Minha vida é até boa, mas me sinto vazio. Sou o Axel, um cara de 44 anos, entediado com a vida. É uma monotonia constante, já não acho que consigo ir muito mais longe, subir na hierarquia social dessa sociedade meritocrática. Sou um homem relativamente em forma porque malho na academia, mas também tenho uma barriguinha porque curto uma boa comida, e sou atraente o suficiente pra conquistar uma mulher que na época era nota 10/10.
Falando da minha mulher, o nome dela é Cláudia, tem 42 anos, é uma dona de casa. Ela foi criada num ambiente religioso e acabou sendo extremamente retrógrada, coisa que nunca me incomodou porque não atrapalhava (nem atrapalha) meus planos de vida, pelo contrário, foi positivo, já que eu queria formar uma família e, por causa das crenças dela, ela também queria. Ela vai na academia comigo, então se manteve muito bem ao longo dos anos. Tem uma magreza deliciosa, uns peitos que envelheceram com o tempo e que pra muitos podem ser mais gostosos do que quando ela era jovem, junto com uma bunda que continua firme apesar da idade.
Vivemos felizes com nossa filha Valéria numa casa muito bonita que ainda tô pagando pro banco. Minha filha tem xx anos, uma delícia de olhar. Ela deu sorte na loteria genética, juntando o melhor da mãe e o melhor de mim. Na idade dela, tem peitos ainda maiores que os da mãe, quadris igualmente largos (considerando que a mãe ainda teve parto, que alarga os quadris) e uma bunda volumosa.
Acordo com o despertador que de novo esqueci de desligar, já que hoje não tenho que trabalhar. Vejo do meu lado minha esposa sentada na beirada da cama, provavelmente se preparando mentalmente pra encarar mais um dia. —Bom dia, amor. Como você amanheceu?— falo com minha voz de quem acabou de acordar. —Bom dia, querido. Bem, você esqueceu de desligar o despertador, né?— ela diz num tom de brincadeira. —É, ontem à noite dormi sem desligar, fazer o quê— quando termino a frase, Levanto e vou ao banheiro me aliviar. Trabalho numa empresa de manufatura como contador. A empresa entrou em greve por causa dos funcionários pedindo "melhores condições de trabalho", então hoje era pra eu ficar em casa; infelizmente acordei mais cedo do que queria porque esqueci de desligar o despertador. Depois de fazer minhas necessidades, volto pra cama, me despeço da minha mulher e continuo dormindo. Acordo umas duas horas depois, já com a casa vazia. Decido ir fazer meu café da manhã. Preparo umas panquecas e como na frente da TV. Terminado o café, procuro o que fazer. Por curiosidade e tédio, entro no quarto da minha filha, começo a revirar sem procurar nada específico. Ao abrir o guarda-roupa, percebo que tem muita roupa nova, mas ela não pediu permissão pra usar meu cartão e, pelo que sei, não tem uma fonte de renda que permita comprar tanta coisa, então fico me perguntando como ela conseguiu toda essa roupa. Continuo procurando no quarto dela e decido dar uma olhada no computador. Ligo e, ao revisar, fico chocado com o que encontro: minha filha tem uma conta no OnlyFans. Decepcionado, vejo o conteúdo que ela posta, nem são coisas leves, não: ela posta conteúdo mostrando o corpo inteiro. Aquela garota doce que vi crescer, em que gastei tanto dinheiro, estava se aproveitando do próprio corpo pra vender na internet. Sei qual seria a reação da mãe dela se descobrisse isso, sei que a expulsaria de casa sem me deixar fazer nada, destruiria a família inteira. Eu teria que mandar ela morar com algum parente meu. Pra evitar isso, quase como um pedido pessoal meu, esperando que o que estou vendo seja mentira, espero ela chegar das aulas pra confrontar pessoalmente. Espero ansiosamente a tarde toda, nervoso pra ver se ela tem alguma desculpa válida pra justificar o que meus olhos viram. Tão nervoso que não consegui comer nada o dia inteiro. Ela chega às casa, sorrindo com seu carisma de sempre enquanto diz —Cheguei, papai!—; e eu, sentado no sofá da sala, provavelmente com a cara mais séria que ela já viu em mim. —Oi, Valéria. Preciso falar com você— falo. —Claro, papai. O que aconteceu? Por que você está tão sério?— responde ela, sem imaginar o que eu descobri. —Valéria, o que é isso?— mostro a conta do OnlyFans dela no meu celular. O rosto dela muda na hora para pânico, fica vermelha que nem tomate. —Papai, me desculpa, me desculpa muito— cai no chão enquanto as lágrimas escorrem, e continua —Por favor, não conta pra mamãe, eu faço o que você quiser—. Eu, completamente decepcionado com isso, decepcionado por ter pensado que ela talvez tivesse uma desculpa, puto da vida com minha filha por me fazer isso, falo —O que eu quiser!?—. —Sim, papai, faço o que você quiser. Só, por favor, não conta pra mamãe sobre isso— implora ela no chão. —Então tira a roupa— ordeno, fora de mim, na minha loucura, mesmo nunca tendo visto minha filha desse jeito. Ela me encara com olhinhos de cachorro por uns segundos, e depois, entre lágrimas, obedece. Com ela completamente nua, eu quase tendo um ataque psicótico, carrego ela e jogo no sofá, começando a apalpar ela. —Você gosta de ser tratada como uma puta, né?! Por isso faz esse tipo de conteúdo, agora vou te tratar como uma puta!— grito, começando a amassar os peitos dela e depois a buceta dela. Estranhamente, ela, longe de ficar brava e recuar na proposta que fez, começa a gemer, parando de chorar. Sinto a buceta dela começar a ficar molhada. Fico tão surpreso que paro de repente e pergunto —Ei, você tá gostando mesmo disso? Você é doente—, e ela fica vermelha e só me olha. Nessa hora, percebo como meu pau tá duro, toda a emoção que essa situação me causou, é uma excitação que eu não sentia há anos. Começo a Pensar: e se for isso que eu preciso pra revitalizar minha vida? Continuo tocando a buceta dela, agora sem tanta brutalidade. Ela, por conta própria, abre o zíper da minha calça, liberando meu pau, pra começar a chupar com bastante vontade. Na hora de gozar, seguro a cabeça dela e jogo minha bacia pra frente o máximo que posso, liberando no fundo da garganta dela todo o meu esperma. O êxtase dessa gozada foi o maior de toda a minha vida, superior a qualquer uma que eu tenha tido com minha esposa. Terminado meu êxtase, massajo a buceta dela, aumentando aos poucos a intensidade até fazê-la gozar. —Ok, tenho uma proposta pra você— afirmo, já passado o tesão, e continuo dizendo —Não vou contar nada pra sua mãe, mas de agora em diante essa vai ser a nossa relação, combinado?—. —Foi o melhor orgasmo da minha vida, pai. Mesmo se você não tivesse proposto, eu teria feito isso— ela me responde. —Combinado, então você aceita. Terminamos por hoje, quero clarear a mente. Vai tomar um banho pra sua mãe não desconfiar de nada— esclareço, feliz com a resposta dela. —Tá bom, a gente se vê no jantar então—. "E agora? Será que tá certo o que eu fiz? Moralmente, acho que sim, ela tem a liberdade pessoal dela. Tecnicamente, ela gostou, então tem algo de errado nisso tudo?" Esse dilema todo surge na minha cabeça assim que ela vai embora. Fico pensativo, mas concluo que, realmente, mesmo que no começo eu tenha forçado, ela aceitou tudo, então não tem nada de errado no que eu fiz. Além disso, ela é uma pessoa que já tem capacidade de tomar as próprias decisões, como ter um OnlyFans, então também pode decidir com quem transar. Como se não bastasse, penso, foi realmente um êxtase quase sufocante. Nunca antes tinha sentido uma adrenalina tão grande de forma tão prolongada. Minha vida é extremamente entediante, mas é que mesmo quando eu era jovem nunca fiz muitas loucuras. Esse é o momento ideal pra começar a tornar minha existência divertida. Esse pode ser o começo de uma nova... Saga, real, não sei. Não sei quão bem recebida pode ser uma história de pai e filha, porque pelo que vi, no geral são mal recebidas pela comunidade porno girl. Se vocês querem que eu continue mesmo com essa saga, deixem seus pontos, só depende disso se eu continuo ou não. Ah, vale esclarecer, essas histórias são fictícias; falo isso porque vi um comentário numa história anterior que me fez entender que ele achou que era real.
Falando da minha mulher, o nome dela é Cláudia, tem 42 anos, é uma dona de casa. Ela foi criada num ambiente religioso e acabou sendo extremamente retrógrada, coisa que nunca me incomodou porque não atrapalhava (nem atrapalha) meus planos de vida, pelo contrário, foi positivo, já que eu queria formar uma família e, por causa das crenças dela, ela também queria. Ela vai na academia comigo, então se manteve muito bem ao longo dos anos. Tem uma magreza deliciosa, uns peitos que envelheceram com o tempo e que pra muitos podem ser mais gostosos do que quando ela era jovem, junto com uma bunda que continua firme apesar da idade.
Vivemos felizes com nossa filha Valéria numa casa muito bonita que ainda tô pagando pro banco. Minha filha tem xx anos, uma delícia de olhar. Ela deu sorte na loteria genética, juntando o melhor da mãe e o melhor de mim. Na idade dela, tem peitos ainda maiores que os da mãe, quadris igualmente largos (considerando que a mãe ainda teve parto, que alarga os quadris) e uma bunda volumosa.
Acordo com o despertador que de novo esqueci de desligar, já que hoje não tenho que trabalhar. Vejo do meu lado minha esposa sentada na beirada da cama, provavelmente se preparando mentalmente pra encarar mais um dia. —Bom dia, amor. Como você amanheceu?— falo com minha voz de quem acabou de acordar. —Bom dia, querido. Bem, você esqueceu de desligar o despertador, né?— ela diz num tom de brincadeira. —É, ontem à noite dormi sem desligar, fazer o quê— quando termino a frase, Levanto e vou ao banheiro me aliviar. Trabalho numa empresa de manufatura como contador. A empresa entrou em greve por causa dos funcionários pedindo "melhores condições de trabalho", então hoje era pra eu ficar em casa; infelizmente acordei mais cedo do que queria porque esqueci de desligar o despertador. Depois de fazer minhas necessidades, volto pra cama, me despeço da minha mulher e continuo dormindo. Acordo umas duas horas depois, já com a casa vazia. Decido ir fazer meu café da manhã. Preparo umas panquecas e como na frente da TV. Terminado o café, procuro o que fazer. Por curiosidade e tédio, entro no quarto da minha filha, começo a revirar sem procurar nada específico. Ao abrir o guarda-roupa, percebo que tem muita roupa nova, mas ela não pediu permissão pra usar meu cartão e, pelo que sei, não tem uma fonte de renda que permita comprar tanta coisa, então fico me perguntando como ela conseguiu toda essa roupa. Continuo procurando no quarto dela e decido dar uma olhada no computador. Ligo e, ao revisar, fico chocado com o que encontro: minha filha tem uma conta no OnlyFans. Decepcionado, vejo o conteúdo que ela posta, nem são coisas leves, não: ela posta conteúdo mostrando o corpo inteiro. Aquela garota doce que vi crescer, em que gastei tanto dinheiro, estava se aproveitando do próprio corpo pra vender na internet. Sei qual seria a reação da mãe dela se descobrisse isso, sei que a expulsaria de casa sem me deixar fazer nada, destruiria a família inteira. Eu teria que mandar ela morar com algum parente meu. Pra evitar isso, quase como um pedido pessoal meu, esperando que o que estou vendo seja mentira, espero ela chegar das aulas pra confrontar pessoalmente. Espero ansiosamente a tarde toda, nervoso pra ver se ela tem alguma desculpa válida pra justificar o que meus olhos viram. Tão nervoso que não consegui comer nada o dia inteiro. Ela chega às casa, sorrindo com seu carisma de sempre enquanto diz —Cheguei, papai!—; e eu, sentado no sofá da sala, provavelmente com a cara mais séria que ela já viu em mim. —Oi, Valéria. Preciso falar com você— falo. —Claro, papai. O que aconteceu? Por que você está tão sério?— responde ela, sem imaginar o que eu descobri. —Valéria, o que é isso?— mostro a conta do OnlyFans dela no meu celular. O rosto dela muda na hora para pânico, fica vermelha que nem tomate. —Papai, me desculpa, me desculpa muito— cai no chão enquanto as lágrimas escorrem, e continua —Por favor, não conta pra mamãe, eu faço o que você quiser—. Eu, completamente decepcionado com isso, decepcionado por ter pensado que ela talvez tivesse uma desculpa, puto da vida com minha filha por me fazer isso, falo —O que eu quiser!?—. —Sim, papai, faço o que você quiser. Só, por favor, não conta pra mamãe sobre isso— implora ela no chão. —Então tira a roupa— ordeno, fora de mim, na minha loucura, mesmo nunca tendo visto minha filha desse jeito. Ela me encara com olhinhos de cachorro por uns segundos, e depois, entre lágrimas, obedece. Com ela completamente nua, eu quase tendo um ataque psicótico, carrego ela e jogo no sofá, começando a apalpar ela. —Você gosta de ser tratada como uma puta, né?! Por isso faz esse tipo de conteúdo, agora vou te tratar como uma puta!— grito, começando a amassar os peitos dela e depois a buceta dela. Estranhamente, ela, longe de ficar brava e recuar na proposta que fez, começa a gemer, parando de chorar. Sinto a buceta dela começar a ficar molhada. Fico tão surpreso que paro de repente e pergunto —Ei, você tá gostando mesmo disso? Você é doente—, e ela fica vermelha e só me olha. Nessa hora, percebo como meu pau tá duro, toda a emoção que essa situação me causou, é uma excitação que eu não sentia há anos. Começo a Pensar: e se for isso que eu preciso pra revitalizar minha vida? Continuo tocando a buceta dela, agora sem tanta brutalidade. Ela, por conta própria, abre o zíper da minha calça, liberando meu pau, pra começar a chupar com bastante vontade. Na hora de gozar, seguro a cabeça dela e jogo minha bacia pra frente o máximo que posso, liberando no fundo da garganta dela todo o meu esperma. O êxtase dessa gozada foi o maior de toda a minha vida, superior a qualquer uma que eu tenha tido com minha esposa. Terminado meu êxtase, massajo a buceta dela, aumentando aos poucos a intensidade até fazê-la gozar. —Ok, tenho uma proposta pra você— afirmo, já passado o tesão, e continuo dizendo —Não vou contar nada pra sua mãe, mas de agora em diante essa vai ser a nossa relação, combinado?—. —Foi o melhor orgasmo da minha vida, pai. Mesmo se você não tivesse proposto, eu teria feito isso— ela me responde. —Combinado, então você aceita. Terminamos por hoje, quero clarear a mente. Vai tomar um banho pra sua mãe não desconfiar de nada— esclareço, feliz com a resposta dela. —Tá bom, a gente se vê no jantar então—. "E agora? Será que tá certo o que eu fiz? Moralmente, acho que sim, ela tem a liberdade pessoal dela. Tecnicamente, ela gostou, então tem algo de errado nisso tudo?" Esse dilema todo surge na minha cabeça assim que ela vai embora. Fico pensativo, mas concluo que, realmente, mesmo que no começo eu tenha forçado, ela aceitou tudo, então não tem nada de errado no que eu fiz. Além disso, ela é uma pessoa que já tem capacidade de tomar as próprias decisões, como ter um OnlyFans, então também pode decidir com quem transar. Como se não bastasse, penso, foi realmente um êxtase quase sufocante. Nunca antes tinha sentido uma adrenalina tão grande de forma tão prolongada. Minha vida é extremamente entediante, mas é que mesmo quando eu era jovem nunca fiz muitas loucuras. Esse é o momento ideal pra começar a tornar minha existência divertida. Esse pode ser o começo de uma nova... Saga, real, não sei. Não sei quão bem recebida pode ser uma história de pai e filha, porque pelo que vi, no geral são mal recebidas pela comunidade porno girl. Se vocês querem que eu continue mesmo com essa saga, deixem seus pontos, só depende disso se eu continuo ou não. Ah, vale esclarecer, essas histórias são fictícias; falo isso porque vi um comentário numa história anterior que me fez entender que ele achou que era real.
4 comentários - El OnlyFans de mi hija