Fala, poringas boys/as! Aqui vai uma história bem fresquinha do sábado passado, mas pra vocês entenderem direitinho, preciso voltar no tempo.
Antes de tudo, Kiara não é o nome real, mas a gente mantém a boa e velha tradição de não dar nomes verdadeiros na dúvida, né?
Na minha adolescência, eu tinha uma banda com uns amigos, a gente vivia junto, zero responsabilidades, só trampando pra bancar nossos vícios. Aos sábados à noite, a gente ia num bar de quinta categoria aqui na zona oeste, onde tocava a música que a gente curtia (e ainda curte), cheio de figura estranha, cabelo colorido, muito álcool e som bem alto. Passávamos a noite lá, conhecendo gente, falando merda, tentando pegar alguma mina, a mesma coisa que todo mundo faz.
Na mesa do lado, tinha uma "matilha" de caras e minas, e entre eles estava a Kiara, que veio pedir um cigarro e começamos a conversar. Na época, eu tinha 24 anos e ela 19, uma gatinha, baixinha, cabelo preto ondulado e o maior destaque dela: um par de peitos enormes, sem mais. A gente contou que tinha uma banda, tal e tal, que ensaiava aos domingos em tal lugar, e ela falou: "Dahora, vou ver vocês". Ficou por isso, numa conversa de bêbado, e depois a gente foi embora e pronto.
No dia seguinte, a gente se encontrou na sala de ensaio como sempre e, ó surpresa, a jovem apareceu. Bom, ela ficou no ensaio, curtiu a banda e começou a vir todo domingo. Trazia os amigos e amigas dela, e foi criando um vínculo foda com ela, a ponto de que, toda vez que a gente tocava em algum lugar, ela tava lá. Ajudava a carregar as coisas, dava uma mão no palco, saía com a gente pra colar cartazes dos shows, e ela vinha junto. Já era uma de nós, cuidava de tudo, era nossa fã número 1. Mas nada com ninguém até aquele momento, nem a gente via ela assim, porque era tipo nossa "mimadinha" – se tocasse nela, o bagulho ia pro caralho.
Um dia, depois de um show, a gente carregou tudo nos nossos carros. e fomos embora, e o que eu sempre fazia era levar ela primeiro na casa dela e depois ir pra minha (às vezes outro dos caras levava ela) e ela me disse que não queria ir pra casa dela, se podia ficar na minha casa. Naquela época eu ainda morava com a minha mãe, mas era de boa e ela não enchia o saco, então eu disse que sim e fomos pra casa. Bom, vou resumindo, naquela noite aconteceu o que tinha que acontecer e a gente transou, foi uma delícia, mas não é isso que eu queria contar hoje haha. A que eu quero contar é a mais recente e aconteceu no último sábado.
Depois de um tempo, a banda se dissolveu por vários motivos. Embora eu e a Kiara tenhamos nos visto por mais um tempo, depois ela se mudou pra longe e a gente não se via mais, só algumas ligações de vez em quando e nada mais. E a vida seguiu pra todo mundo, cada um construiu a sua vida. A gente quase não se falava, eu sabia dela tanto quanto ela sabia de mim pelas redes sociais e só, cumprimentos de praxe nos aniversários e pronto. Ela agora tem 4 caras, mora no cu do mundo, ou seja... nada... foi. Mas umas semanas atrás, ela comentou um status meu no WhatsApp e a gente começou a conversar, lembrou disso, daquilo e blá blá blá, até que chegamos no assunto sexual e lembramos daquelas noites e aí tudo desandou. Só de trocar mensagens já ficava de pau duro, até que eu disse pra ela vir no sábado, que eu tava comemorando meu aniversário e queria ela aqui com a gente (tenho a vantagem de que minha esposa trabalha em eventos nos fins de semana). E aqui em casa sempre tem umas resenhas com a galera. "Deixa eu me organizar", ela disse, e pronto, "vou sim". "Vem cedo antes de todo mundo chegar" (uma puta bagunça, ela tinha que ver com quem deixar as crianças e ainda a viagem que ela tem até aqui). Resumindo, combinamos dela vir umas 18h, que nessa hora eu já tô sozinho, até que recebi o último WhatsApp dela: "se prepara porque da chupada de pau que vou te dar, vou deixar teus ovos secos". Eu já tava com o pau batendo no queixo. Ela me avisou quando tava chegando e eu disse que ia esperar ela na A praça aqui perto, então fui, sentei num dos bancos e vi ela vindo. Caralho, falei, essa gostosa pariu 4 caras?? Uma beleza de mulher (hoje tão com 39), saia jeans curtinha, regata preta bem colada no corpo mostrando aquelas tetonas enormes, piercings estrategicamente sexys, cabelo solto e maquiada como sempre, igual quando era novinha. A pika não aguentava mais. Nos encontramos e nos abraçamos, e não quis meter a língua porque no bairro não vou queimar o filme. Então viemos pra casa e, assim que passamos a porta, começamos a nos comer de boca como moleques de 15 anos e já descontrolou tudo. Começamos a nos apalpar mutuamente por todo lado. Sentei ela em cima da mesa da sala, tirei os peitos dela pra fora e não parava de chupar e agarrar com força enquanto ela gemia baixinho e tentava pegar na minha pika dura por cima da bermuda. Até que ela abaixou o zíper e deixou cair, baixei minha cueca e lá saiu minha pika, duríssima. Ela desceu da mesa, sentou na cadeira e eu de pé enquanto ela me fazia um boquete mágico e me acariciava a bunda (ela tem uma obsessão pelo meu rabo). Eu acariciava ela toda, querendo chegar na pussy dela, que ainda tava com a saia jeans, até que fiz ela parar. E enquanto nos dávamos linguadas, baixei tudo junto, saia e calcinha fio dental. Ela tava molhadíssima. Sentei ela de novo na mesa, me sentei na cadeira e comecei a chupar aquela pussy deliciosa, bem depilada, com cheirinho de perfume, uma loucura. Assim que estávamos, levantei enquanto ela continuava sentada na mesa e enfiei tudo. A pussy dela vibrou, ela gozou na hora, tava extremamente excitada, e eu não demorei muito mais... Quando falei que ia gozar, ela tirou, sentou pra chupar até eu explodir na boca dela e saiu o primeiro. Ficamos abraçados, curtindo nosso reencontro depois de quase 15 anos sem nos ver. Teve mais uma transa e depois fomos pro quintal, acendi a fogueira, começou a chegar o pessoal. A gente se divertiu pra caralho e lá pras 3 da manhã tudo acabou, eu feliz da vida, meu melhor aniversário em anos, de longe.
Espero não ter entediado vocês, mas tava com uma puta necessidade de contar isso!
Antes de tudo, Kiara não é o nome real, mas a gente mantém a boa e velha tradição de não dar nomes verdadeiros na dúvida, né?
Na minha adolescência, eu tinha uma banda com uns amigos, a gente vivia junto, zero responsabilidades, só trampando pra bancar nossos vícios. Aos sábados à noite, a gente ia num bar de quinta categoria aqui na zona oeste, onde tocava a música que a gente curtia (e ainda curte), cheio de figura estranha, cabelo colorido, muito álcool e som bem alto. Passávamos a noite lá, conhecendo gente, falando merda, tentando pegar alguma mina, a mesma coisa que todo mundo faz.
Na mesa do lado, tinha uma "matilha" de caras e minas, e entre eles estava a Kiara, que veio pedir um cigarro e começamos a conversar. Na época, eu tinha 24 anos e ela 19, uma gatinha, baixinha, cabelo preto ondulado e o maior destaque dela: um par de peitos enormes, sem mais. A gente contou que tinha uma banda, tal e tal, que ensaiava aos domingos em tal lugar, e ela falou: "Dahora, vou ver vocês". Ficou por isso, numa conversa de bêbado, e depois a gente foi embora e pronto.
No dia seguinte, a gente se encontrou na sala de ensaio como sempre e, ó surpresa, a jovem apareceu. Bom, ela ficou no ensaio, curtiu a banda e começou a vir todo domingo. Trazia os amigos e amigas dela, e foi criando um vínculo foda com ela, a ponto de que, toda vez que a gente tocava em algum lugar, ela tava lá. Ajudava a carregar as coisas, dava uma mão no palco, saía com a gente pra colar cartazes dos shows, e ela vinha junto. Já era uma de nós, cuidava de tudo, era nossa fã número 1. Mas nada com ninguém até aquele momento, nem a gente via ela assim, porque era tipo nossa "mimadinha" – se tocasse nela, o bagulho ia pro caralho.
Um dia, depois de um show, a gente carregou tudo nos nossos carros. e fomos embora, e o que eu sempre fazia era levar ela primeiro na casa dela e depois ir pra minha (às vezes outro dos caras levava ela) e ela me disse que não queria ir pra casa dela, se podia ficar na minha casa. Naquela época eu ainda morava com a minha mãe, mas era de boa e ela não enchia o saco, então eu disse que sim e fomos pra casa. Bom, vou resumindo, naquela noite aconteceu o que tinha que acontecer e a gente transou, foi uma delícia, mas não é isso que eu queria contar hoje haha. A que eu quero contar é a mais recente e aconteceu no último sábado.
Depois de um tempo, a banda se dissolveu por vários motivos. Embora eu e a Kiara tenhamos nos visto por mais um tempo, depois ela se mudou pra longe e a gente não se via mais, só algumas ligações de vez em quando e nada mais. E a vida seguiu pra todo mundo, cada um construiu a sua vida. A gente quase não se falava, eu sabia dela tanto quanto ela sabia de mim pelas redes sociais e só, cumprimentos de praxe nos aniversários e pronto. Ela agora tem 4 caras, mora no cu do mundo, ou seja... nada... foi. Mas umas semanas atrás, ela comentou um status meu no WhatsApp e a gente começou a conversar, lembrou disso, daquilo e blá blá blá, até que chegamos no assunto sexual e lembramos daquelas noites e aí tudo desandou. Só de trocar mensagens já ficava de pau duro, até que eu disse pra ela vir no sábado, que eu tava comemorando meu aniversário e queria ela aqui com a gente (tenho a vantagem de que minha esposa trabalha em eventos nos fins de semana). E aqui em casa sempre tem umas resenhas com a galera. "Deixa eu me organizar", ela disse, e pronto, "vou sim". "Vem cedo antes de todo mundo chegar" (uma puta bagunça, ela tinha que ver com quem deixar as crianças e ainda a viagem que ela tem até aqui). Resumindo, combinamos dela vir umas 18h, que nessa hora eu já tô sozinho, até que recebi o último WhatsApp dela: "se prepara porque da chupada de pau que vou te dar, vou deixar teus ovos secos". Eu já tava com o pau batendo no queixo. Ela me avisou quando tava chegando e eu disse que ia esperar ela na A praça aqui perto, então fui, sentei num dos bancos e vi ela vindo. Caralho, falei, essa gostosa pariu 4 caras?? Uma beleza de mulher (hoje tão com 39), saia jeans curtinha, regata preta bem colada no corpo mostrando aquelas tetonas enormes, piercings estrategicamente sexys, cabelo solto e maquiada como sempre, igual quando era novinha. A pika não aguentava mais. Nos encontramos e nos abraçamos, e não quis meter a língua porque no bairro não vou queimar o filme. Então viemos pra casa e, assim que passamos a porta, começamos a nos comer de boca como moleques de 15 anos e já descontrolou tudo. Começamos a nos apalpar mutuamente por todo lado. Sentei ela em cima da mesa da sala, tirei os peitos dela pra fora e não parava de chupar e agarrar com força enquanto ela gemia baixinho e tentava pegar na minha pika dura por cima da bermuda. Até que ela abaixou o zíper e deixou cair, baixei minha cueca e lá saiu minha pika, duríssima. Ela desceu da mesa, sentou na cadeira e eu de pé enquanto ela me fazia um boquete mágico e me acariciava a bunda (ela tem uma obsessão pelo meu rabo). Eu acariciava ela toda, querendo chegar na pussy dela, que ainda tava com a saia jeans, até que fiz ela parar. E enquanto nos dávamos linguadas, baixei tudo junto, saia e calcinha fio dental. Ela tava molhadíssima. Sentei ela de novo na mesa, me sentei na cadeira e comecei a chupar aquela pussy deliciosa, bem depilada, com cheirinho de perfume, uma loucura. Assim que estávamos, levantei enquanto ela continuava sentada na mesa e enfiei tudo. A pussy dela vibrou, ela gozou na hora, tava extremamente excitada, e eu não demorei muito mais... Quando falei que ia gozar, ela tirou, sentou pra chupar até eu explodir na boca dela e saiu o primeiro. Ficamos abraçados, curtindo nosso reencontro depois de quase 15 anos sem nos ver. Teve mais uma transa e depois fomos pro quintal, acendi a fogueira, começou a chegar o pessoal. A gente se divertiu pra caralho e lá pras 3 da manhã tudo acabou, eu feliz da vida, meu melhor aniversário em anos, de longe.
Espero não ter entediado vocês, mas tava com uma puta necessidade de contar isso!
2 comentários - Voltei a foder a Kiara depois de muito tempo