Se quiserem entender do que se trata esse relato, passem lá no meu post http://www.poringa.net/posts/relatos/5271213/Obligado-a-vivir-con-mi-hermana.html
Depois de toda aquela voragem sexual com Delfina, as coisas seguiram seu curso normalmente. Eu chegava do trabalho, a gente transava, limpava, arrumava e tudo era normal. Uma noite, enquanto dormíamos, começaram a bater nas portas com muita força. Eram os bombeiros dizendo que tínhamos que evacuar porque o prédio estava pegando fogo no térreo e precisávamos sair pelas escadas do primeiro andar. Obviamente pegamos algumas coisas essenciais e saímos seguindo as instruções dos bombeiros. Nenhum dano significativo, mas o prédio ficaria um mês sem luz, já que o incêndio começou lá e era impossível consertar rápido. Com Delfina, ficamos pensando no que fazer até que ela teve a ideia de ligar pro meu velho e contar a situação. Meu pai não demorou nem cinco segundos pra dizer pra gente ir pra casa dele e ficar lá o tempo que precisássemos. Subimos pro apartamento, fizemos as malas e fomos pra lá. No caminho, minha irmã foi reclamando que viver de novo com papai e mamãe era um tédio porque iam enlouquecê-la dizendo que ela não faz nada e essas coisas. Eu disse que os velhos são assim, mas que ficasse tranquila que eu ia convencê-los a não encher o saco dela. Aí ela percebe e me diz com um tom preocupado: "Pera, e a foda? Como vamos fazer, porque eu me acostumei a transar todo dia com você". Eu soltei uma gargalhada e disse que a gente ia fazer quando eles não estivessem em casa. Ela ficou tranquila e me exigiu que a gente começasse o plano pra Trinidad deixar de ser tão virjona.
Já de volta ao ninho, nossos pais nos receberam com um churrasco e muita alegria. Quando Delfina pergunta onde estava Trinidad, meu pai responde que estava no quarto jogando videogame como sempre. Dava pra notar que meu velho estava muito ofuscado pela... Situação de confinamento e minha mãe dizia para deixá-la em paz, que Delfina também era rebelde nessa idade. O jantar continuou muito agradável e ficou ainda melhor quando Trini desceu do quarto para nos cumprimentar e comer algo conosco. Eu olhei ela de cima a baixo e fiquei atônito, ela estava com um fone de ouvido com orelhinhas de putinha, uma camiseta rosa com uma estampa bem anime, quase não dava para saber se ela estava com um shortinho, calcinha fio-dental ou nada por baixo, e umas meias também rosas. Delfina me olhou com uma cara de ciúmes que não dava para disfarçar, obviamente eu estava com o pau duro que não cabia na calça, por isso cruzei as pernas para esconder o soldado que queria sair para combater nessa batalha. Tudo seguiu normalmente até minha mãe comentar que um dos quartos estava sendo usado como depósito, então Delfina e eu teríamos que dormir no mesmo quarto. Para nós era um win win, já que como é o quarto mais afastado, poderíamos transar sem fazer escândalo. Chegou a hora de dormir e quando eu ia escovar os dentes, Delfi me agarra e diz: "se apressa, que estou muito ciumenta e com muita vontade de você me comer". Então, para não demorar, fiz um bochecho com um produto e fui correndo para entrar e ver a beleza que tenho de irmã totalmente nua e com uma cara de "me come" que não consigo explicar com palavras.
— O que foi, ficou com ciúmes da mina?
— Sim — ela responde com raiva.
— Bom, eu vou resolver isso para você.
Me joguei em cima dela para começar a enchê-la de beijos por todo o corpo: nas orelhas, no pescoço, na boca. Fiquei um tempo chupando os peitos dela enquanto com a mão acariciava a buceta e ouvia ela gemer bem baixinho. Fui direto chupá-la para fazê-la se contorcer de prazer, mordiscava de leve o clitóris e enfiava os dedos, ela estava inundada em todos os sentidos. Quando percebi que ela estava quase gozando, comecei a esfregar devagar com meu pau e, como ela estava bem molhada, consegui enfiar rápido sem levar um soco. fazer mal. Que prazer, amigos, é incrível, comecei a comer ela com vontade mas tranquilo e ela me arranhava devagar as costas e se enroscava com as pernas, coloquei ela de lado pra entrar melhor e poder tocar melhor os peitos enquanto enfiava até o fundo. Ela ficou de quatro e depois por cima, eu não aguentava mais, queria descarregar tudo, então coloquei ela de novo na posição papai e mamãe mas com as perninhas no ombro, dei como se não houvesse amanhã e quando não aguentei mais mandei bem até o fundo enquanto dava beijos. Deve ter sido que o meu gemido foi muito forte porque ela me deu um beijo longo, não sei quanto gozei mas devo ter batido um recorde pessoal, dei uns beijinhos e desabei ao lado, ela pegou uma toalha limpa que tinha na gaveta pra se limpar toda e ainda me diz: "Ahhh você tava bem carregado, olha como me encheu, se eu não tomasse a pílula você me deixava bem grávida" rindo que nem uma boba. Dormimos abraçados depois de conferir de novo que a porta estava trancada.
De manhã desço pra tomar café da manhã e vejo a Trini sozinha na cozinha preparando café e torradas pra todo mundo. Pergunto se os velhos estavam e ela responde que tinham saído pra um sítio e não iam ficar o fim de semana todo, então nós três podíamos botar o papo em dia. Estávamos tomando café quando a Delfina desce e reclama que não a acordamos e não esperamos por ela, não me perguntem o que eu tinha na cabeça na hora, mas me levantei e enquanto pedia desculpas dei um beijo na boca dela e fui tomar banho. Juro que fiz inconscientemente, mas quando cheguei na porta do banheiro caí na real e voltei correndo. O cenário era de caras de surpresa, a Trinidad porque não entendia por que eu tinha dado um beijo na boca da Delfina e a outra como eu tinha enfiado um beijo na frente da Trini. Pensando como saio dessa:
-Éééé... Não sabia o que dizer, sinceramente.
-Bom, é assim que a gente se cumprimenta desde que moramos juntos, te incomoda? Diz a Delfina com uma segurança. magnífico -Não me incomoda e eu também quero. Fico com muito ciúme -Bom, é que a gente tem essa intimidade desde que fui morar com o Tomi -Tudo bem, mas eu também sou irmã dela e quero Depois de toda essa situação, também me acostumei a cumprimentar a Trinidad com beijos na boca, desde que nossos pais não estivessem por perto, claro. À tarde, eu estava estudando no escritório que meu pai tem, quando senti alguém batendo na porta. Levantei para abrir e era a Trini, que tinha me trazido um lanche para eu comer alguma coisa, porque fazia umas três horas que eu estava trancado: -Valeu, Tri -De nada, To -O que você estava fazendo? -Estudando para a prova da semana que vem, e você? -Nada, entediada. E ainda não tem ninguém online pra jogar -Ah, esses jogos de nerd. Digo rindo -Não são de nerd, eu não sou nerd nem otaku. Ela responde muito brava -Hahahaha não se irrita, boba -Eu sei o que pensam aqui em casa, que sou otaku ou virjona, e não sou -Era uma piada, humor. Sabe o que é? -Tá bom, chega. Preciso te pedir um favor. -Sim, o que precisa? -Preciso que você me coma -Você tá louca, é? Fumou crack? -Não, preciso descarregar e quero ter com você o que você tem com a Delfina. Não sou burra, ontem à noite eu ia dormir com vocês para fazer uma pijamada e ouvi, fiquei atrás da porta e ouvi tudo. Não podia continuar mentindo nem inventar que estávamos assistindo um pornô ou alguma das 960 desculpas que me ocorreram. Obviamente tive que acabar aceitando, até porque também não é que eu não tivesse vontade, a mina tinha um corpo divino e uma cara de inocente que me deixava com muito tesão, então, como bom homem, levei ela para o quarto enquanto dava beijos, levantei a camiseta e vi a calcinha linda cor branca. Ela não tinha uns peitões como a Delfi, mas eram bonitos mesmo assim. Joguei ela na cama e comecei a sentir o cheirinho que a calcinha tinha, subi para dar uns beijos e tirar o sutiã. Ela era toda minha, era meu brinquedo e ia fazer ela sentir isso. Tirei a roupa dela completei para admirar a rosadinha de sua buceta maravilhosa que brilhava de tão molhada que estava, comecei a enfiar os dedos bem devagar e ela torcia a cabeça ao máximo. Beijinhos na boca, nos peitinhos, no umbigo e chupada de buceta, clitóris, tudo enquanto a masturbava com os dedos. Peguei ela pelos braços e coloquei por cima de mim para começar a transar e deixar que ela cavalgasse, ela com a mão agarrava meu pau e o enfiava devagar gemendo e mordendo os lábios. Durinha, ela estava nervosa então não fui muito brusco porque notei que não tinha muita experiência, para melhorar coloquei ela de lado onde se sentiu mais confortável e eu acariciava seus seios dando beijos no pescoço, na boca e nas orelhas para que se sentisse cada vez melhor. Ela ficou de quatro e me ofereceu toda aquela bucetinha rosada e aquele bumbum bem rechonchudo para que eu desse um pouco mais forte, já estávamos há um tempo e eu estava quase explodindo, várias investidas e parei para perguntar onde ela queria que eu gozasse:
- Tô quase explodindo, onde você quer que eu goze?
- Goza onde você quiser
A verdade é que diante dessa resposta fiz o que mais gosto e me excita, continuei comendo ela de quatro e quando senti que ia soltar tudo, virei ela para colocar na posição papai e mamãe e ver sua carinha de putinha enquanto a enchia toda de porra. Então coloquei as mãos embaixo dos braços dela e enquanto aumentava a intensidade dava beijos na boca para me excitar ainda mais e aí explodi, o jato de porra aumentou quando vi que ela ria de satisfação, foi incrível, dei mais quatro ou cinco bombadas e tirei, não tinha uma única gota, tinha deixado tudo dentro daquela buceta preciosa. Ela se tocava e esfregava meu sêmen por toda sua buceta gemendo e rindo:
- Obrigada, irmãozinho. Nunca tinham me comido assim, bom, também não é como se eu tivesse feito tantas vezes. Vou tomar banho porque tô toda cheia e melada
Coloquei a cueca, o bermudão e desci para a cozinha para recuperar a energia comendo uma fruta ou algo que me dê eletrólitos. Ouço a porta da frente abrindo e vejo a Delfina chegando, que tinha ido ao supermercado comprar coisas pro almoço. Ela me vê sem camisa e meio suado e se aproxima pra me dar um beijo:
- Oi, lindo. Me dá um beijo e toca no meu volume.
- Oi, linda. Eu dou um beijo, mas disfarçadamente dou um passo pra trás.
- Opa, tá arisco ou o que foi?
- Haha, quando eu te contar...
- Conta logo.
- A girl deixou de ser tão virja, dei uma metida de campeonato.
- Ah, olha só, eu saio um pouco e aí fazem festa. Na próxima me chama.
Enquanto a Delfi fazia uma cena de ciúmes, a Trini desce com o cabelo todo molhado e me dá um beijo, agarra a Delfina e diz: "Óbvio que na próxima você entra" e também dá um beijo na boca dela.
Até a próxima, amigos e amigas.
Depois de toda aquela voragem sexual com Delfina, as coisas seguiram seu curso normalmente. Eu chegava do trabalho, a gente transava, limpava, arrumava e tudo era normal. Uma noite, enquanto dormíamos, começaram a bater nas portas com muita força. Eram os bombeiros dizendo que tínhamos que evacuar porque o prédio estava pegando fogo no térreo e precisávamos sair pelas escadas do primeiro andar. Obviamente pegamos algumas coisas essenciais e saímos seguindo as instruções dos bombeiros. Nenhum dano significativo, mas o prédio ficaria um mês sem luz, já que o incêndio começou lá e era impossível consertar rápido. Com Delfina, ficamos pensando no que fazer até que ela teve a ideia de ligar pro meu velho e contar a situação. Meu pai não demorou nem cinco segundos pra dizer pra gente ir pra casa dele e ficar lá o tempo que precisássemos. Subimos pro apartamento, fizemos as malas e fomos pra lá. No caminho, minha irmã foi reclamando que viver de novo com papai e mamãe era um tédio porque iam enlouquecê-la dizendo que ela não faz nada e essas coisas. Eu disse que os velhos são assim, mas que ficasse tranquila que eu ia convencê-los a não encher o saco dela. Aí ela percebe e me diz com um tom preocupado: "Pera, e a foda? Como vamos fazer, porque eu me acostumei a transar todo dia com você". Eu soltei uma gargalhada e disse que a gente ia fazer quando eles não estivessem em casa. Ela ficou tranquila e me exigiu que a gente começasse o plano pra Trinidad deixar de ser tão virjona.
Já de volta ao ninho, nossos pais nos receberam com um churrasco e muita alegria. Quando Delfina pergunta onde estava Trinidad, meu pai responde que estava no quarto jogando videogame como sempre. Dava pra notar que meu velho estava muito ofuscado pela... Situação de confinamento e minha mãe dizia para deixá-la em paz, que Delfina também era rebelde nessa idade. O jantar continuou muito agradável e ficou ainda melhor quando Trini desceu do quarto para nos cumprimentar e comer algo conosco. Eu olhei ela de cima a baixo e fiquei atônito, ela estava com um fone de ouvido com orelhinhas de putinha, uma camiseta rosa com uma estampa bem anime, quase não dava para saber se ela estava com um shortinho, calcinha fio-dental ou nada por baixo, e umas meias também rosas. Delfina me olhou com uma cara de ciúmes que não dava para disfarçar, obviamente eu estava com o pau duro que não cabia na calça, por isso cruzei as pernas para esconder o soldado que queria sair para combater nessa batalha. Tudo seguiu normalmente até minha mãe comentar que um dos quartos estava sendo usado como depósito, então Delfina e eu teríamos que dormir no mesmo quarto. Para nós era um win win, já que como é o quarto mais afastado, poderíamos transar sem fazer escândalo. Chegou a hora de dormir e quando eu ia escovar os dentes, Delfi me agarra e diz: "se apressa, que estou muito ciumenta e com muita vontade de você me comer". Então, para não demorar, fiz um bochecho com um produto e fui correndo para entrar e ver a beleza que tenho de irmã totalmente nua e com uma cara de "me come" que não consigo explicar com palavras.
— O que foi, ficou com ciúmes da mina?
— Sim — ela responde com raiva.
— Bom, eu vou resolver isso para você.
Me joguei em cima dela para começar a enchê-la de beijos por todo o corpo: nas orelhas, no pescoço, na boca. Fiquei um tempo chupando os peitos dela enquanto com a mão acariciava a buceta e ouvia ela gemer bem baixinho. Fui direto chupá-la para fazê-la se contorcer de prazer, mordiscava de leve o clitóris e enfiava os dedos, ela estava inundada em todos os sentidos. Quando percebi que ela estava quase gozando, comecei a esfregar devagar com meu pau e, como ela estava bem molhada, consegui enfiar rápido sem levar um soco. fazer mal. Que prazer, amigos, é incrível, comecei a comer ela com vontade mas tranquilo e ela me arranhava devagar as costas e se enroscava com as pernas, coloquei ela de lado pra entrar melhor e poder tocar melhor os peitos enquanto enfiava até o fundo. Ela ficou de quatro e depois por cima, eu não aguentava mais, queria descarregar tudo, então coloquei ela de novo na posição papai e mamãe mas com as perninhas no ombro, dei como se não houvesse amanhã e quando não aguentei mais mandei bem até o fundo enquanto dava beijos. Deve ter sido que o meu gemido foi muito forte porque ela me deu um beijo longo, não sei quanto gozei mas devo ter batido um recorde pessoal, dei uns beijinhos e desabei ao lado, ela pegou uma toalha limpa que tinha na gaveta pra se limpar toda e ainda me diz: "Ahhh você tava bem carregado, olha como me encheu, se eu não tomasse a pílula você me deixava bem grávida" rindo que nem uma boba. Dormimos abraçados depois de conferir de novo que a porta estava trancada.
De manhã desço pra tomar café da manhã e vejo a Trini sozinha na cozinha preparando café e torradas pra todo mundo. Pergunto se os velhos estavam e ela responde que tinham saído pra um sítio e não iam ficar o fim de semana todo, então nós três podíamos botar o papo em dia. Estávamos tomando café quando a Delfina desce e reclama que não a acordamos e não esperamos por ela, não me perguntem o que eu tinha na cabeça na hora, mas me levantei e enquanto pedia desculpas dei um beijo na boca dela e fui tomar banho. Juro que fiz inconscientemente, mas quando cheguei na porta do banheiro caí na real e voltei correndo. O cenário era de caras de surpresa, a Trinidad porque não entendia por que eu tinha dado um beijo na boca da Delfina e a outra como eu tinha enfiado um beijo na frente da Trini. Pensando como saio dessa:
-Éééé... Não sabia o que dizer, sinceramente.
-Bom, é assim que a gente se cumprimenta desde que moramos juntos, te incomoda? Diz a Delfina com uma segurança. magnífico -Não me incomoda e eu também quero. Fico com muito ciúme -Bom, é que a gente tem essa intimidade desde que fui morar com o Tomi -Tudo bem, mas eu também sou irmã dela e quero Depois de toda essa situação, também me acostumei a cumprimentar a Trinidad com beijos na boca, desde que nossos pais não estivessem por perto, claro. À tarde, eu estava estudando no escritório que meu pai tem, quando senti alguém batendo na porta. Levantei para abrir e era a Trini, que tinha me trazido um lanche para eu comer alguma coisa, porque fazia umas três horas que eu estava trancado: -Valeu, Tri -De nada, To -O que você estava fazendo? -Estudando para a prova da semana que vem, e você? -Nada, entediada. E ainda não tem ninguém online pra jogar -Ah, esses jogos de nerd. Digo rindo -Não são de nerd, eu não sou nerd nem otaku. Ela responde muito brava -Hahahaha não se irrita, boba -Eu sei o que pensam aqui em casa, que sou otaku ou virjona, e não sou -Era uma piada, humor. Sabe o que é? -Tá bom, chega. Preciso te pedir um favor. -Sim, o que precisa? -Preciso que você me coma -Você tá louca, é? Fumou crack? -Não, preciso descarregar e quero ter com você o que você tem com a Delfina. Não sou burra, ontem à noite eu ia dormir com vocês para fazer uma pijamada e ouvi, fiquei atrás da porta e ouvi tudo. Não podia continuar mentindo nem inventar que estávamos assistindo um pornô ou alguma das 960 desculpas que me ocorreram. Obviamente tive que acabar aceitando, até porque também não é que eu não tivesse vontade, a mina tinha um corpo divino e uma cara de inocente que me deixava com muito tesão, então, como bom homem, levei ela para o quarto enquanto dava beijos, levantei a camiseta e vi a calcinha linda cor branca. Ela não tinha uns peitões como a Delfi, mas eram bonitos mesmo assim. Joguei ela na cama e comecei a sentir o cheirinho que a calcinha tinha, subi para dar uns beijos e tirar o sutiã. Ela era toda minha, era meu brinquedo e ia fazer ela sentir isso. Tirei a roupa dela completei para admirar a rosadinha de sua buceta maravilhosa que brilhava de tão molhada que estava, comecei a enfiar os dedos bem devagar e ela torcia a cabeça ao máximo. Beijinhos na boca, nos peitinhos, no umbigo e chupada de buceta, clitóris, tudo enquanto a masturbava com os dedos. Peguei ela pelos braços e coloquei por cima de mim para começar a transar e deixar que ela cavalgasse, ela com a mão agarrava meu pau e o enfiava devagar gemendo e mordendo os lábios. Durinha, ela estava nervosa então não fui muito brusco porque notei que não tinha muita experiência, para melhorar coloquei ela de lado onde se sentiu mais confortável e eu acariciava seus seios dando beijos no pescoço, na boca e nas orelhas para que se sentisse cada vez melhor. Ela ficou de quatro e me ofereceu toda aquela bucetinha rosada e aquele bumbum bem rechonchudo para que eu desse um pouco mais forte, já estávamos há um tempo e eu estava quase explodindo, várias investidas e parei para perguntar onde ela queria que eu gozasse:
- Tô quase explodindo, onde você quer que eu goze?
- Goza onde você quiser
A verdade é que diante dessa resposta fiz o que mais gosto e me excita, continuei comendo ela de quatro e quando senti que ia soltar tudo, virei ela para colocar na posição papai e mamãe e ver sua carinha de putinha enquanto a enchia toda de porra. Então coloquei as mãos embaixo dos braços dela e enquanto aumentava a intensidade dava beijos na boca para me excitar ainda mais e aí explodi, o jato de porra aumentou quando vi que ela ria de satisfação, foi incrível, dei mais quatro ou cinco bombadas e tirei, não tinha uma única gota, tinha deixado tudo dentro daquela buceta preciosa. Ela se tocava e esfregava meu sêmen por toda sua buceta gemendo e rindo:
- Obrigada, irmãozinho. Nunca tinham me comido assim, bom, também não é como se eu tivesse feito tantas vezes. Vou tomar banho porque tô toda cheia e melada
Coloquei a cueca, o bermudão e desci para a cozinha para recuperar a energia comendo uma fruta ou algo que me dê eletrólitos. Ouço a porta da frente abrindo e vejo a Delfina chegando, que tinha ido ao supermercado comprar coisas pro almoço. Ela me vê sem camisa e meio suado e se aproxima pra me dar um beijo:
- Oi, lindo. Me dá um beijo e toca no meu volume.
- Oi, linda. Eu dou um beijo, mas disfarçadamente dou um passo pra trás.
- Opa, tá arisco ou o que foi?
- Haha, quando eu te contar...
- Conta logo.
- A girl deixou de ser tão virja, dei uma metida de campeonato.
- Ah, olha só, eu saio um pouco e aí fazem festa. Na próxima me chama.
Enquanto a Delfi fazia uma cena de ciúmes, a Trini desce com o cabelo todo molhado e me dá um beijo, agarra a Delfina e diz: "Óbvio que na próxima você entra" e também dá um beijo na boca dela.
Até a próxima, amigos e amigas.
3 comentários - Viviendo con mis dos hermanas