Ajudo minha mãe a trair meu pai 3

Parecia estranho minha mãe ter dito que o Santi ia com a gente pro acampamento, mas não falei nada. Não sei o que vai rolar nesse acampamento...

No dia seguinte, minha mãe tava arrumando as malas e meu pai tava ligando pro meu colégio pra pedir uns dias de folga pra mim. Nessa hora, o Santi chegou batendo na porta e fui abrir
— Oi, Santi
— Oi, mano, então vamos acampar, hein? Haha
— É, vamos nos divertir pra caramba — falei, deixando ele entrar
A real é que, depois do que eu tinha visto entre o Santi e minha mãe, não tava muito afim dele ir acampar com a gente, tava com um certo medo. O Santi foi pra sala cumprimentar meus pais.

Depois de umas horas, deu seis da noite e já tínhamos que ir. No caminho pra um clube campestre, só tinha risada e brincadeira entre os quatro. Por um momento, esqueci o que tinha rolado e curti o jogo com eles, tava me divertindo.

Quando chegamos, meu pai já começou a montar as três barracas. Uma pra ele e minha mãe, outra pra mim e outra pro Santi. Não dormimos juntos porque as barracas individuais eram pequenas. Eram oito da noite e tava tudo escuro. O ar era fresquinho e sem poluição por causa da área verde toda em volta. Aí meu pai, muito habilidoso, fez uma fogueira pra sentarmos ao redor e conversar. Durante toda a conversa, percebi como o Santi olhava pro corpo da minha mãe sem nenhum disfarce, e às vezes minha mãe também olhava pro Santi. Não sei o que ia rolar essa noite, mas com certeza tenho que ficar ligado. Cantamos umas músicas e fizemos piadas até meu pai mandar a gente dormir. E eu pensei: "Chegou a hora"
— Então, Santiago, você dorme naquela barraca e seu filho dorme na outra — ordenou meu pai — Sua mãe e eu dormimos nesta do meio
— Fazer o quê, mano, amanhã a gente continua jogando — falou o Santi me olhando
— Claro, amanhã a gente continua
— Querido, quer que eu te cubra?
— Não, mãe, não precisa, descansa — ele disse me metendo na minha barraca
- Ah, tá bom, filhinho, dorme bem, te amo

Eu tava dentro da minha barraca. Eram 9 da noite e ouvi os outros fechando o zíper das barracas deles. Só era questão de tempo esperar pra ver se algo rolava, eu tinha que ficar ligado.

Deixei o tempo passar enquanto via vídeos e jogava no celular, mas já era meia-noite e eu não ouvia nenhum barulho e, pra ser sincero, já tava com sono. Larguei o celular de lado e aceitei que não ia rolar nada, me preparei pra dormir, mas, depois de alguns minutos, ouvi uma barraca sendo aberta. Sentei rápido e prestei atenção no som, alguém tava se aproximando da minha barraca. Deitei rápido e fingi que tava dormindo. Em segundos, minha barraca se abriu devagar e minha mãe colocou a cabeça pra dentro, me olhou por alguns segundos até que ouvi de novo lá fora:

- Tá dormindo?
Reconheci a voz do Santi na hora.
- Tá, tá bem dormido - disse minha mãe fechando minha barraca de novo.

Sentei sem fazer barulho e escutei com atenção:
- Beleza, vamos pra minha barraca.
- Ei, ei, mais devagar, jovem, o que cê tá planejando fazer comigo na sua barraca?
- O que você e eu queremos, Fabíola.
- E como sabe o que eu quero?
- Pelo jeito que você me beijou naquele dia enquanto seu filho dormia, senti no meu pau como você se molhou toda.
- Ei, mas que atrevido, haha.
- Vem, vamos.
- Ei, não me puxa, haha.

Ouvi os galhinhos no chão estalando enquanto eles andavam e se afastavam até que só dava pra ouvir sussurros. Segundos depois, ouvi o zíper de uma barraca abrindo, risadinhas e depois o zíper fechando. Com certeza minha mãe tinha se trancado com o Santiago na barraca dele. Tenho que sair pra ouvir mais de perto... Devagar, me levantei e abri o zíper da minha barraca bem lentamente pra não fazer barulho. Consegui abrir tudo e coloquei a cabeça pra fora. A barraca dos meus pais tava meio aberta e a do Santi totalmente fechada, mas dava pra ver movimento lá dentro. Saí da minha barraca e comecei a andar devagar, a primeira coisa que ouvi... foram os roncos do meu pai, ele tava bem dormido. Eu tava me aproximando cada vez mais da barraca do Santi e já dava pra ouvir umas coisas.. já tava do lado da barraca dele e o que se ouvia eram uns tapinhas, tipo mini aplausos e gemidos abafados ou tampados até que começaram a falar:

- Ei, mais devagar.. ai..
- É que essa bunda gorda me deixa louco
- Cê gosta da minha bunda? Hm?
- Amo sua bunda, Fabíola, com essa fio-dental que faz ela ficar muito gostosa enquanto eu meto
- Shhh, não fala tão alto.. ai que delícia....
Eu tava completamente paralisado. Eles tavam transando, já tava mais que confirmado.
- Sim, que delícia você aperta minha pica
- Isso, assim puxa meu cabelo.. ui sim
Pelo visto ele tava comendo ela de quatro. Não dava pra ver nada porque a barraca dela tava totalmente fechada, até o máximo. Não tinha nenhuma abertura pra espiar dentro.
- Já vou gozar, Fabíola
- Não goza dentro, tô no meu período e você pode me engravidar
- Então vem, abre a boca
- Ei, isso eu não faço nem pro meu mar- minha mãe parou de falar de repente como se tivessem enfiado algo na boca dela
- Ohhh, sim.. engole tudo, big booty
Pelo visto minha mãe tava engolindo o esperma do meu melhor amigo de infância..
- Santiago! Você soltou muito, quase me engasguei
- Haha tenho 18 anos, não ia soltar três gotinhas que nem meu tio
- Ha ha ha, que engraçado. Melhor calar a boca e vem aqui
Começaram a se ouvir sons de beijos profundos.. e eu comecei a ir pra minha barraca antes que minha mãe saísse e me visse. Quando já tava deitado como se nada tivesse acontecido, minha mãe abriu minha barraca de novo e enfiou a cabeça pra ver se eu ainda tava dormindo. Depois ouvi ela fechar a barraca dela e aí silêncio total de novo.
Eu não sabia como processar o que tinha ouvido, mas era realidade. Minha mãe transou com meu primo.

CONTINUA NA PARTE 4

5 comentários - Ajudo minha mãe a trair meu pai 3

Que bueno relato y que suertudo tu primo, te tocaría a vos ahora tener sexo con tu mamá.
Debe de estar muy buena ella