A primeira vez não foi...

Olá, sou novo nessa parada de escrever contos, mas espero que gostem da minha história. Não vai ser aquela história de sexo selvagem ou apaixonado como geralmente tem por aqui, não. Vai ser minha experiência pessoal e, óbvio, pra não prejudicar ninguém, a mina desse conto vou chamar de... Merlina, haha. Beleza, agora se coloca no meu lugar: um moleque adolescente que nunca tinha transado na vida. Sim, nunca. Isso porque, pelo menos na minha visão, eu sou meio ou bem feio e até aquele momento nunca tinha tido uma aproximação assim, exceto com a Merlina.

Agora, falando da mina, posso dizer que ela era meio putinha e provocante. Teve uma época em que a gente teve umas aproximações pro sexo. Tudo começou com uns beijos quentes, mas foi evoluindo com uns amassos no corpo. Sem dúvida, uma coisa que posso falar dela é que tinha uma bunda gostosa. Adorava agarrar e apertar, assim como ela adorava pegar no meu pau quando a gente começava a se beijar. Infelizmente, tivemos que parar por causa de certas situações. Uma delas é que a gente se separou por muito tempo. Foram meses em que ela arrumou um namorado. Quando voltamos a nos falar, nunca tocamos no assunto de que rolava uma química carnal entre a gente. E como ela já tinha um namorado, decidi respeitar e não tentar mais nada com ela.

Mas aí chegou o momento. A gente tinha terminado o ensino médio e ela estava voltando pra escola porque foi reprovada. Não só isso, mas a situação com o namorado dela era meio estranha. Eles tinham terminado, mas continuavam se vendo. E mesmo dizendo que não eram mais namorados, era óbvio que só estavam negando, tá ligado? Mas também aconteceu que o namorado, bem uns dias antes de eu perder a virgindade, tinha viajado a trabalho. Então, vamos dizer que a mina ficou sozinha e só tinha eu por perto. Um dia ela me ligou, disse que tinha se atrasado pra entrar na escola (obs: ela estudava à tarde) e que ia ficar sozinha em casa. Me perguntou se podia ir na minha casa. Falei que sim, ué, não era nada demais. Aí a gente começou a conviver, comer, tudo numa boa. Risadas e diversão, nada que a gente já não tivesse feito antes (outro PS: era só eu e ela, meus pais trabalhavam o dia todo, então a gente ficava sozinho). Mais tarde, fomos pro meu quarto ver YouTube, mas de repente ela começou a brincar que queria dormir aqui, e eu entrei na onda. Deitei do lado dela, praticamente cara a cara, a gente trocando carinhos, de mãos dadas e até abraçados. Mas foi aí que senti aquele instinto que te leva pros desejos sexuais — tipo, era a ocasião perfeita: duas pessoas carinhosas numa cama, cara a cara, sozinhos, com o namorado dela em outro lugar. As condições eram perfeitas. Então falei que queria algo dela. Ela perguntou: "O que você quer?" E eu não respondi com palavras, mas com um beijo apaixonado, igual a gente fazia antes. Naquele momento, meu coração acelerou, porque ela podia facilmente ter me mandado pastar e me xingado em vários idiomas, mas ela correspondeu ao beijo. A gente começou a se beijar como antes, não demorou pra gente se apalpar toda, sentir a mão dela no meu pau, pegar naquelas bundinhas gostosas dela — era uma delícia. Mas aquele dia não ia ser como as outras vezes. Dessa vez, a gente ia fazer... Bom, vou parar por aqui, depois eu posto a continuação. Espero que tenham gostado. Tchau, tchau.

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