A puta do açougueiro 2

Passaram dois dias da primeira trepada e a puta me ligou, disse que eu podia passar pra buscá-la no trabalho, ela é enfermeira numa clínica e assim podia dizer pro marido que trocaram o turno ou que saía mais tarde dependendo de como eu comesse ela. Então, lá pela meia-noite, cheguei na clínica e ela apareceu, subiu no carro, "oi, love", e me comeu a boca de beijo. Isso, pra falar a verdade, também me deixava louco de tesão, ela é muito fogosa e eu pior. Falei: "não vamos perder tempo, vamos já pra um hotel", e lá fomos nós. Entramos no quarto, eu passando a mão na bunda dela, joguei ela na cama, desci a legging, a calcinha fio dental e comecei a chupar aquela bunda, aquela buceta. Ela abriu as pernas e levantava mais ainda pra eu meter a língua bem fundo, a cabeça apoiada no colchão, e eu saboreando aquela bunda de puta. Comecei a meter dois dedos no cu dela e, se contorcendo, ela me deu uma gozada, um gosto doce. Macio e pouquinho, ela ficava muito molhada, chupei aquilo e a roca dela pedia pra eu soltar. Continuei masturbando a bunda dela, ela pedia pica, mas eu continuava relaxando o cu dela, o polegar massageava a buceta e ela não aguentava mais de prazer, a puta tinha tipo umas convulsões e gozava de novo, que puta gostosa. Levantei, apoiei a pica na bunda dela e meti. Enfiei a cabeça de uma vez, ela abria mais as pernas e empinava a bunda, eu segurando os quadris ia metendo e metendo, uma bunda deliciosa, sentia como cedia a cada pica que eu enfiava, e se abria lindo, apertava, dava pra sentir aqueles anéis do cu na minha cabeça, as veias inchavam e eu ficava desesperado pra meter tudo. A filha da puta se masturbava a buceta e gemia desesperada. Comecei a comer o cu dela como Deus manda, e metia igual um touro, enfiei tudo e tinha ela bem empalada, aí apoiei o peso do corpo e a pica entrou até o talo, ela gritou e senti: "come, filha da puta, come". Aí comecei a meter pica, batia na bunda dela e ela ficava louca, acelerei as metidas e senti a gozada vindo, apoiei o corpo e enfiei bem fundo. Lá dentro, comecei a descarregar bem a porra nela, um prazer gostoso, sentir aquela bunda tão aberta. Ela apagou na cama, tirei a pica e era a garganta do diabo na bunda, e um vulcão de porra aparecendo. Deitei do lado, e ela já falou que tinha mensagens do corno pra gente tomar um banho rápido. Entramos no chuveiro, ensaboei bem a pica e ela começou a bater uma pra mim. Virei ela contra a parede e meti de uma vez na bunda, dava pra sentir a porra ainda. Comi ela de novo com força, mas bem bruto, só queria aliviar o tesão que tava com aquela bunda. A puta colocava os peitos na parede e empinava mais a raba, eu metia até onde dava. Assim enchi de novo de porra aquela bunda, ficou linda, bem aberta, vermelha e escorrendo porra. Mas curti pra caralho. Não trocamos ideia, falamos pouco e levei ela até em casa. "Tchau, amor", nos beijamos como namorados e ela entrou. Fui pra casa com a pica bem vermelha, mas sentia aquela coceira de querer continuar comendo ela. Cheguei em casa e ela mandou mensagem dizendo que o corno do marido mandou ela se fantasiar de empregadinha pra me comer, e que culpa minha, ela não ia dar a bunda ou ia dançar a piquinha que ele tem com o buraco que eu deixei. Daqui a pouco, uma foto do marido de quatro e ela batendo uma pra ele com uma cenoura. Acho que o próximo corno feliz vai ser o açougueiro.

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