Pausa na Punheta

Para evitar possíveis confusões nesta história, talvez eu comente que meu irmão e eu somos irmãos por parte de mãe.

Depois de ter visto minha mãe transando com aquele desconhecido, dentro de mim só foi crescendo a vontade de sexo. Tendo sobrevivido o que restava dos meus 12 anos na base da punheta, finalmente aos 13 anos consigo acalmar esse desejo. Minha mãe foi morar com o parceiro dela na casa da mãe dele, onde também morava a irmã dele com suas 2 filhas, as primas do meu irmão: a mais nova de 11 anos e a mais velha de 14 anos, que para esta história será "MJ". Eram uma família muito religiosa e costumavam ir à igreja evangélica com frequência.

Eu costumava ir visitar e ficar todo fim de semana. Aos poucos, fui me aproximando de MJ. Não éramos amigos, mas passávamos um tempo legal juntos, até que um dia veio visitar um primo dela, de uns 17 anos. Durante a estadia dele, ele passou um tempo conosco nos mostrando pornô. Em toda oportunidade que tinha, a gente assistia, mas não passava disso.

Quando ele foi embora, MJ e eu continuamos vendo pornô sempre que podíamos. No começo, sem chegar a nada, só ficando com tesão vendo aquelas imagens. Geralmente, toda vez que minha mãe ia sair pra festa com o parceiro dela e a irmã dele, deixavam meu irmão sob os cuidados de MJ. Nos deixavam na cama deles pra gente ver filmes e, já tendo passado vários fins de semana vendo pornô, aquele dia não seria exceção. Então nos deitamos e, assim que meu irmão dormiu, começamos a ver pornô. Meu pau tava duríssimo, brigando com minha cueca e meu pijama. De repente, quando o vídeo acabou, MJ se virou de costas pra mim, deixando a bunda gorda na minha direção.

Depois de pensar por um instante bem pequeno, me aproximo timidamente até encostar meu pau na bunda dela. Fico parado pra ver a reação dela, que pra minha sorte foi positiva: ela aproximou ainda mais o corpo e a bunda de mim. Assim que captei o sinal, comecei a me mexer pra esfregar meu O pau duro no cu dela, mesmo sendo só uns amassos de pijama, a gente curtia o pouco e dava pra ver que ela tava excitada. Depois de um tempo, ela dorme e eu gozo dentro da minha roupa e também durmo. Ficamos assim por vários fins de semana.

Até que um dia, enquanto jogávamos PlayStation, ficamos sozinhos em casa. Ela fica com tesão e decide partir pra cima, traz uma calça com um tecido bem fininho, a sensação é incrível. Mas pra minha surpresa e prazer, dessa vez não seria igual às outras, porque num momento ela vira rápido e bruscamente pra levar a mão até minha calça e abaixa as duas peças de roupa, deixando meu pau lisinho e duro pra fora. Ela se aproxima, tímida e cheia de vontade, olha um pouco e começa a chupar devagar, me levando ao céu. Eu observo a cena, perplexo e excitado, tava recebendo meu primeiro boquete e era uma delícia. Ela chupava e chupava, mal parando pra respirar, mas mesmo quando parava, continuava sendo uma cena incrível, porque enquanto descansava um pouco, dava pra ver como ela tinha meu pau, molhado, brilhante, ligado à boca dela por um fio de saliva. Depois de mais umas sugadas, sentimos alguém chegando. Ela limpa a boca enquanto eu guardo a rola, e depois agimos como se nada tivesse acontecido, só dois jovens jogando videogame.

Os boquetes substituíram os amassos daí em diante. Ela me chupava toda vez que ficávamos sozinhos, às vezes até se arriscava e me visitava de noite, ajoelhada do lado da minha cama, enfiava a cabeça debaixo das cobertas pra chupar gostoso, me fazia gozar e voltava pro quarto dela. Pra mim, ela era a melhor, chupava gostoso, engolia tudo sem reclamar, nem precisava pedir. Toda vez que tinha oportunidade, ela tomava a iniciativa e começava a chupar. Por causa disso, às vezes eu queria retribuir e dar uma boa chupada de buceta nela, mas ela recusava, nunca soube por quê.

Mas essa aventura ainda tinha mais pra me dar, então, com o tempo, e de novo num fim de semana... Dividindo a cama pra cuidar do meu irmãozinho, ela me deu aquela chupada de sempre, mas dessa vez parou por um momento, deitou do meu lado e baixou a pijama, deixando a bunda dela de fora. Eu, sem perder tempo e com o pau já pra fora e duro, me aproximei pra tentar penetrar ela, mas quando encostei a cabeça da minha rola na buceta dela, ela se mexeu num sinal de desaprovação, virou o rosto e falou: "Por aí não, pelo cu, não quero ficar grávida". E então eu simplesmente obedeci. Lá estava eu, abrindo caminho entre aquelas nalgas gordas até chegar ao destino, aproveitando que ela tinha deixado meu pau encharcado com a boca dela. Fui fazendo pressão aos poucos, o cuzinho apertado dela foi cedendo devagar enquanto nossas respirações ficavam ofegantes e o calor aumentava.

Consegui enfiar minha rola finalmente e comecei a bombar devagar, acompanhando os gemidos que ela soltava. Era fantástico, o cu dela estrangulava um pouco meu pau, eu tava no paraíso. Por um momento, dei umas metidinhas só com a cabeça, o que de vez em quando combinava com uma enfiada funda, batendo minhas bolas nas nalgas dela e soltando um grunhido de prazer que ela acompanhava com gemidos gostosos. Quanto mais eu bombeava, mais ela colaborava, fazendo movimentos com a cintura pra me ajudar. Mudamos de posição, pela primeira vez vi ela de quatro, ainda com a pijama vestida, mas com a bunda de fora. Aquilo já bastava pra mim naquele momento. Observei aquela bunda gorda com as nalgas separadas me esperando.

Deixei cair um pouco de cuspe naquela entrada e lubrifiquei a cabeça da rola, roçando nela. Me preparei e fui penetrando devagar até ficar completamente dentro. Ela respirava mais ofegante e os gemidos ficavam mais frequentes. Eu, por minha vez, não conseguia tirar os olhos de como aquele cu engolia meu pau. Acariciei as nalgas dela e comecei a sentir que tava perto de gozar, então decidi aumentar a velocidade e a profundidade. Nós dois soltamos gemidos de prazer. Já não aguentava mais. O suor escorria pelo meu rosto e, quando senti que era a hora, enfiei o pau até o fundo e descarreguei. Gozo dentro dela, enquanto continuo meu movimento ela diz que não aguenta mais e decido tirar meu pau, ela por sua vez deixa o rosto cair na cama, mantendo a bunda levantada. Arrumei minha roupa enquanto observo aquela buceta dilatada com restos de gozo se fechando lentamente. Ela veste a roupa cansada e, sem dizer uma palavra, dorme.

No dia seguinte, a vejo indo embora, carregando uma mancha de umidade que vinha da parte de trás da calça dela. Supus que era meu gozo que foi escorrendo enquanto ela dormia. Assim continuamos por 1 ano entre flertes da parte dela, onde às vezes ela acariciava minha perna com seus pezinhos para me esquentar, boquetes e sexo anal sempre que surgia a oportunidade. Foi assim até ela completar 15 anos, mas isso deixo para outra oportunidade.

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