A foto do corpo nu do Marcelo, recém-saído do chuveiro, reacendeu o desejo da Teresa. Ela não conseguia entender por que aquele garoto tinha tanto poder sobre ela. Sabia que, depois de tudo que aconteceu, alimentar esses sentimentos era a pior coisa que podia fazer, mas não conseguia evitar. Continuou limpando a casa por um bom tempo, mas a imagem do Marcelo continuava ocupando sua mente. Por fim, sentou-se numa cadeira na cozinha para tomar um chá de camomila, mas nada conseguia acalmar seu desejo. Sem perceber, começou a esfregar as pernas uma na outra, com movimentos que estimulavam sua buceta molhada. Teresa já não aguentava mais. — Pro inferno! — Teresa pegou o celular, procurou novamente a nova foto do Marcelo e, com a mão, entrou dentro da calça. Odiou-se por sucumbir mais uma vez aos seus instintos mais baixos, mas o prazer que seus dedos proporcionavam conseguia compensar. Teresa estava se masturbando no meio da cozinha, fantasiando sobre o valentão do seu filho. Seus dedos, apertados pelo tecido do jeans, faziam força para se mover como ela queria, mas depois de pouco tempo veio o primeiro orgasmo. Ela se levantou para ir ao banheiro lavar as mãos, mas, como um raio em céu sereno, a tesão voltou. Estava surpresa consigo mesma. Tinha acabado de se masturbar, mas de novo sua bocetinha gulosa pedia mais. Ela sabia que nunca conseguiria sentir o mesmo que sentiu com o Marcelo se ficasse só na masturbação, mas pelo menos esperava se livrar do desejo por um tempo. Seu plano não funcionou. De novo voltou a se masturbar onde estava antes, mas desta vez com mais energia. Teresa conseguia sentir prazer, mas o jeans era um obstáculo muito chato, então, no meio da excitação, não hesitou em tirá-lo e largá-lo no chão.
Agora com mais liberdade, ela colocou os pés um sobre a cadeira e outro sobre a mesa à frente, começando a se masturbar como nunca antes. Sua buceta molhada fazia barulhos tão obscenos que a excitavam ainda mais. Veio o segundo orgasmo. Ainda não era suficiente, seu corpo pedia mais. Teresa queria gozar de uma vez por todas com seu desejo, então pegou uma banana que estava junto ao resto das frutas sobre a mesa e a enfiou dentro de sua vagina. A banana não chegava nem perto das dimensões do membro de Marcelo, mas naquele momento cumpria seu dever. No meio do vai e vem, Teresa acabou comparando aquela fruta com seu marido e deu pena admitir que até a banana era maior que ele e conseguia dar mais prazer.
O terceiro orgasmo estava prestes a chegar quando a voz do Pedro interrompeu todo o prazer tão desejado.
— Mãe, cheguei! — Pedrito anunciou sua volta como sempre fazia ao abrir a porta de casa.
Teresa se assustou e, o mais rápido possível, escondeu as pernas e a parte inferior do corpo nu atrás da mesa, pouco antes do filho entrar.
— Mãe?
— Pedro, meu tesouro! Já chegou? Tão cedo?
— Sim, hoje saí mais cedo… esqueceu?
— Ah, sim! É verdade, haha.
— Sabe, hoje…
Teresa esperava que o filho fosse para o quarto enquanto, com um pé, puxava a calça atrás da mesa para que Pedro não percebesse. No entanto, a presença do filho não fez sua tesão passar, e a banana ainda estava dentro dela. Então, num ato de loucura, lentamente, Teresa levou a mão para baixo da mesa e começou a mover a banana devagar.
— … Além disso, o João também… Mãe?
— … Mmm… sim… entendo.
— Mãe, você está bem?
— Aah… mmm… sim, tesouro, estou bem.
— Não parece.
— É só… mmm… uma dor de cabeça, não se preocupe.
— Sério? Deixa eu ver, talvez esteja com febre…
— Não!
Pedro se aproximou, querendo colocar a mão na testa dela, o que forçou Teresa a parar de se masturbar.
— Não, filho, não. Digo que não é nada. Vai para o seu quarto e descansa que eu preparo o almoço.
— Mas eu só…
— Obedeça, Pedro!
Pedro obedeceu à mãe e subiu as escadas sob o olhar impaciente dela. Mais uma vez, o filho tinha interrompido seu orgasmo, o que a irritou um pouco. Assim que ele fechou a porta do quarto, Teresa tentou gozar de novo com a banana, mas foi inútil, já que Pedro a tinha deixado de mau humor. Frustrada, vestiu a calça de novo e jogou a banana no lixo. Talvez pudesse ter ido ao banheiro e terminado lá, mas lembrou que precisava sair para buscar o pequeno Jonas. Teresa sabia que seus filhos não tinham culpa de nada, mas isso não evitou que sentisse um pouco de raiva deles.
Trocou de roupa e saiu sem dizer nada. Na saída, Teresa teve que esperar uns 10 minutos pelo filho mais novo e… enquanto ela checava o celular. Marcelo tinha escrito. O cara agora não pedia, mas exigia que ela também mandasse fotos. Ela sabia que não era bom deixá-lo esperando, então assim que entrou no carro com seu filhinho, pediu que ele ficasse no banco de trás para não perceber que sua mãe estava tirando uma foto de si mesma e de seus peitos incríveis.
Teresa demorou um pouco e tirou várias selfies. Inconscientemente, queria mandar para o garoto a melhor foto possível e se preocupava em destacar bem seus atributos.
- Tá feliz?
- Esperava um pouco mais, mas por enquanto tá bom.
- Então te peço por favor que hoje não me encha o saco. Quero preparar um jantar para minha família para me fazer perdoar.
- Então você contou pra eles?
- Ainda não.
- Hahaha, claro que não. Você não quer que estraguem a nossa coisa.
- Não tem "nossa coisa", não tem "nós", entende?
- Continua repetindo isso se te faz sentir melhor, mas você e eu sabemos a verdade.
Jonás reclamou lá de trás que queria ir pra casa porque estava com fome. Teresa não respondeu à mensagem, mas percebeu que talvez a pior coisa de ter gostado do sexo com o garoto era que ele sabia. De que jeito ele usaria isso contra ela? Passou o dia todo pensando em que maneiras Marcelo teria se aproveitado dela e, para sua vergonha, esses pensamentos a excitaram ainda mais. Nem na própria cabeça ela estava a salvo dele.
- Você tá louca, Teresa.
- O que você disse, meu amor?
- Nada, nada.
Sonhando acordada, Teresa esqueceu que estava na companhia da família jantando. Felipe e Pedro trocaram um olhar, ambos comunicando preocupação com Teresa, que naquele dia parecia tão distraída.
- Mãe, gostei muito da comida. Você usou algum ingrediente especial?
- Não, nada de especial. - Teresa responde friamente sem olhar para ele.
- Tem certeza, meu amor? Hoje tem algo de especial.
- Que não! Não tem nada de especial!
Um silêncio desconfortável caiu sobre a casa. Teresa, perdida em suas fantasias, atacou qualquer um que tentasse afastá-la delas. Só depois de ter levantado a voz de um jeito tão grosseiro percebeu que seu filho e marido só queriam ser gentis com ela. Aquele jantar ela havia preparado com o propósito de se fazer perdoar por seu comportamento recente, embora ninguém soubesse; mas a verdade era que ela tentava pedir desculpas à sua própria consciência.
- Desculpem, desculpem, é que... estou com um pouco de dor de... cabeça. Teresa se levantou e se retirou para o quarto enquanto Felipe, Jonas e Pedro terminavam o jantar. Seu marido mal acabou de comer e lavar a louça foi ver como ela estava e a encontrou já na cama, debaixo dos lençóis, fingindo dormir. Ele não podia imaginar que naquele momento sua esposa estava se masturbando de novo e que teve que esconder seu corpo quase nu sob os lençóis quando o ouviu chegar.
Felipe ficou parado um momento perto da sua esposa, observando-a dormir, admirando sua beleza e pensando ser o homem mais sortudo do mundo. Depois de um tempo, foi ao banheiro para se arrumar e mandar os filhos dormir, para então poder deitar ao lado da sua esposa. Assim que ele saiu do quarto, Teresa vestiu seu pijama e voltou a fingir que dormia até que seu marido chegasse. Mesmo tendo Felipe ao seu lado, o desejo entre suas pernas era forte demais para resistir, então ela abraçou seu marido e começou a beijar seu pescoço por trás.
— Você não estava dormindo?
— Estava, mas agora estou acordada.
— A cabeça já não está doendo?
— Não.
Felipe se virou para ela e a beijou como sempre fazia, com delicadeza e ternura. Os beijos levaram aos preliminares, e os preliminares ao sexo, que com Felipe significava fazer amor na mesma posição de sempre. Teresa estava debaixo do seu marido, ouvindo-o gemer enquanto o abraçava e fingia os sons que normalmente fazia. Marcelo a tinha arruinado. Ela já não sentia nada com seu esposo, nem uma gota de prazer. Embora nunca tivesse sentido muito, agora, depois dele, tudo o que Felipe fazia parecia péssimo e errado. Ele era lento, desajeitado e sem paixão, tudo o contrário do valentão.
Depois de quase 3 minutos, Felipe gozou dentro dela e se jogou ao lado, exausto pelo grande esforço.
—Te amo, Teresa.
—Te amo, Felipe.
Mal ouviu as palavras de sua esposa, Felipe adormeceu pensando ter satisfeito sua mulher, enquanto esta olhava para o teto esperando o momento certo para levantar da cama e ir ao banheiro terminar o que ele não conseguiu.
Na manhã seguinte, Felipe a fez levantar levando o café da manhã na cama. Desde que sua esposa confessou que não estava feliz no casamento, ele decidiu se esforçar para remediar isso. Teresa, naquele momento, lembrou-se bem por que se apaixonou por ele.
A interromper o momento foi o som de seu celular sinalizando uma mensagem de Marcelo.
—Quem é?
—…Sofia. Parece que quer me ver de novo.
—E por quê?
—Você sabe, problemas com o marido, precisa de alguém pra conversar.
—Hoje?
—Sim, hoje. Por quê?
—Nada, nada. Só pensei que poderíamos sair para jantar num restaurante, só nós dois.
—E as crianças?
—Podem pedir uma pizza.
—Bom, seria ótimo, mas… deixa eu me organizar com a Sofia e te aviso.
—Ok, te espero lá embaixo.
Na cozinha, os homens da família estavam terminando o café da manhã quando se ouviram os passos de Teresa descendo as escadas. Pedro e Felipe ficaram de boca aberta vendo a mulher mais linda da casa vestindo um incrível conjunto azul que destacava sua figura.
- Te… Teresa, mas que porra você vestiu?
- Isso? Só umas coisinhas que não usava há muito tempo… por quê? Gostou?
- Ahm… Teresa… você pensa em sair na rua assim?
- O que você quer dizer, Felipe?
- Não acha que é meio… ousado demais.
- …Isso é o cúmulo, Felipe! Me arrumo toda pra você me ver e é isso que ganho em troca? Suas críticas? Esquece o jantar de hoje!
- Teresa! Não, espera… Eu não quis dizer nada de ruim…
- E na frente dos nossos filhos, Felipe… essa eu não esqueço.
Teresa pega as chaves do carro e sai de casa batendo a porta com força. Felipe, consciente de ter estragado tudo de novo, diz aos filhos para terminarem o café da manhã.
10 minutos depois, Teresa vê o carro do marido com as crianças dentro indo em direção à escola, enquanto ela estava escondida numa rua perto de casa.
- Desculpa. — diz Teresa e liga o carro para voltar pra casa.
Uma vez dentro, vai até o quarto para trocar a roupa de cama e depois se senta no sofá da sala, tomando vinho de uma taça e com os olhos fixos na porta. Em menos de meia hora, ouve-se um *Ding Dong*. Nervosa, ela se levanta rápido e deixa a garrafa — agora pela metade — sobre a mesinha de centro antes de abrir a porta.
- Mmm… É. Assim eu gosto, gostosa.
- O… Olá.
Teresa não sabia o que dizer para receber Marcelo na sua própria casa; o simples fato de que, mal Marcelo a viu, deu uma olhada de cima a baixo e depois aprovou, a fez tremer de medo e excitação.
- Vai me convidar pra entrar ou não?
- Sim, sim… desculpa.
Marcelo olha em volta e admira a casa magnífica.
- Gosto da sua mansão, gostosa. Até dá vontade de vir morar aqui.
- O quê?
- Hahaha… Tô brincando, relaxa.
Teresa fica mais nervosa.
- Por favor, vamos fechar um acordo logo, assim…
- Sua família te viu vestida assim?
- …Sim.
- E por que te viram assim?
- Porque… porque você mandou.
- Mas você podia ter saído vestida normal, voltado e trocado.
- …
- Você também queria que vissem você assim. É mesmo?
– Não. O que você tá dizendo? Eu… eu nem tinha pensado nisso.
– Haha, claro. Ou você é puta ou é burra.
Os dois se encaravam sem piscar. Marcelo via sua alma, e Teresa tentava escondê-la, sustentando o olhar, querendo fazê-lo acreditar que estava brava – mas não estava.
– Vejo que você se adiantou…
Ele olha para a garrafa de vinho.
– Escuta, podemos chegar a um acordo…
Marcelo a ignora e vai pegar a garrafa, bebendo como se fosse água.
– Aff… isso é coisa de criança. Trouxe isso aqui pra… te ajudar a relaxar, como da outra vez.
Ele esvazia o saquinho de droga dentro da taça e depois enche com o pouco vinho que restava na garrafa. Marcelo oferece a taça a Teresa, e mais uma vez ela se vê na mesma situação de antes: tinha que escolher.
Era fácil pensar que bastava se rebelar ou dizer não, mas o olhar do cara não era de quem oferece, e sim de quem manda.
Ela não conseguiu desobedecer. Mesmo que ele a assustasse, ao mesmo tempo, perceber sua rudeza, sua presunção, seu poder… a deixou excitada como nunca.
Marcelo observava sua brinquedinho tomar a taça de vinho, tentando conter a risada. Teresa, depois de alguns segundos, sentiu de novo aquela sensação, aquela liberdade – como se as correntes que a apertavam não existissem mais.
Os dois se olharam outra vez e, ao mesmo tempo, se entregaram a um beijo longo e apaixonado. A droga tinha feito efeito muito mais rápido e muito mais forte do que da outra vez.
“Talvez porque dessa vez eu tomei mais”, pensou ela.
Mesmo de salto, Teresa não alcançava a altura do cara, então ele agarrou suas nádegas e a levantou um pouco mais, para enfiar a língua em sua boca com mais facilidade. Teresa esfregava os seios nele, e Marcelo fazia com que ela sentisse seu membro duro contra o estômago.
– Pra onde a gente vai?
Teresa demora alguns segundos para entender a pergunta.
–… Lá em cima, última porta à direita.
Marcelo a levanta ainda mais alto e volta a beijá-la, e ela o abraça com as pernas, desejando que aquele beijo nunca termine. Devagar, o garoto subiu as escadas carregando-a e andou pelo corredor até ficar de frente para a porta do quarto de casal de Felipe e Teresa. Com o pé, ele chutou a porta e entrou no quarto, jogando-a na cama. Ele tira a camiseta e, quando ela tenta tirar o vestido, ele a impede. — Ainda não, te quero assim. O valentão procede a tirar a calça, libertando sua fera, o que fez aumentar ainda mais o desejo de sua presa. Teresa estava deitada e Marcelo se posiciona sobre ela, ajoelhado na cama, começando a passar seu pau primeiro na perna dela, depois sobre o vestido, subindo até seus seios presos dentro daquele tecido tão apertado. Ela já não aguentava mais, seus olhos suplicavam a Marcelo que a fizesse sua, então ele a agarrou pelos cabelos, levantando apenas sua cabeça e enfiando seu pau o mais fundo que podia. — Glub, glub, glub, glub
Marcelo começou a foder a boca de Teresa sem dar tempo dela respirar, e ela se esforçava para aguentar. Depois de um tempo, o cara finalmente soltou a presa e ela tirou o pau da boca, dando um grande suspiro. Nunca imaginou que pudessem tratá-la com tanta grosseria. O garoto em cima dela agora parecia mais um animal selvagem do que um ser humano, e isso não a agradava.
- Pronta para mais?
Teresa respirou fundo e balançou a cabeça, dizendo sim. Ele passou dez minutos metendo na boca da mãe do Pedro enquanto ela se esforçava para respirar só pelo nariz, e no final ele gozou, fazendo ela tossir e engolir a porra toda.
Marcelo esperou alguns segundos para que Teresa recuperasse o fôlego e, orgulhoso, admirou o rosto vermelho, desgrenhado e com a maquiagem arruinada como se fosse uma obra de arte. Seu pau ainda estava pingando saliva quando ele a virou de bruços e, com um puxão, rasgou o vestido na altura do bumbum. Finalmente, ele estava diante das belas nádegas de Teresa e, por instinto, deu uma palmada decidida com sua mão grande, que a fez soltar um pequeno guincho. O membro do valentão entrou de uma vez, ajudado por toda a saliva que o lubrificava e por quanto ela estava molhada, e assim a mente da mãe do Pedro ficou em branco novamente. Se antes era pela falta de oxigênio, agora era pelo prazer. Marcelo a comia sem piedade, segurando-a pela parte rasgada do vestido, enquanto ela gritava de prazer. Quanto mais ele a fodia, mais o vestido se abria, chegando a revelar um pouco das costas, mas ela não se importava, sua mente estava em outro mundo.
- Ah, ah, ah, ah, ah, ah
Teresa não tentava conter seus gritos de prazer, sem se importar se os vizinhos pudessem ouvir, já que a foda que estava recebendo era incrível. A cama era de muito boa qualidade, mas mesmo assim tremia sob o terremoto de Marcelo, que punha sua estrutura à prova até que chegou o primeiro orgasmo. O jovem, satisfeito, a vê tremer de prazer e dá um tapa naquelas deliciosas nádegas vermelhas e cobertas de suor, o que tornou o orgasmo dela ainda mais intenso. Assim que terminou, ele a virou e rasgou mais o vestido para revelar seus gloriosos peitos. Era assim que ele queria comê-la. Ele se ajoelhou com o pau para fora, pegou seu brinquedo e a colocou sobre ele para que ela mesma se enfiasse, com seu peso, em seu pau grande.
- Aaaah, aah, aah
Os gemidos de Teresa eram música para ele, e cada vez que sentia o pau novamente dentro dela era como se fosse a primeira vez. Agora, estando cara a cara, voltaram a se beijar. A cada movimento de Teresa, o beijo era interrompido pelos gemidos que ela soltava, e Marcelo podia aproveitar a cara de sua... presa totalmente no cio. Naquele momento era ela quem sozinha subia e descia no pau do Marcelo sem perceber. Foi como um instinto para a mãe do Pedro.
O valentão percebeu como os lábios dela tremiam junto com o resto do corpo quando o segundo orgasmo chegou. Teresa, exausta, ficou um momento abraçada a ele, descansando sobre seu corpo, até que Marcelo decidiu aumentar o ritmo, movendo seu pau ainda dentro dela. Agora era ele quem a empalava, tirando e metendo seu membro com grande habilidade, levantando-a um pouco com as mãos agarradas na sua bunda enquanto seus dedos brincavam com a entrada do segundo buraco.
Isso deixou Teresa completamente louca, que não parava de gemer e com as unhas marcou as costas do seu macho.
-Aaah, ah ah, ah, aah, ah, ah, ah -Você gosta, putinha? -Ah, ah, ah, sssssim, ah, ah, sim, sim, sim
O terceiro orgasmo da Teresa chegou rápido, e mais um também para o valentão; dessa vez, porém, ele gozou dentro dela. A mãe do Pedro e seu valentão se separaram naquele momento, ele se sentou com os braços para trás e ela, ainda com as pernas sobre as dele, se jogou para trás, deitada e exausta. Sua mente ainda demorava para processar o que tinha acontecido, era difícil para ela admitir que tinha levado a melhor foda da sua vida. O sêmen ainda quente escorria da sua buceta, mas disso ela ainda não tinha percebido.
-Uff… chega de descanso, putinha, vem aqui.
Marcelo a puxou para si, a colocou de lado com uma perna sobre o ombro dele e novamente a furou com o seu pau. O sêmen dela nem tinha terminado de sair que já foi empurrado de volta para dentro pelas investidas do garoto. Teresa já não conseguia raciocinar, sua mente não entendia nada que não fosse prazer. Apenas algumas informações do mundo externo chegavam até ela: a sensação de molhada que tinha no corpo e que sentia nos lençóis, os barulhos de carne contra carne, o rangido da cama que se mexia, os móveis perto da cama que se moviam e a parede sendo batida pela cama de casal.
O tempo passava e os dois transavam como loucos, Teresa nem tinha percebido que já não estava mais com o vestido. De repente, um barulho diferente do que estava ouvindo chamou sua atenção. Sua capacidade de atenção estava altamente comprometida pelo sexo selvagem que estava tendo com o desgraçado que tinha torturado seu filho todo esse tempo. O barulho era como de algo duro caindo, algo quebrando, tipo um prato ou um copo. Ela não ligou. Como poderia ligar, já que o pau descomunal do Marcelo estava revolvendo seus intestinos?
De novo tinham perdido a conta dos orgasmos e de novo ela estava descansando exausta sobre a cama de casal.
-Ahh, tô com sede. Você quer alguma coisa? -Á… Água.
Marcelo desceu da cama, saiu do quarto e desceu as escadas. de baixo totalmente nu com seu pitão mole balançando entre as pernas. Agia como se estivesse em casa, totalmente relaxado. Abre a porta do congelador e vê que há, tomando todo o tempo que queria. Enquanto isso, Teresa deitada na cama encharcada de porra e suor recuperava suas capacidades mentais de ser humano e percebia seu entorno. Naquele momento entra o jovem tomando de uma garrafa de Coca-Booty e com uma garrafinha de água para sua mulher. Oferece a ela e ela fica um tempo olhando o corpo negro reluzente de suor de Marcelo que evidenciava seus músculos. Seu pau estava mole mas mesmo assim era enorme e também brilhava por todos os fluidos vaginais e sêmen nela. Teresa pegou a garrafa. - Obrigada. Abriu e finalmente começou a beber. Algumas gotas de água caíram sobre seu peito fazendo-a sentir o quanto estava fria em contraste com seu corpo que naquele momento estava fervendo como se tivesse febre. “Meu Deus, o que eu fiz? Não acredito que a droga possa me fazer isso.” Teresa pensava que a droga era a responsável por sua conduta porque não queria admitir que a depravação de seus atos estava dentro dela. Estava nua naquele momento mas não sentia vergonha, não podia depois de tudo que tinha feito com ele. Virou-se para o outro lado para não ver o garoto e seu corpo excitante, mas ao fazer isso deu ao jovem uma vista espetacular de sua bunda e seu corpo nu em uma pose de modelo.
Teresa percebeu que o criado-mudo do seu lado da cama estava quase vazio. Costumava ter muito mais coisas em cima. Olhou para o chão e viu que, durante o terremoto que provocaram, muitas coisas haviam caído, inclusive a foto de família que era tão importante para ela. Pegou a foto e começou a observá-la. O vidro estava quebrado, uma rachadura estragava a família lindíssima na foto. Teresa começou a chorar. A culpa e a vergonha eram tão terríveis que doíam no peito. Como ela tinha se comportado mal. – Nããão… Não, eu não sou assim, eu não me comporto assim. Sinto muito… não é justo, não está certo. – Hmm? Sem olhar para trás, Teresa continua falando e chorando. – Não posso fazer isso. Já chega… Eles não merecem isso, eu não mereço eles… Me deixa em paz, por favor. Você não sabe o que é ter uma família, eu amo eles, não quero perdê-los… Temos que cu- Não é justo, entende? Isso é injusto, isso é errado… Marcelo lentamente começa a meter seu pau dentro da Teresa.
-Mal...maloooj... O pau entra mais fundo.
-Mal...Não, nooj, Aj...é injustooo, é maloooo...
-Não me importa uma merda se é injusto ou ruim! Marcelo enfia ainda mais o pau e penetra no espírito de Teresa, que deixa cair a foto de família. CRAK
A última coisa que Teresa conseguiu ver antes que sua mente ficasse turva foi o relógio de parede, que mostrava que faltava pouco para buscar seu filho. Continua...
Agora com mais liberdade, ela colocou os pés um sobre a cadeira e outro sobre a mesa à frente, começando a se masturbar como nunca antes. Sua buceta molhada fazia barulhos tão obscenos que a excitavam ainda mais. Veio o segundo orgasmo. Ainda não era suficiente, seu corpo pedia mais. Teresa queria gozar de uma vez por todas com seu desejo, então pegou uma banana que estava junto ao resto das frutas sobre a mesa e a enfiou dentro de sua vagina. A banana não chegava nem perto das dimensões do membro de Marcelo, mas naquele momento cumpria seu dever. No meio do vai e vem, Teresa acabou comparando aquela fruta com seu marido e deu pena admitir que até a banana era maior que ele e conseguia dar mais prazer.
O terceiro orgasmo estava prestes a chegar quando a voz do Pedro interrompeu todo o prazer tão desejado. — Mãe, cheguei! — Pedrito anunciou sua volta como sempre fazia ao abrir a porta de casa.
Teresa se assustou e, o mais rápido possível, escondeu as pernas e a parte inferior do corpo nu atrás da mesa, pouco antes do filho entrar.
— Mãe?
— Pedro, meu tesouro! Já chegou? Tão cedo?
— Sim, hoje saí mais cedo… esqueceu?
— Ah, sim! É verdade, haha.
— Sabe, hoje…
Teresa esperava que o filho fosse para o quarto enquanto, com um pé, puxava a calça atrás da mesa para que Pedro não percebesse. No entanto, a presença do filho não fez sua tesão passar, e a banana ainda estava dentro dela. Então, num ato de loucura, lentamente, Teresa levou a mão para baixo da mesa e começou a mover a banana devagar.
— … Além disso, o João também… Mãe?
— … Mmm… sim… entendo.
— Mãe, você está bem?
— Aah… mmm… sim, tesouro, estou bem.
— Não parece.
— É só… mmm… uma dor de cabeça, não se preocupe.
— Sério? Deixa eu ver, talvez esteja com febre…
— Não!
Pedro se aproximou, querendo colocar a mão na testa dela, o que forçou Teresa a parar de se masturbar.
— Não, filho, não. Digo que não é nada. Vai para o seu quarto e descansa que eu preparo o almoço.
— Mas eu só…
— Obedeça, Pedro!
Pedro obedeceu à mãe e subiu as escadas sob o olhar impaciente dela. Mais uma vez, o filho tinha interrompido seu orgasmo, o que a irritou um pouco. Assim que ele fechou a porta do quarto, Teresa tentou gozar de novo com a banana, mas foi inútil, já que Pedro a tinha deixado de mau humor. Frustrada, vestiu a calça de novo e jogou a banana no lixo. Talvez pudesse ter ido ao banheiro e terminado lá, mas lembrou que precisava sair para buscar o pequeno Jonas. Teresa sabia que seus filhos não tinham culpa de nada, mas isso não evitou que sentisse um pouco de raiva deles.
Trocou de roupa e saiu sem dizer nada. Na saída, Teresa teve que esperar uns 10 minutos pelo filho mais novo e… enquanto ela checava o celular. Marcelo tinha escrito. O cara agora não pedia, mas exigia que ela também mandasse fotos. Ela sabia que não era bom deixá-lo esperando, então assim que entrou no carro com seu filhinho, pediu que ele ficasse no banco de trás para não perceber que sua mãe estava tirando uma foto de si mesma e de seus peitos incríveis.
Teresa demorou um pouco e tirou várias selfies. Inconscientemente, queria mandar para o garoto a melhor foto possível e se preocupava em destacar bem seus atributos. - Tá feliz?
- Esperava um pouco mais, mas por enquanto tá bom.
- Então te peço por favor que hoje não me encha o saco. Quero preparar um jantar para minha família para me fazer perdoar.
- Então você contou pra eles?
- Ainda não.
- Hahaha, claro que não. Você não quer que estraguem a nossa coisa.
- Não tem "nossa coisa", não tem "nós", entende?
- Continua repetindo isso se te faz sentir melhor, mas você e eu sabemos a verdade.
Jonás reclamou lá de trás que queria ir pra casa porque estava com fome. Teresa não respondeu à mensagem, mas percebeu que talvez a pior coisa de ter gostado do sexo com o garoto era que ele sabia. De que jeito ele usaria isso contra ela? Passou o dia todo pensando em que maneiras Marcelo teria se aproveitado dela e, para sua vergonha, esses pensamentos a excitaram ainda mais. Nem na própria cabeça ela estava a salvo dele.
- Você tá louca, Teresa.
- O que você disse, meu amor?
- Nada, nada.
Sonhando acordada, Teresa esqueceu que estava na companhia da família jantando. Felipe e Pedro trocaram um olhar, ambos comunicando preocupação com Teresa, que naquele dia parecia tão distraída.
- Mãe, gostei muito da comida. Você usou algum ingrediente especial?
- Não, nada de especial. - Teresa responde friamente sem olhar para ele.
- Tem certeza, meu amor? Hoje tem algo de especial.
- Que não! Não tem nada de especial!
Um silêncio desconfortável caiu sobre a casa. Teresa, perdida em suas fantasias, atacou qualquer um que tentasse afastá-la delas. Só depois de ter levantado a voz de um jeito tão grosseiro percebeu que seu filho e marido só queriam ser gentis com ela. Aquele jantar ela havia preparado com o propósito de se fazer perdoar por seu comportamento recente, embora ninguém soubesse; mas a verdade era que ela tentava pedir desculpas à sua própria consciência.
- Desculpem, desculpem, é que... estou com um pouco de dor de... cabeça. Teresa se levantou e se retirou para o quarto enquanto Felipe, Jonas e Pedro terminavam o jantar. Seu marido mal acabou de comer e lavar a louça foi ver como ela estava e a encontrou já na cama, debaixo dos lençóis, fingindo dormir. Ele não podia imaginar que naquele momento sua esposa estava se masturbando de novo e que teve que esconder seu corpo quase nu sob os lençóis quando o ouviu chegar.
Felipe ficou parado um momento perto da sua esposa, observando-a dormir, admirando sua beleza e pensando ser o homem mais sortudo do mundo. Depois de um tempo, foi ao banheiro para se arrumar e mandar os filhos dormir, para então poder deitar ao lado da sua esposa. Assim que ele saiu do quarto, Teresa vestiu seu pijama e voltou a fingir que dormia até que seu marido chegasse. Mesmo tendo Felipe ao seu lado, o desejo entre suas pernas era forte demais para resistir, então ela abraçou seu marido e começou a beijar seu pescoço por trás.— Você não estava dormindo?
— Estava, mas agora estou acordada.
— A cabeça já não está doendo?
— Não.
Felipe se virou para ela e a beijou como sempre fazia, com delicadeza e ternura. Os beijos levaram aos preliminares, e os preliminares ao sexo, que com Felipe significava fazer amor na mesma posição de sempre. Teresa estava debaixo do seu marido, ouvindo-o gemer enquanto o abraçava e fingia os sons que normalmente fazia. Marcelo a tinha arruinado. Ela já não sentia nada com seu esposo, nem uma gota de prazer. Embora nunca tivesse sentido muito, agora, depois dele, tudo o que Felipe fazia parecia péssimo e errado. Ele era lento, desajeitado e sem paixão, tudo o contrário do valentão.
Depois de quase 3 minutos, Felipe gozou dentro dela e se jogou ao lado, exausto pelo grande esforço. —Te amo, Teresa.
—Te amo, Felipe.
Mal ouviu as palavras de sua esposa, Felipe adormeceu pensando ter satisfeito sua mulher, enquanto esta olhava para o teto esperando o momento certo para levantar da cama e ir ao banheiro terminar o que ele não conseguiu.
Na manhã seguinte, Felipe a fez levantar levando o café da manhã na cama. Desde que sua esposa confessou que não estava feliz no casamento, ele decidiu se esforçar para remediar isso. Teresa, naquele momento, lembrou-se bem por que se apaixonou por ele.
A interromper o momento foi o som de seu celular sinalizando uma mensagem de Marcelo.
—Quem é?
—…Sofia. Parece que quer me ver de novo.
—E por quê?
—Você sabe, problemas com o marido, precisa de alguém pra conversar.
—Hoje?
—Sim, hoje. Por quê?
—Nada, nada. Só pensei que poderíamos sair para jantar num restaurante, só nós dois.
—E as crianças?
—Podem pedir uma pizza.
—Bom, seria ótimo, mas… deixa eu me organizar com a Sofia e te aviso.
—Ok, te espero lá embaixo.
Na cozinha, os homens da família estavam terminando o café da manhã quando se ouviram os passos de Teresa descendo as escadas. Pedro e Felipe ficaram de boca aberta vendo a mulher mais linda da casa vestindo um incrível conjunto azul que destacava sua figura.
- Te… Teresa, mas que porra você vestiu? - Isso? Só umas coisinhas que não usava há muito tempo… por quê? Gostou?
- Ahm… Teresa… você pensa em sair na rua assim?
- O que você quer dizer, Felipe?
- Não acha que é meio… ousado demais.
- …Isso é o cúmulo, Felipe! Me arrumo toda pra você me ver e é isso que ganho em troca? Suas críticas? Esquece o jantar de hoje!
- Teresa! Não, espera… Eu não quis dizer nada de ruim…
- E na frente dos nossos filhos, Felipe… essa eu não esqueço.
Teresa pega as chaves do carro e sai de casa batendo a porta com força. Felipe, consciente de ter estragado tudo de novo, diz aos filhos para terminarem o café da manhã.
10 minutos depois, Teresa vê o carro do marido com as crianças dentro indo em direção à escola, enquanto ela estava escondida numa rua perto de casa.
- Desculpa. — diz Teresa e liga o carro para voltar pra casa.
Uma vez dentro, vai até o quarto para trocar a roupa de cama e depois se senta no sofá da sala, tomando vinho de uma taça e com os olhos fixos na porta. Em menos de meia hora, ouve-se um *Ding Dong*. Nervosa, ela se levanta rápido e deixa a garrafa — agora pela metade — sobre a mesinha de centro antes de abrir a porta.
- Mmm… É. Assim eu gosto, gostosa.
- O… Olá.
Teresa não sabia o que dizer para receber Marcelo na sua própria casa; o simples fato de que, mal Marcelo a viu, deu uma olhada de cima a baixo e depois aprovou, a fez tremer de medo e excitação.
- Vai me convidar pra entrar ou não?
- Sim, sim… desculpa.
Marcelo olha em volta e admira a casa magnífica.
- Gosto da sua mansão, gostosa. Até dá vontade de vir morar aqui.
- O quê?
- Hahaha… Tô brincando, relaxa.
Teresa fica mais nervosa.
- Por favor, vamos fechar um acordo logo, assim…
- Sua família te viu vestida assim?
- …Sim.
- E por que te viram assim?
- Porque… porque você mandou.
- Mas você podia ter saído vestida normal, voltado e trocado.
- …
- Você também queria que vissem você assim. É mesmo?
– Não. O que você tá dizendo? Eu… eu nem tinha pensado nisso.
– Haha, claro. Ou você é puta ou é burra.
Os dois se encaravam sem piscar. Marcelo via sua alma, e Teresa tentava escondê-la, sustentando o olhar, querendo fazê-lo acreditar que estava brava – mas não estava.
– Vejo que você se adiantou…
Ele olha para a garrafa de vinho.
– Escuta, podemos chegar a um acordo…
Marcelo a ignora e vai pegar a garrafa, bebendo como se fosse água.
– Aff… isso é coisa de criança. Trouxe isso aqui pra… te ajudar a relaxar, como da outra vez.
Ele esvazia o saquinho de droga dentro da taça e depois enche com o pouco vinho que restava na garrafa. Marcelo oferece a taça a Teresa, e mais uma vez ela se vê na mesma situação de antes: tinha que escolher.
Era fácil pensar que bastava se rebelar ou dizer não, mas o olhar do cara não era de quem oferece, e sim de quem manda.
Ela não conseguiu desobedecer. Mesmo que ele a assustasse, ao mesmo tempo, perceber sua rudeza, sua presunção, seu poder… a deixou excitada como nunca.
Marcelo observava sua brinquedinho tomar a taça de vinho, tentando conter a risada. Teresa, depois de alguns segundos, sentiu de novo aquela sensação, aquela liberdade – como se as correntes que a apertavam não existissem mais.
Os dois se olharam outra vez e, ao mesmo tempo, se entregaram a um beijo longo e apaixonado. A droga tinha feito efeito muito mais rápido e muito mais forte do que da outra vez.
“Talvez porque dessa vez eu tomei mais”, pensou ela.
Mesmo de salto, Teresa não alcançava a altura do cara, então ele agarrou suas nádegas e a levantou um pouco mais, para enfiar a língua em sua boca com mais facilidade. Teresa esfregava os seios nele, e Marcelo fazia com que ela sentisse seu membro duro contra o estômago.
– Pra onde a gente vai?
Teresa demora alguns segundos para entender a pergunta.
–… Lá em cima, última porta à direita.
Marcelo a levanta ainda mais alto e volta a beijá-la, e ela o abraça com as pernas, desejando que aquele beijo nunca termine. Devagar, o garoto subiu as escadas carregando-a e andou pelo corredor até ficar de frente para a porta do quarto de casal de Felipe e Teresa. Com o pé, ele chutou a porta e entrou no quarto, jogando-a na cama. Ele tira a camiseta e, quando ela tenta tirar o vestido, ele a impede. — Ainda não, te quero assim. O valentão procede a tirar a calça, libertando sua fera, o que fez aumentar ainda mais o desejo de sua presa. Teresa estava deitada e Marcelo se posiciona sobre ela, ajoelhado na cama, começando a passar seu pau primeiro na perna dela, depois sobre o vestido, subindo até seus seios presos dentro daquele tecido tão apertado. Ela já não aguentava mais, seus olhos suplicavam a Marcelo que a fizesse sua, então ele a agarrou pelos cabelos, levantando apenas sua cabeça e enfiando seu pau o mais fundo que podia. — Glub, glub, glub, glub
Marcelo começou a foder a boca de Teresa sem dar tempo dela respirar, e ela se esforçava para aguentar. Depois de um tempo, o cara finalmente soltou a presa e ela tirou o pau da boca, dando um grande suspiro. Nunca imaginou que pudessem tratá-la com tanta grosseria. O garoto em cima dela agora parecia mais um animal selvagem do que um ser humano, e isso não a agradava. - Pronta para mais?
Teresa respirou fundo e balançou a cabeça, dizendo sim. Ele passou dez minutos metendo na boca da mãe do Pedro enquanto ela se esforçava para respirar só pelo nariz, e no final ele gozou, fazendo ela tossir e engolir a porra toda.
Marcelo esperou alguns segundos para que Teresa recuperasse o fôlego e, orgulhoso, admirou o rosto vermelho, desgrenhado e com a maquiagem arruinada como se fosse uma obra de arte. Seu pau ainda estava pingando saliva quando ele a virou de bruços e, com um puxão, rasgou o vestido na altura do bumbum. Finalmente, ele estava diante das belas nádegas de Teresa e, por instinto, deu uma palmada decidida com sua mão grande, que a fez soltar um pequeno guincho. O membro do valentão entrou de uma vez, ajudado por toda a saliva que o lubrificava e por quanto ela estava molhada, e assim a mente da mãe do Pedro ficou em branco novamente. Se antes era pela falta de oxigênio, agora era pelo prazer. Marcelo a comia sem piedade, segurando-a pela parte rasgada do vestido, enquanto ela gritava de prazer. Quanto mais ele a fodia, mais o vestido se abria, chegando a revelar um pouco das costas, mas ela não se importava, sua mente estava em outro mundo. - Ah, ah, ah, ah, ah, ah
Teresa não tentava conter seus gritos de prazer, sem se importar se os vizinhos pudessem ouvir, já que a foda que estava recebendo era incrível. A cama era de muito boa qualidade, mas mesmo assim tremia sob o terremoto de Marcelo, que punha sua estrutura à prova até que chegou o primeiro orgasmo. O jovem, satisfeito, a vê tremer de prazer e dá um tapa naquelas deliciosas nádegas vermelhas e cobertas de suor, o que tornou o orgasmo dela ainda mais intenso. Assim que terminou, ele a virou e rasgou mais o vestido para revelar seus gloriosos peitos. Era assim que ele queria comê-la. Ele se ajoelhou com o pau para fora, pegou seu brinquedo e a colocou sobre ele para que ela mesma se enfiasse, com seu peso, em seu pau grande.
- Aaaah, aah, aah
Os gemidos de Teresa eram música para ele, e cada vez que sentia o pau novamente dentro dela era como se fosse a primeira vez. Agora, estando cara a cara, voltaram a se beijar. A cada movimento de Teresa, o beijo era interrompido pelos gemidos que ela soltava, e Marcelo podia aproveitar a cara de sua... presa totalmente no cio. Naquele momento era ela quem sozinha subia e descia no pau do Marcelo sem perceber. Foi como um instinto para a mãe do Pedro.

O valentão percebeu como os lábios dela tremiam junto com o resto do corpo quando o segundo orgasmo chegou. Teresa, exausta, ficou um momento abraçada a ele, descansando sobre seu corpo, até que Marcelo decidiu aumentar o ritmo, movendo seu pau ainda dentro dela. Agora era ele quem a empalava, tirando e metendo seu membro com grande habilidade, levantando-a um pouco com as mãos agarradas na sua bunda enquanto seus dedos brincavam com a entrada do segundo buraco.
Isso deixou Teresa completamente louca, que não parava de gemer e com as unhas marcou as costas do seu macho.
-Aaah, ah ah, ah, aah, ah, ah, ah -Você gosta, putinha? -Ah, ah, ah, sssssim, ah, ah, sim, sim, simO terceiro orgasmo da Teresa chegou rápido, e mais um também para o valentão; dessa vez, porém, ele gozou dentro dela. A mãe do Pedro e seu valentão se separaram naquele momento, ele se sentou com os braços para trás e ela, ainda com as pernas sobre as dele, se jogou para trás, deitada e exausta. Sua mente ainda demorava para processar o que tinha acontecido, era difícil para ela admitir que tinha levado a melhor foda da sua vida. O sêmen ainda quente escorria da sua buceta, mas disso ela ainda não tinha percebido.
-Uff… chega de descanso, putinha, vem aqui.
Marcelo a puxou para si, a colocou de lado com uma perna sobre o ombro dele e novamente a furou com o seu pau. O sêmen dela nem tinha terminado de sair que já foi empurrado de volta para dentro pelas investidas do garoto. Teresa já não conseguia raciocinar, sua mente não entendia nada que não fosse prazer. Apenas algumas informações do mundo externo chegavam até ela: a sensação de molhada que tinha no corpo e que sentia nos lençóis, os barulhos de carne contra carne, o rangido da cama que se mexia, os móveis perto da cama que se moviam e a parede sendo batida pela cama de casal.
O tempo passava e os dois transavam como loucos, Teresa nem tinha percebido que já não estava mais com o vestido. De repente, um barulho diferente do que estava ouvindo chamou sua atenção. Sua capacidade de atenção estava altamente comprometida pelo sexo selvagem que estava tendo com o desgraçado que tinha torturado seu filho todo esse tempo. O barulho era como de algo duro caindo, algo quebrando, tipo um prato ou um copo. Ela não ligou. Como poderia ligar, já que o pau descomunal do Marcelo estava revolvendo seus intestinos?
De novo tinham perdido a conta dos orgasmos e de novo ela estava descansando exausta sobre a cama de casal.
-Ahh, tô com sede. Você quer alguma coisa? -Á… Água.
Marcelo desceu da cama, saiu do quarto e desceu as escadas. de baixo totalmente nu com seu pitão mole balançando entre as pernas. Agia como se estivesse em casa, totalmente relaxado. Abre a porta do congelador e vê que há, tomando todo o tempo que queria. Enquanto isso, Teresa deitada na cama encharcada de porra e suor recuperava suas capacidades mentais de ser humano e percebia seu entorno. Naquele momento entra o jovem tomando de uma garrafa de Coca-Booty e com uma garrafinha de água para sua mulher. Oferece a ela e ela fica um tempo olhando o corpo negro reluzente de suor de Marcelo que evidenciava seus músculos. Seu pau estava mole mas mesmo assim era enorme e também brilhava por todos os fluidos vaginais e sêmen nela. Teresa pegou a garrafa. - Obrigada. Abriu e finalmente começou a beber. Algumas gotas de água caíram sobre seu peito fazendo-a sentir o quanto estava fria em contraste com seu corpo que naquele momento estava fervendo como se tivesse febre. “Meu Deus, o que eu fiz? Não acredito que a droga possa me fazer isso.” Teresa pensava que a droga era a responsável por sua conduta porque não queria admitir que a depravação de seus atos estava dentro dela. Estava nua naquele momento mas não sentia vergonha, não podia depois de tudo que tinha feito com ele. Virou-se para o outro lado para não ver o garoto e seu corpo excitante, mas ao fazer isso deu ao jovem uma vista espetacular de sua bunda e seu corpo nu em uma pose de modelo.
Teresa percebeu que o criado-mudo do seu lado da cama estava quase vazio. Costumava ter muito mais coisas em cima. Olhou para o chão e viu que, durante o terremoto que provocaram, muitas coisas haviam caído, inclusive a foto de família que era tão importante para ela. Pegou a foto e começou a observá-la. O vidro estava quebrado, uma rachadura estragava a família lindíssima na foto. Teresa começou a chorar. A culpa e a vergonha eram tão terríveis que doíam no peito. Como ela tinha se comportado mal. – Nããão… Não, eu não sou assim, eu não me comporto assim. Sinto muito… não é justo, não está certo. – Hmm? Sem olhar para trás, Teresa continua falando e chorando. – Não posso fazer isso. Já chega… Eles não merecem isso, eu não mereço eles… Me deixa em paz, por favor. Você não sabe o que é ter uma família, eu amo eles, não quero perdê-los… Temos que cu- Não é justo, entende? Isso é injusto, isso é errado… Marcelo lentamente começa a meter seu pau dentro da Teresa.
-Mal...maloooj... O pau entra mais fundo.-Mal...Não, nooj, Aj...é injustooo, é maloooo...
-Não me importa uma merda se é injusto ou ruim! Marcelo enfia ainda mais o pau e penetra no espírito de Teresa, que deixa cair a foto de família. CRAK
A última coisa que Teresa conseguiu ver antes que sua mente ficasse turva foi o relógio de parede, que mostrava que faltava pouco para buscar seu filho. Continua...
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