Tio da Maria 2

Acordou com um trovão forte e barulhento. Tava caindo uma chuva torrencial. Pensou que tudo tinha sido um sonho até se orientar e acordar de vez. Era umas 11 horas, mas tava tudo muito escuro por causa do tempo horrível lá fora. Chegou na cozinha e encontrou quase toda a família tomando mate, zoando e conversando. Mas a sobrinha não tava. "Bom dia pra todo mundo, como dormiram? E a Maria?" perguntou pro ar, sem destino certo. Ofereceram um mate pra ele e contaram que a menina não tava bem e tava na cama. Ia sair correndo pra ver ela, mas tinha que disfarçar. Contaram que pensavam em ir passar o dia no shopping da cidade, porque com aquele tempo não dava pra fazer outra coisa, e ele aproveitou pra ir contar pra sobrinha. "Oi, bebê, como cê tá? Tá se sentindo mal, princesa? Vamos pro shopping." "Oi, Javiiii" abraçou ele. "Tô me sentindo péssimo, vim cansada e o excesso de álcool me matou. Vou ficar na caminha. Todo mundo vai pra lá?" perguntou. "Não, não podemos te deixar sozinha assim." "Fica você, tiooo, cuidando da sua sobrinha" "vai, vai, por favor, por favor" implorou, fazendo biquinho e acariciando o braço dele. Ele foi dar a notícia e a família foi embora sem muitos questionamentos. Ele esperou um pouco e foi dar uma olhada na neném. Quando entrou, quase deu um grito: ela tava dormindo, destapada e de lado. Tava com uma tanga de seda branca bem bem pequenininha, enterrada até o talo naquele rabo enorme. Chegou mais perto pra ver melhor e cheirou aquela delícia, mmmm, que cheiro gostoso de cu. Já desesperado de tesão, puxou a pica pra fora pra bater uma, enquanto acariciava a bunda dela. Puxou a tanga da sobrinha e enfiou vários dedos no cu e na buceta dela. "Que sono profundo" pensava... se soubesse que a Maria tava gozando igual uma puta e disfarçando pra não cortar o momento. Javier não aguentou mais e encostou a pica no cu da Maria pra gozar nele, e em duas subidas e descidas, banhou ele de porra quente. Deixou as nádegas bem besuntadas e colocou a tanga de volta no lugar. Subir a mini tanga antes de sair do quarto. Passou mais ou menos uma hora quando a mina aparece com o cabelo molhado e só com uma toalha enrolada. "Tá melhor? Fez bem tomar banho?" "Sim, um pouco, além disso tava toda melada hehehe" sorriu safada. Impossível, pensou ele... "O que você quer comer no café?" "Eu gosto de comer uma boa banana e tomar leite quentinho, Javi" tudo dito de um jeito bem putinha. Ele tentou se controlar e preparou o pedido. "Passa uma xícara aí de baixo pra mim, por favor, mina." "Sim, Javi" ela disse e se abaixou, deixando metade da bunda pra fora da toalha. Tomaram café, Maria B comia a banana de um jeito bem putona, enfiava tudo na boca e puxava de novo pra trás, deixando leite escorrer nos lábios de propósito. A mina argentina foi pra cama de novo, não tava se sentindo bem mesmo. "Javi, vem comigo, tô com dor na barriguinha." "Fica tranquila, o tio vai cuidar de você, neném" ele respondeu com a pica a mil. Deitaram, a mina de tanga preta bem sensual e camiseta rosa sem sutiã, bem decotada. "Faz uma massagem em mim" ela pediu e deitou de bruços. Ele só de cueca e pelado. Começou a massagem tentando fazer normal, até que descendo chegou na bunda. Sem esperar aprovação, começou a acariciar aquela raba enorme e Maria só respondia com gemidinhos e sorrisinhos. "Que mão boa você tem, tiooo" "E você, que raba boa" ele respondeu completamente alucinado. "Hahaha atrevidooo" rebateu Maria e levantou mais a bunda. A vontade de enfiar a pica inteira naquele cu era desesperadora. Depois mandou ela sentar na cama e ele sentou atrás dela. Começou acariciando os ombros dela enquanto falava no ouvido: "Você gosta, sobrinha? Gosta do jeito que seu tio faz massagem em você?" "Siiiim, adoro, continua, por favor, por favor." Ele sorriu e continuou descendo as mãos até o começo dos peitões. Sabia que era um ponto sem volta, então esperou. "Vai, bobinho, não para. Tira essa vontade, você tá olhando pra eles com desespero desde que cheguei hahaha" Ele sorriu e começou a acariciar aqueles melões enormes. Acariciou, apertou Apertou, fez elas balançarem. Aqueles peitos eram enormes. "Terminamos", disse ele pra sobrinha. "Não, não, tio, tenho que te agradecer pela massagem." Ela deu um beijo na boca dele e o deitou de barriga pra cima. Começou a acariciar ele bem suavemente enquanto a mão descia devagar. "Que corpo você tem, Javi." Chegou na cueca, passou a mão pelas laterais e puxou pra baixo, deixando o pau dele bem duro à mostra. "Mmm, que pedaço de pau você tem, tio, te excita sua sobrinha degenerada?", disse bem puta enquanto começou a bater uma pra ele. "Sim, você me enlouquece, garota. Tira bem meu leite. Mmm, assim, continua, continua, sobrinha, faz uma boa punheta pro seu tio." Maria era experiente, subia e descia no ritmo certo, acelerava e freava. "Já vou gozar, aviso, Javi." "Não, não, espera", e ela se deitou ao lado da pica do tio. "Quero chupar você." E começou a dar lambidas ao redor da cabeça. "Ahhh, sim, sim, chupa, sobrinha, chupa o pau do seu tio, sim!" Maria subia e descia a língua toda pelo tronco do pau enquanto olhava pra cara dele com aqueles olhinhos lindos. "Engole ele todo, vai, por favor!" E a menina obediente engoliu inteiro até as bolas. Um tempo depois, Javi já não aguentava mais, avisou, e a menina rapidamente se levantou e começou a bater uma bem perto do rosto dele, de boca aberta. "Sim, tio, me dá o leite, quero que você encha minha cara e minha boca, vai, mmm, te excita sua sobrinha pervertida?" "Ahhh, ahhh, aii, toma, sobrinha, toma todo o leite" explodindo na cara dela, boca, até um pouco caindo nos peitos. Maria sorriu e juntou o leite do rosto pra engolir com os dedos... "Você acha certo encher a cara e fazer sua sobrinha engolir seu leite, hein?", disse rindo. Ele estava em outro mundo, mas só conseguiu dizer: "Agora você é minha puta e vou te dar leite quando quiser, sim, neném?" Maria respondeu: "Sim, adoro!" E de repente ouviu um carro estacionando. Javier fugiu do quarto sem evitar um sorriso, pensando em todas as sacanagens que ia fazer com a sobrinha... aquele cu ia arrebentar, sem dúvida. Piedade assim que pudesse... continua

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