A magrinha era um bandinho, gostava de qualquer um, mas sempre no um contra um, uma gatinha que conheci numa balada.
Mal conheci ela, tava vestida de camisa branca, saia preta e bota bucaneira, na época tava na moda, magra e alta (as magrinhas me pegam), tinha uma cara de putinha.
Bom, dançamos o de sempre, bebemos e a balada acabou, ela me fala: "Preciso ir, trabalho amanhã", beleza, tchau tchau, meio que me cortou, foi embora com uma amiga, mas antes de sair me diz: "Você vem no próximo fim de semana?" Falei: "Sim, beleza, ok." E ela foi. Eu pensei: "Essa magrinha nunca mais vou ver, hahaha."
No próximo fim de semana voltamos e, à meia-noite, quem apareceu? A magrinha. Mal vi ela, ela veio e tava com uma calça branca. A primeira coisa que olhei foi a buceta, se partia sozinha, linda, já me deixou preparado. Falei comigo mesmo: "Hoje essa não me escapa.
Olha esse rabo, partido mmmmmmmmmm. Bom, a gente dançou e bebeu pra caralho e já começamos a falar de sexo. Enquanto ela dançava, roçava a pica em mim, e eu, como bom tarado, comecei a ficar de pau duro. Entre o que a gente tinha bebido e a vontade de comer ela, eu tava fervendo. O rolê acabou e a gente tava meio bêbado os dois. Ela fala: "O que você quiser, gata. Vamos pro meu apê." "Você mora sozinha?" "Pra isso que eu trabalho, porra" hahahaha. Mmmmmmmm, "vou te levar." Carreguei ela na moto, assim que subiu me abraçou forte. "Pra onde a gente vai?" Passei o endereço e fomos. Era um apartamento velho. Deixei a moto e entramos, ainda meio bêbados. Ela fala: "Quer beber algo?" "Dale." Ela trouxe e a gente começou a conversar. Eu não tirava os olhos daquele rabo, se partia lindo. Bom, conversa vai, conversa vem, a gente começou a se aproximar. Ela fala: "Você sabe fazer massagem?" "Claro." Sentei atrás e agarrei ela. Comecei a massagear e ela começou a virar a cabeça de um lado pro outro e me solta: "Que mãos você tem!" "São grandes", falei. Fui fundo, beijei o pescoço dela. Nãoooo, isso soltou o vulcão que tava dentro de mim. Senti ela falar: "Ufffffffffff mmmmmmmmmm." Só isso bastou pra eu ir fundo. Olhava ela de cima e via os mamilos durinhos e a pele arrepiada. "Uffff, como eu gosto", ela fala. E aí comecei a beijar ela no pescoço todo. Ela se vira, levanta e a gente se beija. Nossos corpos destilavam tesão pra caralho, dava pra sentir, dava pra ver. Ela me beijou, pegava minha língua, mexia a língua como ninguém. Pegou minha mão e falou: "Vem." Fomos pro quarto como dava, nos tocando, nos beijando, até chegar na cama. Ela tirou a camisa e eu, como pude, tirei a calça dela. Ela deitou de bruços, coloquei dois travesseiros debaixo da buceta dela e fiquei com aquele rabo todo à minha mercê.
Comecei a beijar a bunda dela, agarrava a rabeta e comecei a descer a tanguinha dela. Ficava linda nela, beijei e ela automaticamente levantou a rabeta e começou a gemer pra caralho. Ela gritava "me beija, filho da puta", isso me deixava mais e mais excitado. Eu beijava, chupava a rabeta e ela gemia, enquanto com as mãos eu acariciava os mamilos e roçava os lábios da buceta. Ela gritava, gemia como uma puta, dizia "eu adoro, eu gosto, morena, me beija, por favor não me deixa". E eu investia cada vez mais na buceta e na rabeta dela, já quente e dilatada pelos dedos que eu enfiava. Eu colocava os dedos na boca dela buscando saliva pra depois enfiar na rabeta, e ela ficava louca. Ela tinha um anel lindo e quente. Até que ela não aguentou mais e se virou. Aí sim eu vi aquela boceta linda depilada e faminta de pau.
Era lindo, me joguei por cima e comecei a chupar primeiro os lábios dela, chupava e mordia ao mesmo tempo, tava muito tesudo e enfiava dois dedos por baixo, isso deixava ela louca. A pussy dela era rosa, macia, os lábios pulavam, era uma buceta dos sonhos. Ela me dizia: "Me beija, por favor", e o corpo dela se arqueava de prazer, subia uns 10 centímetros acima dos travesseiros. Ela segurava minha cabeça com as duas mãos e enfiava ela, como se quisesse que eu metesse a língua o mais fundo possível. Minha cock começou a crescer e crescer, ela não parava de se mexer, e nunca tirou as mãos da minha cabeça. Os gritos dela, os gemidos, ficavam cada vez mais fortes, sinal de que a porra tinha começado a peregrinar até minha boca quente. Tinha um cheiro de pussy do caralho, e num momento ela diz: "Vou gozar, filho da puta, enfia os dedos na minha booty, quero gozar na sua boca com os dedos no cu". E eu enfiei meus dedos no cu dela. Ela se arqueou pela última vez, apertou minha cabeça, fechou as pernas e começou a gozar. Eu nunca parei de mexer a língua dentro daquela buceta linda, queria que ela soltasse todo aquele tesão. Ela relaxou, sinal de que tinha acabado. A porra escorria pela perna dela, e a saliva que eu tinha deixado na buceta parecia uma flor desabrochada, era linda aquela buceta. Eu me levantei, e ela diz: "Vem, moreno, olha, não consigo parar de tremer" (tinha dado uma chupada de pussy do caralho). "Vem, vem." Ela sentou e abaixou minha cueca toda molhada. A cock tava quente e com o líquido pré-seminal. Ela pegou com tanta delicadeza e passou a ponta da língua pela cabeça, envolveu, tomou todo o líquido pré-seminal, se levantou e me beijou. "Gostou? É seu, mmmmmmmmmmm", ela diz. "Agora é minha vez", ela fala. "Vem, sobe na cama." Eu subi, e ela diz: "Não, assim não, fica de quatro." "De quatro?", eu digo. "Sim, arremete." "Bom, se você pede", fico de quatro, e ela começa a beijar meu pescoço, minha boca, me acaricia tão suave que quase não sentia. Essa a língua dela era safada e começou a me chupar sem parar, era uma sensação gostosa. ela tinha assumido o controle, me beijava e me acariciava até chegar nas minhas bolas, que claro estavam depiladas. aí começou a passar a ponta da língua e, com a mão, acariciava a ponta da piroca. uma profissional, me entreguei de vez. ela me beijava como nunca tinham me beijado antes, me olha e fala: "brunette, pega aquele vidrinho pra mim". passei, era vaselina líquida. ela esfregou as mãos e aí, por favor, começou a pegar na piroca e mexer pra todo lado, apertava minhas bolas e passava a ponta dos dedos no meu cuzinho. o tesão era tanto que eu só sentia prazer, mais e mais prazer, era lindo. ela apertava minha piroca e minhas bolas, me beijava, me acariciava, eu não aguentava mais. aí ela pega nas minhas nádegas e começa a beijar meu cuzinho enquanto batia uma punheta forte, apertava minha piroca e minhas bolas com força, e com a língua chupava e beijava minha bunda e minhas bolas. nunca tinha sentido tanto tesão, até que ela fala: "agora me come, brunette". ela se deita, coloca dois dedos na buceta depilada, um de cada lado, pega na minha piroca e coloca na entrada da boceta linda.
e eu, que tava muito excitado, comecei a penetrar ela, os dedos dela faziam a pica entrar mais apertada, era uma sensação linda, entrava apertada a pica, e eu comecei a meter com toda minha força, ela me abraçou com as pernas e me apertava, eu me arqueava e metia com tudo, sentia como meus ovos batiam na bunda dela e se ouvia o ploc ploc da porra e da vaselina, era lindo. ela me dizia "não cabe, brunette, filha da puta, me espera", eu não aguentava mais e ela começou a falar assim "brunette, vai, vai que a gente goza junto", isso me esquentou mais e eu metia com mais força, ela gritava e eu bufava até que comecei a sentir aquela cócega linda que antecede a porra gostosa que ia jorrar nela, eu como pude falei "vai que eu vou gozar", ela me diz "eu também tô quase gozando, brunette", aí senti um só golpe, abracei ela e dei os dois últimos bombados, e ela soltou, gozei, brunette, gozei, os dois terminamos juntos, foi lindo, uffff, uyyy, ahhh, mmmmmmm, tudo junto e suados, me deitei do lado dela, os dois olhando pra cima, a buceta largando sêmen pros lados e a pica toda babada, o álcool fez o dele e a gente dormiu... por uma hora, mas ela acordou antes de mim e começou a beijar minha pica, tentando fazer ela endurecer de novo, nisso já tinha passado uma hora e meia, ela pegou a pica e começou a me chupar, juro que nem percebi, ela beijou, fez o impossível pra ela endurecer de novo, porque eu acordo e juro, ela tava cavalgando em cima da minha pica, me olhava e ria, e se mexia como nunca na minha vida tinha feito, se esfregava em cima da pica, adorava, passava a pica no rosto, colocava na buceta de novo, era algo único, e me dizia "você gosta?", eu não entendia nada, mas isso sim, eu amava como aquela buceta se mexia, não consigo explicar, era uma coisa linda, minha pica era muito feliz, aquela buceta comia como nenhuma (tô contando e lembro da cara de felicidade dela), ela fazia o que queria com minha pica, nunca Senti tanta felicidade, ela é uma mulher que não liga pra nada, se entrega pra tudo. Ficou uma hora pulando em cima da pica, amava a pica até a gente gozar de novo. Aí sim ficamos exaustos e dormimos.
Mal conheci ela, tava vestida de camisa branca, saia preta e bota bucaneira, na época tava na moda, magra e alta (as magrinhas me pegam), tinha uma cara de putinha.
Bom, dançamos o de sempre, bebemos e a balada acabou, ela me fala: "Preciso ir, trabalho amanhã", beleza, tchau tchau, meio que me cortou, foi embora com uma amiga, mas antes de sair me diz: "Você vem no próximo fim de semana?" Falei: "Sim, beleza, ok." E ela foi. Eu pensei: "Essa magrinha nunca mais vou ver, hahaha."
No próximo fim de semana voltamos e, à meia-noite, quem apareceu? A magrinha. Mal vi ela, ela veio e tava com uma calça branca. A primeira coisa que olhei foi a buceta, se partia sozinha, linda, já me deixou preparado. Falei comigo mesmo: "Hoje essa não me escapa.
Olha esse rabo, partido mmmmmmmmmm. Bom, a gente dançou e bebeu pra caralho e já começamos a falar de sexo. Enquanto ela dançava, roçava a pica em mim, e eu, como bom tarado, comecei a ficar de pau duro. Entre o que a gente tinha bebido e a vontade de comer ela, eu tava fervendo. O rolê acabou e a gente tava meio bêbado os dois. Ela fala: "O que você quiser, gata. Vamos pro meu apê." "Você mora sozinha?" "Pra isso que eu trabalho, porra" hahahaha. Mmmmmmmm, "vou te levar." Carreguei ela na moto, assim que subiu me abraçou forte. "Pra onde a gente vai?" Passei o endereço e fomos. Era um apartamento velho. Deixei a moto e entramos, ainda meio bêbados. Ela fala: "Quer beber algo?" "Dale." Ela trouxe e a gente começou a conversar. Eu não tirava os olhos daquele rabo, se partia lindo. Bom, conversa vai, conversa vem, a gente começou a se aproximar. Ela fala: "Você sabe fazer massagem?" "Claro." Sentei atrás e agarrei ela. Comecei a massagear e ela começou a virar a cabeça de um lado pro outro e me solta: "Que mãos você tem!" "São grandes", falei. Fui fundo, beijei o pescoço dela. Nãoooo, isso soltou o vulcão que tava dentro de mim. Senti ela falar: "Ufffffffffff mmmmmmmmmm." Só isso bastou pra eu ir fundo. Olhava ela de cima e via os mamilos durinhos e a pele arrepiada. "Uffff, como eu gosto", ela fala. E aí comecei a beijar ela no pescoço todo. Ela se vira, levanta e a gente se beija. Nossos corpos destilavam tesão pra caralho, dava pra sentir, dava pra ver. Ela me beijou, pegava minha língua, mexia a língua como ninguém. Pegou minha mão e falou: "Vem." Fomos pro quarto como dava, nos tocando, nos beijando, até chegar na cama. Ela tirou a camisa e eu, como pude, tirei a calça dela. Ela deitou de bruços, coloquei dois travesseiros debaixo da buceta dela e fiquei com aquele rabo todo à minha mercê.
Comecei a beijar a bunda dela, agarrava a rabeta e comecei a descer a tanguinha dela. Ficava linda nela, beijei e ela automaticamente levantou a rabeta e começou a gemer pra caralho. Ela gritava "me beija, filho da puta", isso me deixava mais e mais excitado. Eu beijava, chupava a rabeta e ela gemia, enquanto com as mãos eu acariciava os mamilos e roçava os lábios da buceta. Ela gritava, gemia como uma puta, dizia "eu adoro, eu gosto, morena, me beija, por favor não me deixa". E eu investia cada vez mais na buceta e na rabeta dela, já quente e dilatada pelos dedos que eu enfiava. Eu colocava os dedos na boca dela buscando saliva pra depois enfiar na rabeta, e ela ficava louca. Ela tinha um anel lindo e quente. Até que ela não aguentou mais e se virou. Aí sim eu vi aquela boceta linda depilada e faminta de pau.
Era lindo, me joguei por cima e comecei a chupar primeiro os lábios dela, chupava e mordia ao mesmo tempo, tava muito tesudo e enfiava dois dedos por baixo, isso deixava ela louca. A pussy dela era rosa, macia, os lábios pulavam, era uma buceta dos sonhos. Ela me dizia: "Me beija, por favor", e o corpo dela se arqueava de prazer, subia uns 10 centímetros acima dos travesseiros. Ela segurava minha cabeça com as duas mãos e enfiava ela, como se quisesse que eu metesse a língua o mais fundo possível. Minha cock começou a crescer e crescer, ela não parava de se mexer, e nunca tirou as mãos da minha cabeça. Os gritos dela, os gemidos, ficavam cada vez mais fortes, sinal de que a porra tinha começado a peregrinar até minha boca quente. Tinha um cheiro de pussy do caralho, e num momento ela diz: "Vou gozar, filho da puta, enfia os dedos na minha booty, quero gozar na sua boca com os dedos no cu". E eu enfiei meus dedos no cu dela. Ela se arqueou pela última vez, apertou minha cabeça, fechou as pernas e começou a gozar. Eu nunca parei de mexer a língua dentro daquela buceta linda, queria que ela soltasse todo aquele tesão. Ela relaxou, sinal de que tinha acabado. A porra escorria pela perna dela, e a saliva que eu tinha deixado na buceta parecia uma flor desabrochada, era linda aquela buceta. Eu me levantei, e ela diz: "Vem, moreno, olha, não consigo parar de tremer" (tinha dado uma chupada de pussy do caralho). "Vem, vem." Ela sentou e abaixou minha cueca toda molhada. A cock tava quente e com o líquido pré-seminal. Ela pegou com tanta delicadeza e passou a ponta da língua pela cabeça, envolveu, tomou todo o líquido pré-seminal, se levantou e me beijou. "Gostou? É seu, mmmmmmmmmmm", ela diz. "Agora é minha vez", ela fala. "Vem, sobe na cama." Eu subi, e ela diz: "Não, assim não, fica de quatro." "De quatro?", eu digo. "Sim, arremete." "Bom, se você pede", fico de quatro, e ela começa a beijar meu pescoço, minha boca, me acaricia tão suave que quase não sentia. Essa a língua dela era safada e começou a me chupar sem parar, era uma sensação gostosa. ela tinha assumido o controle, me beijava e me acariciava até chegar nas minhas bolas, que claro estavam depiladas. aí começou a passar a ponta da língua e, com a mão, acariciava a ponta da piroca. uma profissional, me entreguei de vez. ela me beijava como nunca tinham me beijado antes, me olha e fala: "brunette, pega aquele vidrinho pra mim". passei, era vaselina líquida. ela esfregou as mãos e aí, por favor, começou a pegar na piroca e mexer pra todo lado, apertava minhas bolas e passava a ponta dos dedos no meu cuzinho. o tesão era tanto que eu só sentia prazer, mais e mais prazer, era lindo. ela apertava minha piroca e minhas bolas, me beijava, me acariciava, eu não aguentava mais. aí ela pega nas minhas nádegas e começa a beijar meu cuzinho enquanto batia uma punheta forte, apertava minha piroca e minhas bolas com força, e com a língua chupava e beijava minha bunda e minhas bolas. nunca tinha sentido tanto tesão, até que ela fala: "agora me come, brunette". ela se deita, coloca dois dedos na buceta depilada, um de cada lado, pega na minha piroca e coloca na entrada da boceta linda.
e eu, que tava muito excitado, comecei a penetrar ela, os dedos dela faziam a pica entrar mais apertada, era uma sensação linda, entrava apertada a pica, e eu comecei a meter com toda minha força, ela me abraçou com as pernas e me apertava, eu me arqueava e metia com tudo, sentia como meus ovos batiam na bunda dela e se ouvia o ploc ploc da porra e da vaselina, era lindo. ela me dizia "não cabe, brunette, filha da puta, me espera", eu não aguentava mais e ela começou a falar assim "brunette, vai, vai que a gente goza junto", isso me esquentou mais e eu metia com mais força, ela gritava e eu bufava até que comecei a sentir aquela cócega linda que antecede a porra gostosa que ia jorrar nela, eu como pude falei "vai que eu vou gozar", ela me diz "eu também tô quase gozando, brunette", aí senti um só golpe, abracei ela e dei os dois últimos bombados, e ela soltou, gozei, brunette, gozei, os dois terminamos juntos, foi lindo, uffff, uyyy, ahhh, mmmmmmm, tudo junto e suados, me deitei do lado dela, os dois olhando pra cima, a buceta largando sêmen pros lados e a pica toda babada, o álcool fez o dele e a gente dormiu... por uma hora, mas ela acordou antes de mim e começou a beijar minha pica, tentando fazer ela endurecer de novo, nisso já tinha passado uma hora e meia, ela pegou a pica e começou a me chupar, juro que nem percebi, ela beijou, fez o impossível pra ela endurecer de novo, porque eu acordo e juro, ela tava cavalgando em cima da minha pica, me olhava e ria, e se mexia como nunca na minha vida tinha feito, se esfregava em cima da pica, adorava, passava a pica no rosto, colocava na buceta de novo, era algo único, e me dizia "você gosta?", eu não entendia nada, mas isso sim, eu amava como aquela buceta se mexia, não consigo explicar, era uma coisa linda, minha pica era muito feliz, aquela buceta comia como nenhuma (tô contando e lembro da cara de felicidade dela), ela fazia o que queria com minha pica, nunca Senti tanta felicidade, ela é uma mulher que não liga pra nada, se entrega pra tudo. Ficou uma hora pulando em cima da pica, amava a pica até a gente gozar de novo. Aí sim ficamos exaustos e dormimos.
3 comentários - Buceta magrinha amante de pau