aqui está a última parte dessa história
que vocês curtam e, se gostarem, podem comentar
Foi assim que naquela semana ficamos só falando sobre o Edu e a Adriana, e toda noite que a gente transava, eu fingia ser o Eduardo e enfiava minha língua e meus dedos na buceta dela. Eu estava preparando ela pra quando o Edu fosse arrombar, já estivesse aberta e doesse menos. A Laurita adorava isso e a putaria só aumentava. Ela começou a me chamar de Edu enquanto a gente transava e até chegou a dizer que eu fazia melhor que eu mesmo, e que eu devia aproveitar que o corno não estava. Esse jogo me deixava a mil e cada vez a gente ficava mais excitado. Eu sentia que era realmente o Edu e adorava ser ele. Mas na quinta, a Laura teve a ideia de ser a Adriana. Quando cheguei do trabalho, mal entrei e me deparei com outra mulher. A Laura tinha se maquiado e penteado bem parecido com ela, e ainda estava usando uma saia bem curtinha que eu nunca tinha visto nela antes. Parecia mesmo outra gostosinha.
Laura: Oi Oscar, boa tarde. A Laurita teve que sair e me pediu pra te atender. Com certeza você tá cansado, quer alguma coisa pra beber?
Logo entendi o jogo e pedi uns mates, e quando ela foi preparar, fui atrás dela na cozinha.
Laura aquece a água e já está pronta.
Se você soubesse como essa água está quente, já quase fervendo
Apoiei meu pau na cintura dela e com certeza ela sentiu como estava duro
Quer que eu prepare o chimarrão?
Laura, eu coloco a erva pra você.
Mas essa bombinha não, acho que essa aqui é melhor
Tirei meu pau pra fora da calça, peguei com a mão e mostrei pra ela. Ela olhou como se estivesse vendo aquilo pela primeira vez.
Laura, mas a Laura vai ficar brava se eu usar o canudo pessoal dela.
E por que ele teria que saber? Vai lá, usa ela, você não faz ideia de como os mates vão ficar uma delícia com isso.
Agarrei-a pelos ombros e quase nem precisei empurrá-la para baixo, ela mesma fez isso, abriu a boca e já sabia que mal ia caber e começou a chupar
Essa gostosa é outra coisa mesmo, né?
Laura, tomara que o Edu tivesse uma buceta igual
Fizemos um piquenique chupando ela, e assim levei ela pra cama e joguei ela em cima.
Laura, essa não é a atenção que sua esposa pediu para eu te dar.
Essa é a atenção que eu mereço de você, Adrianita linda
Logo desci até sua buceta para chupá-la toda, era incrível como ela se contorcia e os gemidos que eu arrancava com minha língua.
Laura, aiii, por favorrr, continua, continua, não se atreva a pararrr!
Aposto que o corno nunca faz isso com você, não é verdade, putinha?
Mudei de buraco e ela pirou, chupei ela por um tempão e até senti ela gozar, minha putinha. Depois enfiei uns dedos e não parei até pegar o cu dela com tudo.
Laura me mete, me mete, não aguento maaais
Tirei meus dedos do seu cuzinho e encaixei meu pau na bunda dela.
Laura, por aí não, por aí não, não, não, nãooooo
Bem devagarinho fui entrando aos poucos enquanto ela me xingava, abri as nádegas dela e fui enfiando
Laura tira isso, não não não!
Vai, que o Edu cansou de fazer, gostosa!
Foi assim que a cabeça do meu pau foi entrando e, quando ficou toda dentro, não tinha mais volta. Bem devagarinho fui metendo e, milagrosamente, depois que a cabeça entrou, tudo ficou mais gostoso até que, no final, já estava toda dentro. Fiquei paradinho enquanto beijava seu pescoço.
Laura, já enfiou, agora tira, filho da puta.
Você vai gostar, vai ver.
Fui tirando devagarinho e, antes de sair completamente, meti de novo. Fiz isso algumas vezes e foi quando minha putinha começou a gemer. Continuei comendo o cuzinho dela bem devagar.
Laura, vai logo, me arromba de uma vez! Me fode bem forte e que o Edu veja que outro macho tá me dando! Isso, assim, assim! Ahhh, ahhhh, você me mata, meu amor!
A verdade é que eu só tinha acelerado um pouco e fiquei assim, queria que ela gozasse e não sofresse muito, e consegui. No final, gozei dentro e tirei pra limpar com o lençol e enfiar de volta na buceta.
Laura, você me mata, me mata de verdade, você é o melhor, que se dane a Laura, ela que se foda!
Agora sim, eu estava metendo com muita força, o que a fazia gemer e gozar como uma rainha, até que ela não aguentou mais e terminamos juntos aos gritos, fundidos num abraço sem fim. Depois de um tempão, com muitos beijos, nos levantamos e tomamos um banho rápido.
Laura, bom, amor, vamos jantar?
Claro, minha rainha, eu te amo, você sabia
A partir daquela tarde, tudo mudou. As brincadeiras viraram o hábito mais saudável que tínhamos. Às vezes, ela era uma enfermeira, uma empregada doméstica ou uma grande amiga, e eu era o reparador, o encanador ou o cara que ela conheceu num bar. Todas as fantasias se realizavam e sempre terminavam comigo comendo o cuzinho apertado dela.
que vocês curtam e, se gostarem, podem comentar
Foi assim que naquela semana ficamos só falando sobre o Edu e a Adriana, e toda noite que a gente transava, eu fingia ser o Eduardo e enfiava minha língua e meus dedos na buceta dela. Eu estava preparando ela pra quando o Edu fosse arrombar, já estivesse aberta e doesse menos. A Laurita adorava isso e a putaria só aumentava. Ela começou a me chamar de Edu enquanto a gente transava e até chegou a dizer que eu fazia melhor que eu mesmo, e que eu devia aproveitar que o corno não estava. Esse jogo me deixava a mil e cada vez a gente ficava mais excitado. Eu sentia que era realmente o Edu e adorava ser ele. Mas na quinta, a Laura teve a ideia de ser a Adriana. Quando cheguei do trabalho, mal entrei e me deparei com outra mulher. A Laura tinha se maquiado e penteado bem parecido com ela, e ainda estava usando uma saia bem curtinha que eu nunca tinha visto nela antes. Parecia mesmo outra gostosinha.
Laura: Oi Oscar, boa tarde. A Laurita teve que sair e me pediu pra te atender. Com certeza você tá cansado, quer alguma coisa pra beber?
Logo entendi o jogo e pedi uns mates, e quando ela foi preparar, fui atrás dela na cozinha.
Laura aquece a água e já está pronta.
Se você soubesse como essa água está quente, já quase fervendo
Apoiei meu pau na cintura dela e com certeza ela sentiu como estava duro
Quer que eu prepare o chimarrão?
Laura, eu coloco a erva pra você.
Mas essa bombinha não, acho que essa aqui é melhor
Tirei meu pau pra fora da calça, peguei com a mão e mostrei pra ela. Ela olhou como se estivesse vendo aquilo pela primeira vez.
Laura, mas a Laura vai ficar brava se eu usar o canudo pessoal dela.
E por que ele teria que saber? Vai lá, usa ela, você não faz ideia de como os mates vão ficar uma delícia com isso.
Agarrei-a pelos ombros e quase nem precisei empurrá-la para baixo, ela mesma fez isso, abriu a boca e já sabia que mal ia caber e começou a chupar
Essa gostosa é outra coisa mesmo, né?
Laura, tomara que o Edu tivesse uma buceta igual
Fizemos um piquenique chupando ela, e assim levei ela pra cama e joguei ela em cima.
Laura, essa não é a atenção que sua esposa pediu para eu te dar.
Essa é a atenção que eu mereço de você, Adrianita linda
Logo desci até sua buceta para chupá-la toda, era incrível como ela se contorcia e os gemidos que eu arrancava com minha língua.
Laura, aiii, por favorrr, continua, continua, não se atreva a pararrr!
Aposto que o corno nunca faz isso com você, não é verdade, putinha?
Mudei de buraco e ela pirou, chupei ela por um tempão e até senti ela gozar, minha putinha. Depois enfiei uns dedos e não parei até pegar o cu dela com tudo.
Laura me mete, me mete, não aguento maaais
Tirei meus dedos do seu cuzinho e encaixei meu pau na bunda dela.
Laura, por aí não, por aí não, não, não, nãooooo
Bem devagarinho fui entrando aos poucos enquanto ela me xingava, abri as nádegas dela e fui enfiando
Laura tira isso, não não não!
Vai, que o Edu cansou de fazer, gostosa!
Foi assim que a cabeça do meu pau foi entrando e, quando ficou toda dentro, não tinha mais volta. Bem devagarinho fui metendo e, milagrosamente, depois que a cabeça entrou, tudo ficou mais gostoso até que, no final, já estava toda dentro. Fiquei paradinho enquanto beijava seu pescoço.
Laura, já enfiou, agora tira, filho da puta.
Você vai gostar, vai ver.
Fui tirando devagarinho e, antes de sair completamente, meti de novo. Fiz isso algumas vezes e foi quando minha putinha começou a gemer. Continuei comendo o cuzinho dela bem devagar.
Laura, vai logo, me arromba de uma vez! Me fode bem forte e que o Edu veja que outro macho tá me dando! Isso, assim, assim! Ahhh, ahhhh, você me mata, meu amor!
A verdade é que eu só tinha acelerado um pouco e fiquei assim, queria que ela gozasse e não sofresse muito, e consegui. No final, gozei dentro e tirei pra limpar com o lençol e enfiar de volta na buceta.
Laura, você me mata, me mata de verdade, você é o melhor, que se dane a Laura, ela que se foda!
Agora sim, eu estava metendo com muita força, o que a fazia gemer e gozar como uma rainha, até que ela não aguentou mais e terminamos juntos aos gritos, fundidos num abraço sem fim. Depois de um tempão, com muitos beijos, nos levantamos e tomamos um banho rápido.
Laura, bom, amor, vamos jantar?
Claro, minha rainha, eu te amo, você sabia
A partir daquela tarde, tudo mudou. As brincadeiras viraram o hábito mais saudável que tínhamos. Às vezes, ela era uma enfermeira, uma empregada doméstica ou uma grande amiga, e eu era o reparador, o encanador ou o cara que ela conheceu num bar. Todas as fantasias se realizavam e sempre terminavam comigo comendo o cuzinho apertado dela.
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