Las veces que vi desnudo al marido negro de mi mamá.

Valeu pelos comentários, tenho ainda muitas histórias pra contar... meus pais se separaram quando eu tinha 5 anos e minha mãe, em poucos meses, arrumou um namorado que viria a ser meu padrasto. Meus pais me tiveram jovens, minha mãe quando se separou era muito gostosa, branca, alta, cabelo ondulado castanho, um corpo magro com uns peitos médios e uma bunda empinada. Em poucos meses, minha mãe começou a sair com o Oscar, Oscar era um negro dominicano de 1,90 de altura, bonito de rosto, um corpo escultural por várias horas de academia por semana e várias tatuagens. Oscar é um homem muito trabalhador, caseiro e gentil que me tratava como filho, me comprava tudo que eu queria, perguntava como eu estava e se preocupava com minha mãe e comigo.Las veces que vi desnudo al marido negro de mi mamá.Oscar, depois de 2 anos namorando minha mãe, propôs morarem juntos e alugarem uma casa. Desde aquele momento até agora, que ele continua morando com minha mãe, nunca teve problema. Ele me trata como um filho, tanto que em festas ou outras vezes que a gente viajava, ele me acompanhava ao banheiro como uma figura paterna. Foi aí que pude ver várias vezes a buceta preta do meu padrasto — ainda mole, era grande, completamente preta e totalmente lisa, com pouco pelo púbico, mas bem crespo. Vou contar as vezes que vi meu padrasto pelado, inclusive uma vez que os vi transando. Preciso dizer que, como sou filho único, era muito mimado pela minha mãe e pelo Oscar. A ponto de que, quando eu tinha sede ou vontade de ir ao banheiro de madrugada, chamava qualquer um dos dois, e eles acendiam a luz e me acompanhavam ao banheiro. Uma madrugada, quando eu tinha 8 anos, acordei com uma dor forte na barriga que me fez chamar minha mãe e o Oscar. Esperei um pouco pra ver se eles vinham me ver na cama, mas não responderam nem apareceram. Então tive que levantar sozinho da cama e, ao abrir a porta, vi a luz do corredor do banheiro acesa. Agradeci e corri pro vaso porque já ia me cagar. Abri a porta sem problema, baixei as calças rapidinho e sentei no vaso, ainda meio sonolento. Foi quando vi o Oscar tomando banho, com a espuma escorrendo pelo corpo dele, já que o chuveiro estava ligado. Pude ver a espuma deslizando naquela pica de uns 15cm, meio dura, e as bolas dele que caíam quase do mesmo tamanho que a pica. Quando ele terminou de se enxaguar, saiu do chuveiro e me disse: "O que houve, pequeno?" Eu respondi que estava dormindo, que deu uma dor forte na barriga e que chamei minha mãe, mas ela não veio me ver. Ele respondeu que minha mãe estava bem dormindo e que talvez eu só precisasse ir ao banheiro, e que já ia me dar um remédio pra passar a dor. Tudo isso ele falou enquanto se secava com uma toalha nas costas, e a pica dele balançava de um lado pro outro. Depois, ele secou as bolas. colocou a toalha na cintura e saiu do banheiro me dizendo que quando terminasse de cagar (era assim que ele falava) puxasse a descarga. Eu só falei "okay" e o Oscar saiu. Quando terminei de cagar, me limpei e, ao abrir a lixeira, vi uma embalagem transparente comprida com um líquido branco dentro. Peguei ela e vi que estava amarrada, e o líquido branco se mexia de um lado pro outro. Essa embalagem era larga e comprida, e eu não sabia de onde era. Deixei ela lá e saí do banheiro. Quando o Oscar saiu do quarto, ele me disse: "Abre a boca e toma o xarope. Agora deita, filho, que é tarde." Eu obedeci e fui dormir.

Outro dia, acordei do mesmo jeito, com vontade de mijar, e chamei o Oscar. O Oscar não vinha no meu quarto, e eu continuei chamando sem parar até que ele entrou no quarto e disse: "O que foi, rapaz?" Eu respondi que queria ir mijar. O Oscar acendeu a luz e eu vi ele só de cueca vermelha. Ele disse: "Vamos." Eu segui ele e, enquanto eu mijava, olhei pra ele de frente. Ele estava meio suado na barriga e vi que a cueca dele estava toda inchada, era o pau dele ereto, que ele tinha colocado pro lado, talvez pra eu não perceber, mas o que mais chamou minha atenção era que o pau dele, mesmo de lado, a ponta aparecia além da borda da perna. O Oscar disse: "Vamos, vai deitar." E eu dormi.

Outra vez foi numa manhã de fim de semana. Acordei cedo, como raramente na vida. Quando levantei, não ouvi barulho nenhum da minha mãe ou do Oscar, então fui até o quarto e abri a porta sem bater. Lá pude ver que o Oscar estava fazendo sexo oral na minha mãe. Ao ouvir a porta abrir, o Oscar levantou de entre as pernas da minha mãe, que estava deitada com as pernas dobradas, mostrando a buceta, que estava com uma calcinha de renda. O Oscar estava com uma camiseta de academia sem manga, a cueca um pouco pra baixo e o pau dele meio duro pra fora. Quando me viu entrar, ele pegou o pau dele e guardou, e os dois riram.

Outra vez também, numa tarde em que minha mãe tinha saído pra comer com as amigas e eu... Fiquei com o Oscar. Ele começou a malhar no quintal, já que não podia ir pra academia e me deixar sozinho. Passou umas 2 horas se exercitando até que entrou em casa sem camisa, com a barriga toda suada. O suor escorria por todos aqueles músculos definidos, e a parte de cima do short dele estava molhada, marcando bem o volume. Agora vou contar quando descobri que era aquela embalagem transparente que eu tinha visto no lixo meses atrás.

Por recomendação do Oscar, eu tava inscrito num curso de futebol nos fins de semana. Tinha transporte de ida e volta. Minha aula começava às 8 e terminava meio-dia, mas um dia saí às 10 por causa de um acidente no treino. Cheguei em casa, abri a porta como sempre, não vi ninguém. Fui pro meu quarto, larguei a mochila, troquei de roupa. Quando abri a porta pra ir pra cozinha, vi o Oscar saindo do quarto dele completamente pelado, banhado em suor. Aquele suor fazia a pele negra dele brilhar. Todos aqueles músculos reluziam, e ele não tinha um único pelo pubiano — tinha se depilado, deixando à mostra a tatuagem que tinha acima da rola. Mas o que mais chamou minha atenção foi o pênis enorme dele, ereto, uns 19 cm, grosso, e coberto pela metade por uma camisinha. Na ponta, tinha um pedaço de camisinha com aquele líquido branco igual ao que eu tinha tocado antes.

Oscar me viu, levou um susto, tentou se cobrir com as mãos, mas foi inútil. Eu continuei olhando a ponta pendurada com esperma. Ele me perguntou o que tinha acontecido com o futebol. Eu disse que teve um acidente e mandaram a gente embora mais cedo. Oscar falou: "Deixa eu ir no banheiro, já volto." Fui atrás dele e vi ele tirar a camisinha, segurando a ponta com o líquido e puxando o plástico pra baixo. Deu um nó na camisinha e jogou no lixo. Ele enrolou uma toalha na cintura e saiu do banheiro. Eu perguntei o que era aquele plástico. Ele disse que quando eu fosse mais velho, me contaria. contar, também perguntei onde minha mãe estava e ele me disse que no quarto. Chego perto do quarto e vejo ela deitada de bruços, só de calcinha, mas com a bunda toda vermelha. Oscar coloca a mão na minha cabeça e diz: "Vamos, pequeno, sua mãe está dormindo." Tem parte 2, onde observo uma sessão completa de sexo do Oscar com minha mãe... mas vai ser postada de acordo com as atualizações das outras histórias...

2 comentários - Las veces que vi desnudo al marido negro de mi mamá.

muyy buenoo ya espero la proxima parte y los proximos relatoss