Olá, me chamo Paolo, sou um jovem peruano de 24 anos, moro na capital. Essa é minha primeira história, espero que gostem.
Quando eu estava na escola, era um moleque superprotegido pelos meus pais. Na época, não dei importância pra isso, mas sentia uma baita inveja dos meus colegas. Geralmente, eu ouvia tudo o que eles faziam no fim de semana e adoraria ter feito parte daquelas histórias... Mas fazer o quê, eu era limitado.
Quando saí da escola, chegou a hora de construir meu futuro. Isso significava que eu precisava sair, seja pra virar a noite estudando ou simplesmente pra ser jovem e ir pra encontros, festas, etc. Pra meus pais, foi um choque, mas com o tempo, o medo de eu sair por aí sem cuidado foi diminuindo.
Nessa descoberta, quando eu me locomovia pras minhas atividades, obviamente usava transporte público. Diferente de estar sob os cuidados dos meus pais, eu tava sozinho no ônibus e tinha aquele espaço pra observar e ter meus próprios pensamentos... E virou meu lugar favorito, hahaha. Porque eu via muitas mulheres. Mulheres altas, baixas, magras, gordas... de rabão... peitudas... Eu observava muito as roupas delas e adorava imaginar umas coisas. Vale dizer que eu era casto e inocente, por assim dizer.
Em todas essas viagens, percebi que gostava de mulheres de rabão, não ligava muito pra peitos, só queria que tivessem uma bunda boa e umas curvas gostosas. Era um doente, porque nem disfarçava o olhar, ficava besta vendo uma mulher de bucetão... Felizmente, nunca tive problemas por ser tarado, mas admito, era um tarado doente e safado.
Um dia, voltando pra casa, encontro meus pais sentados com uma moça nova, chamada Rita, que tava fazendo entrevista. Parece que minha mãe (que geralmente ficava em casa) tinha arrumado um emprego e decidiu contratar alguém pra ajudar com os serviços de casa. E a Rita era uma candidata. Mas eu tinha um probleminha... Ela era perfeita!
Era uma mulher baixinha, mais ou menos 1,60m. Tinha um rostinho meigo, mas com um olhar provocante. Pele lisa e macia, uns peitos médios... E o melhor... Uns quadris e uma bunda LINDA, que a cintura fina dela ainda destacava mais. Era linda demais e sexy pra caralho...
- Ela se aproxima - Prazer, você deve ser o Paolo, me chamo Rita - estende a mão.
- Prazer... quem é ela, mãe?
- É a nova empregada da casa, vai nos ajudar. Se precisar de qualquer coisa, é só pedir pra Rita. Ela vem todos os dias.
- Eu - Ah, beleza, prazer Rita, espero que você se sinta à vontade (mas tava uma gostosa)... Bom, vou deixar vocês, preciso descansar, o dia foi cansativo pra cacete.
Tudo foi perfeito com a Rita, era uma mina responsável, pontual e papo bom. Era legal conversar com ela e a gente acabou criando uma amizade, onde eu podia falar sobre qualquer coisa. Mas ela tinha uma coisa que me deixava intrigado e que ela sempre usava na roupa... Ela vivia de legging e tinha várias, sempre via ela com uma diferente, de várias cores... Mas tinha uma que eu adorava, minha favorita... Era uma legging preta, tipo cetim, e quando ela se abaixava... puta merda, dava pra ver a calcinha dela. E porra, me dava umas ereções do caralho, ela usava calcinha normal, mas pra mim, naquela época, já era excitante demais.
Um dia, sento pra almoçar, como sempre ela me serve a comida e tava usando a legging que eu gostava. Eu, como um tarado, queria ver com o que ela ia me surpreender naquele dia... E cometi o erro de olhar... ela se abaixou pra pegar alguma coisa do chão e eu vi uma tanga preta de renda... Claro, naquela época, ver aquilo foi uma loucura. Segue a imagem de referência da tanga.
Caralho, tive uma ereção tão forte que precisei ir ao banheiro me acalmar... Levantei pra isso e, nisso, a Rita me olha...
— Já terminou seu... hahaha — ela solta uma risada de vergonha, pelo que percebi.
— Não... Já volto — tampei com as mãos a ereção que tava — já volto.
— Não, Paolo, o que foi? Fica tranquilo, essa ereção deve ter um motivo — ela fala num tom calmo — vem, me conta.
— Não, Rita, você sabe, é a juventude, às vezes sobe do nada.
— Não acredito... — ela me dá um tapinha no ombro — vai, homem, me fala.
Tava nervoso, mas ela insistia em saber o motivo. Percebo que naquela época eu era fácil de manipular haha, mas enfim, decidi contar.
— Rita, me desculpa, mas te vi se abaixando e, bom, deu pra ver sua calcinha... e a verdade é que me excitou muito. Me perdoa mesmo, não quero te deixar desconfortável, tô errado...
Rita começa a rir discretamente, se aproxima de mim e pega nas minhas mãos...
— Paolo, vou te contar uma história — sentamos — No meu último relacionamento, meu ex gostava muito de lingerie. Ele sempre comprava pra mim e gostava que eu usasse. Sinceramente, eu também gostava de como ficava em mim e usava sem problemas... Na separação, decidi jogar fora todos os presentes, incluindo as calcinhas fio dental.
— Ah, desculpa se te fiz lembrar dessa história.
— Fica tranquilo — ela me levanta, pega numa das minhas mãos e me leva pro meu quarto — Olha, já volto, mas quando eu voltar, quero que você tire a calça... — fechou a porta e me deixou sozinho no quarto.
Fiquei em choque, não sabia o que fazer. Tava pensando em tanta coisa que nem percebi o tempo passar. Rita entra no quarto... E tinha tirado a blusa que usava, e tava usando uns saltos altos que eram da minha mãe... Só fui perceber naquele momento que salto dá forma à mulher... mas como era gostoso ver aquela legging, aquela bunda e aquelas cadeiras com os saltos...
— Paolo! — ela fala, irritada — o que eu te falei?
— Gaguejando — éééé, desculpa — tava hipnotizado com o que eu via...
- Ai - ela se encosta na parede, mostrando aquele rabão... - Bom, continuando a história, aquela calcinha fio dental que você viu foi a primeira que comprei depois que me separei do meu ex... E pra ser sincera, fico feliz que tenha te excitado daquele jeito...
Caramba, que mulher, eu adorava como ela rebolava a bunda...
- Paolo, quero que você me toque, sente minha bunda, minha cintura... - ela joga um travesseiro no chão pra eu me ajoelhar e ver ela de perto... - vem sem medo
Eu me agacho e, pra ser sincero, a primeira coisa que fiz foi isso...
- MMM Paolo - ela gemia sensualmente - tira o pau pra fora...
Eu tirei o pau, nunca tinha visto ele tão grande e pulsando. Rita traz um creme e começa a passar um monte no meu pau. Nunca ninguém tinha segurado meu membro, mas como ela fazia gostoso...
- Meu amor - Rita me diz - abaixa minha legging, mas não tira a calcinha fio dental - Ela se vira e se curva
- Deus, Rita, que bunda gostosa - tive dificuldade pra abaixar a legging, ela tinha o rabo tão empinado que era foda... consegui abaixar.
- me dá suas mãos - ela passa bastante creme nas minhas mãos - amor, quero que você apalpe minha bunda, enche de creme entre minhas nádegas...
Ela começa a se curvar mais, mostrando toda a rabeta, comecei a tocar a bunda toda dela, sentia o cu dela se abrindo cada vez que passava minha mão... Ela gemia igual uma puta no cio e eu tava tão excitado que queria meter...
- Paolo, meu amor, quero que você meta... mas sei que não tem camisinha... - porra, ela pega meu pau e coloca entre as nádegas dela - Esfrega, meu amor, quero sentir seu pau esfregando no meu cu...
- Mmm Rita, que gostoso seu cu... - agarrei a cintura larga dela e comecei a esfregar, como meu pau se enterrava naquela bunda enorme...
Ela me dizia umas putarias...
- Ai que gostoso, meu amor, sou sua putinha, arrebenta minha calcinha com seu pau, me come gostoso
- Toma, putinha - ela gemia mais, pedia pra eu dar uns tapas na bunda dela... - hmm, caralho, amo essa sua bunda grande - eu apertava mais, adorava o calor e o molhado da bunda dela.
- Enche minha cara de porra, Paolo, quero que suje minhas costas todinhas.
Não consegui mais me segurar, saiu tanto leite que até eu me surpreendi....
Tem parte 2. Se curtiu, escreve nos comentários pra eu continuar essa história.
Quando eu estava na escola, era um moleque superprotegido pelos meus pais. Na época, não dei importância pra isso, mas sentia uma baita inveja dos meus colegas. Geralmente, eu ouvia tudo o que eles faziam no fim de semana e adoraria ter feito parte daquelas histórias... Mas fazer o quê, eu era limitado.
Quando saí da escola, chegou a hora de construir meu futuro. Isso significava que eu precisava sair, seja pra virar a noite estudando ou simplesmente pra ser jovem e ir pra encontros, festas, etc. Pra meus pais, foi um choque, mas com o tempo, o medo de eu sair por aí sem cuidado foi diminuindo.
Nessa descoberta, quando eu me locomovia pras minhas atividades, obviamente usava transporte público. Diferente de estar sob os cuidados dos meus pais, eu tava sozinho no ônibus e tinha aquele espaço pra observar e ter meus próprios pensamentos... E virou meu lugar favorito, hahaha. Porque eu via muitas mulheres. Mulheres altas, baixas, magras, gordas... de rabão... peitudas... Eu observava muito as roupas delas e adorava imaginar umas coisas. Vale dizer que eu era casto e inocente, por assim dizer.
Em todas essas viagens, percebi que gostava de mulheres de rabão, não ligava muito pra peitos, só queria que tivessem uma bunda boa e umas curvas gostosas. Era um doente, porque nem disfarçava o olhar, ficava besta vendo uma mulher de bucetão... Felizmente, nunca tive problemas por ser tarado, mas admito, era um tarado doente e safado.
Um dia, voltando pra casa, encontro meus pais sentados com uma moça nova, chamada Rita, que tava fazendo entrevista. Parece que minha mãe (que geralmente ficava em casa) tinha arrumado um emprego e decidiu contratar alguém pra ajudar com os serviços de casa. E a Rita era uma candidata. Mas eu tinha um probleminha... Ela era perfeita!
Era uma mulher baixinha, mais ou menos 1,60m. Tinha um rostinho meigo, mas com um olhar provocante. Pele lisa e macia, uns peitos médios... E o melhor... Uns quadris e uma bunda LINDA, que a cintura fina dela ainda destacava mais. Era linda demais e sexy pra caralho...
- Ela se aproxima - Prazer, você deve ser o Paolo, me chamo Rita - estende a mão.
- Prazer... quem é ela, mãe?
- É a nova empregada da casa, vai nos ajudar. Se precisar de qualquer coisa, é só pedir pra Rita. Ela vem todos os dias.
- Eu - Ah, beleza, prazer Rita, espero que você se sinta à vontade (mas tava uma gostosa)... Bom, vou deixar vocês, preciso descansar, o dia foi cansativo pra cacete.
Tudo foi perfeito com a Rita, era uma mina responsável, pontual e papo bom. Era legal conversar com ela e a gente acabou criando uma amizade, onde eu podia falar sobre qualquer coisa. Mas ela tinha uma coisa que me deixava intrigado e que ela sempre usava na roupa... Ela vivia de legging e tinha várias, sempre via ela com uma diferente, de várias cores... Mas tinha uma que eu adorava, minha favorita... Era uma legging preta, tipo cetim, e quando ela se abaixava... puta merda, dava pra ver a calcinha dela. E porra, me dava umas ereções do caralho, ela usava calcinha normal, mas pra mim, naquela época, já era excitante demais.
Um dia, sento pra almoçar, como sempre ela me serve a comida e tava usando a legging que eu gostava. Eu, como um tarado, queria ver com o que ela ia me surpreender naquele dia... E cometi o erro de olhar... ela se abaixou pra pegar alguma coisa do chão e eu vi uma tanga preta de renda... Claro, naquela época, ver aquilo foi uma loucura. Segue a imagem de referência da tanga.
Caralho, tive uma ereção tão forte que precisei ir ao banheiro me acalmar... Levantei pra isso e, nisso, a Rita me olha...— Já terminou seu... hahaha — ela solta uma risada de vergonha, pelo que percebi.
— Não... Já volto — tampei com as mãos a ereção que tava — já volto.
— Não, Paolo, o que foi? Fica tranquilo, essa ereção deve ter um motivo — ela fala num tom calmo — vem, me conta.
— Não, Rita, você sabe, é a juventude, às vezes sobe do nada.
— Não acredito... — ela me dá um tapinha no ombro — vai, homem, me fala.
Tava nervoso, mas ela insistia em saber o motivo. Percebo que naquela época eu era fácil de manipular haha, mas enfim, decidi contar.
— Rita, me desculpa, mas te vi se abaixando e, bom, deu pra ver sua calcinha... e a verdade é que me excitou muito. Me perdoa mesmo, não quero te deixar desconfortável, tô errado...
Rita começa a rir discretamente, se aproxima de mim e pega nas minhas mãos...
— Paolo, vou te contar uma história — sentamos — No meu último relacionamento, meu ex gostava muito de lingerie. Ele sempre comprava pra mim e gostava que eu usasse. Sinceramente, eu também gostava de como ficava em mim e usava sem problemas... Na separação, decidi jogar fora todos os presentes, incluindo as calcinhas fio dental.
— Ah, desculpa se te fiz lembrar dessa história.
— Fica tranquilo — ela me levanta, pega numa das minhas mãos e me leva pro meu quarto — Olha, já volto, mas quando eu voltar, quero que você tire a calça... — fechou a porta e me deixou sozinho no quarto.
Fiquei em choque, não sabia o que fazer. Tava pensando em tanta coisa que nem percebi o tempo passar. Rita entra no quarto... E tinha tirado a blusa que usava, e tava usando uns saltos altos que eram da minha mãe... Só fui perceber naquele momento que salto dá forma à mulher... mas como era gostoso ver aquela legging, aquela bunda e aquelas cadeiras com os saltos...
— Paolo! — ela fala, irritada — o que eu te falei?
— Gaguejando — éééé, desculpa — tava hipnotizado com o que eu via...
- Ai - ela se encosta na parede, mostrando aquele rabão... - Bom, continuando a história, aquela calcinha fio dental que você viu foi a primeira que comprei depois que me separei do meu ex... E pra ser sincera, fico feliz que tenha te excitado daquele jeito...
Caramba, que mulher, eu adorava como ela rebolava a bunda...
- Paolo, quero que você me toque, sente minha bunda, minha cintura... - ela joga um travesseiro no chão pra eu me ajoelhar e ver ela de perto... - vem sem medo
Eu me agacho e, pra ser sincero, a primeira coisa que fiz foi isso...
- MMM Paolo - ela gemia sensualmente - tira o pau pra fora... Eu tirei o pau, nunca tinha visto ele tão grande e pulsando. Rita traz um creme e começa a passar um monte no meu pau. Nunca ninguém tinha segurado meu membro, mas como ela fazia gostoso...
- Meu amor - Rita me diz - abaixa minha legging, mas não tira a calcinha fio dental - Ela se vira e se curva
- Deus, Rita, que bunda gostosa - tive dificuldade pra abaixar a legging, ela tinha o rabo tão empinado que era foda... consegui abaixar.
- me dá suas mãos - ela passa bastante creme nas minhas mãos - amor, quero que você apalpe minha bunda, enche de creme entre minhas nádegas...
Ela começa a se curvar mais, mostrando toda a rabeta, comecei a tocar a bunda toda dela, sentia o cu dela se abrindo cada vez que passava minha mão... Ela gemia igual uma puta no cio e eu tava tão excitado que queria meter...
- Paolo, meu amor, quero que você meta... mas sei que não tem camisinha... - porra, ela pega meu pau e coloca entre as nádegas dela - Esfrega, meu amor, quero sentir seu pau esfregando no meu cu...
- Mmm Rita, que gostoso seu cu... - agarrei a cintura larga dela e comecei a esfregar, como meu pau se enterrava naquela bunda enorme...
Ela me dizia umas putarias...- Ai que gostoso, meu amor, sou sua putinha, arrebenta minha calcinha com seu pau, me come gostoso
- Toma, putinha - ela gemia mais, pedia pra eu dar uns tapas na bunda dela... - hmm, caralho, amo essa sua bunda grande - eu apertava mais, adorava o calor e o molhado da bunda dela.
- Enche minha cara de porra, Paolo, quero que suje minhas costas todinhas.
Não consegui mais me segurar, saiu tanto leite que até eu me surpreendi....
Tem parte 2. Se curtiu, escreve nos comentários pra eu continuar essa história.
2 comentários - Soy un enfermo con las tangas! Historia de mis inicios