Bom, faz um tempão que não posto nada, então tô voltando com um relato 100% real. Faz uns dois meses que eu tava fazendo entrevistas de emprego procurando uma administrativa pro meu escritório. Depois de várias candidatas, lembrei de uma putinha gostosa que trabalha na limpeza do meu escritório e sempre me pedia pra lembrar dela se aparecesse alguma vaga. Quando mandei mensagem pra marcar, ela me agradeceu por ter lembrado e disse que podia aparecer pra entrevista na semana. Antes de continuar, vou contar como ela é: vou chamar ela de Juli. Ela tem 47 anos, um corpo lindo, uma bunda gostosa e sempre de legging ou jeans. Rosto bonito e um olhar bem putão.
Bom, quando ela topou e agradeceu, depois de alguns minutos perguntou se eu tava no escritório. Respondi que sim (ela tava sondando porque sabia que sou casado). Papo na lata: "E me dá muito trabalho?" - "Por enquanto não, então vou ficar mais um pouco e depois vou pra casa." - "Ah, bom, não queria te incomodar, mas fiquei pensando... e como seria bom ter você como chefe." (Som de alerta!) "Ah, é? Por quê?" - "Não, é porque já te conheço e fica perto da minha casa, seria legal." - "Ah, sim, por isso. É um ponto a favor ficar perto." - "Mesmo assim, as entrevistas me deixam nervosa. Tenho que ir de roupa formal ou posso ir informal?" - "Vem como quiser, e não fica nervosa com a entrevista, relaxa. É só uma conversa pra te contar algumas coisas e ver se você se interessa pelo trabalho e tal." - "Tá bom, vou confortável então. De novo, como seria bom ter você como chefe, desculpa repetir. Sempre te olhei no escritório e agora ter uma entrevista... que nervoso!" - "Ah, é? Haha, não sei se você tá querendo dizer algo a mais ou se é só nervosismo pela entrevista. Nunca percebi que você me olhava, sabe que eu vivo na correria." - "As duas coisas, haha. Tá bom, vou preparada então." (Na hora eu pensei: "Bom, já era, ou falo algo ou viro o otário do ano.") - "Vai, vai, vem preparada pra uma entrevista gostosa. completa 😉 - completa? Como assim? - tem duas partes: uma profissional e outra pessoal. Se você gostar da primeira, a gente passa pra segunda - ahh olha só.. me interessou muito, que mistério - quer uma amostra? - sim, óbvio, quero! - vou te entrevistar todinha! - opa, olha que sério você parecia, te conto que tô morrendo de vontade de que seja terça pra ir nessa entrevista linda, pede pra apagar isso e na terça eu vou, quando me ver me cumprimenta normal porque meu namorado vai me levar e ele é super ciumento, já me perguntou de onde te conheço e tudo, é doente de ciúmes, mas enfim na terça vou pra você me entrevistar todinha. - ahh tem namorado? Adoro, agora que me lembro é requisito vir com uma tanguinha bem pequena - ahh tá, é assim que pede? Fechou, cumpro porque gosto de ser cumpridora no trabalho. Bom, eu já tava muito excitada, óbvio que fiquei pirada até terça. Chegou o dia, terça-feira toca a campainha, desço, abro a porta e ela desce do carro do namorado que me olhava pelo vidro e acena, eu faço cara de bobo, cumprimento sorrindo, ela desce de jeans apertado com botas, um casaco e bolsa, aceno pra ela, ela entra e eu fecho a porta. Lá dentro ela me olha sorrindo e fala: "que nervoso, hein". "Vem, passa por aqui", falei, mando ela subir a escada pra admirar a bunda gostosa que ela tem, e no caminho falei: "como vou te entrevistar essa aqui" e passo os dedos devagar nela de baixo pra cima - ahh tá, assim que a gente começa? - não, primeiro vamos pra parte profissional que foi pra isso que você veio (eu tava muito excitado, mas também precisava ver se além de foder ela servia pro trabalho) - ah sim? Beleza, me parece bem, posso ficar à vontade? - sim, por favor, vou te trazer um café e a gente começa (ela tirou o casaco, tinha uma regatinha apertada que deixava ver toda a bunda linda, um corpão, conversamos uns 40 min sobre trabalho e números) - bom, terminou a parte um da entrevista, vamos pra dois? Passamos pra segunda, a que você quiser. Eu vim preparado, como você me pediu (eu parei e peguei na mão dela, fazendo ela se apoiar na mesa, empinando a raba). — Vamos ver se você veio do jeito que eu pedi!! (comecei a passar a mão na raba dela devagar, enquanto colocava a mão dela no meu pau). — Mmm, que pau lindo que você tem, já tá durasso (comecei a abaixar a calça jeans dela, e ela tava de fio dental preta, bem pequenininha). — É, assim que eu gosto, cumpridoras no trabalho, cumpridoras e putinhas (enquanto ia passando os dedos na buceta dela, que tava melada, com dois dedos e com o polegar ia molhando a raba dela, fazendo círculos e empurrando devagar. Ela começou a gemer, meio abafado, e enquanto ia passando a mão no meu pau, que já tava todo babado, ela passou a palma da mão na cabeça do meu pau, tirou toda aquela baba que já tinha e chupou a palma da mão). — Mmm, que gostoso e salgadinho que tá (eu continuei tocando ela, nessa altura já tava com todos os dedos enfiados na buceta e na raba dela, que já tava dilatando. Aí tirei a mão e foquei só na raba). — Pra essa aqui eu falei que vou te entrevistar igual uma putinha, então empina bem (dei um tapa gostoso na raba dela e com uma mão peguei no cabelo dela). — Mmm, por favor, que lindo isso!! É toda sua, chefia (puxei ela bem pra trás, com a mão esquerda no cabelo e com a direita comecei a enfiar os dedos com mais força e mais rápido. Ela começou a gemer cada vez mais alto). — Tá gostando, putinha?? Essa raba eu vou comer todinha (ela gemia e cada vez se jogava mais pra trás, como se estivesse dando a mão dela pra mim. Vou meter mais um dedo, falei, porque essa raba tá abrindo demais). — Mete o que você quiser, hoje ela é sua (tirei os dedos, abri a raba dela pra olhar, e tava dilatadona. Me abaixei e comecei a chupar a buceta dela, que tava super molhada, e a raba, e quando chegava na raba eu metia a língua. Ela me agarrou a cabeça com as duas mãos e me apertou contra o cu dela. Levantei, peguei ela). novo de pelos e comecei a meter 3 dedos nela, e ela se mexia cada vez mais forte e não parava de gemer, até que gozou com os dedos na buceta. Eu não aguentava mais, sentia que se eu tocasse na pica, gozava na hora. No momento em que ela gozou, me diz: "deixa eu ver o celular, deve ser meu namorado" — nunca ouvi o telefone, mas falei: "dá uma olhada" (ela me mostra o celular e era o namorado dela mesmo). E ele: "a entrevista foi tão longa assim?" Ela me olha e ri, me pergunta: "o que eu respondo?" Eu tava muito tesudo. Contexto: entrevista de emprego com uma gostosa, tinha acabado de dilatar a buceta dela e fazer ela gozar, e ainda não tinha chupado minha pica, e ainda por cima ela começa a falar com o namorado ciumento. "Fala pra ele que tinha mais duas pessoas na sua frente, que por isso você tava atrasada." Ela me olha e ri de novo com uma cara de puta, começa a escrever enquanto se ajoelha pra chupar minha pica. Deixa o celular na mesa com a conversa aberta e começa a chupar devagar e com muita experiência, me olhava e chupava. Eu tinha a visão dela chupando e da conversa com o ciumento, que mandava: "bom, espero que esteja indo bem, me avisa quando sair?" Seguido de vários "???" Como ela tava ocupada, a namorada não respondia. — Seu namorado tá doido no WhatsApp, mas agora você tá ocupada, então espera e não enche o saco. Você gosta de chupar pica assim? (Ela enfiava toda na boca e me olhava, engasgava e balançava a cabeça de um jeito, e ainda tava ajoelhada com a calça jeans abaixo dos joelhos, a calcinha fio dental no lugar e a camiseta apertada.) — Você vai me dar o leite agora que já cumpri tudo? (Enquanto continuava chupando minha pica de um jeito que eu não aguentava mais, dava uns chupões na cabeça da pica daqueles que fazem um barulho gostoso.) — Não, hoje o leite vai pra sua buceta, pra você voltar pra casa com a buceta bem comida e cheia de leite, assim quando você for embora com o ciumento da sua namorada, o leite ainda vai estar escorrendo. (Ela tira a pica da boca e me fala com voz de puta, rindo.) Você é um filho da puta, mas adorei a ideia. Parei ela na mesa do escritório e nem precisava molhar a bunda nem a pica, tava tudo num ponto perfeito. Contexto: escritório de mesa com janelas e vista pra rua, dava pra ver tudo lá fora, mas era segundo andar. Coloquei ela contra a mesa e comecei a meter a pica. Sinceramente, meti bem devagar porque eu já tava quase gozando, então queria me concentrar pra poder foder ela um pouco. Comecei a foder e ela se jogava pra trás como se pedisse mais, apoiada na mesa, me olhou e sorrindo disse: "Me fode que em 10 minutos meu namorado vem me buscar", mostrando o celular onde tinha mandado "amor, já tô terminando, vem me buscar em 10?". Imagina a minha excitação... "Ahh, que puta que você é!" (Peguei ela pelos cabelos e comecei a foder forte, lembro como aquela bunda batia e eu sonhava com meu corpo. Ela gritava alto e falou: "Filho da puta, vai me fazer gozar de novo..." "Eu também tô perto de gozar", falei. "Ai, aiii, por favor, como eu amo essa pica, como você tá rasgando meu cu, me fode que eu vou gozar... aii, aiii, isso, issoooo, assim, filho da puta, assim!" "Vou gozar, filho da puta, aiii, por favor, que bunda linda você tem!" "Me enche de porra, filho da puta, que delícia, hmm, que quentinha tá... hmm, como eu gosto!" (Ela ainda se mexia, eu quando gozo fico com a pica muito sensível até passar uns minutos, então eu me mexia como se tivesse 220 no corpo. Sentei na cadeira do escritório e ela foi andando, se tocando na bunda, imagino que porque tava escorrendo toda a porra que eu gozei. Parou na porta do banheiro do escritório, de costas, e abriu a bunda. Tava bem aberta, pulsava ou ela fazia assim, e a porra toda escorria. Era uma loucura tudo.) "Vou me limpar, sabe?" "Não, não, você vai com a bunda assim, cheia de porra. Seca o que tem nas bochechas pra não marcar no jeans, mas o que tem dentro você vai assim. Quero que você vá pro seu namorado ciumento cheia de porra e com o cu arrombado." "Que tarado você é, mas como me excita, filho da puta." "Olha a tela, quem chegou." (Ele estacionou o carro.) O auto, o namorado, se troca rápido e penteia o cabelo um pouco, pega umas folhas da escrivaninha e a gente desce. Antes de abrir a porta, mostrei a pica pra ela de novo e ela deu um chupão. Saí com as folhas na mão, fiz cara de otário e deixei ela passar, acenando pra Juli e de longe pro namorado ciumento. Ela sobe no carro e eu faço sinal pra esperar, me aproximo e falo: "Esqueci de dizer, semana que vem não vou estar, então a gente deixa a segunda entrevista pra outra" (nunca tinha falado de uma segunda, mas me dava um tesão danado falar na frente do namorado, indiretamente pra ela, que ia comer ela de novo). "Tá bom, tá bom, me avisa um dia antes se eu me preparo", ela respondeu. "Valeu por vir, tenham uma boa semana, tchau tchau..." Foi assim que me despedi da Juli e de uma entrevista maravilhosa. Espero que tenham gostado, é longo mas não tem desperdício. Se curtiram, em uns dias eu posto a segunda entrevista.
Bom, quando ela topou e agradeceu, depois de alguns minutos perguntou se eu tava no escritório. Respondi que sim (ela tava sondando porque sabia que sou casado). Papo na lata: "E me dá muito trabalho?" - "Por enquanto não, então vou ficar mais um pouco e depois vou pra casa." - "Ah, bom, não queria te incomodar, mas fiquei pensando... e como seria bom ter você como chefe." (Som de alerta!) "Ah, é? Por quê?" - "Não, é porque já te conheço e fica perto da minha casa, seria legal." - "Ah, sim, por isso. É um ponto a favor ficar perto." - "Mesmo assim, as entrevistas me deixam nervosa. Tenho que ir de roupa formal ou posso ir informal?" - "Vem como quiser, e não fica nervosa com a entrevista, relaxa. É só uma conversa pra te contar algumas coisas e ver se você se interessa pelo trabalho e tal." - "Tá bom, vou confortável então. De novo, como seria bom ter você como chefe, desculpa repetir. Sempre te olhei no escritório e agora ter uma entrevista... que nervoso!" - "Ah, é? Haha, não sei se você tá querendo dizer algo a mais ou se é só nervosismo pela entrevista. Nunca percebi que você me olhava, sabe que eu vivo na correria." - "As duas coisas, haha. Tá bom, vou preparada então." (Na hora eu pensei: "Bom, já era, ou falo algo ou viro o otário do ano.") - "Vai, vai, vem preparada pra uma entrevista gostosa. completa 😉 - completa? Como assim? - tem duas partes: uma profissional e outra pessoal. Se você gostar da primeira, a gente passa pra segunda - ahh olha só.. me interessou muito, que mistério - quer uma amostra? - sim, óbvio, quero! - vou te entrevistar todinha! - opa, olha que sério você parecia, te conto que tô morrendo de vontade de que seja terça pra ir nessa entrevista linda, pede pra apagar isso e na terça eu vou, quando me ver me cumprimenta normal porque meu namorado vai me levar e ele é super ciumento, já me perguntou de onde te conheço e tudo, é doente de ciúmes, mas enfim na terça vou pra você me entrevistar todinha. - ahh tem namorado? Adoro, agora que me lembro é requisito vir com uma tanguinha bem pequena - ahh tá, é assim que pede? Fechou, cumpro porque gosto de ser cumpridora no trabalho. Bom, eu já tava muito excitada, óbvio que fiquei pirada até terça. Chegou o dia, terça-feira toca a campainha, desço, abro a porta e ela desce do carro do namorado que me olhava pelo vidro e acena, eu faço cara de bobo, cumprimento sorrindo, ela desce de jeans apertado com botas, um casaco e bolsa, aceno pra ela, ela entra e eu fecho a porta. Lá dentro ela me olha sorrindo e fala: "que nervoso, hein". "Vem, passa por aqui", falei, mando ela subir a escada pra admirar a bunda gostosa que ela tem, e no caminho falei: "como vou te entrevistar essa aqui" e passo os dedos devagar nela de baixo pra cima - ahh tá, assim que a gente começa? - não, primeiro vamos pra parte profissional que foi pra isso que você veio (eu tava muito excitado, mas também precisava ver se além de foder ela servia pro trabalho) - ah sim? Beleza, me parece bem, posso ficar à vontade? - sim, por favor, vou te trazer um café e a gente começa (ela tirou o casaco, tinha uma regatinha apertada que deixava ver toda a bunda linda, um corpão, conversamos uns 40 min sobre trabalho e números) - bom, terminou a parte um da entrevista, vamos pra dois? Passamos pra segunda, a que você quiser. Eu vim preparado, como você me pediu (eu parei e peguei na mão dela, fazendo ela se apoiar na mesa, empinando a raba). — Vamos ver se você veio do jeito que eu pedi!! (comecei a passar a mão na raba dela devagar, enquanto colocava a mão dela no meu pau). — Mmm, que pau lindo que você tem, já tá durasso (comecei a abaixar a calça jeans dela, e ela tava de fio dental preta, bem pequenininha). — É, assim que eu gosto, cumpridoras no trabalho, cumpridoras e putinhas (enquanto ia passando os dedos na buceta dela, que tava melada, com dois dedos e com o polegar ia molhando a raba dela, fazendo círculos e empurrando devagar. Ela começou a gemer, meio abafado, e enquanto ia passando a mão no meu pau, que já tava todo babado, ela passou a palma da mão na cabeça do meu pau, tirou toda aquela baba que já tinha e chupou a palma da mão). — Mmm, que gostoso e salgadinho que tá (eu continuei tocando ela, nessa altura já tava com todos os dedos enfiados na buceta e na raba dela, que já tava dilatando. Aí tirei a mão e foquei só na raba). — Pra essa aqui eu falei que vou te entrevistar igual uma putinha, então empina bem (dei um tapa gostoso na raba dela e com uma mão peguei no cabelo dela). — Mmm, por favor, que lindo isso!! É toda sua, chefia (puxei ela bem pra trás, com a mão esquerda no cabelo e com a direita comecei a enfiar os dedos com mais força e mais rápido. Ela começou a gemer cada vez mais alto). — Tá gostando, putinha?? Essa raba eu vou comer todinha (ela gemia e cada vez se jogava mais pra trás, como se estivesse dando a mão dela pra mim. Vou meter mais um dedo, falei, porque essa raba tá abrindo demais). — Mete o que você quiser, hoje ela é sua (tirei os dedos, abri a raba dela pra olhar, e tava dilatadona. Me abaixei e comecei a chupar a buceta dela, que tava super molhada, e a raba, e quando chegava na raba eu metia a língua. Ela me agarrou a cabeça com as duas mãos e me apertou contra o cu dela. Levantei, peguei ela). novo de pelos e comecei a meter 3 dedos nela, e ela se mexia cada vez mais forte e não parava de gemer, até que gozou com os dedos na buceta. Eu não aguentava mais, sentia que se eu tocasse na pica, gozava na hora. No momento em que ela gozou, me diz: "deixa eu ver o celular, deve ser meu namorado" — nunca ouvi o telefone, mas falei: "dá uma olhada" (ela me mostra o celular e era o namorado dela mesmo). E ele: "a entrevista foi tão longa assim?" Ela me olha e ri, me pergunta: "o que eu respondo?" Eu tava muito tesudo. Contexto: entrevista de emprego com uma gostosa, tinha acabado de dilatar a buceta dela e fazer ela gozar, e ainda não tinha chupado minha pica, e ainda por cima ela começa a falar com o namorado ciumento. "Fala pra ele que tinha mais duas pessoas na sua frente, que por isso você tava atrasada." Ela me olha e ri de novo com uma cara de puta, começa a escrever enquanto se ajoelha pra chupar minha pica. Deixa o celular na mesa com a conversa aberta e começa a chupar devagar e com muita experiência, me olhava e chupava. Eu tinha a visão dela chupando e da conversa com o ciumento, que mandava: "bom, espero que esteja indo bem, me avisa quando sair?" Seguido de vários "???" Como ela tava ocupada, a namorada não respondia. — Seu namorado tá doido no WhatsApp, mas agora você tá ocupada, então espera e não enche o saco. Você gosta de chupar pica assim? (Ela enfiava toda na boca e me olhava, engasgava e balançava a cabeça de um jeito, e ainda tava ajoelhada com a calça jeans abaixo dos joelhos, a calcinha fio dental no lugar e a camiseta apertada.) — Você vai me dar o leite agora que já cumpri tudo? (Enquanto continuava chupando minha pica de um jeito que eu não aguentava mais, dava uns chupões na cabeça da pica daqueles que fazem um barulho gostoso.) — Não, hoje o leite vai pra sua buceta, pra você voltar pra casa com a buceta bem comida e cheia de leite, assim quando você for embora com o ciumento da sua namorada, o leite ainda vai estar escorrendo. (Ela tira a pica da boca e me fala com voz de puta, rindo.) Você é um filho da puta, mas adorei a ideia. Parei ela na mesa do escritório e nem precisava molhar a bunda nem a pica, tava tudo num ponto perfeito. Contexto: escritório de mesa com janelas e vista pra rua, dava pra ver tudo lá fora, mas era segundo andar. Coloquei ela contra a mesa e comecei a meter a pica. Sinceramente, meti bem devagar porque eu já tava quase gozando, então queria me concentrar pra poder foder ela um pouco. Comecei a foder e ela se jogava pra trás como se pedisse mais, apoiada na mesa, me olhou e sorrindo disse: "Me fode que em 10 minutos meu namorado vem me buscar", mostrando o celular onde tinha mandado "amor, já tô terminando, vem me buscar em 10?". Imagina a minha excitação... "Ahh, que puta que você é!" (Peguei ela pelos cabelos e comecei a foder forte, lembro como aquela bunda batia e eu sonhava com meu corpo. Ela gritava alto e falou: "Filho da puta, vai me fazer gozar de novo..." "Eu também tô perto de gozar", falei. "Ai, aiii, por favor, como eu amo essa pica, como você tá rasgando meu cu, me fode que eu vou gozar... aii, aiii, isso, issoooo, assim, filho da puta, assim!" "Vou gozar, filho da puta, aiii, por favor, que bunda linda você tem!" "Me enche de porra, filho da puta, que delícia, hmm, que quentinha tá... hmm, como eu gosto!" (Ela ainda se mexia, eu quando gozo fico com a pica muito sensível até passar uns minutos, então eu me mexia como se tivesse 220 no corpo. Sentei na cadeira do escritório e ela foi andando, se tocando na bunda, imagino que porque tava escorrendo toda a porra que eu gozei. Parou na porta do banheiro do escritório, de costas, e abriu a bunda. Tava bem aberta, pulsava ou ela fazia assim, e a porra toda escorria. Era uma loucura tudo.) "Vou me limpar, sabe?" "Não, não, você vai com a bunda assim, cheia de porra. Seca o que tem nas bochechas pra não marcar no jeans, mas o que tem dentro você vai assim. Quero que você vá pro seu namorado ciumento cheia de porra e com o cu arrombado." "Que tarado você é, mas como me excita, filho da puta." "Olha a tela, quem chegou." (Ele estacionou o carro.) O auto, o namorado, se troca rápido e penteia o cabelo um pouco, pega umas folhas da escrivaninha e a gente desce. Antes de abrir a porta, mostrei a pica pra ela de novo e ela deu um chupão. Saí com as folhas na mão, fiz cara de otário e deixei ela passar, acenando pra Juli e de longe pro namorado ciumento. Ela sobe no carro e eu faço sinal pra esperar, me aproximo e falo: "Esqueci de dizer, semana que vem não vou estar, então a gente deixa a segunda entrevista pra outra" (nunca tinha falado de uma segunda, mas me dava um tesão danado falar na frente do namorado, indiretamente pra ela, que ia comer ela de novo). "Tá bom, tá bom, me avisa um dia antes se eu me preparo", ela respondeu. "Valeu por vir, tenham uma boa semana, tchau tchau..." Foi assim que me despedi da Juli e de uma entrevista maravilhosa. Espero que tenham gostado, é longo mas não tem desperdício. Se curtiram, em uns dias eu posto a segunda entrevista.
2 comentários - Entrevista de emprego real!!