Obrigado pelos comentários, não imaginei que teria tanta atividade, é meu primeiro post e fiquei surpreso com a movimentação. Desculpe se demorar muito para fazer a segunda parte, estou esperando o momento certo para fazer uma boa história, não sou bom escrevendo, mas me excita fazer isso e contar os acontecimentos que vivi e relembrá-los.
Rita me fez gozar de um jeito que nunca tinha experimentado, mesmo sem ter penetração, foi a sensação mais gostosa que tive naquele momento. Depois daquela tarde, nossa relação ficou um pouco mais íntima, mais da parte dela, já que eu estava envergonhado, mas ela fazia de tudo para não ficar desconfortável e fazia piadas sobre isso e claro... dava umas investidas. Mas eu não tinha coragem de ir além, a respeitava muito e ela era uma boa pessoa. Então decidi não entrar na onda e tratá-la apenas como uma empregada doméstica. Mas eu tinha muita vontade de estar dentro dela e penetrá-la.
Ela folgava uma vez por semana, variava conforme ela decidia. Porque, pelo que eu entendia, ela parecia estar fazendo alguns cursos que exigiam trabalhar ao mesmo tempo, tipo estágios pré-profissionais. Era uma quinta-feira que ela resolveu folgar. Aí recebo uma mensagem de texto, era da Rita e começamos a conversar...
- Paolo, você está em casa? Ou está estudando?
- Oi Rita, não estou em casa nem estudando, estou no centro comprando umas coisas...
- Acha que pode me ajudar a comprar uma TV? É que estou sozinha e queria que você me ajudasse a levar a caixa.
- Hmmm, tá bom, onde você está...
Combinamos um ponto central e vi a Rita com uma roupa diferente. Como eu falei, ela sempre usava leggings, mas dessa vez veio com uma minissaia, que não era tão curta, mas se ela se agachasse dava para ver a bunda. Um top e um tênis. Ela estava muito gostosa, era incrivelmente excitante e difícil não escapar de uma ereção. Pegamos um táxi para ir ao shopping...
- Rita, mais ou menos de quantas polegadas você... pensa em comprar a TV?
- na real não sei - ela se apoia no meu ombro e sobe as pernas pro lado, como se estivesse deitada -... a gente vê o que acha
- Éééé - tava nervoso - Tá bom...
- pode esticar seu braço?... tipo me abraçando - foda, ela pega minha mão e coloca debaixo da saia na bunda dela, se aproxima do meu ouvido e diz - pega uma nádega...
- tem certeza? - fiz a pergunta idiota, desculpa, era minha primeira vez...
- Claro, quero sentir sua mão, agarra minha nádega, é sua sabe?...
Caralho Rita, pra me deixar com tesão ela era muito boa. Obedeci, e enquanto pegava aquela nádega redonda e quente, claro que meus dedos tavam metidos entre as nádegas dela, senti que ela tava usando um fio-dental de renda, meus dedos ficaram brincalhões e eu fiquei brincando com o cu dela, não tocava direto, por cima do fio-dental tava apalpando do jeito que eu queria. E ela, por sua vez, continuava falando comigo, como se nada tivesse acontecendo... Era minha, era minha putinha e eu podia tocar onde quisesse...
Ela sussurra - devagar, meu amor, me excita muito - me dá um beijo - já estamos chegando...
Descemos do táxi e não pude evitar cheirar minha mão que tinha apalpado aquela bunda linda que ela tinha... Que cheiro gostoso, a essência da Rita era tão deliciosa, que eu tava com vontade de empurrar ela num canto e meter... Rita percebeu que eu tava louco... Pegou minha mão e a gente caminhou como um casal até a loja...
- Calma, amor... vamos comprar nossa TV... - me dá um beijo no pescoço - mas isso fica pra outro dia...
- Como? a gente não ia comprar a TV?
- Ia, mas gostei tanto do jeito que você me meteu a mão que na real eu quero fazer amor com você...
- éééé - não sabia o que dizer -...
- vem tranquilo, que a gente já tá aqui e tem que comprar alguma coisa, né?
- Vale...
Eu tava tão excitado e tão nervoso, nunca tinha tido uma experiência sexual tão próxima... Mas tô tendo. Entramos numa loja, que claro vendia roupa de mulher, homem, eletrodomésticos, no Peru é conhecida como Saga Falabella, é tipo um Corte Inglês na Espanha. E ela me levou pra ver roupa... A gente passeou mas não a vi interessada em nada, até chegarmos na seção de lingerie...
- O que a gente faz aqui? - perguntei, um pouco desconfortável - não devia estar aqui...
- Ai, amor, é normal um casal entrar aqui, de quebra você me ajuda a escolher uma...
Eu estava desconfortável, nunca tinha entrado nessa área, mas meus olhos não sabiam o que escolher: tinha tangas de todas as cores, rendas, bodys, meias-calças e o mais estranho era que tudo me excitava... Mas não sabia como procurar e dizer pra ela, estava sem jeito. Naquela área só tinha outro homem, o resto eram mulheres. Mas ela nunca soltou minha mão e me levou pra parte mais sexy...
- Tá bom, amor - ela vira as costas, se inclina e rebola a bunda - o que você quer que eu vista pra mais tarde?...
- Engulo seco - Rita, tem certeza disso?...
- Claro que sim, quero ser sua mulher e é assim que agrado meus namorados... Escolhe o que quiser... ou quer que eu ajude?...
- É, talvez, não entendo muito disso...
- Vou escolher algo que você vai gostar, mas você já escolhe minha calcinha? - me olha toda submissa - escolhe, algo que você ache que vai ser gostoso quando esfregar seu pau delicioso entre minhas nádegas...
- Engulo seco - tá, tudo bem...
Nenhuma mulher tinha falado comigo daquele jeito, não me considero um cara atraente, não esperava que esse momento chegaria, mas estava aqui, com uma garota sexualmente atraente pra mim e ela estava à minha disposição... na minha busca encontrei uma fio-dental que gostei, era preta com um detalhe fofo na bunda... tipo assim
Eu mostro...
- Ai, Paolo, que manhoso você é - ela ri de modo provocante. - Vai dar pra ver meu cuzinho que você adora tocar, haha.
- Shhh - envergonhado - se te incomoda, sem problema, posso mudar...
- Nããão!!, como assim, eu também gosto, ia me deixar bem putinha e eu quero ser sua putinha...
Rita tinha um rosto tão excitante quando me dizia essas coisas, era muito tarada e, pra falar a verdade, eu gostava que ela fosse assim. Ela tinha escolhido umas coisas, mas não me deixou ver. Disse pra eu esperar do lado de fora da loja, que ela sairia pra me encontrar. Saí e não sabia como esconder a porra da ereção que eu tinha, nunca senti essa sensação de ter uma mulher e fazer o que quiser com ela, tipo um pornô, mas tá acontecendo na vida real...
Ela sai com as coisas na sacola da loja...
- Vamos, amor? Já comprei - ela feliz - vamos pegar um táxi.
- Pra onde? - digo com um pouco de medo - na minha casa tem minha família...
- Nem pensar, haha, quero transar, quero que você me possua... Vamos pra um motel...
- Desculpa, mas não conheço nenhum, nunca fui num... - tava cagando de nervoso, muito nervoso e o pau tava tão duro que tava apertando a calça...
- Relaxa, te levo num que eu gosto muito...
Pegamos o táxi, mas dessa vez não teve mão no bumbum dela, fiquei tranquilo, mesmo ela querendo que eu fizesse... Chegamos no motel, era um motel chique, mas temático. Fiquei preocupado com o preço, comento, mas ela diz que eu pago depois na cama e espera que eu seja obediente... Me deixa em choque... Mas pelo visto ela já tinha reservado o quarto, pediu o cartão e subimos no elevador...
- Gostou do motel, querido? - Ela encosta na parede, levanta a saia e me mostra toda a sua bunda - gosta da minha bunda, né?
- Rita, tem câmeras - tava assustado, me aproximo e enfio a mão - tô excitado...
- Aahh, calma, meu amor, quero que vejam a putinha que você vai comer hoje à noite...
- Inclino mais o quadril dela... - O que você trouxe na sacola?...
- Algo que espero que te faça... gozar várias vezes...
Chegamos no quarto, estava escuro, mas sexy, com uma luz suave, perfeito tipo um filme de 50 tons de cinza...
Tem a terceira parte e a última, espero seus comentários, gostei de ler e saber que vocês curtiram a história
Rita me fez gozar de um jeito que nunca tinha experimentado, mesmo sem ter penetração, foi a sensação mais gostosa que tive naquele momento. Depois daquela tarde, nossa relação ficou um pouco mais íntima, mais da parte dela, já que eu estava envergonhado, mas ela fazia de tudo para não ficar desconfortável e fazia piadas sobre isso e claro... dava umas investidas. Mas eu não tinha coragem de ir além, a respeitava muito e ela era uma boa pessoa. Então decidi não entrar na onda e tratá-la apenas como uma empregada doméstica. Mas eu tinha muita vontade de estar dentro dela e penetrá-la.
Ela folgava uma vez por semana, variava conforme ela decidia. Porque, pelo que eu entendia, ela parecia estar fazendo alguns cursos que exigiam trabalhar ao mesmo tempo, tipo estágios pré-profissionais. Era uma quinta-feira que ela resolveu folgar. Aí recebo uma mensagem de texto, era da Rita e começamos a conversar...
- Paolo, você está em casa? Ou está estudando?
- Oi Rita, não estou em casa nem estudando, estou no centro comprando umas coisas...
- Acha que pode me ajudar a comprar uma TV? É que estou sozinha e queria que você me ajudasse a levar a caixa.
- Hmmm, tá bom, onde você está...
Combinamos um ponto central e vi a Rita com uma roupa diferente. Como eu falei, ela sempre usava leggings, mas dessa vez veio com uma minissaia, que não era tão curta, mas se ela se agachasse dava para ver a bunda. Um top e um tênis. Ela estava muito gostosa, era incrivelmente excitante e difícil não escapar de uma ereção. Pegamos um táxi para ir ao shopping...
- Rita, mais ou menos de quantas polegadas você... pensa em comprar a TV?
- na real não sei - ela se apoia no meu ombro e sobe as pernas pro lado, como se estivesse deitada -... a gente vê o que acha
- Éééé - tava nervoso - Tá bom...
- pode esticar seu braço?... tipo me abraçando - foda, ela pega minha mão e coloca debaixo da saia na bunda dela, se aproxima do meu ouvido e diz - pega uma nádega...
- tem certeza? - fiz a pergunta idiota, desculpa, era minha primeira vez...
- Claro, quero sentir sua mão, agarra minha nádega, é sua sabe?...
Caralho Rita, pra me deixar com tesão ela era muito boa. Obedeci, e enquanto pegava aquela nádega redonda e quente, claro que meus dedos tavam metidos entre as nádegas dela, senti que ela tava usando um fio-dental de renda, meus dedos ficaram brincalhões e eu fiquei brincando com o cu dela, não tocava direto, por cima do fio-dental tava apalpando do jeito que eu queria. E ela, por sua vez, continuava falando comigo, como se nada tivesse acontecendo... Era minha, era minha putinha e eu podia tocar onde quisesse...
Ela sussurra - devagar, meu amor, me excita muito - me dá um beijo - já estamos chegando...
Descemos do táxi e não pude evitar cheirar minha mão que tinha apalpado aquela bunda linda que ela tinha... Que cheiro gostoso, a essência da Rita era tão deliciosa, que eu tava com vontade de empurrar ela num canto e meter... Rita percebeu que eu tava louco... Pegou minha mão e a gente caminhou como um casal até a loja...
- Calma, amor... vamos comprar nossa TV... - me dá um beijo no pescoço - mas isso fica pra outro dia...
- Como? a gente não ia comprar a TV?
- Ia, mas gostei tanto do jeito que você me meteu a mão que na real eu quero fazer amor com você...
- éééé - não sabia o que dizer -...
- vem tranquilo, que a gente já tá aqui e tem que comprar alguma coisa, né?
- Vale...
Eu tava tão excitado e tão nervoso, nunca tinha tido uma experiência sexual tão próxima... Mas tô tendo. Entramos numa loja, que claro vendia roupa de mulher, homem, eletrodomésticos, no Peru é conhecida como Saga Falabella, é tipo um Corte Inglês na Espanha. E ela me levou pra ver roupa... A gente passeou mas não a vi interessada em nada, até chegarmos na seção de lingerie...
- O que a gente faz aqui? - perguntei, um pouco desconfortável - não devia estar aqui...
- Ai, amor, é normal um casal entrar aqui, de quebra você me ajuda a escolher uma...
Eu estava desconfortável, nunca tinha entrado nessa área, mas meus olhos não sabiam o que escolher: tinha tangas de todas as cores, rendas, bodys, meias-calças e o mais estranho era que tudo me excitava... Mas não sabia como procurar e dizer pra ela, estava sem jeito. Naquela área só tinha outro homem, o resto eram mulheres. Mas ela nunca soltou minha mão e me levou pra parte mais sexy...
- Tá bom, amor - ela vira as costas, se inclina e rebola a bunda - o que você quer que eu vista pra mais tarde?...
- Engulo seco - Rita, tem certeza disso?...
- Claro que sim, quero ser sua mulher e é assim que agrado meus namorados... Escolhe o que quiser... ou quer que eu ajude?...
- É, talvez, não entendo muito disso...
- Vou escolher algo que você vai gostar, mas você já escolhe minha calcinha? - me olha toda submissa - escolhe, algo que você ache que vai ser gostoso quando esfregar seu pau delicioso entre minhas nádegas...
- Engulo seco - tá, tudo bem...
Nenhuma mulher tinha falado comigo daquele jeito, não me considero um cara atraente, não esperava que esse momento chegaria, mas estava aqui, com uma garota sexualmente atraente pra mim e ela estava à minha disposição... na minha busca encontrei uma fio-dental que gostei, era preta com um detalhe fofo na bunda... tipo assim
Eu mostro...
- Ai, Paolo, que manhoso você é - ela ri de modo provocante. - Vai dar pra ver meu cuzinho que você adora tocar, haha.
- Shhh - envergonhado - se te incomoda, sem problema, posso mudar...
- Nããão!!, como assim, eu também gosto, ia me deixar bem putinha e eu quero ser sua putinha...
Rita tinha um rosto tão excitante quando me dizia essas coisas, era muito tarada e, pra falar a verdade, eu gostava que ela fosse assim. Ela tinha escolhido umas coisas, mas não me deixou ver. Disse pra eu esperar do lado de fora da loja, que ela sairia pra me encontrar. Saí e não sabia como esconder a porra da ereção que eu tinha, nunca senti essa sensação de ter uma mulher e fazer o que quiser com ela, tipo um pornô, mas tá acontecendo na vida real...
Ela sai com as coisas na sacola da loja...
- Vamos, amor? Já comprei - ela feliz - vamos pegar um táxi.
- Pra onde? - digo com um pouco de medo - na minha casa tem minha família...
- Nem pensar, haha, quero transar, quero que você me possua... Vamos pra um motel...
- Desculpa, mas não conheço nenhum, nunca fui num... - tava cagando de nervoso, muito nervoso e o pau tava tão duro que tava apertando a calça...
- Relaxa, te levo num que eu gosto muito...
Pegamos o táxi, mas dessa vez não teve mão no bumbum dela, fiquei tranquilo, mesmo ela querendo que eu fizesse... Chegamos no motel, era um motel chique, mas temático. Fiquei preocupado com o preço, comento, mas ela diz que eu pago depois na cama e espera que eu seja obediente... Me deixa em choque... Mas pelo visto ela já tinha reservado o quarto, pediu o cartão e subimos no elevador...
- Gostou do motel, querido? - Ela encosta na parede, levanta a saia e me mostra toda a sua bunda - gosta da minha bunda, né?
- Rita, tem câmeras - tava assustado, me aproximo e enfio a mão - tô excitado...
- Aahh, calma, meu amor, quero que vejam a putinha que você vai comer hoje à noite...
- Inclino mais o quadril dela... - O que você trouxe na sacola?...
- Algo que espero que te faça... gozar várias vezes...Chegamos no quarto, estava escuro, mas sexy, com uma luz suave, perfeito tipo um filme de 50 tons de cinza...
Tem a terceira parte e a última, espero seus comentários, gostei de ler e saber que vocês curtiram a história
0 comentários - Soy un enfermo de las tangas! Parte 2