No dia seguinte, preparou o café da manhã pro marido e pros filhos, se despediu deles e ficou em casa sozinha, como sempre. Mesmo fingindo que tava tudo bem, não parava de pensar no Marcelo, no que ele fez ela fazer, naquilo que ele tinha entre as pernas. Só de pensar nisso, balançou a cabeça rápido, como se quisesse tirar aquela imagem da mente. Não podia ficar pensando naquilo. Teresa começou a rezar, esperando um milagre. O Marcelo ainda tinha aquela foto tão comprometedora. Se ele tornasse aquilo público, a reputação dela, a dignidade e a família iam pro buraco. O alarme do celular interrompeu o que ela tava fazendo, lembrando que era hora de ir pra academia. Ela não tava a fim, mas esperava que o exercício ajudasse a aliviar toda aquela tensão.
Fez seus exercícios de rotina com um olho no celular, esperando que Marcelo a contatasse, e foi o que aconteceu. Em uma hora, chegou uma mensagem que não era a que esperava. Era a foto do pau enorme dele, ereto, colocado ao lado de uma régua de plástico transparente. Dava pra ver que a régua tinha 20cm e ainda assim não cobria o tamanho do membro dele. Naquele momento, aquela sensação surgiu de novo entre as pernas de Teresa, e agora sua legging ficava molhada de algo que não era suor. Teresa não sabia o que dizer, o que fazer ou o que responder; a única coisa que fez foi olhar aquela foto por quase um minuto, como hipnotizada. Como era possível ele se atrever a mandar aquela foto? O que ele esperava conseguir? — Por que diabos você me manda isso? — Eu tenho uma foto sua, acho justo que você tenha uma minha kkk. — Você não é engraçado. Não bastou o que você me fez ontem? — Não pareceu que te incomodou. Ainda me lembro daquele beijo, gostosa. Teresa corou. Ela também se lembrava muito bem daquele beijo, mas em especial lembrava como se entregou a ele, como esqueceu por um momento quem era e como aqueles lábios a fizeram sentir; algo muito diferente do que sempre experimentou com o marido. — Já chega, Marcelo. O que você quer? Dinheiro? — Kkkk. Não, linda. Só queria saber o que você vai fazer no fim de semana. — O quê? Por quê? — Não preciso te dizer, né?... Ou prefere que sim? Kkk. — Você é louco? Nunca mais. Nunca! Entendeu? — Lembra que tenho sua foto, linda. — E eu agora tenho a sua. Você mostra pra alguém e eu faço o mesmo. O que você acha que sua mãe diria? — Kkkk... Talvez ela gostasse. — Você é doente. — E você é uma putinha kkk, somos uma combinação perfeita. — Não, por favor, não faça isso comigo. Não de novo. — Chega de reclamar, linda. Se as fotos forem divulgadas, você tem mais a perder do que eu, então não quero drama. Te vejo sábado às 12 na minha casa. — Você é horrível. — Kkk, você vai adorar, putinha, te prometo. Mais do que da outra vez. Esse era o medo de Teresa. Ela não sabia explicar o porquê do que sentiu naquela Pois é, o motivo do que ela fez, embora a explicação fosse bem simples, tava escondida no fundo mais escuro do subconsciente dela. Durante a semana, tudo parecia normal com a família dela; o marido trabalhando como sempre, o Jonas dela carinhoso e mimado como sempre, e o Pedro calado e de mal humor. O filho dela sempre foi assim desde que o Marcelo fazia a vida dele um inferno, mas ela achava que se sacrificar por ele teria mudado as coisas.
No sábado de manhã, ela preparou o café da manhã pra família e também o almoço, já que não ia poder estar lá depois. Ela inventou uma desculpa comum. Disse que tinha que encontrar uma amiga da igreja pra dar consolo e conselho num momento difícil do casamento dela. A Teresa sabia que o marido não ia desconfiar, já que ele não tinha interesse nas amigas dela e, além disso, era algo que ela costumava fazer.
— Mãe, por que você tá de casaco? Não tá frio.
— Não, filho, mas é sempre melhor levar e não precisar do que precisar e não ter.
— Ahm... Ok. Mas por que você tá com ele vestido agora se...
— Até mais tarde, tesouros.
Felipe e Jonas cumprimentam ela em coro enquanto Pedro observa ela ir embora com o casaco vestido.
Às 12 em ponto, Marcelo abre a porta da casa dele e se depara com a Teresa. Ela olhava pra ele com desprezo, mas ele não tava nem aí.
— Que pontualidade, haha.
— Anda logo e acaba logo com isso.
Teresa tenta entrar na casa, mas Marcelo bloqueia o caminho dela, colocando o braço na frente.
— Eeeeh, não tão rápido assim. Deixa eu te ver direito.
— Agora? Deixa eu entrar primeiro...
— Agora!
O tom de voz do Marcelo deixou claro que a ordem dele não era algo com que se pudesse discutir, então ela abre o casaco, mostrando o corpo nu, só com umas meia-calça de rede e uns saltos pretos.
—Um pouco mais gostosa. A situação já era humilhante e arriscada por si só, mas ela rezou pro céu que ninguém estivesse vendo ela. De uma das casas ali, uma velhinha vê de longe a Teresa e a roupa dela.
— Muito bem, muito bem. Você vestiu o que eu mandei.
— Por favor, me deixa entrar.
Marcelo levanta o braço e deixa ela entrar. Agora que estava dentro de casa, Teresa se sentiu um pouco mais a salvo, mais segura. Ela esperava parada no corredor enquanto o garoto estava na cozinha. Depois de um tempo, vê ele vindo na direção dela com uma garrafa de champanhe numa mão e duas taças na outra.
— Vem, fica à vontade.
Teresa o segue até a sala da outra vez e senta ao lado dele enquanto Marcelo enche as taças e tira do bolso um saquinho plástico com um pó branco dentro.
— O que é isso?
— Não se preocupa, linda. Isso vai te ajudar a relaxar… vai te ajudar a se acostumar com meu pau.
Na frente dela, o bastardo que a chantageava abriu o saquinho e, com os dedos, pegou uma pitada daquele pó e colocou numa taça. Teresa sabia que não podia negar nada àquele sujeito, mas nunca imaginou que chegaria ao ponto de usar drogas.
— Toma.
Marcelo ofereceu a taça e ela pegou, ainda indecisa sobre o que fazer. Nunca tinha gostado de beber, nem champanhe, e agora Marcelo estava oferecendo droga. Ela pediu a Deus como tinha chegado àquele momento. Quis pensar numa desculpa, mas não havia nenhuma que o valentão fosse acreditar, e ela tinha medo de deixá-lo com raiva. No fim, pensou no que já tinha feito e no que estava prestes a fazer. Disse a si mesma que já tinha dado um boquete naquele bastardo e que naquele dia ia entregar o corpo pra ele, então usar drogas não seria a pior coisa que poderia fazer.
Teresa virou a taça de uma vez, aceitando seu destino. Pensou que, pelo menos, a droga ia tornar aquela experiência um pouco mais suportável. Só esperava que fizesse efeito antes daquele membro gigantesco entrar dentro dela, pra não doer tanto.
Marcelo parou na frente dela e tirou o pau pra fora, já duro, fazendo Teresa engolir seco. Mesmo não sendo a primeira vez que via, as dimensões não paravam de surpreendê-la.
— Tira o casaco.
Ela obedece.
O corpo nu dela deixou o garoto ainda mais excitado, que agarrou a cabeça dela e a guiou até o pau dele. Teresa começou a chupar sem resistir, igual da outra vez, só que agora era mais fácil pra ela. — Uff… Você manda bem, putinha. — Obrigada. Essa palavra escapou de Teresa. Marcelo ficou surpreso com a habilidade da mulher, sabia que ela tinha chupado um pau pela primeira vez há alguns dias, mas agora nem parecia mais que era novata. — A técnica ainda não tá perfeita, mas vejo que você aprende rápido. É um talento natural, haja. Por sua vez, a mãe de Pedro queria terminar aquilo o mais rápido possível, então se esforçou pra fazer ele gozar o mais rápido que conseguia. Ela não planejava dar prazer pro valentão do filho dela, mas era o único jeito de se livrar daquela situação. O boquete continuou por muito mais tempo do que ela gostaria, o que fez despertar nela aquela sensação entre as pernas. Teresa disse pra si mesma que as drogas estavam começando a fazer efeito, mas no fundo sabia que o que sentia era o mesmo que sentiu da outra vez naquela situação. Finalmente Marcelo gozou e jorrou dentro da boca de Teresa sem avisar, fazendo ela engolir um pouco de porra enquanto o resto escorria pelos peitos dela. — Seu filho da puta! — Hahaha. Sim, eu sei. A pobre mulher achava que já que ele tinha gozado, talvez o tormento dela tivesse acabado, mas não era bem assim. Embora o garoto já tivesse deixado uma boa quantidade de líquido dentro e sobre ela, o pau dele ainda estava duro. — Vem comigo. Teresa segue Marcelo do jeito que estava, e eles entram no quarto da mãe dele. — Agora começa a diversão. — O quê? Por que aqui? — Isso não é da sua conta. Senta. Ela se senta na beira da cama, esperando o pior. O garoto tira a roupa e agora está pelado na frente de Teresa, que observa a beleza do corpo jovem e sarado de Marcelo, tão diferente do marido dela. Filipe tinha um corpo que você espera de um homem de 40 anos. tava: meio gordo, flácido, sem um pingo de músculo e com braços finos, com a marca do bronzeado em cima, destacando ainda mais a palidez da pele que ele costumava esconder com a roupa. Já Marcelo tinha pele morena, costas largas, músculos definidos, principalmente os abdominais, e uns braços veiudos que ela sempre admirou em qualquer homem. A buceta da Teresa começou a escorrer como uma torneira mal fechada. Na frente dela, o garoto se ajoelhou entre as pernas dela e começou a chupar a buceta dela. A Teresa não esperava por isso. Ninguém na vida dela tinha feito algo assim, e a sensação que ela sentiu foi indescritível. Era melhor do que quando ela se tocava sozinha. A mãe do Pedro não aguentava mais e, se agarrando firme nos lençóis da cama, jogou o corpo para trás, gemendo e gozando como nunca na vida.
Teresa demorou um pouco pra perceber o que tinha acontecido. Ela tinha gozado com o valentão do filho dela. A consciência tava matando ela, mas o corpo pedia mais. Dentro dela tinha um impulso que empurrava ela a querer mais, algo que fazia ela se sentir diferente. "Não sabia que droga podia fazer isso", pensou. Marcelo se levantou e, com o pau ainda molhado do boquete, olhou pra ela, que já tinha entendido que tinha chegado a hora. Teresa abriu as pernas, se mostrando pronta pra receber o membro do valentão. — Tá pronta, puta? — Sim. Na resposta de Teresa dava pra notar uma certa excitação, como se ela tivesse ansiosa pra ele meter, sem se importar de ter sido chamada de puta. Marcelo subiu na cama e, devagar, encheu ela com o pau dele. A cada centímetro, a boca dela se abria mais, sentindo o que nunca tinha sentido antes. Normalmente, um tamanho como o de Marcelo teria causado muito mais dor, mas a droga que ela tinha tomado, a excitação que sentia, a lentidão com que o membro entrou e o quanto ela tava molhada fizeram Teresa aproveitar ao máximo a situação. Embora sentisse um pouco de dor, essa sensação foi abafada pelo prazer incomparável de ser completamente preenchida. O valentão tava satisfeito consigo mesmo. Não precisava de palavras, a cara de Teresa dizia tudo. Mais uma mulher tinha sucumbido à luxúria, tinha sucumbido a ele. — Porra, puta, que apertada que você é. Quase tenho pena de você. Todo esse tempo sem provar um pau decente. Ela não respondia. Marcelo começou devagar, depois aumentou a velocidade dos movimentos, e no ritmo das estocadas cresciam os gemidos de Teresa, que não se capacitava do que tava fazendo. Já não podia negar que sentia prazer, um prazer imenso, como nunca na vida, mas tava sentindo isso com o garoto que tinha chantageado ela e atormentado o filho dela por anos. Ela sabia que não tava certo, mas não conseguia controlar, não conseguia se controlar. A vontade dela era fraca. Como uma folha que se deixa levar pelo vento. Foi assim que Teresa abandonou a vergonha, a decência e o pensamento na família, "só por esta vez", disse pra si mesma. "Não é minha culpa, não tive escolha, foi ele que me obrigou, essa não sou eu, são as drogas... é. As drogas. Não tem outra explicação." Ela sabia que se alguém visse os dois naquele momento, não dava pra pensar que ela estava sendo forçada, mas não ligava, não ligava pro que os outros podiam pensar. - Aaah, ah, ah, ah, ah, ah... - Toma tudo, puta, toma tudo. As enfiadas de Marcelo eram mais rápidas e o prazer de Teresa cada vez mais forte, que ela teve que se segurar no pescoço do cara e, sem pensar, abraçou ele com as pernas. Era a posição que ela e o marido usavam, a única posição, mas bastou pra ela perceber o quanto o sexo com Marcelo era diferente do que ela tava acostumada, o quanto era melhor.
Teresa não aguentou mais e outro orgasmo, ainda mais forte que o primeiro, fez seu corpo e alma tremerem. Para o jovem, ouvir os gemidos e ver a cara de prazer da sua nova mulher era um jeito de inflar o ego. Mas ainda não tinha acabado. Ele sabia que tinha dado pra mãe do Pedro a melhor foda da vida dela, mas não era suficiente pra ele. Teresa, que acabava de tremer, rapidamente caiu na real do que tinha acontecido. Ela tinha traído o marido, a família e a si mesma do pior jeito possível, e isso fez uma culpa enorme tomar conta do corpo dela. — Não, não, não… O que eu fiz? Não é possível. Quando tentou se levantar, Marcelo empurrou ela de volta pra cama e virou ela como se fosse uma boneca. — Quê? De novo? Marcelo a tinha debaixo dele, deitada de bruços, com aquela bunda linda só pra ele. De uma só vez, enterrou de novo o pau dentro dela, arrancando um grito de surpresa de Teresa. — A diversão ainda não acabou, puta. Agarrou ela pelos cabelos e, com um puxão, trouxe a cabeça dela pra perto dele enquanto começava a se mexer de novo dentro dela. Mais uma vez, Teresa perdia o controle do corpo, sentindo como aquele jovem que ela tanto desprezava a fazia gozar. A velocidade e a força dos movimentos do garoto eram o dobro da primeira vez, assim como o prazer dela, que sem perceber estava se beijando com ele naquela posição, enquanto ele puxava o cabelo dela.
- Ah, ah, ah, ah, ah, ah
- Adoro sua buceta, sua putinha.
- Mm… Ah, ah, ah, ah, ah, ah
A mente da Teresa estava nebulosa, ela não conseguia entender o que ele dizia, muito menos responder. Seus gemidos agora eram gritos de prazer que podiam ser ouvidos lá de fora da casa. E foi exatamente isso que aconteceu. Uns moleques passando de bicicleta perto da casa ouviram, assim como a vizinha que, sem que Teresa percebesse, a viu primeiro na entrada. Ela estava colocando o lixo pra fora quando escutou os gritos da Teresa.
— Que puta. Meu Deus, o que está acontecendo com este mundo?
A velha senhora percebeu os meninos parados com as bicicletas perto da casa e os espantou pra irem embora.
Lá dentro, Teresa já estava em outro mundo, não sabia qual, mas sabia que tava adorando. Outro orgasmo veio pra ela. Embora tivesse ficado deitada o tempo todo, seu corpo estava exausto pela intensidade do sexo com Marcelo. Ela estava acostumada com o marido.
O jovem se deitou ao lado dela, deixando-a descansar um pouco. Os dois não diziam nada, só respiravam fundo. Ele olhava pra suas costas, sua bunda e suas pernas brilhando de suor, enquanto ela tentava entender como era possível estar curtindo um sexo adúltero com um garoto. Seus pensamentos foram interrompidos pelo celular, que tocou lá na sala, onde ela tinha deixado. Antes que ela dissesse ou fizesse qualquer coisa, Marcelo a colocou de quatro e, como se nada tivesse acontecido, começou a martelar sua buceta de novo.
Pouco antes da visão de Teresa se turvar, assim como sua mente, mais uma vez, ela conseguiu ver pela janela que lá fora já estava escuro. Continua…
Fez seus exercícios de rotina com um olho no celular, esperando que Marcelo a contatasse, e foi o que aconteceu. Em uma hora, chegou uma mensagem que não era a que esperava. Era a foto do pau enorme dele, ereto, colocado ao lado de uma régua de plástico transparente. Dava pra ver que a régua tinha 20cm e ainda assim não cobria o tamanho do membro dele. Naquele momento, aquela sensação surgiu de novo entre as pernas de Teresa, e agora sua legging ficava molhada de algo que não era suor. Teresa não sabia o que dizer, o que fazer ou o que responder; a única coisa que fez foi olhar aquela foto por quase um minuto, como hipnotizada. Como era possível ele se atrever a mandar aquela foto? O que ele esperava conseguir? — Por que diabos você me manda isso? — Eu tenho uma foto sua, acho justo que você tenha uma minha kkk. — Você não é engraçado. Não bastou o que você me fez ontem? — Não pareceu que te incomodou. Ainda me lembro daquele beijo, gostosa. Teresa corou. Ela também se lembrava muito bem daquele beijo, mas em especial lembrava como se entregou a ele, como esqueceu por um momento quem era e como aqueles lábios a fizeram sentir; algo muito diferente do que sempre experimentou com o marido. — Já chega, Marcelo. O que você quer? Dinheiro? — Kkkk. Não, linda. Só queria saber o que você vai fazer no fim de semana. — O quê? Por quê? — Não preciso te dizer, né?... Ou prefere que sim? Kkk. — Você é louco? Nunca mais. Nunca! Entendeu? — Lembra que tenho sua foto, linda. — E eu agora tenho a sua. Você mostra pra alguém e eu faço o mesmo. O que você acha que sua mãe diria? — Kkkk... Talvez ela gostasse. — Você é doente. — E você é uma putinha kkk, somos uma combinação perfeita. — Não, por favor, não faça isso comigo. Não de novo. — Chega de reclamar, linda. Se as fotos forem divulgadas, você tem mais a perder do que eu, então não quero drama. Te vejo sábado às 12 na minha casa. — Você é horrível. — Kkk, você vai adorar, putinha, te prometo. Mais do que da outra vez. Esse era o medo de Teresa. Ela não sabia explicar o porquê do que sentiu naquela Pois é, o motivo do que ela fez, embora a explicação fosse bem simples, tava escondida no fundo mais escuro do subconsciente dela. Durante a semana, tudo parecia normal com a família dela; o marido trabalhando como sempre, o Jonas dela carinhoso e mimado como sempre, e o Pedro calado e de mal humor. O filho dela sempre foi assim desde que o Marcelo fazia a vida dele um inferno, mas ela achava que se sacrificar por ele teria mudado as coisas.No sábado de manhã, ela preparou o café da manhã pra família e também o almoço, já que não ia poder estar lá depois. Ela inventou uma desculpa comum. Disse que tinha que encontrar uma amiga da igreja pra dar consolo e conselho num momento difícil do casamento dela. A Teresa sabia que o marido não ia desconfiar, já que ele não tinha interesse nas amigas dela e, além disso, era algo que ela costumava fazer.
— Mãe, por que você tá de casaco? Não tá frio.
— Não, filho, mas é sempre melhor levar e não precisar do que precisar e não ter.
— Ahm... Ok. Mas por que você tá com ele vestido agora se...
— Até mais tarde, tesouros.
Felipe e Jonas cumprimentam ela em coro enquanto Pedro observa ela ir embora com o casaco vestido.
Às 12 em ponto, Marcelo abre a porta da casa dele e se depara com a Teresa. Ela olhava pra ele com desprezo, mas ele não tava nem aí.
— Que pontualidade, haha.
— Anda logo e acaba logo com isso.
Teresa tenta entrar na casa, mas Marcelo bloqueia o caminho dela, colocando o braço na frente.
— Eeeeh, não tão rápido assim. Deixa eu te ver direito.
— Agora? Deixa eu entrar primeiro...
— Agora!
O tom de voz do Marcelo deixou claro que a ordem dele não era algo com que se pudesse discutir, então ela abre o casaco, mostrando o corpo nu, só com umas meia-calça de rede e uns saltos pretos.
—Um pouco mais gostosa. A situação já era humilhante e arriscada por si só, mas ela rezou pro céu que ninguém estivesse vendo ela. De uma das casas ali, uma velhinha vê de longe a Teresa e a roupa dela.
— Muito bem, muito bem. Você vestiu o que eu mandei. — Por favor, me deixa entrar.
Marcelo levanta o braço e deixa ela entrar. Agora que estava dentro de casa, Teresa se sentiu um pouco mais a salvo, mais segura. Ela esperava parada no corredor enquanto o garoto estava na cozinha. Depois de um tempo, vê ele vindo na direção dela com uma garrafa de champanhe numa mão e duas taças na outra.
— Vem, fica à vontade.
Teresa o segue até a sala da outra vez e senta ao lado dele enquanto Marcelo enche as taças e tira do bolso um saquinho plástico com um pó branco dentro.
— O que é isso?
— Não se preocupa, linda. Isso vai te ajudar a relaxar… vai te ajudar a se acostumar com meu pau.
Na frente dela, o bastardo que a chantageava abriu o saquinho e, com os dedos, pegou uma pitada daquele pó e colocou numa taça. Teresa sabia que não podia negar nada àquele sujeito, mas nunca imaginou que chegaria ao ponto de usar drogas.
— Toma.
Marcelo ofereceu a taça e ela pegou, ainda indecisa sobre o que fazer. Nunca tinha gostado de beber, nem champanhe, e agora Marcelo estava oferecendo droga. Ela pediu a Deus como tinha chegado àquele momento. Quis pensar numa desculpa, mas não havia nenhuma que o valentão fosse acreditar, e ela tinha medo de deixá-lo com raiva. No fim, pensou no que já tinha feito e no que estava prestes a fazer. Disse a si mesma que já tinha dado um boquete naquele bastardo e que naquele dia ia entregar o corpo pra ele, então usar drogas não seria a pior coisa que poderia fazer.
Teresa virou a taça de uma vez, aceitando seu destino. Pensou que, pelo menos, a droga ia tornar aquela experiência um pouco mais suportável. Só esperava que fizesse efeito antes daquele membro gigantesco entrar dentro dela, pra não doer tanto.
Marcelo parou na frente dela e tirou o pau pra fora, já duro, fazendo Teresa engolir seco. Mesmo não sendo a primeira vez que via, as dimensões não paravam de surpreendê-la.
— Tira o casaco.
Ela obedece.
O corpo nu dela deixou o garoto ainda mais excitado, que agarrou a cabeça dela e a guiou até o pau dele. Teresa começou a chupar sem resistir, igual da outra vez, só que agora era mais fácil pra ela. — Uff… Você manda bem, putinha. — Obrigada. Essa palavra escapou de Teresa. Marcelo ficou surpreso com a habilidade da mulher, sabia que ela tinha chupado um pau pela primeira vez há alguns dias, mas agora nem parecia mais que era novata. — A técnica ainda não tá perfeita, mas vejo que você aprende rápido. É um talento natural, haja. Por sua vez, a mãe de Pedro queria terminar aquilo o mais rápido possível, então se esforçou pra fazer ele gozar o mais rápido que conseguia. Ela não planejava dar prazer pro valentão do filho dela, mas era o único jeito de se livrar daquela situação. O boquete continuou por muito mais tempo do que ela gostaria, o que fez despertar nela aquela sensação entre as pernas. Teresa disse pra si mesma que as drogas estavam começando a fazer efeito, mas no fundo sabia que o que sentia era o mesmo que sentiu da outra vez naquela situação. Finalmente Marcelo gozou e jorrou dentro da boca de Teresa sem avisar, fazendo ela engolir um pouco de porra enquanto o resto escorria pelos peitos dela. — Seu filho da puta! — Hahaha. Sim, eu sei. A pobre mulher achava que já que ele tinha gozado, talvez o tormento dela tivesse acabado, mas não era bem assim. Embora o garoto já tivesse deixado uma boa quantidade de líquido dentro e sobre ela, o pau dele ainda estava duro. — Vem comigo. Teresa segue Marcelo do jeito que estava, e eles entram no quarto da mãe dele. — Agora começa a diversão. — O quê? Por que aqui? — Isso não é da sua conta. Senta. Ela se senta na beira da cama, esperando o pior. O garoto tira a roupa e agora está pelado na frente de Teresa, que observa a beleza do corpo jovem e sarado de Marcelo, tão diferente do marido dela. Filipe tinha um corpo que você espera de um homem de 40 anos. tava: meio gordo, flácido, sem um pingo de músculo e com braços finos, com a marca do bronzeado em cima, destacando ainda mais a palidez da pele que ele costumava esconder com a roupa. Já Marcelo tinha pele morena, costas largas, músculos definidos, principalmente os abdominais, e uns braços veiudos que ela sempre admirou em qualquer homem. A buceta da Teresa começou a escorrer como uma torneira mal fechada. Na frente dela, o garoto se ajoelhou entre as pernas dela e começou a chupar a buceta dela. A Teresa não esperava por isso. Ninguém na vida dela tinha feito algo assim, e a sensação que ela sentiu foi indescritível. Era melhor do que quando ela se tocava sozinha. A mãe do Pedro não aguentava mais e, se agarrando firme nos lençóis da cama, jogou o corpo para trás, gemendo e gozando como nunca na vida.
Teresa demorou um pouco pra perceber o que tinha acontecido. Ela tinha gozado com o valentão do filho dela. A consciência tava matando ela, mas o corpo pedia mais. Dentro dela tinha um impulso que empurrava ela a querer mais, algo que fazia ela se sentir diferente. "Não sabia que droga podia fazer isso", pensou. Marcelo se levantou e, com o pau ainda molhado do boquete, olhou pra ela, que já tinha entendido que tinha chegado a hora. Teresa abriu as pernas, se mostrando pronta pra receber o membro do valentão. — Tá pronta, puta? — Sim. Na resposta de Teresa dava pra notar uma certa excitação, como se ela tivesse ansiosa pra ele meter, sem se importar de ter sido chamada de puta. Marcelo subiu na cama e, devagar, encheu ela com o pau dele. A cada centímetro, a boca dela se abria mais, sentindo o que nunca tinha sentido antes. Normalmente, um tamanho como o de Marcelo teria causado muito mais dor, mas a droga que ela tinha tomado, a excitação que sentia, a lentidão com que o membro entrou e o quanto ela tava molhada fizeram Teresa aproveitar ao máximo a situação. Embora sentisse um pouco de dor, essa sensação foi abafada pelo prazer incomparável de ser completamente preenchida. O valentão tava satisfeito consigo mesmo. Não precisava de palavras, a cara de Teresa dizia tudo. Mais uma mulher tinha sucumbido à luxúria, tinha sucumbido a ele. — Porra, puta, que apertada que você é. Quase tenho pena de você. Todo esse tempo sem provar um pau decente. Ela não respondia. Marcelo começou devagar, depois aumentou a velocidade dos movimentos, e no ritmo das estocadas cresciam os gemidos de Teresa, que não se capacitava do que tava fazendo. Já não podia negar que sentia prazer, um prazer imenso, como nunca na vida, mas tava sentindo isso com o garoto que tinha chantageado ela e atormentado o filho dela por anos. Ela sabia que não tava certo, mas não conseguia controlar, não conseguia se controlar. A vontade dela era fraca. Como uma folha que se deixa levar pelo vento. Foi assim que Teresa abandonou a vergonha, a decência e o pensamento na família, "só por esta vez", disse pra si mesma. "Não é minha culpa, não tive escolha, foi ele que me obrigou, essa não sou eu, são as drogas... é. As drogas. Não tem outra explicação." Ela sabia que se alguém visse os dois naquele momento, não dava pra pensar que ela estava sendo forçada, mas não ligava, não ligava pro que os outros podiam pensar. - Aaah, ah, ah, ah, ah, ah... - Toma tudo, puta, toma tudo. As enfiadas de Marcelo eram mais rápidas e o prazer de Teresa cada vez mais forte, que ela teve que se segurar no pescoço do cara e, sem pensar, abraçou ele com as pernas. Era a posição que ela e o marido usavam, a única posição, mas bastou pra ela perceber o quanto o sexo com Marcelo era diferente do que ela tava acostumada, o quanto era melhor.
Teresa não aguentou mais e outro orgasmo, ainda mais forte que o primeiro, fez seu corpo e alma tremerem. Para o jovem, ouvir os gemidos e ver a cara de prazer da sua nova mulher era um jeito de inflar o ego. Mas ainda não tinha acabado. Ele sabia que tinha dado pra mãe do Pedro a melhor foda da vida dela, mas não era suficiente pra ele. Teresa, que acabava de tremer, rapidamente caiu na real do que tinha acontecido. Ela tinha traído o marido, a família e a si mesma do pior jeito possível, e isso fez uma culpa enorme tomar conta do corpo dela. — Não, não, não… O que eu fiz? Não é possível. Quando tentou se levantar, Marcelo empurrou ela de volta pra cama e virou ela como se fosse uma boneca. — Quê? De novo? Marcelo a tinha debaixo dele, deitada de bruços, com aquela bunda linda só pra ele. De uma só vez, enterrou de novo o pau dentro dela, arrancando um grito de surpresa de Teresa. — A diversão ainda não acabou, puta. Agarrou ela pelos cabelos e, com um puxão, trouxe a cabeça dela pra perto dele enquanto começava a se mexer de novo dentro dela. Mais uma vez, Teresa perdia o controle do corpo, sentindo como aquele jovem que ela tanto desprezava a fazia gozar. A velocidade e a força dos movimentos do garoto eram o dobro da primeira vez, assim como o prazer dela, que sem perceber estava se beijando com ele naquela posição, enquanto ele puxava o cabelo dela.
- Ah, ah, ah, ah, ah, ah - Adoro sua buceta, sua putinha.
- Mm… Ah, ah, ah, ah, ah, ah
A mente da Teresa estava nebulosa, ela não conseguia entender o que ele dizia, muito menos responder. Seus gemidos agora eram gritos de prazer que podiam ser ouvidos lá de fora da casa. E foi exatamente isso que aconteceu. Uns moleques passando de bicicleta perto da casa ouviram, assim como a vizinha que, sem que Teresa percebesse, a viu primeiro na entrada. Ela estava colocando o lixo pra fora quando escutou os gritos da Teresa.
— Que puta. Meu Deus, o que está acontecendo com este mundo?
A velha senhora percebeu os meninos parados com as bicicletas perto da casa e os espantou pra irem embora.
Lá dentro, Teresa já estava em outro mundo, não sabia qual, mas sabia que tava adorando. Outro orgasmo veio pra ela. Embora tivesse ficado deitada o tempo todo, seu corpo estava exausto pela intensidade do sexo com Marcelo. Ela estava acostumada com o marido.
O jovem se deitou ao lado dela, deixando-a descansar um pouco. Os dois não diziam nada, só respiravam fundo. Ele olhava pra suas costas, sua bunda e suas pernas brilhando de suor, enquanto ela tentava entender como era possível estar curtindo um sexo adúltero com um garoto. Seus pensamentos foram interrompidos pelo celular, que tocou lá na sala, onde ela tinha deixado. Antes que ela dissesse ou fizesse qualquer coisa, Marcelo a colocou de quatro e, como se nada tivesse acontecido, começou a martelar sua buceta de novo.
Pouco antes da visão de Teresa se turvar, assim como sua mente, mais uma vez, ela conseguiu ver pela janela que lá fora já estava escuro. Continua…
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