Luchonas: a noite mais quente
Combinamos de nos ver de novo com minha luchona no sábado à noite. Claro que o sábado foi uma eternidade, sentia que a hora não passava nunca. A gente tinha planejado voltar ao baile: eu, minha luchona, outra amiga dela, eu e o Mateo, meu amigo. Tive que convencer ele, porque não queria saber de nada. (Mateo, se você está lendo isso de algum lugar, me deve uma, hein!!). Finalmente, com tudo organizado, a tarde de sábado foi interminável. Tanto que fui cedo pra casa do Mateo pra passar a ansiedade juntos. Finalmente, já trocados, chegou a hora de arrancar pra La Matanza. A noite prometia um calorzinho, céu limpo e girls no horizonte. Quando chegamos na casa da amiga da Jésica, Mateo e eu ficamos de boca aberta. Elas estavam nos esperando na entrada de terra da casinha. Já prontas, arrumadas e com sede de se divertir. Arrasavam. Descemos do 147 pra cumprimentá-las e, vencendo nossos medos, ficamos batendo um papo ali mesmo, literalmente no barro de uma calçada de mato e mais lixo na rua de terra do que você pode imaginar. A Jésica estava tomando uma latinha de cerveja. Usava um vestidinho bem na moda da época, muito sexy, muito provocante. Preto e verde listrado, bem curto, de um tecido fininho e meio transparente que deixava ver clarinho o triângulo da calcinha fio dental branca que ela usava por baixo. Em cima, estava sem sutiã, mas sem decote. Maquiada como uma boa girl naquele momento: super exagerada. Meu pau subiu na hora que cumprimentei ela com um beijo na boca. A amiga, "a Yani", estava bem putinha, na mesma vibe da minha mina. O Mateo, coitado, quase caiu os olhos vendo ela. Tinha uma bunda perfeita, no melhor estilo rabetão de propaganda de verão. Redondinha, firme, uma loucura. Mas sem dúvida chamava atenção pelos peitões. Claro que, aproveitando umas tetas daquelas, ela ia exibir, e a regatinha decotada deixava ver a parte de cima desses melões divinos.
Elas subiram no carro e, já sentada, o vestido da Jésica subia tanto que dava pra ver a fio dental branca dela. Não me importei absolutamente nada e, antes de sair, comecei a beijar a boca dela e deslizei minha mão até a buceta dela. Minha gostosa nem se deu ao trabalho de me parar e, pelo contrário, me beijava com mais fogo, com mais putaria. Como se estivesse marcando território. Como se dissesse pra amiga: "esse pau é meu". Eu tocava a buceta dela com meus dedos, primeiro por cima da fio dental e depois puxando ela um pouquinho. A Jesica soltou dois gemidinhos agudos e curtos. Atrás, o Mateo sofria, coitado, devia estar querendo fazer o mesmo. Minha gostosa até passou a mão no meu pau duro por cima da calça jeans, mas a gente se segurou a tempo e partiu pra balada.
Dessa vez, a fila do baile era bem grande, mas andava rápido. O lugar era, como já disse, um oásis de minas das quebradas lindas. Nossas minas estavam num bom nível, mas tinha mulher pra todo lado. Muito vestidinho curto, muita raba bem empinada. Decotes, alguns bem profundos, tatuagens e piercings. Um detalhe que talvez não contei nos capítulos anteriores são as três tatuagens que a Jesica tinha na época. A primeira, no braço, uma espécie de flor enroscada, mas as duas que eu mais gostava eram um par de cerejas na bochecha da bunda que, quando via ela pelada, ficava explodindo de putaria. E talvez a mais chamativa: a espada com a serpente, algo que geralmente se conhecia como "morte ao boné". Essa ela tinha nas costas, no ombro, e dependendo do tipo de top ou regata que usava, aparecia e dava um plus na figura dela. Completando umas coisas sobre a Jesica que me perguntaram no privado: sempre com as unhas feitas, longas e vermelhas ou rosadas, na maioria das vezes ela me arranhava forte quando montava em mim. O rostinho dela tinha uma mistura muito especial. Uma combinação entre menina e mulher. Sabia te olhar dos dois jeitos. Rebolando a raba na dança, era toda uma mulher putona, mas passeando à tarde, sabia te olhar como uma menina inocente que, mesmo vestida pra matar, finge que não sabe de nada. conta disso. morena de cabelo bem comprido. como já tinha contado, os peitos dela são pequenininhos mas redondinhos, lindos feito dois limões. E a bucetinha apertada dela fazia meu pau explodir de tesão. Um par de cicatrizes de briga de menina completava uma lutadora 100%.
Essa foi sem dúvida uma das noites mais quentes da minha vida. No baile, a Jésica não parava de mexer a raba grudada em mim, apoiando aquela bunda no meu volume que tava duríssimo. Ela se deixava fazer de tudo, acariciar, apalpar, até meti a mão por baixo do vestido na buceta dela enquanto me comia de beijo. Que jeito de dançar pra mim, de me provocar, me deixou sem dúvida no ponto. Não sei em que momento da noite meu amigo começou a pegar a amiga da minha lutadora. Mas quando levantei o olhar, tínhamos as duas minas rebolando pra gente descomunalmente. Elas nos ferraram financeiramente, devemos ter gasto uma fortuna em drinks. Nem sei quantas vezes fomos no balcão comprar. Literalmente, mas literalmente, só sobrou grana pra pagar o pedágio da Panamericana na volta. As lutadoras tinham tomado tudo e curtiam cada uma das nossas compras. A Jésica até parecia ficar mais excitada, mais tesuda, ao me fazer ir comprar drinks um atrás do outro. Porque quando eu voltava com o copo, ela me comia a boca gostoso, passava a língua na minha boca, no meu pescoço, me apertava, me dançava. E acima de tudo, me babava toda a cada compra. Ela fazia carinha de neném e me agradecia pelo presentinho. Mateo literalmente tinha cara de não acreditar no que estávamos vivendo. Nossos amigos playboys jamais passariam uma noite dessas na vida inteira. E a gente tava indo duas numa semana, basicamente.
Quando saímos da balada, os dois tínhamos o pau duríssimo, nem dava pra disfarçar. Marcava no jeans e nossas carinhas de tesão iam além. Quando chegamos no 147, a Jésica, sem uma gota de vergonha, fez um sinal pra amiga e disse: "mano, tô morrendo de xixi, me espera aí, chick". Na nossa frente, bem debaixo do nosso nariz, a Jesica se agachou, levantou um pouco o vestidinho — nem precisava, de tão curto que era —, puxou a tanga e soltou um jato de mijo direto na calçada. Forte, potente, espirrando pra todo lado. Minha luchona, completamente bêbada, pouco se lixava, e eu olhava com muito tesão pra aquela buceta linda dela no ar. A amiga seguiu o exemplo, e as duas girls deixaram uma poça da porra de mijo naquela calçada matancera. A gente tava voando de tesão, e sem fazer nenhum drama, as luchonas se levantaram, ajeitaram a tanga, a Jesica o vestidinho, e subiram no carro.
Fomos pra casa da tia da amiga da minha luchona. A tia não tava, não sei bem por quê, mas com o tempo entendi que essas loucuras sempre aparecem no mundo turro. Tias e tios que na verdade não são, e casas pra fazer putaria ou encontros que deviam cuidar e por algum motivo acabam em putaria. Ninguém sabe de onde surgem essas casas, e somem fácil, mas sempre fica a marca. Chegamos rapidinho, e a amiga mandou a gente parar na porta de uma casinha humilde de tijolo sem reboco, com uma janela de grade preta comida de ferrugem, no meio de uma escuridão que dava medo. Acho que só as luzes do 147 iluminavam a quadra. Descemos do carro e entramos — a Yani tinha a chave. Lá dentro, tinha um quarto só, uma sala com cozinha e um banheiro. A Yani ligou uma caixa de som gigante que talvez valesse mais que a casa inteira e botou uns sons bem cumbieros que eu e o Mateo não conhecíamos nada. Começamos a beber um frizze que tinha na geladeira, e enquanto tomávamos, as girls rebolavam a raba pra gente, perreavam como umas slutty. A Jesica pegou minha mão e me levou pro quarto. A Yani, quase como um espelho, fez o mesmo com o Mateo.
Dentro do quarto, a Jesica começou a me beijar de língua enquanto ia desabotoando meu cinto da calça jeans. Mordia meu lábio, me fazia gozar com cada beijo, e rapidinho já tinha meu pau Fora do jeans, toda pra ela. Eu tava duríssimo. Cabeçuda bem ereta, cheia de veia. Minha guerreira se ajoelhou e começou a beijar ela, passava a linguinha na cabeça e depois começou a chupar. Enquanto me fazia um boquete e engasgava com meu pau, olhei ao redor. Naquele momento, a Yani tava chupando o Mateo. Nós dois trocamos um daqueles olhares cúmplices de anos de amizade. Nunca tínhamos vivido algo assim com as patricinhas e, de repente, tínhamos duas minas chupando nosso pau no mesmo quarto. Voltei a me concentrar em como a Jesica tava me chupando e tava voando de tesão. Como eu sentia o fogo da boca dela, dos lábios percorrendo todo meu pau, me deixava louco, mas louco de verdade. A Jesica se levantou e, com dois movimentos rápidos, tirei o vestido dela. Aproveitei pra ver aquela bunda linda toda pelada por uns segundos. Mas meu tesão falou mais alto e voei a calcinha dela. Tendo ela toda nua pra mim, a mina ficou de quatro na cama e eu, por trás dela, comecei a meter o pau. Sem camisinha, pele com pele, e rapidamente enfiei até o fundo, porque ela tava toda molhada e babada, a buceta. Minha mina deu dois gritos agudos de prazer. "Aaaaaaay papiiiiii" "aaaaaaaaaaay siiiii". Eu, mais tarado do que nunca, comecei a bombar o pau bem dentro. Metia e tirava, primeiro meio selvagem, me deixando levar pelo tesão e pelos gritos dela. Ela tava solta demais. Sabendo que a amiga e o Mateo estavam no mesmo quarto, gritava mais alto. E aquela putaria me deixava ainda mais tarado. Enquanto eu bombava o pau na minha mina, olhei de novo pro lado e a Yani tinha ficado de quatro basicamente do lado da Jésica. Mesmo quarto, mesma cama. O Mateo começou a comer ela e nós trocamos, talvez, nosso momento mais épico juntos. Aquilo ficou gravado a fogo por muitos anos. Depois dessa conexão, basicamente me esqueci deles e só continuei metendo pau e mais pau na minha guerreira. Ela gritava igual uma louca. Até a cumbia desconhecida do Bonner não abafava os gritos dela. Devia dar pra ouvir da rua. Não tenho dúvidas. A Yani gemia, mas com os gritos da Jésica você nem conseguia ouvi-la. Mas a situação de ver as duas gostosas de quatro com aqueles rabos espetaculares recebendo nossas picas era impagável. Não sei quanto tempo a gente ficou comendo as duas de quatro, mas sem dúvida foi a noite mais quente de toda a minha vida. Os gritos de prazer da Jésica ecoavam na minha cabeça e me deixavam com muito mais tesão. Em algum momento, a Yani e o Mateo saíram da cama e foram foder contra a parede. E com a Jésica, ela subiu em cima de mim na cama, aproveitando o espaço livre. Naquele momento, eu só conseguia beijar ela na boca e chupar os peitos dela. Os bicos e sentir o fluxo na minha pica. Pobre Yani, nenhum gemido dela se ouvia com tanta gritaria da Jésica. Só deu pra ouvir um "já foi?" quando claramente o Mateo tinha gozado. Eu, que tava sem camisinha ao contrário dele, tive que fazer esforços incríveis pra não encher ela de porra ali mesmo. Mas me segurei. Difícil com as cavalgadas violentas, mas resisti. Senti ela gozar pra caralho, até molhando a cama, senti aquele fluxo nas minhas costas. Já não aguentava mais, e o pedido da Jésica acabou com minha resistência: "me dá seu leite, me dáaaaa". Literalmente enchi ela de porra, minha cachorra. Foi, acho, a maior explosão de gozo de toda a minha vida. Tipo aquela noite que ela engravidou da nossa segunda filha. Isso é outra história. A Jésica recebeu toda a minha porra com prazer, gritando e gemendo, apertando meu peito. Caímos exaustos na cama, os dois. E assim, nus, sujos e cheios de leite, dormimos. Sei que o Mateo e a Yani conversaram mais um tempo e depois dormiram. Acordamos só às 2 da tarde do dia seguinte. De ressaca e com uma felicidade indescritível.
Combinamos de nos ver de novo com minha luchona no sábado à noite. Claro que o sábado foi uma eternidade, sentia que a hora não passava nunca. A gente tinha planejado voltar ao baile: eu, minha luchona, outra amiga dela, eu e o Mateo, meu amigo. Tive que convencer ele, porque não queria saber de nada. (Mateo, se você está lendo isso de algum lugar, me deve uma, hein!!). Finalmente, com tudo organizado, a tarde de sábado foi interminável. Tanto que fui cedo pra casa do Mateo pra passar a ansiedade juntos. Finalmente, já trocados, chegou a hora de arrancar pra La Matanza. A noite prometia um calorzinho, céu limpo e girls no horizonte. Quando chegamos na casa da amiga da Jésica, Mateo e eu ficamos de boca aberta. Elas estavam nos esperando na entrada de terra da casinha. Já prontas, arrumadas e com sede de se divertir. Arrasavam. Descemos do 147 pra cumprimentá-las e, vencendo nossos medos, ficamos batendo um papo ali mesmo, literalmente no barro de uma calçada de mato e mais lixo na rua de terra do que você pode imaginar. A Jésica estava tomando uma latinha de cerveja. Usava um vestidinho bem na moda da época, muito sexy, muito provocante. Preto e verde listrado, bem curto, de um tecido fininho e meio transparente que deixava ver clarinho o triângulo da calcinha fio dental branca que ela usava por baixo. Em cima, estava sem sutiã, mas sem decote. Maquiada como uma boa girl naquele momento: super exagerada. Meu pau subiu na hora que cumprimentei ela com um beijo na boca. A amiga, "a Yani", estava bem putinha, na mesma vibe da minha mina. O Mateo, coitado, quase caiu os olhos vendo ela. Tinha uma bunda perfeita, no melhor estilo rabetão de propaganda de verão. Redondinha, firme, uma loucura. Mas sem dúvida chamava atenção pelos peitões. Claro que, aproveitando umas tetas daquelas, ela ia exibir, e a regatinha decotada deixava ver a parte de cima desses melões divinos.
Elas subiram no carro e, já sentada, o vestido da Jésica subia tanto que dava pra ver a fio dental branca dela. Não me importei absolutamente nada e, antes de sair, comecei a beijar a boca dela e deslizei minha mão até a buceta dela. Minha gostosa nem se deu ao trabalho de me parar e, pelo contrário, me beijava com mais fogo, com mais putaria. Como se estivesse marcando território. Como se dissesse pra amiga: "esse pau é meu". Eu tocava a buceta dela com meus dedos, primeiro por cima da fio dental e depois puxando ela um pouquinho. A Jesica soltou dois gemidinhos agudos e curtos. Atrás, o Mateo sofria, coitado, devia estar querendo fazer o mesmo. Minha gostosa até passou a mão no meu pau duro por cima da calça jeans, mas a gente se segurou a tempo e partiu pra balada.
Dessa vez, a fila do baile era bem grande, mas andava rápido. O lugar era, como já disse, um oásis de minas das quebradas lindas. Nossas minas estavam num bom nível, mas tinha mulher pra todo lado. Muito vestidinho curto, muita raba bem empinada. Decotes, alguns bem profundos, tatuagens e piercings. Um detalhe que talvez não contei nos capítulos anteriores são as três tatuagens que a Jesica tinha na época. A primeira, no braço, uma espécie de flor enroscada, mas as duas que eu mais gostava eram um par de cerejas na bochecha da bunda que, quando via ela pelada, ficava explodindo de putaria. E talvez a mais chamativa: a espada com a serpente, algo que geralmente se conhecia como "morte ao boné". Essa ela tinha nas costas, no ombro, e dependendo do tipo de top ou regata que usava, aparecia e dava um plus na figura dela. Completando umas coisas sobre a Jesica que me perguntaram no privado: sempre com as unhas feitas, longas e vermelhas ou rosadas, na maioria das vezes ela me arranhava forte quando montava em mim. O rostinho dela tinha uma mistura muito especial. Uma combinação entre menina e mulher. Sabia te olhar dos dois jeitos. Rebolando a raba na dança, era toda uma mulher putona, mas passeando à tarde, sabia te olhar como uma menina inocente que, mesmo vestida pra matar, finge que não sabe de nada. conta disso. morena de cabelo bem comprido. como já tinha contado, os peitos dela são pequenininhos mas redondinhos, lindos feito dois limões. E a bucetinha apertada dela fazia meu pau explodir de tesão. Um par de cicatrizes de briga de menina completava uma lutadora 100%.
Essa foi sem dúvida uma das noites mais quentes da minha vida. No baile, a Jésica não parava de mexer a raba grudada em mim, apoiando aquela bunda no meu volume que tava duríssimo. Ela se deixava fazer de tudo, acariciar, apalpar, até meti a mão por baixo do vestido na buceta dela enquanto me comia de beijo. Que jeito de dançar pra mim, de me provocar, me deixou sem dúvida no ponto. Não sei em que momento da noite meu amigo começou a pegar a amiga da minha lutadora. Mas quando levantei o olhar, tínhamos as duas minas rebolando pra gente descomunalmente. Elas nos ferraram financeiramente, devemos ter gasto uma fortuna em drinks. Nem sei quantas vezes fomos no balcão comprar. Literalmente, mas literalmente, só sobrou grana pra pagar o pedágio da Panamericana na volta. As lutadoras tinham tomado tudo e curtiam cada uma das nossas compras. A Jésica até parecia ficar mais excitada, mais tesuda, ao me fazer ir comprar drinks um atrás do outro. Porque quando eu voltava com o copo, ela me comia a boca gostoso, passava a língua na minha boca, no meu pescoço, me apertava, me dançava. E acima de tudo, me babava toda a cada compra. Ela fazia carinha de neném e me agradecia pelo presentinho. Mateo literalmente tinha cara de não acreditar no que estávamos vivendo. Nossos amigos playboys jamais passariam uma noite dessas na vida inteira. E a gente tava indo duas numa semana, basicamente.
Quando saímos da balada, os dois tínhamos o pau duríssimo, nem dava pra disfarçar. Marcava no jeans e nossas carinhas de tesão iam além. Quando chegamos no 147, a Jésica, sem uma gota de vergonha, fez um sinal pra amiga e disse: "mano, tô morrendo de xixi, me espera aí, chick". Na nossa frente, bem debaixo do nosso nariz, a Jesica se agachou, levantou um pouco o vestidinho — nem precisava, de tão curto que era —, puxou a tanga e soltou um jato de mijo direto na calçada. Forte, potente, espirrando pra todo lado. Minha luchona, completamente bêbada, pouco se lixava, e eu olhava com muito tesão pra aquela buceta linda dela no ar. A amiga seguiu o exemplo, e as duas girls deixaram uma poça da porra de mijo naquela calçada matancera. A gente tava voando de tesão, e sem fazer nenhum drama, as luchonas se levantaram, ajeitaram a tanga, a Jesica o vestidinho, e subiram no carro.
Fomos pra casa da tia da amiga da minha luchona. A tia não tava, não sei bem por quê, mas com o tempo entendi que essas loucuras sempre aparecem no mundo turro. Tias e tios que na verdade não são, e casas pra fazer putaria ou encontros que deviam cuidar e por algum motivo acabam em putaria. Ninguém sabe de onde surgem essas casas, e somem fácil, mas sempre fica a marca. Chegamos rapidinho, e a amiga mandou a gente parar na porta de uma casinha humilde de tijolo sem reboco, com uma janela de grade preta comida de ferrugem, no meio de uma escuridão que dava medo. Acho que só as luzes do 147 iluminavam a quadra. Descemos do carro e entramos — a Yani tinha a chave. Lá dentro, tinha um quarto só, uma sala com cozinha e um banheiro. A Yani ligou uma caixa de som gigante que talvez valesse mais que a casa inteira e botou uns sons bem cumbieros que eu e o Mateo não conhecíamos nada. Começamos a beber um frizze que tinha na geladeira, e enquanto tomávamos, as girls rebolavam a raba pra gente, perreavam como umas slutty. A Jesica pegou minha mão e me levou pro quarto. A Yani, quase como um espelho, fez o mesmo com o Mateo.
Dentro do quarto, a Jesica começou a me beijar de língua enquanto ia desabotoando meu cinto da calça jeans. Mordia meu lábio, me fazia gozar com cada beijo, e rapidinho já tinha meu pau Fora do jeans, toda pra ela. Eu tava duríssimo. Cabeçuda bem ereta, cheia de veia. Minha guerreira se ajoelhou e começou a beijar ela, passava a linguinha na cabeça e depois começou a chupar. Enquanto me fazia um boquete e engasgava com meu pau, olhei ao redor. Naquele momento, a Yani tava chupando o Mateo. Nós dois trocamos um daqueles olhares cúmplices de anos de amizade. Nunca tínhamos vivido algo assim com as patricinhas e, de repente, tínhamos duas minas chupando nosso pau no mesmo quarto. Voltei a me concentrar em como a Jesica tava me chupando e tava voando de tesão. Como eu sentia o fogo da boca dela, dos lábios percorrendo todo meu pau, me deixava louco, mas louco de verdade. A Jesica se levantou e, com dois movimentos rápidos, tirei o vestido dela. Aproveitei pra ver aquela bunda linda toda pelada por uns segundos. Mas meu tesão falou mais alto e voei a calcinha dela. Tendo ela toda nua pra mim, a mina ficou de quatro na cama e eu, por trás dela, comecei a meter o pau. Sem camisinha, pele com pele, e rapidamente enfiei até o fundo, porque ela tava toda molhada e babada, a buceta. Minha mina deu dois gritos agudos de prazer. "Aaaaaaay papiiiiii" "aaaaaaaaaaay siiiii". Eu, mais tarado do que nunca, comecei a bombar o pau bem dentro. Metia e tirava, primeiro meio selvagem, me deixando levar pelo tesão e pelos gritos dela. Ela tava solta demais. Sabendo que a amiga e o Mateo estavam no mesmo quarto, gritava mais alto. E aquela putaria me deixava ainda mais tarado. Enquanto eu bombava o pau na minha mina, olhei de novo pro lado e a Yani tinha ficado de quatro basicamente do lado da Jésica. Mesmo quarto, mesma cama. O Mateo começou a comer ela e nós trocamos, talvez, nosso momento mais épico juntos. Aquilo ficou gravado a fogo por muitos anos. Depois dessa conexão, basicamente me esqueci deles e só continuei metendo pau e mais pau na minha guerreira. Ela gritava igual uma louca. Até a cumbia desconhecida do Bonner não abafava os gritos dela. Devia dar pra ouvir da rua. Não tenho dúvidas. A Yani gemia, mas com os gritos da Jésica você nem conseguia ouvi-la. Mas a situação de ver as duas gostosas de quatro com aqueles rabos espetaculares recebendo nossas picas era impagável. Não sei quanto tempo a gente ficou comendo as duas de quatro, mas sem dúvida foi a noite mais quente de toda a minha vida. Os gritos de prazer da Jésica ecoavam na minha cabeça e me deixavam com muito mais tesão. Em algum momento, a Yani e o Mateo saíram da cama e foram foder contra a parede. E com a Jésica, ela subiu em cima de mim na cama, aproveitando o espaço livre. Naquele momento, eu só conseguia beijar ela na boca e chupar os peitos dela. Os bicos e sentir o fluxo na minha pica. Pobre Yani, nenhum gemido dela se ouvia com tanta gritaria da Jésica. Só deu pra ouvir um "já foi?" quando claramente o Mateo tinha gozado. Eu, que tava sem camisinha ao contrário dele, tive que fazer esforços incríveis pra não encher ela de porra ali mesmo. Mas me segurei. Difícil com as cavalgadas violentas, mas resisti. Senti ela gozar pra caralho, até molhando a cama, senti aquele fluxo nas minhas costas. Já não aguentava mais, e o pedido da Jésica acabou com minha resistência: "me dá seu leite, me dáaaaa". Literalmente enchi ela de porra, minha cachorra. Foi, acho, a maior explosão de gozo de toda a minha vida. Tipo aquela noite que ela engravidou da nossa segunda filha. Isso é outra história. A Jésica recebeu toda a minha porra com prazer, gritando e gemendo, apertando meu peito. Caímos exaustos na cama, os dois. E assim, nus, sujos e cheios de leite, dormimos. Sei que o Mateo e a Yani conversaram mais um tempo e depois dormiram. Acordamos só às 2 da tarde do dia seguinte. De ressaca e com uma felicidade indescritível.
6 comentários - Luchonas: a noite mais quente (cap 3)