha minha irmã Daniela aos pés se sentiu ainda mais seguro e apoiado com a chegada dos novos camponeses e do cachorro, então falou de novo. Virando pra Dani, começou a tirar o pau da calça enquanto dizia: "você também tá muito malcriada, putinha, vou te ensinar a tratar os mais velhos, chupa aqui!". Daniela, Sofia e eu arregalamos os olhos incrédulas. nunca imaginamos o rumo que a situação começava a tomar, a pica do velho era enorme, mesmo mole já parecia bem respeitável, cheia de rugas e bem grossa, parecia uma tromba de elefante, claro que bem menor, bom, nem tanto, mas guardando as proporções. Dani viu aquilo apavorada, balançando a centímetros do rosto dela e, com uma careta de nojo, virou a cabeça pro outro lado. Mas o velho puxou o cabelo dela, deu outro tapa e enfiou a pica enrugada nos lábios da minha irmã. Daniela não teve escolha senão abrir a boca e começar a chupar, mas com bastante dificuldade por causa do tamanho da pica enrugada do coroa. Parte 2 no próximo relato.






Fui pro banheiro e quase trombei com a Daniela, que bem na hora que eu entrava, ela tava saindo. Igual com a Sofia, a gente se cumprimentou com um beijo na bochecha e ela seguiu o caminho dela, enquanto me falava pra me apressar porque a gente ia ter que vazar logo. A Daniela também é muito bonita, mas bem mais gostosa que a Sofi, porque ela já teve uma porrada de namorados e sabe seduzir quem ela quiser, enquanto a Sofi até agora nunca tinha tido um, era a típica nerd estudiosa. A Daniela é a clássica mulher felina, com uma cabeleira preta linda que se mexe sempre igual uma pantera, com uma personalidade que é pura foda, a típica mina, bonita de rosto mas também muito boa de corpo, gata e atraente, é daquelas que entra em qualquer lugar e faz o povo virar a cabeça por causa de um não sei o quê. Naquele dia ela tava usando um minivestido de verão, daqueles estampados de flor e curtinhos, um pouco justinho em cima e com uma leve rodada embaixo. Se ela tem algum defeito, ou pelo menos é o que o povo fala, é o jeito dela, porque ela tem um gênio fortíssimo, é enjoada ou mal encarada como a gente fala por aqui, fala sempre a verdade e nunca fica calada, já teve muitos namorados mas no menor detalhe que desagrada ela, manda todo mundo pastar. Eu, longe de me incomodar, adoro que ela seja assim... Apresento vocês.



Já no meu quarto, coloquei um shortinho jeans bem curto e uma camisetinha branca de alcinha que mostrava generosamente uma boa parte dos meus peitos e o vale no meio deles. Tava arrumando as malas da minha irmã Daniela e da Sof dentro da caminhonete, e a do Javier também, pra começar nossa viagem. Eu era a "princesa" da família, a menina boazinha e educada, a mais refinada, o exemplo a seguir. Terminei minha faculdade no exterior e casei com um empresário mais velho, bem-sucedido e cheio da grana. Sou o orgulho dos meus pais e a queridinha dos meus tios, avós e de toda a família, no geral. A verdade é que sou um monumento de mulher: sou mais alta que meus três irmãos, com um porte distinto. Diferente das minhas outras duas irmãs, que são mais relaxadas em cuidar do comportamento, igual ao meu pai, tenho uns olhões que fazem tremer até o mais firme, traços fininhos, boquinha pequena e umas sardas no rosto que me dão um toque de frescor e inocência. Uso cabelo comprido, o que realça ainda mais meu rosto e meu pescoço longo e branco — elegante! Tenho um porte tão imponente que às vezes pareço metida, como se olhasse as pessoas por cima do ombro, mas não sou.





Lentas e tediosas foram passando as horas, sem que nada acontecesse pra comentar, se não fosse a vaia que minhas irmãs e eu causamos quando paramos pra comer num lugar na estrada que tava cheio de caminhoneiros e motoristas de caminhão. Decidi que a gente parasse ali pra comer pra ganhar tempo, mas assim que entramos, o lugar tava lotado de homens fortões, de cara feia, sujos e desleixados, que começaram a vaiar e a falar cada besteira que vinha na cabeça pra mim e minhas irmãs. Alguns quase roçavam na gente quando passavam e falavam coisas no nosso ouvido, outros mostravam a língua e passavam os lábios com lascívia, e até alguns se tocavam descaradamente no meio das pernas e mostravam pra gente. Mas a gente seguia em frente, ignorando eles. Assim que arrumaram uma mesa pra gente, levantamos e fomos pro banheiro. Meu irmão não tirava os olhos da gente, mas não falava nada. Todo mundo virava pra olhar a gente passar, nos cantavam e olhavam pra nossa bunda. Na mesa do lado, um gordo barbudo falou pros amigos em voz alta, com a intenção clara de que a gente ouvisse, como que pra ver se meu irmão arrumava briga: "Já viram que gostosas que são essas putas? Mas parece até que tão pedindo pica aos berros. Olha só como tão vestidas e como mexem a bunda ao andar. Precisam de um macho pra montar nelas." Hahaha, todos caíram na gargalhada. A gente tentou comer qualquer coisa o mais rápido possível. Meu irmão também tava nervoso, principalmente a Sof (a pequena), porque a Dani tava bem mais tranquila, até puta da vida. Ela respondeu com grosseria pra mais de um dos cantadas, encarando eles de igual pra igual, tanto que meu irmão teve que pedir pra ela ignorar e calar a boca, porque podia dar briga. A noite nos alcançou e ainda faltava muito chão pela frente. Parei num posto de gasolina e me informaram sobre um atalho de terra que ia me poupar pelo menos uma hora de viagem. A Sof tava dormindo e a Dani já tava quase pegando no sono também. Peguei O desvio que me indicaram era uma estradinha de terra bem comprida. Já tinha escurecido completamente e a escuridão era total, já eram quase dez horas da noite. A Sof e a Dani estavam dormindo e eu tentava evitar cair no sono, tava cansada e muito preocupada. Agora sim, eu tentava ir o mais rápido possível. A estrada era estreita, com plantações dos dois lados e extremamente escura, sem outra luz além dos faróis da caminhonete. Depois de uns 30 minutos de estrada, uma sombra saiu de repente do meio do milharal bem na hora que a caminhonete passava. Não deu tempo de frear, sentimos o impacto e depois parece que alguma coisa ficou presa embaixo da caminhonete. A Dani e a Sof acordaram assustadas com o baque. Fui obrigada a parar a caminhonete, não sabia direito no que a gente tinha batido. Então descemos as três do veículo pra descobrir. Me abaixei debaixo da caminhonete e consegui ver que era um animal, embora não desse pra distinguir bem que tipo de bicho era, quando ouvimos uns passos no milharal e vimos que alguém tava iluminando a gente com uma lanterna. Assustadas, viramos pra tentar ver quem era. Eles se aproximaram um pouco mais e eu distingui que eram várias pessoas, camponeses, pelo que imaginei pela aparência. A maioria era de senhores já bem velhos, três deles entre 50 e 70 anos e um rapaz que devia ter entre 18 e 19 anos. Me surpreendi ao sentir as mãos deles tão ásperas e calejadas, tinham tipo umas feridas e ao toque pareciam lixa, imagino que por causa do trabalho no campo. Eles tinham vindo até o lugar pra saber o que tinha acontecido, porque ouviram um barulhão. Expliquei que a gente tinha batido em alguma coisa e eles se inclinaram pra ver o que era. O rapaz quase se meteu debaixo, depois saiu e falou pro mais velho: "É a Rubina". O mais idoso de todos ficou na hora pesaroso, tirou o chapéu e balançando a cabeça de um lado pro outro, se lamentando, virou pra gente e disse: "Mas o que vocês fizeram... Fizeram merda, meninas, mataram minha Rubina, por que não prestaram atenção? E agora, o que vou fazer?" — "Mataram o quê?" perguntei pro rapaz, e ele respondeu: "A mula". Ah, finalmente entendi que era uma mula. Na hora, me aproximei do velho que estava se lamentando de cabeça baixa. Com toda a firmeza, confiança e a segurança que sempre me marcaram, falei pro camponês todo triste: "Não se preocupe, senhor, a gente resolve isso agora. Me ajuda a tirar essa sujeira debaixo da caminhonete e já te passo um cheque." O velho levantou o olhar pra me encarar e perguntou: "Sujeira? Me desculpe, mocinha, mas não sei que sujeira a senhora tá falando." Já meio irritada com a situação e desesperada pra chegar logo na casa dos avós, repeti pro velho camponês: "Essa sujeira aí, esse bicho morto, a Rufina, ou seja lá como chama. É só um animal, me diz quanto custa que te dou um cheque. A gente tá com pressa, então por favor, se apresse." Parece que meu ar de superioridade não caiu nada bem pro velho, que respondeu já meio puto: "Olha, mocinha, pra começar, minha mulinha se chamava 'Rubina', não 'Rufina' como a senhora falou. Agora, a senhora diz que isso se resolve na hora, e eu te pergunto: como é que vai trazer meu animal de volta?" Todas ficamos em silêncio. Parece que eu tinha cagado com meu comentário. Olhei pras minhas irmãs, elas estavam apavoradas de verdade. Nessa altura, a Sof já tava choramingando e a Dani tentando acalmar ela. Pra piorar, a Dani conseguiu foder tudo de vez. Num momento inesperado, deu um chute nas bolas do camponês que cuidava delas, que caiu na hora no chão tentando puxar ar. Na mesma hora, a Dani partiu pro velho e deu um tapa na cara dele pra me soltar, mas a única coisa que conseguiu com o heroísmo dela foi fazer o cara da espingarda dar um tiro pro alto enquanto assobiava chamando outros. Já o velho, recuperado do tapa, Pegou agora no cabelo da Dani e puxando com força a obrigou a ficar de joelhos. Tentei intervir e ajudar a Dani, mas o cara que tinha levado o golpe nas bolas já tinha se levantado e me pegou, passando um braço no meu pescoço, me segurando. A Sof, cheia de medo, saiu correndo desesperada, mas logo o cara da espingarda alcançou ela e voltou de novo pra onde a gente tava, trazendo minha irmãzinha agarrada pelos cabelos como se fosse uma caça. Na sequência, o velho deu um tapa forte na Dani "pra você ver como é que se sente", ele disse. As lágrimas escorreram nela, já não parecia tão fera assim, nunca tinha levado um tapa daquele tamanho e agora sabia como doía. Sempre teve sorte, a maioria dos caras preferia dar meia-volta do que enfrentar ela, mas não esses camponeses brutos e putos da vida. A Daniela percebeu que esses iam dar porrada nela pelo menor motivo. Pra piorar a situação, naquele momento chegaram mais dois camponeses montados a cavalo, com eles vinha também um cachorro. Sem dúvida vieram quando ouviram o tiro da espingarda e os assobios, já vinham preparados pra briga, traziam tochas acesas e cada um com uma espingarda também. O camponês que tava segurando a Sof pelo cabelo se aproximou deles, imagino que explicou do que se tratava tudo aquilo. Eles desceram dos cavalos e apontaram as espingardas pra gente também. O cachorro rosnava e mostrava os dentes numa postura ameaçadora, pronto pra atacar ao menor comando dos donos. Enquanto isso, o velho que tinha minha irmã Daniela aos pés se sentiu ainda mais seguro e apoiado com a chegada dos novos camponeses e do cachorro, então falou de novo. Virando pra Dani, começou a tirar o pau da calça enquanto dizia: "você também tá muito malcriada, putinha, vou te ensinar a tratar os mais velhos, chupa aqui!". Daniela, Sofia e eu arregalamos os olhos incrédulas. nunca imaginamos o rumo que a situação começava a tomar, a pica do velho era enorme, mesmo mole já parecia bem respeitável, cheia de rugas e bem grossa, parecia uma tromba de elefante, claro que bem menor, bom, nem tanto, mas guardando as proporções. Dani viu aquilo apavorada, balançando a centímetros do rosto dela e, com uma careta de nojo, virou a cabeça pro outro lado. Mas o velho puxou o cabelo dela, deu outro tapa e enfiou a pica enrugada nos lábios da minha irmã. Daniela não teve escolha senão abrir a boca e começar a chupar, mas com bastante dificuldade por causa do tamanho da pica enrugada do coroa. Parte 2 no próximo relato.
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