El director del colegio (parte 2)

Ao chegar e entrar no consultório, o ginecologista mandou a Amália tirar a roupa da cintura pra baixo e sentar na cadeira com os pés apoiados nos estribos. A excitação de ver minha mulher se despir na presença de outro homem me deu uma ereção impossível de disfarçar, apesar das minhas várias tentativas. O médico, ao perceber isso, sorriu e disse que era normal, pra eu não ficar nervoso: "Espera um pouco pra foder ela assim que o DIU estiver colocado, hehe, já falta pouco pra acabar a obra." Eu pensava: "Se esse cara soubesse pra que minha mulher tá colocando o dispositivo, ela ia ficar de cabelo em pé." Entre risadas, Amália, me olhando fixo nos olhos, respondeu: "Antes de você aproveitar, vai ter que esperar inaugurarem, lembra que tá adjudicada, haha." O médico, na hora que ouviu as palavras da minha esposa, tirou a cabeça de entre as pernas da Amália e olhou pra gente estranho, mas por sorte não comentou nada. Foi um momento muito humilhante pra mim, e ela cada vez mais adorava me humilhar se gabando da rola do Diretor. Na saída do médico, fomos buscar nosso filho Fábio na escola. Infelizmente pra mim, antes de encontrá-lo, vimos o Diretor, que depois de cumprimentar a Amália muito educadamente, convidou ela pra diretoria pra "bater um papo" sobre como o Fábio tava indo. "Querido, vai lá buscar o menino, que eu vou na Diretoria", ela disse disfarçadamente, piscando um olho. Comecei a procurar ele o mais rápido que pude pra evitar que ela passasse o menor tempo possível com o Diretor, mas o destino jogou a favor do Diretor, porque vendo minha presença, o Professor de Matemática me chamou pra falar sobre a última prova dele, que foi ruim. Tentei explicar que talvez foi porque a prova foi um dia antes do jogo de futebol que ele disputou pela classificação das escolas, que tivesse um pouco de paciência. Depois de vinte minutos, consegui convencê-lo a ter um pouco de paciência e que as notas dele... iam melhorar. Depois do professor chato, de mãos dadas com o Fabio fomos até a direção procurar a mãe dele. Quando chegamos na porta, minha preocupação e excitação me deixaram na dúvida se entrava ou não, pois não sabia o que ia encontrar. Criando coragem, abri e, ao espiar, estranhei ver o Diretor sozinho na sala, sentado atrás da mesa. Quando abri a porta, minha preocupação e excitação me deixaram na dúvida se entrava ou não, pois não sabia o que ia encontrar. Com coragem, abri e, ao espiar, estranhei ver o diretor sozinho na sala, sentado atrás da escrivaninha. Ouço um "chup, chup", como se estivessem chupando alguma coisa. Apertando a vista, notei apenas a cabecinha da minha mulher debaixo da escrivaninha, subindo e descendo sobre a pica do Diretor. A putinha estava chupando ele. Fiquei besta, queria ficar olhando, mas o medo de que meu filho percebesse foi maior, e quando ele me chamou. "Não vão embora, por favor, sentem-se. Sua esposa, Sr. Sánchez, foi ao banheiro, mas já volta, para continuarmos falando sobre as notas baixas do Fabio. Ele é um bom garoto e um ótimo esportista, mas as notas do boletim estão caindo, e é nosso dever fazer de tudo para que melhorem", disse o Diretor. Melhor como a pica dele, e devo admitir que a situação também deixou a minha dura. Do meu assento, via os lábios dele se mexendo, mas sinceramente não sei o que diziam, estava concentrado na expressão de prazer no rosto dele e via a cabeça da minha mulher. Por ser uma escrivaninha grande e fechada, tinha espaço suficiente para ela se esconder e atender o macho dela. A janela aberta que dava para a rua disfarçava os poucos barulhos que a boca da minha mulher fazia chupando a pica dele. Nunca vivi uma situação tão erótica quanto essa, saber que a mulher com quem me casei e mãe do meu filho estava a poucos centímetros chupando uma pica que não era a minha, e sem se importar que a família dela estivesse ali! Durante a conversa, ou melhor, Durante a conversa, ou melhor, o monólogo, porque eu não dizia uma palavra, ele deixou cair (de propósito) a caneta da mesa. Sem se levantar da cadeira, se abaixou pra pegar, demorando um pouco; quando voltou à posição normal, continuou falando, mas notei que os lábios dele tinham um brilho especial e estavam manchados do batom da Amália, prova clara de que tinham se beijado. Eu sentia raiva, ciúmes, ódio, tesão, e vontade de cortar aquilo e foder ela ali mesmo em cima da mesa. Emoções demais ao mesmo tempo, minha cabeça não sabia o que fazer. Reclinandose pra trás na cadeira, ele deixou uma das mãos debaixo da mesa; pelos movimentos e pelo som, tava forçando a Amália a um boquete mais forte, era evidente que ele ia gozar. Num momento de lucidez, mandei o Fábio esperar no carro, e assim que ouvimos a porta fechar, vi ele fechar os olhos — tava gozando na boca dela, e ela engolindo tudo. Da minha cadeira, via os lábios dele se mexendo, mas sinceramente não sei o que ele tava dizendo, tava concentrado na expressão de prazer na cara dele e na cabeça da minha mulher. Por ser uma mesa grande e fechada, tinha espaço suficiente pra ela se esconder e atender o macho dela. A janela aberta pra rua disfarçava os poucos barulhos que a boca da minha mulher fazia chupando o pau dele. Nunca vivi uma situação tão doentia quanto aquela — saber que a mulher com quem me casei e mãe do meu filho tava a poucos centímetros chupando um pau que não era o meu, e sem se importar que a família dela tivesse ali! Muitas emoções ao mesmo tempo, minha cabeça não sabia o que fazer. Recostando-se na cadeira, ele deixou uma das mãos debaixo da mesa, pelos movimentos e pelo som, estava forçando Amália a um boquete mais forte, era evidente que ia gozar.

Num momento de lucidez, mandei o Fábio esperar no carro, e assim que ouvimos a porta bater, vi que ele fechava os olhos, estava gozando na boca dela e ela engolindo tudo. O Diretor disse: "Amália, você não tem respeito pela sua família? Como vai chupar uma rola com eles presentes?" Ele falou rindo, e ela respondeu: "Seu filho da puta! Como você me excita! Fico toda molhada quando mete dois dedos na minha buceta assim que entra, e você sabe que eu morro pela sua rola." Ele disse: "Essa puta vai ser sua esposa, mas não tenha dúvida de que é minha mulher HAHAHAHA."

Olhando fixamente nos meus olhos, ela disse: "Sim! Você é meu macho, e ele é meu marido." Pra mim, ela falou: "Te amo mais que tudo nesse mundo, junto com o Fábio vocês são minha vida, mas isso não tem nada a ver com amor, é só carne, só sexo, e o que sinto com ele nunca senti com você nem com ninguém. Espero que entenda, por favor, não quero te machucar."

E dito isso, continuou chupando até ele gozar e engoliu todo o leite dele. Depois, Amália (o cara tinha gozado duas vezes seguidas) limpou a rola com a língua e lambeu a cabecinha enorme antes dele guardar o pau na cueca. Minha mulher disse pra mim: "Viu que macho? Duas gozadas em dez minutos... como vou deixar isso passar?" Aí ele respondeu: "De agora em diante, Amália vai ser a esposa exemplar e mãe do seu filho ou dos bastardos que eu fizer nela, mas também vai ser minha mulher, e como tal, vai estar disposta a satisfazer todas as minhas necessidades sexuais e vontades. E espero contar com sua ajuda, Sr. Sánchez, que como um bom corno vai adorar saber que a puta da sua esposa está sendo comida por outro homem. Vou encher a boceta dela de leite toda vez que eu quiser, e talvez não. Só eu, sozinho. Essa mulher precisa de muito problema. Um dia vamos fazer um bom menage com um amigo que tem outra pica boa, né Amalia? E ela respondeu que sim. Isso tava saindo do meu controle, ela tava disposta a dar pra outros caras e ainda ficar grávida. Fiquei besta ao ouvir o Diretor falar isso. Agora não precisamos ir, tá ficando tarde. À noite eu ligo pra vocês pra acertar a parada do DIU com ela. Disse com toda autoridade. Que nem um otário, deixei a Amalia me pegar pelo braço e me levar até o carro, me dando um beijo suave nos lábios, deixando eles salgados, com gosto de porra. O que há com você? Como você não reage e põe um fim nisso tudo? Eu me perguntava enquanto dirigia de volta pra casa. Você vai deixar que mais homens me comam, e até que me engravidem? Eu disse que era escolha dela, que por ela ser feliz, eu faria qualquer coisa. Ela me deu um beijo na boca e, vendo o quanto eu tava duro a ponto de doer, sussurrou no meu ouvido: porque nosso filho tá atrás. Agora, quando chegarmos em casa, vou te dar um boquete bem gostoso, fica tranquilo. À noite, depois das 23h, já deitados com minha "mulher" e o menino dormindo no quarto dele, o celular dela tocou. Ela atendeu e ficou falando toda melosa por vários minutos até dizer: Quer falar com você. Peguei o telefone e, com a voz baixa, cumprimentei. Ele respondeu e disse: Sr. Sánchez, espero não estar incomodando, mas quero que saiba que neste sábado não vou estar no jogo de futebol da Escola, porque vou estar na cama onde o senhor está. Vou meter minha pica inteira na sua mulher, que finalmente vai poder sentir sem camisinha. Vou gozar tudo bem dentro da buceta dela e talvez até mexer o DIU. Se eu engravidar ela, se fodeu, corno. E aconselho o senhor a não voltar antes das 18h. Sem mais, o filho da pu... desligou. Ao devolver o celular pra minha mulher, vi nos olhos dela um brilho de excitação. Ela tava feliz e não escondia. Ela percebeu. minha ereção e, depois de me dar um beijo, ela me masturbava com uma das mãos e me confortava dizendo: "Depois que ele me foder no pelo e der o gozo dele, a gente pode voltar a ficar juntos. Vou deixar você me comer depois, bobinho." E sem me fazer gozar, virou de costas e foi dormir como se nada. A putinha me deixou mais excitado do que nunca; pra aliviar, fui no banheiro, peguei a calcinha fio-dental recém-lavada que tava pendurada no chuveiro e acabei gozando nela. Por cima de tudo, ainda me senti um corno manso. No sábado de manhã, quando acordei, minha mulher tava se maquiando no nosso banheiro, com o cabelo molhado de ter tomado banho. Ela tava usando uma calcinha fio-dental branca de renda transparente, meia arrastão combinando e salto alto da mesma cor. E na cama, do meu lado, tinha o vestido de noiva que ela usou no nosso casamento. E eu perguntei: "Amália, o que isso significa?" E sem parar de se maquiar, ela respondeu: "É que hoje, quando ele gozar dentro de mim, oficialmente vou ser mulher dele. Desde que a gente casou, só o seu gozo entrou nas minhas entranhas. Esse vestido simboliza a união de uma mulher com o seu macho, e é isso que vai acontecer daqui a algumas horas." Eu não parava de me surpreender a cada dia. Reconheço que desde que o Diretor abriu a porta pros meus chifres, descobri um tesão e sensações que nunca tinha vivido, mas a resposta da minha mulher — ou da que foi minha mulher — me causou um pesar profundo e medo de perdê-la, de ela se apaixonar por ele. Cada palavra me fazia pensar no futuro da minha família. Segurando minha falsa coragem, falei meus medos e sentimentos. Ela disse: "Bobinho! Acho que já falamos sobre isso, não? Eu amo você, desejo ele. Nunca vou te largar. Essa relação não diminui, soma. Pensa que às vezes precisa de três numa relação pra um ou outro se sentir satisfeito, e esse é exatamente o nosso caso. Vamos, não perde tempo e se veste, que você tem que preparar o café da manhã pro Fábio e levá-lo pro futebol." Peguei meu filho e fomos embora. Ela não desceu pra se despedir pra que nosso filho não a visse vestida de noiva, só ouvimos um "até logo, se divirtam". Dirigi rápido pra chegar a tempo no campo de futebol da escola, na esperança de encontrar o Diretor sentado numa das arquibancadas como sempre, mas não foi assim. Antes de um dos jogos começar, a Amalia me mandou um WhatsApp no meu celular dizendo que ele já estava em casa. Meu nervosismo me obrigou a sair andando pelos arredores pra me acalmar. O tempo não passava, os segundos pareciam minutos, os minutos horas e as horas dias, foi um tormento. Me consumia a angústia de saber que enquanto a gente estava lá, ela tava sendo comida por uma pica que não era a minha. Enquanto meus olhos viam de longe o Fabio fazer um gol, minha mente imaginava o Diretor deitado na minha cama de casal metendo outro gol na minha mulher na mesma buceta, na mesma cama onde concebemos nosso filho, com a pica bem dura e minha esposa cavalgando ele com o vestido de noiva vestido e os peitos de fora. Voltei a ter noção do fim do jogo quando meu filho, me pegando pela mão, disse: "Vamos pra casa, pai?" Olhei o relógio e eram 14h30. Pra ganhar tempo, levei o Fabio numa hamburgueria que ele adora, onde ele comeu um hambúrguer maior que a boca dele, essa imagem me despertou a fantasia da mãe dele saboreando a pica do macho que a deixava cada vez mais puta. Meu filho me pergunta: "Aconteceu alguma coisa, pai? Você tá mal." E eu respondo: "É porque vocês perderam." "Mas a gente ganhou de goleada, pai, você tá doido, onde você tava?" "Ah!? Sim, sim, já sei, tô falando da derrota do outro time, coitados dos meninos, que mal devem estar. É ruim saber que algo que você achava que tava perto, na verdade tá muito longe, em mãos que não são as suas, tanto esforço pra nada, pra ir embora com o primeiro que aparece..." O menino fez uma careta de quem não entendeu nada. "Do que você tá falando?" "Da vitória, filho, é algo que não dura pra sempre, e a derrota é uma coisa muito... Mala, o coitado continuava sem entender nada. Depois de comer, fomos ao cinema ver dois filmes. Aquele dia foi interminável pra mim. Eram 20h45 quando liguei pra avisar que estávamos na porta do cinema saindo pra casa. Ela atendeu com a voz ofegante: "Vem devagar, assim vocês me dão tempo de me arrumar, tá?" Tempo de me arrumar? O combinado era às 18h e já eram quase 21h. "Devagar", ela disse? A raiva me fez pisar fundo no carro e não respeitar nenhum semáforo. Só o Alonso poderia ter me vencido, e nem assim tão fácil. Quando entramos, tudo estava em silêncio e a sala parecia arrumada. Respirei aliviado e mandei meu filho ir pro quarto se trocar pra eu poder falar a sós com a mãe dele. De repente, ouço a voz do meu filho: "O que ele tá fazendo em casa? Pai, o Diretor!" O que eu tô fazendo nesta casa? Vim te parabenizar pessoalmente e te dar um forte abraço e beijo, o melhor jogador do meu colégio, mas como você não tava, dei pra sua mãe. Amália apareceu atrás de mim, sussurrando no meu ouvido: "Te falei pra me dar tempo, ainda tava levando no cu quando você ligou." E em voz alta comentou: "Já que estamos todos aqui, por que não jantamos em família?" E eu disse: "Em família?" E ela: "Por que não? Bom, é que nosso filho passa tanto tempo no colégio com o Diretor, que ele já é como um tio pro Fabio." Eu presenciava tudo aquilo como se estivesse dentro de um Fusca na estrada sem controle, depois de ser atropelado por um caminhão. A situação me dominou, perdi o controle de tudo. Num lapso de consciência, vi que minha esposa estava de roupão, descalça, com um chupão enorme no pescoço e, mais abaixo, no começo dos peitos, manchas de porra seca. Ele, por outro lado, estava bem vestido, com um terno preto, camisa branca aberta e sapatos de bico escuros. Parece que chegamos quando o cara tava indo embora e Amália ia tomar banho. De mal jeito, mandei o Fabio ir pro quarto se trocar pra não fazer o Diretor esperar. Na verdade, eu não queria que ela visse a mãe naquele estado. Quando o menino não estava presente, Amália disse: "Estou feliz, não imaginava que neste dia tão especial, as duas pessoas que mais amo — meu filho e meu marido — estivessem junto do macho que me come como sua mulher e que pudéssemos comemorar tudo juntos." O Diretor se aproximou da minha mulher, desamarrou o roupão dela e disse: "Vadia, mostra pro corno do teu marido como é que ficou a sua buceta." E deixando o roupão cair, eu vi a xota bem vermelha e inchada, com os lábios ligeiramente abertos e ainda escorrendo a porra dele. A única coisa que consegui dizer foi: "É melhor você se vestir, Amália." "Você tem razão — enquanto eu tomo banho e depois arrumo a mesa, vai até o restaurante lá embaixo e compra algo bom, tipo uma fritura de peixe, pro Fábio comer. Antes de sair, não esquece de disfarçar a sua ereção e servir uma dose pro meu macho, pra ele não ficar entediado." Ela disse isso piscando um olho pra mim. Não vou encher o saco contando o que rolou no jantar, onde bebi vinho demais pra aguentar a excitação doentia que tudo isso me causava. Por causa do cansaço do futebol, Fábio dormiu na mesa; eu o carreguei no colo até o quarto dele e o coloquei na cama. Quando voltei, eles estavam se beijando de língua. Com o passar dos minutos, os beijos e as carícias foram ficando mais intensos. Ele abaixou o zíper da calça e, puxando o pau grosso e bem duro pra fora, disse pra ela chupar. Ela fixou os olhos nos meus e, sem me consultar, disse: "Ele vai passar a noite aqui com a gente. Tô muito puta pra você conseguir me acalmar, preciso de um macho de verdade. Olha o pau, ele me comeu o dia inteiro e continua duro. Se você quiser e aguentar, pode ver como ele vai me foder." E pegando no pau dele, o levou pro nosso quarto. O convite era excitante demais pra deixar passar. Fui atrás deles e fechei a porta. Ele, sentado na cama, puxou os peitos dela pra fora do decote do vestido leve que ela usava e começou a brincar com eles. Passava as mãos, mordia e chupava sem se importar de deixar marcas. Ela, com as duas mãos, oferecia os peitos pra ele chupar, melhor do que quando nosso filho era bebê. Cada vez que ele apertava um mamilo entre os dentes e puxava, arrancava um grito de prazer dela. "Me dá tempo e você vai ver como vou encher sua buceta de porra, putinha minha." "Sim, sim, faz comigo o que quiser, mas nunca pare de me dar prazer, não me canso de ter seu pau dentro de mim me fodendo e me enchendo de porra." Era a primeira vez que via minha mulher me chifrando; sentei numa das poltronas do quarto e, tirando minha calça e cueca, comecei uma punheta lenta, mal me tocando, com medo de gozar rápido, queria prolongar o tesão até o fim.

Eles estavam enroscados como se eu nem estivesse olhando. Ele chupava os peitos dela e ela reclamava dos roxos que estavam aparecendo. Ele tirou o vestido dela, deixando-a completamente nua, e apesar do vestido curto, ela não usava calcinha, sem pensar que o filho poderia ter visto a buceta dela. Ela se ajoelhou na frente dele e, pegando o pauzão dele, bateu nas próprias tetas e, com um sorrisão, levou a cabecinha à boca, lambia olhando nos olhos dele como a melhor das putas, percorria o pau inteiro com a boca e voltava a chupar aquela cabeça de pau em forma de cogumelo; pegava o pau com as duas mãos e passava a mão no bruto. Mamava o pau como se fosse um sorvete, rodeava a cabecinha com a língua e depois beijava a parte de baixo até chegar nos ovos, enchia os pulmões com o cheiro das bolas dele. "Que cheiro gostoso de macho no cio." Enfiava a cabecinha na boca e fazia vácuo com a boca, sugando, e cada vez que aquele cogumelo escapava, ouvia um "PLOP"; a mamada acelerava num ritmo gostoso, a mão que segurava o bruto batia uma punheta. Enfiava a ponta da língua brincando no buraquinho da uretra, e ao colocar cada ovo na boca alternadamente, se abaixava um pouco mais, rebolando aquela bunda divina que ela tem e que, de onde eu estava... Eu tava lá, ela tava uma delícia, pronta pra eu meter de uma vez só. Ele movia a pélvis pra frente e pra trás como se a cara da minha mulher fosse uma buceta. Com a mão livre, ela mesma se masturbava o clitóris. Quando tirava a pica da boca dela, lambia com a ponta da língua cada milímetro de pica e as bolas. Ele dizia: "Já não aguento mais, você vai esvaziar minhas bolas e eu quero te foder." Trocaram de posição, ela sentou na ponta da cama com as pernas abertas em V e ele se ajoelhou pra chupar a buceta dela. Colocou o dedo no meio, em "V", com cada ponta abriu os lábios da buceta e meteu a língua, mexendo naquela buceta quente e molhada. Ela jogou as costas pra trás, com o braço esquerdo segurando na cama e com o outro continuava acariciando o clitóris. Entre gemidos, ela me olhava, sorria e passava a língua nos lábios. Ficava mais tesuda com a minha presença. O Diretor brincava com o clitóris dela, arrancando gemidos. Eu falei que no quarto ao lado tava o filho dela e pedi pra baixar os gemidos porque ia acordar ele. Isso fez ele se levantar e, colocando ela de quatro, meteu de uma vez só — a buceta tava ensopada. Caralho, ele se agarrava com uma mão na cintura dela e com a outra pegava um peito. Não dava pra acreditar que aquela pica entrava até as bolas, ia sair pela boca dela. Pra penetração ser mais funda, minha mulher abaixou uma perna, a posição que ela pegou era tipo subindo uma escada. Começou com um PLOF PLOF PLOF produzido pelo choque da bunda linda dela com ele e as bolas batendo na buceta dela, isso era igual ver um filme pornô. Ela dizia: "Ah! Me fode assim, filho da puta, mete mais, mais, rasga o pouco que me resta de xota. Sim, sim, sinto até o útero, tá chegando no fundo, porra, isso é foder uma mulher, olha bem, maridinho." As estocadas dele eram fortes e faziam os peitões dela balançarem. "Aí! Aí! Aí! Para, para, quero sentir ela dentro de mim até que... Me arrebenta a buceta. Agora senta você na cama, amor, e deixa eu sentar nesse pauzão. O Diretor deitou na cama, com as pernas penduradas, e minha mulher, de costas pra ele e olhando pra mim, sentou enfiando o pauzão inteiro pra dentro. A cavalgada da Amália era longa e forte, às vezes ela pulava, outras mexia a cintura. Ela me disse: "Cuck, olha que macho gostoso eu tenho entre as pernas, aprende a me foder assimiiii, ahhhhh, olha como o cock dele abre toda a minha buceta, ahh, que delícia, vou gozar que nem uma puta." Ficaram assim até ele pedir pra ela virar pra chupar os peitos dela. Os bicos estavam como morangos de tanto chupar e beliscar. De onde eu tava, dava pra ver não só a buceta bem aberta, mas também o cu dela — o filho da puta não deixou nenhum buraco intacto, aproveitou bem o dia inteiro com minha mulher. Já cansados e suados, as fodas eram lentas, mas não menos profundas. "Mostra pro cuck como você enche minha buceta de porra, quero que ele veja direitinho como sai seu leite do meu xoxota." "O que você pedir, gostosa." "Olha, cuck, como se fode uma puta que nem sua mulher. Desde o primeiro dia que te vi, soube que ela era grande demais pra você, é muita mulher. Você perdeu ela. Depois que provou um cock bom como o meu, quando tem quem fode elas bem fodidas, nunca largam. Se contenta com suas punhetas." Amália cravou as unhas no peito dele, enfiou o cock até o fundo e ficou parada. Ele, com uns tremores, terminou enchendo ela de uma barbaridade de porra dentro da buceta. Ela gritava que nem uma puta: "Você vai quebrar meu DIU e me engravidar." Um tempo depois, ela desceu dele e aproximou a buceta a poucos centímetros do meu rosto, abriu bem os lábios com os dedos, mostrando o buraco pra eu não perder nenhum detalhe da porra que ele tinha jogado dentro, que tava escorrendo no chão. O xoxota dela tava bem aberto e inchado, e uma mão dela acariciava minha cabeça, como se quisesse que eu lambesse. Chupei. Falei pra ela não ser promíscua. Ela me beijou e declarou: "Não tem mais volta, amor. Você aproveita seus chifres que eu vou fazer o mesmo com meu garanhão." Voltou pra junto do Diretor e limpou a rola dele, chupando até a última gota de porra. Tomaram banho juntos e depois ela acompanhou ele até a porta da rua, já eram 5h30 da manhã de domingo. Quando minha mulher voltou pro quarto, a gente deitou abraçado e dormiu sem falar nada. Os dias passaram e os encontros entre eles ficavam cada vez mais frequentes, mas infelizmente eu não era convidado pra participar. Embora a Amália, quando chegava, me contasse tudo. Numa sexta, minha mulher me ligou no escritório ao meio-dia pra dizer que ia sair com ele e que só voltaria de noite, pra eu cuidar do Fabio. E à tarde o Diretor me mandou uma mensagem no celular dizendo: "Tô mandando ela com uma surpresinha." Fiquei nervoso, não sabia o que ele queria dizer com essa história de surpresinha. Apesar de várias ligações pedindo explicação, nenhum dos dois atendeu. Qual seria a surpresa? O mais difícil foi disfarçar meu nervosismo na frente do meu filho, que perguntava toda hora onde a mãe tava e que horas ela ia voltar — se o menino soubesse a verdade sobre a puta que a mãe dele tinha virado. Lá pelas onze da noite, ela chegou em casa toda desarrumada e bem bêbada. Ao ver ela naquele estado, pedi pelo amor de Deus que subisse pro quarto, porque o menino tava dormindo e eu não queria arriscar ele descer pra pegar alguma coisa e ver ela assim. Como ela tava com dificuldade pra subir a escada, ajudei e, ao segurá-la, senti um cheiro de sexo, de ter passado o dia inteiro transando. Carreguei ela no colo até o quarto pra não perder tempo e comecei a despir ela. Ainda de jeans, ela se trancou no banheiro pra tomar banho. Já não aguentava mais, fiquei pelado e me deitei na cama pra bater uma punheta, cheirando a camisa dela. Daí a pouco ela apareceu nua, enrolada numa toalha que deixou cair enquanto se aproximava, subiu na cama e começou a me contar como o... O diretor tinha comido ela. Apoiou o pé esquerdo no meu peito, me perguntando: "Você gosta?" O tornozelo esquerdo dela tinha uma corrente tatuada em volta, tudo terminando num coração com os símbolos unidos Homem (♂♀♂) nas cores vermelho, verde e branco, sendo um dos homens o maior, o de cor vermelha. Eu disse: "Como você tatuou isso se nunca gostou disso?" E ela responde: "Ele me pediu. Assim como você e eu usamos uma aliança que simboliza nosso casamento, essa tatuagem representa nosso relacionamento atual, o amor que sinto por você e nosso filho. Querida?" — eu falei — "Mas você não percebe que todo mundo pode ver isso?" "Pra saber o que é, precisam chegar bem perto, e as pessoas não andam na rua curvadas olhando meu tornozelo esquerdo, ainda mais quando uso meia." "Mas e se seu filho vir?" "Pra ele vai ser só mais um desenho, é muito novo pra entender." "E quando ele crescer?" "Já vou dar um jeito de explicar." Fiquei pensando um momento, lembrando daquela história das cores, que cada uma queria dizer alguma coisa: "Por que um símbolo é verde e não branco como o meu, como amor puro? O que significa essa cor verde?" "Verde significa fertilidade." "O quê?" "Sim, por acaso não sou mãe?" A resposta dela não me agradou, nem a tatuagem, mas toda vez que eu via aquilo, ficava duro que nem um burro. Tinha medo do que iam falar, da minha imagem, mas me excitava pra caralho, e ela percebia isso toda vez que a gente transava, porque enquanto eu metia, beijava e lambia aquilo sem me segurar. Pra finalizar, lembro que o Diretor é casado e tem cinco filhos. A esposa dele, chamada Rosa, é uns anos mais velha que ele e tem tanta grana quanto quilos, não tem nem comparação com o corpaço da Amália. É muita putaria entre minha mulher e o Diretor, como se cada um fosse viciado no corpo do outro, eles se viam pra trepar quase todo dia e a qualquer hora. A esposa do Diretor começou a desconfiar da chifrada, por causa das longas ausências do marido e, com certeza, da falta de sexo com ela. que a Amália o espremia até a última gota de porra. Depois de uma discussão entre Rosa e o marido, a mulher o expulsou de casa. A Amália não teve ideia melhor do que trazê-lo pra nossa casa sem me avisar, até que a poeira baixe e ele possa voltar pra mulher dele. Ela deu pra ele o quarto que a gente tinha pra quando os avós vinham. Pra Fabio foi como se a escola tivesse se mudado pra casa dele, ele não gostou nada, e disse: "Mãe, e agora onde é que os avós vão dormir quando vierem me ver?" E ela respondeu: "Filho, isso é provisório, só por umas duas semanas." "Então, até ele ir embora, os avós não podem vir?" "Eu não disse isso, seus avós são sempre bem-vindos, se vierem, a gente se vira. Filho, se comporte como um homem de verdade e não fique bravo. Seu pai e eu te ensinamos a ajudar quem precisa." E a Amália precisava daquela pica, pensei ao vê-los. A ideia de ter o cara que comia a minha mulher e ela debaixo do mesmo teto me dava um choque de adrenalina, queria ver eles foderem de novo. Impondo minha autoridade e saindo em defesa da mãe dele, falei: "Fabio, não quero ouvir você reclamar mais. Entendeu? Você tem que ser esperto e aproveitar que agora o Diretor tá aqui pra melhorar suas notas. Vários dos seus colegas adorariam ter ele em casa pra fazer o mesmo, ele pode te ajudar como professor de matemática." Minhas palavras lembraram ele o quanto odiava o professor de matemática, e ele ficou feliz. Todos os quartos da minha casa ficam no andar de cima, com vista pra rua: o do meu filho e o nosso, e ao lado o quarto de hóspedes com vista pro jardim e outra escada que sobe pro sótão. O quarto de hóspedes tem uma cama de casal, normalmente usada pelos avós que moram fora. No domingo, o Diretor chegou e, poucos minutos depois de deixar as coisas no quarto, aproveitava qualquer momento pra passar a mão na minha mulher e meter a mão nela. Quando cheguei, eu tava jogando futebol com meu filho no jardim, da sacada do quarto de hóspedes, eles estavam... Assistindo ao jogo, primeiro de mãos dadas, depois ele ficou atrás dela e, segurando-a pela cintura, forçou ela a se inclinar pra frente, apoiando os cotovelos no parapeito, deixando aquele rabão empinado, sem tirar as mãos da cintura dela, meteu o pau dele entre as pernas dela. Enquanto a mãe torcia pelo filho em cada jogada, ele esfregava o pau na buceta toda dela, sem se importar que eu e meu filho estávamos ali. Arranjei uma desculpa pro menino brincar de costas pra sacada. Sem os olhos do Fabio mirando neles, o Diretor se animou, levantou o vestido dela, baixou a braguilha e meteu de uma só vez. Amália, entre gritos de incentivo pro Fabio, fingia seus gemidos. Assim! Assim, Fabio siiiiiiiiiiiiii, bate mais forteeee, na bola mais forte filhoooooh. Ouvir os gritos da minha mulher deixou o Diretor mais excitado e ele entrou na onda com a sacanagem dupla. Ele dizia: "Escuta sua mãe, Fabio, ela tá pedindo mais forteeee pra meter bem, tem que bater forte e sem medo na bola, Filho, me dói você não bater forte até o fundooo". E pro Diretor disse: "Como a gente tá humilhando meu marido, faz alguma coisa, haha". "Seu marido não pode fazer nada, já que você já tem um pedaço de puta dentro. Gooool! De novo meteram e entrou até o fundo, eu em você e seu filho na bola, haha. Por favor, amor, não para, continua jogando assim. Siiii! Como você me faz gozar com seus movimentos na bola, filho." Eu olhei como eles estavam uma maravilha, de tantas metidas cada vez mais aberta. Parece um túnel de estrada. Tá bem dura e rija, aproveita, filho. Não para, não paraaaaaa e aperta mais que eu sinto ela vindo, já vem, já vem, já veeeeem e Gooool! Na inocência do meu filho, ele achava que toda aquela alegria era por ele, e se aproximou da sacada pra cumprimentar eles no momento em que o pau da mãe dele tava enchendo a buceta da mãe dele de porra. Graças que a parte da frente do vestido dela escondia do menino o que tava rolando. ver o Diretor do meu filho debaixo da varanda, fingindo um aceno, jogou todo o peso do corpo pra frente, esmagando minha mulher contra o parapeito e deixando o tronco dela pendurado pra fora, com a pica enfiada até os ovos, sentiu as descargas de porra inundando toda a buceta e chegando no fundo da alma dela, achava que ia sair porra pela boca dela. O filho da puta olhando pro meu filho, e como indireta pra mãe dele, pergunta: "Quer a porra?". Quando Amália ouviu a voz do filho dizer "Sim", respondeu: "Tô com ela toda dentro, é muita e tá fervendo, vai pra cozinha, filho, me espera que eu desço e te dou." Quando o menino entrou em casa, o Diretor tirou ela, pingando porra do pauzão dele e da buceta dela, deixando ela descer com toda a porra escorrendo pelas pernas e piscando um olho pra mim, o filho da puta perguntou se eu tinha gostado. Fui o último a ir pra cozinha, onde estavam os três, já que não tive outra opção a não ser bater uma no jardim pra baixar a ereção que eu tava. Fabio tava lanchando na mesa da cozinha vendo um filme do Capitão América, o Diretor no banheiro, eu com minha mulher do outro lado da mesa. Na ausência momentânea do intruso, minha mulher pegou minha mão, enfiou debaixo do vestido dela, molhou meus dedos com a porra que saía da buceta dela, e me disse: "Tá vendo como ele encheu minha buceta? Esse cara é um verdadeiro garanhão, tudo isso no meu ouvido pra não ser ouvido pelo filho." O Diretor saiu do banheiro do térreo e subindo as escadas, ele disse: "Vou dormir um pouco pra ficar descansado pra essa noite, me chamem quando a janta estiver pronta." O filho da puta tinha se tornado o dono da casa, eu olhando feito um otário pra minha mulher, e ela me disse no ouvido: "Isso é a vantagem de ter uma pica tão grande e você uma mulher tão gostosa e puta!" Nós também deitamos com o menino um pouco até ele pegar no sono da soneca, e aí finalmente pude dar uma foda nela, com a condição de preparar a janta pra eles. Cena. Bom, amigos, posso continuar com essa história. Se quiserem, é só falar nos comentários. Valeu.

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