Valeu pelo apoio, galera. A história é longa e não quero encher o saco de vocês, mas os detalhes são muito bons. Espero que gostem. Tenho várias histórias pendentes, mas quero terminar essa primeiro. Comentem se quiserem ver as outras. P! Não consigo subir o vídeo. Se alguém souber como, me manda uma mensagem. Conversando com a Valéria. Um dia eu resolvi ser sincero e falar pra ela que sabia que ela tava dando pro cara desde antes de eu pedir. A primeira reação dela foi negar, mas naquele ponto não fazia mais sentido. Contei como descobri e ela não conseguiu negar. Falei que precisava saber como começou, em que momento ela decidiu me trair com ele, ou se foi ele quem procurou ela. Precisava saber, a dúvida tava me consumindo vivo, junto com o tesão. Descobri que gostava de saber os detalhes de como ele tinha comido ela da última vez. Agora queria saber como foi a primeira. Ela confessou que esses últimos dias tinham sido os melhores desde que eu fui embora e que faria o que eu quisesse pra me deixar feliz. E começou a me contar tudo, com muitos detalhes, como foi aquela primeira vez. Me explodiu a cabeça, não acreditaria no que ela ia me contar. Ela disse que numa daquelas conversas que a gente teve, onde a gente trocava fotos e eu deixava ela bem molhada, ela já não aguentava mais. E, mesmo que muitas vezes ela se masturbasse, já não era suficiente, ela precisava de algo mais. Pensou em chamar o filho da dona Mary *a senhora que aluga pra gente e meu amigo* pra ir em casa com alguma desculpa, pra ver se rolava algo mais. Ela tava fantasiando com isso, tirou a calça e começou a se tocar. Mas aí ouviu gente falando na rua, se vestiu rápido e foi espiar. Disse que eram dois homens: um era meu pai, e o outro tava segurando ele. Embora ele estivesse bêbado, tava consciente. Quando ela abriu a porta, o cara falou: "Ele... Oi, boa noite. Desculpa, você é parente do Luís?" Ela respondeu: "Boa noite, sim, é meu sogro." Ele disse: "Que bom. Olha, a gente tava bebendo no trabalho, mas ele passou muito rápido e todo mundo foi embora, deixaram ele sozinho. Por isso... Eu trouxe ele, mas não sei onde ele mora. Ele me disse que o filho dele mora aqui. Ela... Ah, sim, mas ele não mora aqui, não. Ele mora a uns 25 minutos daqui. Ele... Ah, é? E você acha que dá pra deixar ele aqui com você? É que já é tarde e vai ser foda pra mim voltar pra casa. Valéria aceitou, meio sem graça. Falou pra ele deixar e que ela ligava pra minha mãe pra ela mandar um táxi buscar ele. Meu pai ficava pedindo desculpa: "Vale, me desculpa por chegar assim. Já vou falar com sua sogra pra vir me buscar." Ele disse que ligou pra minha mãe várias vezes, mas ela não atendia. Ela geralmente dorme cedo e não acorda com nada. E, acostumada com as bebedeiras dele, já nem se preocupa mais com o horário que ele chega. Minha namorada falou pra ele não se preocupar, que se quisesse ficar ali, por ela não tinha problema nenhum. Ele agradeceu. Nisso, já estava quase dormindo no sofá. Depois de insistir pra ele deitar na cama, ele não quis. Ela desistiu e foi pro quarto. Quando se deitou, percebeu que a pijama que tava usando era bem transparente. Com certeza o senhor e meu pai repararam na calcinha fio dental marcada.
Enfim, ela disse que já tinha passado umas hora e não conseguia dormir. Depois de tudo que rolou, ela ainda tava com tesão. Tirou a pijama, pegou o celular e, debaixo das cobertas, começou a se tocar de novo, olhando as fotos que eu tinha mandado da minha pica. Ela soltava uns gemidinhos baixos, tentando não fazer muito barulho. Nisso, ouviu movimento na sala. Levantou devagar, espiou pela porta e viu que meu pai tava lutando pra tirar o moletom que ele tava vestindo. Ela saiu do quarto do jeito que tava, com a intenção de ajudar. Chamou ele, mas ele não respondia. Quando finalmente conseguiu tirar o moletom, percebeu que ele ainda tava meio perdido, quase inconsciente. Ela não viu que só tava de fio dental e um top por cima. Ele tinha feito uma tentativa meia-boca de tirar a roupa, já não tava mais de sapato e o cinto tava desabotoado. Ela viu que o volume da pica do meu pai tava bem saliente por cima da calça, e uma sensação percorreu o corpo dela. Foi aí que ela teve o primeiro pensamento tarado com ele. Pensou em tirar a calça dele e ver o que tinha por baixo, mas não teve coragem. E aí, melhor, voltou pro quarto ainda mais com tesão do que quando tinha saído.
Mas nessa hora, uma ideia entrou na cabeça dela e ela não conseguia parar de pensar naquilo. Tava muito inquieta na cama, ela precisava de uma rola naquele momento e tinha uma bem suculenta a poucos metros dela. Só não partia pra cima porque era o sogro dela. Passaram-se alguns minutos e ela se decidiu: levantou e foi pra sala. Diz que ele tava deitado no sofá de barriga pra cima, ela falou com ele de novo e o pai dela respondia quase dormindo. Ela... "Seu Luís, não quer tirar a calça pra ficar mais confortável?" Ele... "Não, não, vale, como é que cê acha?" Ela... "Vai sim, eu ajudo o senhor a descansar melhor." E começou a abaixar o zíper enquanto olhava pra ele pra ver se ele percebia que ela tava quase pelada na frente dele, mas ele nem notava. Com um pouco de esforço, finalmente tirou a calça e conseguiu ver por cima da fina cueca o animal que o pai dela tinha entre as pernas. Ela pensava consigo mesma que tava louca por fazer aquilo, ainda mais com o sogro, e duvidava se continuava a cada minuto, mas a vontade era grande. No começo, diz que só queria dar uma olhada, mas quando já tava de cueca, viu bem a forma através do tecido e foi ficando com mais vontade ainda. Falou de novo se ele queria alguma coisa, mas o pai dela já só balançava a cabeça dizendo que não. Ela foi pro quarto pegar um cobertor e quando voltou, ele já tava bem dormindo.
Falei com ele... Dom Luis, trouxe um cobertor pra caso o senhor sinta frio. Ele não respondeu mais. Mexeu nele, nada. Sacudiu mais forte e não obteve resposta. Tentava se controlar, mas não conseguia tirar os olhos daquele volume. Mordia os lábios e, sem pensar, passou a mão por cima do volume, bem devagar e com muito medo de que ele acordasse. Ao ver que meu pai não reagia, com todo cuidado, abaixou um pouco a cueca dele e se surpreendeu com o tamanho. Mesmo mole, era grande. O corpo todo tremia e a boca enchia d'água. Não aguentou mais. Pegou bem delicadamente e começou a masturbar bem devagar. Já segura de que ele tava dormindo, sentou do lado dele e começou a acariciar o peito dele. A tentação era tanta que não conseguiu resistir. Se inclinou um pouco e começou a passar a língua pela lateral do tronco, e virava pra olhar ele **dormindo**. Continuou bem devagar pra não acordar ele, e com a outra mão se acariciava a buceta. De repente, sentiu que o pau começou a endurecer. Ela parou, jogou o cobertor por cima e ficou olhando, mas percebeu que ele continuava bem dormindo. Já tava muito excitada, e ver ele assim deu confiança. Me disse que a ideia era só dar uma olhada rápida, depois pensou em só um boquete. Conforme o pau ia endurecendo, ela ficava com mais e mais vontade de tomar o leite dele. Com cuidado, descobriu ele de novo, colocou na boca e, aos poucos, ele foi endurecendo mais e mais até ficar bem duro. Diz que dava pra ouvir a respiração do meu pai cada vez mais forte e uns gemidos de prazer **óbvio, com um boquete daqueles que ele tava recebendo**. Ouvir ele excitava ela ainda mais. Pensou que, mesmo inconsciente, ele sentia tudo que ela fazia com a língua. Já tava pouco se lixando se ele acordasse. Masturbava ele cada vez mais rápido enquanto chupava as bolas, dava beijinhos na cabeça do pau e esfregava os lábios e as bochechas naquele pedaço de carne. Sem pensar, se ajeitou no sofá, meteu na boca e Ela começou a fazer um boquete nele, ele soltou um gemido tipo "aaaaa" e logo ouvi a voz do meu pai dizendo: "EL... aaaa sim, que gostosa, você chupa bem, é uma puta bem safada, mmmm". Ela tirou a pica da boca, tossindo e um pouco assustada, mas ainda mais excitada, ainda segurando ela com a mão, enquanto ele se sentava no sofá pra ficar de frente e disse: "Não para, puta, é isso que você quer, né? Vai continuar chupando, vadia, vai querer que eu meta a pica?" Ela concordou com a cabeça e enfiou de novo na boca, sem hesitar mais, e agora sim começou a chupar como se estivesse desesperada, enquanto meu pai a puxava pelo cabelo e fazia ela engasgar. Ficou assim por um tempo, de repente ela se levantou, virou de costas, tirou a tanga e começou a sentar devagar em cima dele. Ela sentia ele preenchendo ela, meu pai só jogou a cabeça pra trás, curtindo os movimentos que ela fazia com o quadril, esfregando aquela bunda linda na pica dele, enquanto começava a gemer gostoso...
Enfim, ela disse que já tinha passado umas hora e não conseguia dormir. Depois de tudo que rolou, ela ainda tava com tesão. Tirou a pijama, pegou o celular e, debaixo das cobertas, começou a se tocar de novo, olhando as fotos que eu tinha mandado da minha pica. Ela soltava uns gemidinhos baixos, tentando não fazer muito barulho. Nisso, ouviu movimento na sala. Levantou devagar, espiou pela porta e viu que meu pai tava lutando pra tirar o moletom que ele tava vestindo. Ela saiu do quarto do jeito que tava, com a intenção de ajudar. Chamou ele, mas ele não respondia. Quando finalmente conseguiu tirar o moletom, percebeu que ele ainda tava meio perdido, quase inconsciente. Ela não viu que só tava de fio dental e um top por cima. Ele tinha feito uma tentativa meia-boca de tirar a roupa, já não tava mais de sapato e o cinto tava desabotoado. Ela viu que o volume da pica do meu pai tava bem saliente por cima da calça, e uma sensação percorreu o corpo dela. Foi aí que ela teve o primeiro pensamento tarado com ele. Pensou em tirar a calça dele e ver o que tinha por baixo, mas não teve coragem. E aí, melhor, voltou pro quarto ainda mais com tesão do que quando tinha saído.
Mas nessa hora, uma ideia entrou na cabeça dela e ela não conseguia parar de pensar naquilo. Tava muito inquieta na cama, ela precisava de uma rola naquele momento e tinha uma bem suculenta a poucos metros dela. Só não partia pra cima porque era o sogro dela. Passaram-se alguns minutos e ela se decidiu: levantou e foi pra sala. Diz que ele tava deitado no sofá de barriga pra cima, ela falou com ele de novo e o pai dela respondia quase dormindo. Ela... "Seu Luís, não quer tirar a calça pra ficar mais confortável?" Ele... "Não, não, vale, como é que cê acha?" Ela... "Vai sim, eu ajudo o senhor a descansar melhor." E começou a abaixar o zíper enquanto olhava pra ele pra ver se ele percebia que ela tava quase pelada na frente dele, mas ele nem notava. Com um pouco de esforço, finalmente tirou a calça e conseguiu ver por cima da fina cueca o animal que o pai dela tinha entre as pernas. Ela pensava consigo mesma que tava louca por fazer aquilo, ainda mais com o sogro, e duvidava se continuava a cada minuto, mas a vontade era grande. No começo, diz que só queria dar uma olhada, mas quando já tava de cueca, viu bem a forma através do tecido e foi ficando com mais vontade ainda. Falou de novo se ele queria alguma coisa, mas o pai dela já só balançava a cabeça dizendo que não. Ela foi pro quarto pegar um cobertor e quando voltou, ele já tava bem dormindo.
Falei com ele... Dom Luis, trouxe um cobertor pra caso o senhor sinta frio. Ele não respondeu mais. Mexeu nele, nada. Sacudiu mais forte e não obteve resposta. Tentava se controlar, mas não conseguia tirar os olhos daquele volume. Mordia os lábios e, sem pensar, passou a mão por cima do volume, bem devagar e com muito medo de que ele acordasse. Ao ver que meu pai não reagia, com todo cuidado, abaixou um pouco a cueca dele e se surpreendeu com o tamanho. Mesmo mole, era grande. O corpo todo tremia e a boca enchia d'água. Não aguentou mais. Pegou bem delicadamente e começou a masturbar bem devagar. Já segura de que ele tava dormindo, sentou do lado dele e começou a acariciar o peito dele. A tentação era tanta que não conseguiu resistir. Se inclinou um pouco e começou a passar a língua pela lateral do tronco, e virava pra olhar ele **dormindo**. Continuou bem devagar pra não acordar ele, e com a outra mão se acariciava a buceta. De repente, sentiu que o pau começou a endurecer. Ela parou, jogou o cobertor por cima e ficou olhando, mas percebeu que ele continuava bem dormindo. Já tava muito excitada, e ver ele assim deu confiança. Me disse que a ideia era só dar uma olhada rápida, depois pensou em só um boquete. Conforme o pau ia endurecendo, ela ficava com mais e mais vontade de tomar o leite dele. Com cuidado, descobriu ele de novo, colocou na boca e, aos poucos, ele foi endurecendo mais e mais até ficar bem duro. Diz que dava pra ouvir a respiração do meu pai cada vez mais forte e uns gemidos de prazer **óbvio, com um boquete daqueles que ele tava recebendo**. Ouvir ele excitava ela ainda mais. Pensou que, mesmo inconsciente, ele sentia tudo que ela fazia com a língua. Já tava pouco se lixando se ele acordasse. Masturbava ele cada vez mais rápido enquanto chupava as bolas, dava beijinhos na cabeça do pau e esfregava os lábios e as bochechas naquele pedaço de carne. Sem pensar, se ajeitou no sofá, meteu na boca e Ela começou a fazer um boquete nele, ele soltou um gemido tipo "aaaaa" e logo ouvi a voz do meu pai dizendo: "EL... aaaa sim, que gostosa, você chupa bem, é uma puta bem safada, mmmm". Ela tirou a pica da boca, tossindo e um pouco assustada, mas ainda mais excitada, ainda segurando ela com a mão, enquanto ele se sentava no sofá pra ficar de frente e disse: "Não para, puta, é isso que você quer, né? Vai continuar chupando, vadia, vai querer que eu meta a pica?" Ela concordou com a cabeça e enfiou de novo na boca, sem hesitar mais, e agora sim começou a chupar como se estivesse desesperada, enquanto meu pai a puxava pelo cabelo e fazia ela engasgar. Ficou assim por um tempo, de repente ela se levantou, virou de costas, tirou a tanga e começou a sentar devagar em cima dele. Ela sentia ele preenchendo ela, meu pai só jogou a cabeça pra trás, curtindo os movimentos que ela fazia com o quadril, esfregando aquela bunda linda na pica dele, enquanto começava a gemer gostoso...
11 comentários - Mi papá se coge a mi novia por primera vez en mi casa