Há anos…
Aos 13 anos, eu considero — e muitos vão concordar comigo — que é a idade com mais mudanças nos homens, tanto boas quanto ruins, e muitas vezes mais ruins do que boas. Foi o que aconteceu comigo, já que foi quando minhas fixações por mulheres voluptuosas, e pior ainda se fossem da minha família, me dominaram, me levando a fazer coisas que hoje, se não me arrependo, pelo menos me deixaram grandes experiências. Porque muitos dizem: "não se arrependa nem peça perdão", e no meu caso, eu peço perdão e me arrependo de muitas coisas, mas de nada adianta se arrepender. Já o perdão ajuda a reconciliar as pessoas.
Aos 13 anos, eu comecei a espiar minha tia Miriam, tive meus primeiros beijos e amassos com a Nely e brincava de palmada com a Gaby. Dessas coisas, minha tia Miri, mesmo percebendo, nunca falou nada comigo. Até essa fase que tô vivendo na casa dela, já tinham passado três anos e ela lembrava de tudo. A Nely fugiu de mim todo esse tempo, a Gaby sempre foi super boa comigo, tipo uma amiga com benefícios, mas só agora ela soltou toda essa safadeza de adolescente comigo.
Com a Gaby, obviamente, eram brincadeiras de criança: cócegas, empurrões, puxões de cabelo, beliscões. Era como se eu estivesse com um priminho, porque ela sempre foi meio masculinizada, no sentido de que prefere se juntar mais com homens do que com mulheres, a menos que sejam mulheres parecidas com ela no jeito de ser. Mas isso não impediu que, com o tempo e por causa das mudanças físicas, ela adquirisse gosto por roupas femininas e sexy, mesmo sem deixar de ser meio machuda. É super comum ela ter amigos com benefícios, e a linguagem dela não difere muito da nossa, dos homens — ela usa muito "slut", "cock" e "guy". É tipo um amigo, mas com peitos, bunda, quadril e uma buceta deliciosa. Ela já teve vários amigos, que ela mesma procura e eles aceitam porque ela dá o que eles querem. A atitude dela não é de uma mocinha, mas ela é completamente hétero, já que cortou amizade com várias minas que pareciam lésbicas e eram — e tô falando de lésbicas tipo butch, softcore butch, dyke, stud, stem e chapstick lesbian. Ela costuma variar os visuais, indo desde stem, passando por chapstick lesbian, femme e lipstick lesbian, embora quase nunca tenha atraído uma lipstick. Metade da semana, a Gaby parece uma garota normal, que gosta de usar vestidos, se maquiar, pintar as unhas, usar saias, micro saias, mini shorts. Na outra metade, ela varia entre os estilos que já falei, mas nunca, nunca vai parecer uma lésbica andrógina. Esse tipo de lésbica butch e softcore butch é o mais feminista; muitas odeiam homens e encaram eles de igual pra igual, sem se importar se não têm a mesma musculatura, força ou altura que um cara. São as mais possessivas com a parceira e, se a gente for comparar com gays ativos e passivos, elas são na maioria ativas, muitas vezes procurando vítimas em potencial pra seduzir.
Enfim, Gaby parece um pouco
Uma sapatão, mas adora uma pica, e embora já tenha experimentado uma buceta uma vez, o gosto dela a desagradou. Pra ela, não tem nada melhor do que chupar uma pica até gozar na garganta dela. Como eu tava dizendo, muitas vezes nossas brincadeiras de mão saíam do controle, mas nunca chegamos a nos beijar ou nos tocar pra seduzir um ao outro. Claro que eu era mais ousado e passava a mão o máximo que podia nas perninhas e bundinha dela desde os 13 anos, quando ela mal tinha 10. Pois é, ela sempre foi a mais alta das mulheres da geração dela. Desde os nove anos, a bunda dela começou a crescer, porque ela sempre se interessou por esportes, sim, onde tem muita sapatão, e onde conheceu várias. Não sei se vocês já viram, mas, por exemplo, no vôlei, toda vez que montam uma estratégia, sempre tem uma ou outra que dá um tapinha na bunda das colegas. Pois a Gaby levava tapas e também dava, embora fosse uma das principais vítimas por ser tão desenvolvida dos glúteos. Com o tempo, ela parou de participar dos esportes mais puxados, porque os peitões médios dela atrapalhavam. O tamanho 95 C impede o conforto pra esses esportes. De tudo que praticava, no fim ficou só no tênis, um esporte que, embora você corra, não tem contato com ninguém, não precisa pular muito e pode mostrar toda a feminilidade que quiser.
Gaby e a família dela vinham na minha casa a cada seis meses desde que ela tinha 9 anos, só precisou de dois encontros pra gente ter a intimidade que temos agora, e aos 10 anos a gente já se dava palmadas e fazia tudo o que eu já mencionei. Cheguei a ver a calcinha dela por baixo dos vestidos que, embora não fosse exatamente lingerie, na bunda já marcada dela de 11 anos dava pra notar a redondeza da bundinha dela e o quanto a bucetinha dela era carnuda. Aos meus 13, eu aproveitava quando a gente brincava de luta, e eu encostava meu volume nela até chegar a gozar esfregando, umas três vezes mais ou menos. Ela deixava fazer com a desculpa de que a gente tava brincando de luta, mas na real a gente tava transando com roupa.
Com a Nely, as coisas foram mais de sedução e menos de joguinhos. Ela me seduzia e eu também seduzia ela. Comecei com 13 anos, indo com ela e vários primos, primas e amigos para os bailes. Quase sempre ela me tirava pra dançar, e quase sempre eu acabava encaixando a pica no púbis dela, coberto pelas roupas dela, que sempre foram bem femininas. Chegamos até a dançar reggaetão quando fomos numa festa onde tinha gente mais velha que a gente, daquelas festas perigosas que cheiram a álcool, drogas e sexo. Quase sempre íamos com uns primos mais velhos que nos protegiam e guiavam. Fomos umas duas vezes nessas festas, mas a gente passou o tempo todo rebolando juntos.
e eu, já que ela não tinha confiança com mais ninguém, mas comigo era mais íntima, e até uma vez que a gente bebeu escondido dos nossos pais, e isso foi uns dois anos atrás, a gente se beijou, se apalpou, se esfregou e quase tirou a roupa toda, se não fosse porque vieram nos procurar, já que a gente tinha demorado muito. Depois desse rolê, ela começou a me evitar, mas sempre rolava uma tensão sexual entre nós e a gente não conseguia evitar ficar junto várias vezes, porque se dava muito bem. E como eu falei, no final tudo deu certo e hoje a gente já viveu um monte de aventuras juntos.
E finalmente minha Tia Miriam, faz três anos que eu reparo nela como mulher, embora nunca a tenha conhecido magra, pelo contrário, como já contei, ela era uma mulher gorda e que era chata pra caralho, era déspota, metida, elitista, racista, enfim, muitos defeitos que a Nely também tinha, não tão marcados, mas sendo fisicamente igual a ela, também se parecia com a mãe nisso, como eu disse, os atributos físicos que minha tia tem, a filha dela também tem, mas a diferença, além da idade, é que a Miriam é morena clara e a Nely é branca perolada, já a Gaby é uma morenona do fogo que não liga de bronzear o corpo lindo dela, coisa que eu agradeço ao ver as marcas das tangas na cintura dela, na bunda, no púbis, na buceta e naquele rabão gostoso. Enfim, como eu tava dizendo, comecei a espiar minha tia aos 13 anos, e é que ela já tava descendo do pedestal, saindo daquela nuvem de superioridade que tinha e também tava perdendo peso, já que talvez tenha chegado a pesar mais de 70 quilos, e pra altura dela isso já era obesidade, porque ela tem cerca de 1,54 metro, hoje em dia ela pesa quase 60 quilos, e eles tão todos na bunda protuberante dela, nas pernas e nas tetonas, claro que não é perfeita, também tem uma barriguinha e umas estrias, mas esses defeitos são compensados pelos traços lindos do rosto dela, os olhos claros, e tudo que já mencionei, agora ela é simpática, justa, caridosa, inclusiva e nem preciso dizer que, ao contrário do racismo dela, agora não sobrou nada disso, muito pelo contrário, mas isso depois eu explico pra vocês.
Numa daquelas festas que sempre rolavam na minha família, chegaram a Miriam e a família toda pro evento. Eles chegaram um dia antes pra se preparar pro dia seguinte, era um casamento. E, como todo casamento, não tem festa que deixe as mulheres mais animadas, principalmente as solteiras, porque num casamento as minas dão o sangue pra aparecer o mais gostosas possível. As mais glamourosas não perdem a chance de usar vestido, salto alto e uma maquiagem foda, ainda mais se forem damas de honra ou parentes dos noivos. Já fui acompanhando a Nely e ela me agradeceu pra caralho, pagou na mesma moeda, porque não achou ninguém pra ir com ela, então eu fui o acompanhante. Com a minha mina atual, e talvez futura esposa, também fui num casamento onde ela era dama de honra. Todo o estresse que ela passou pra esse casamento (porque tenho que falar, quando uma mulher se mete na organização de um casamento, cuidado pra não soltar um comentário contra, é um casamento e ela não vai sossegar até a festa acabar — as noites de casamento não são só pros noivos, os mais sortudos muitas vezes são os que vão com a namorada, porque no fim da noite o mel não vai só pros recém-casados), todo esse estresse foi...
direcionado pra sua buceta linda e rosada, meu pau pagou gozando na sua boca e no seu cu, quase que eu engravido ela, se não fosse porque tirei a tempo, porque se dependesse dela, ia espremer cada gota de porra na sua buceta suculenta, quente e faminta, foi a vez que mais gostosa e com tesão eu senti ela.
Naquele casamento, Miriam e Nely foram o centro das atenções, a sensação da noite. Miriam, com um vestido justo, mostrava todas as suas curvas e um decote de respeito, assim como Nely, que parecia mais velha, sendo tirada para dançar tanto por jovens da nossa idade quanto por adultos. Ela não aparentava ter 16 anos, parecia ter 18, porque as curvas dela estavam gritando naquele minivestido preto. Foi uma das noites em que a vi mais animada, assim como minha tia, que eu nunca tinha visto daquele jeito. Ela, mesmo sendo um pouco cheinha, talvez uns cinco quilos a mais do que o peso atual, ainda assim, como já disse, a bunda dela era a maior e mais carnuda (não gordurosa, só carnuda) da festa. Para quem curte mais bundas do que peitos, é só imaginar a Sara Jay, a Lisa Ann, a Melanie Monroe, e, se for falar de mexicanas, a Vika Borja. Pois é, minha tia estava igual a essa última naquela época. Hoje ela se aproxima mais da Lisa Ann, porque fez uma cirurgia nos peitos — não aumentou, só deu uma ajeitada, deixando eles mais firmes e redondos. Ela não precisa aumentar esses melões. Naquela noite, tanto elas me tiraram para dançar quanto eu as tirei. Nely dançou umas dez vezes com outros parentes, vizinhos, conhecidos, etc. Vi um ou outro se esfregando muito nela, e chegou um momento em que ela definitivamente não dançou com mais ninguém além de...
Comigo, eu perguntando pra ela sobre a situação, ela me disse que não aguentava mais tanto agarramento e até apalpação dos caras que tiravam ela pra dançar, além do assédio, principalmente de um cara que já tava muito bêbado e era bem insistente pra ela ir lá fora conversar. E ela me disse que pra essas confianças, já tinha eu mesmo. Claro que eu também não deixava passar despercebido o corpo gostoso dela, porque, vamos ser sinceros, ela era a mais gostosa e linda da festa. A maioria dos homens ficava olhando pra ela, e até algumas mulheres, com inveja, claro. Minha tia também não era exceção: tem quem goste de modelos e tem quem goste de mulherão carnudo e cheio de curvas. E então meu tio e eu estávamos dançando com as melhores da festa. Com minha tia, foi inevitável sentir minha ereção, e ela percebeu, mas só evitou se encostar em mim nas músicas seguintes. Já a Nely, ao contrário, em vez de eu pedir pra gente ir lá fora, ela mesma pediu. Sendo uma garota de 16 anos, tinha mais experiência que eu nessas coisas, e se não tinha, as amigas dela contavam sobre essas situações. Ela partiu pra cima de mim quando a gente tava no escuro da noite, fora da tenda da festa. Ela tinha bebido um pouco e me abraçou, dizendo que se sentia tonta e com muito calor. Os saltos dela faziam com que ela quase ficasse na minha altura, e eu podia sentir o bafo quente de álcool perto de mim — não aquele bafo nojento, mas aquele que mal se percebe. Como eu tava na mesma condição em relação ao que a gente tinha bebido, mas não no mesmo estado de embriaguez que ela, só fiquei segurando ela, já apalpando um pouco a bunda dela por cima do vestido. Ela dizia que tava com calor, e eu sugeri uma bebida gelada ou que, se ela quisesse tirar o calor, ela disse que queria. Ela me abraçando com as mãos atrás da minha nuca, eu apalpando a bunda dela, o rosto dela a centímetros do meu. Eu falei: "Então vamos tirar nosso calor", e avancei na boca dela. Ela também na minha. A gente se deu um fingi que ela me deixou apalpar a bunda e a buceta dela por cima da calcinha de algodão, que tava toda molhada. Minhas mãos se esbaldaram na bunda e no púbis dela, enquanto a gente se devorava de boca, de pé, com meu volume enfiado na buceta dela, uma das pernas dela me enlaçando, uma das minhasmão no rabão dela e a outra na perna que me abraçava, ouvimos o nome dela, era a Gaby que fodeu com o que ia ser uma foda rápida, por causa do tesão que a gente tava. Não teve jeito, tivemos que voltar, a Nely teve que inventar que tinha ido no banheiro e que eu fui junto, porque o da casa tava ocupado demais e ela já não aguentava mais. Essa foi a última vez que fiquei com ela nessa situação, antes de chegar nessa casa.
Descobri minha tia uma vez se trocando, sem querer. Ela tinha deixado a janela aberta e eu fiquei observando ela tirar toda a roupa, ficando só de calcinha fio dental, pra depois vestir um robe meio sexy. Claro que esse robe era só pro meu tio ver, por baixo daquele roupão grosso que ela usava na minha casa, já que eles sempre acabavam sendo hóspedes quando vinham. Aos 13 anos, ela foi a primeira mulher semi-nua que eu vi. Me inspirou a primeira punheta em homenagem a ela. Desde aquele dia, nunca parei de vê-la como minha fantasia mais especial — fantasia que agora realizei com sobras.
A noite do casamento foi o momento em que mais gostosa eu vi ela, e claro que não ia perder um vacilo da parte dela. Foi assim que, altas horas da noite, quando eles se recolheram, poucos segundos depois eu segui eles, chegando do outro lado da janela. Tanto meu tio quanto ela estavam caindo de bêbados, ele chegou e não fez mais nada além de dormir, apagando como um tronco. Minha tia, depois de ir ao banheiro, tirou os saltos, começou a se despir, ficando numa lingerie linda, sendo assim a primeira mulher que eu via ao vivo e a cores com um conjunto completo de lingerie. Nunca tinha visto uma mulher de meia-calça, liga, fio dental e sutiã transparente. Por sorte,
Essas roupas eu já vi nela, com tanta lingerie que ela tem, meus jogos favoritos são com essa roupa nelas.
Depois daquela data, rolou mais umas experiências pequenas, tipo quando eu chamava minha tia pra dançar, ou ela me chamava, sem se importar mais com o quanto eu me esfregava nela, e até chegava a pegar nos peitos dela de lado, claro, tudo na inocência da dança ou num abraço normal de tia e sobrinho. Antes de vir pra essa casa, também consegui enfiar minha roça dura entre as nádegas protuberantes dela, mesmo que só um pouquinho, ela só sorria. Então, o caminho já tava traçado. Em um ano e meio, já tava agarrando elas, vendo elas semi nuas. Hoje, já comi cada uma em todos os buracos. Elas são minhas súcubos e eu sou o íncubo delas. Mas a promiscuidade não é isso, não, só se for com várias parceiras sexuais. Embora elas não se cansem da minha pica, também não recusam se aparecer outra igual, e por que não admitir, até mais grossa e mais comprida, não importa a raça.
Aos 22 anos, posso dizer que morro feliz porque realizei cada fantasia sexual que tive. Elas foram o meio, minha mente a máquina, o caminho já estava traçado desde minhas brincadeiras com elas, era só seguir. Vir estudar na cidade foi o atalho. Claro que tenho metas, mas não me canso das minhas mulheres. Mesmo tendo seus machos oficiais, eu sou o amante que elas não conseguem largar, e espero que isso nunca aconteça, até que eu queira. Só me resta dizer que, aos poucos, vou contando minhas aventuras com elas. Se vocês tão a fim de saber como fiz delas minhas mulheres, é só ficar de olho.
Continua...
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Valeu pela atenção, até a próxima história.
Aos 13 anos, eu considero — e muitos vão concordar comigo — que é a idade com mais mudanças nos homens, tanto boas quanto ruins, e muitas vezes mais ruins do que boas. Foi o que aconteceu comigo, já que foi quando minhas fixações por mulheres voluptuosas, e pior ainda se fossem da minha família, me dominaram, me levando a fazer coisas que hoje, se não me arrependo, pelo menos me deixaram grandes experiências. Porque muitos dizem: "não se arrependa nem peça perdão", e no meu caso, eu peço perdão e me arrependo de muitas coisas, mas de nada adianta se arrepender. Já o perdão ajuda a reconciliar as pessoas.
Aos 13 anos, eu comecei a espiar minha tia Miriam, tive meus primeiros beijos e amassos com a Nely e brincava de palmada com a Gaby. Dessas coisas, minha tia Miri, mesmo percebendo, nunca falou nada comigo. Até essa fase que tô vivendo na casa dela, já tinham passado três anos e ela lembrava de tudo. A Nely fugiu de mim todo esse tempo, a Gaby sempre foi super boa comigo, tipo uma amiga com benefícios, mas só agora ela soltou toda essa safadeza de adolescente comigo.
Com a Gaby, obviamente, eram brincadeiras de criança: cócegas, empurrões, puxões de cabelo, beliscões. Era como se eu estivesse com um priminho, porque ela sempre foi meio masculinizada, no sentido de que prefere se juntar mais com homens do que com mulheres, a menos que sejam mulheres parecidas com ela no jeito de ser. Mas isso não impediu que, com o tempo e por causa das mudanças físicas, ela adquirisse gosto por roupas femininas e sexy, mesmo sem deixar de ser meio machuda. É super comum ela ter amigos com benefícios, e a linguagem dela não difere muito da nossa, dos homens — ela usa muito "slut", "cock" e "guy". É tipo um amigo, mas com peitos, bunda, quadril e uma buceta deliciosa. Ela já teve vários amigos, que ela mesma procura e eles aceitam porque ela dá o que eles querem. A atitude dela não é de uma mocinha, mas ela é completamente hétero, já que cortou amizade com várias minas que pareciam lésbicas e eram — e tô falando de lésbicas tipo butch, softcore butch, dyke, stud, stem e chapstick lesbian. Ela costuma variar os visuais, indo desde stem, passando por chapstick lesbian, femme e lipstick lesbian, embora quase nunca tenha atraído uma lipstick. Metade da semana, a Gaby parece uma garota normal, que gosta de usar vestidos, se maquiar, pintar as unhas, usar saias, micro saias, mini shorts. Na outra metade, ela varia entre os estilos que já falei, mas nunca, nunca vai parecer uma lésbica andrógina. Esse tipo de lésbica butch e softcore butch é o mais feminista; muitas odeiam homens e encaram eles de igual pra igual, sem se importar se não têm a mesma musculatura, força ou altura que um cara. São as mais possessivas com a parceira e, se a gente for comparar com gays ativos e passivos, elas são na maioria ativas, muitas vezes procurando vítimas em potencial pra seduzir.
Enfim, Gaby parece um pouco
Uma sapatão, mas adora uma pica, e embora já tenha experimentado uma buceta uma vez, o gosto dela a desagradou. Pra ela, não tem nada melhor do que chupar uma pica até gozar na garganta dela. Como eu tava dizendo, muitas vezes nossas brincadeiras de mão saíam do controle, mas nunca chegamos a nos beijar ou nos tocar pra seduzir um ao outro. Claro que eu era mais ousado e passava a mão o máximo que podia nas perninhas e bundinha dela desde os 13 anos, quando ela mal tinha 10. Pois é, ela sempre foi a mais alta das mulheres da geração dela. Desde os nove anos, a bunda dela começou a crescer, porque ela sempre se interessou por esportes, sim, onde tem muita sapatão, e onde conheceu várias. Não sei se vocês já viram, mas, por exemplo, no vôlei, toda vez que montam uma estratégia, sempre tem uma ou outra que dá um tapinha na bunda das colegas. Pois a Gaby levava tapas e também dava, embora fosse uma das principais vítimas por ser tão desenvolvida dos glúteos. Com o tempo, ela parou de participar dos esportes mais puxados, porque os peitões médios dela atrapalhavam. O tamanho 95 C impede o conforto pra esses esportes. De tudo que praticava, no fim ficou só no tênis, um esporte que, embora você corra, não tem contato com ninguém, não precisa pular muito e pode mostrar toda a feminilidade que quiser.
Gaby e a família dela vinham na minha casa a cada seis meses desde que ela tinha 9 anos, só precisou de dois encontros pra gente ter a intimidade que temos agora, e aos 10 anos a gente já se dava palmadas e fazia tudo o que eu já mencionei. Cheguei a ver a calcinha dela por baixo dos vestidos que, embora não fosse exatamente lingerie, na bunda já marcada dela de 11 anos dava pra notar a redondeza da bundinha dela e o quanto a bucetinha dela era carnuda. Aos meus 13, eu aproveitava quando a gente brincava de luta, e eu encostava meu volume nela até chegar a gozar esfregando, umas três vezes mais ou menos. Ela deixava fazer com a desculpa de que a gente tava brincando de luta, mas na real a gente tava transando com roupa.
Com a Nely, as coisas foram mais de sedução e menos de joguinhos. Ela me seduzia e eu também seduzia ela. Comecei com 13 anos, indo com ela e vários primos, primas e amigos para os bailes. Quase sempre ela me tirava pra dançar, e quase sempre eu acabava encaixando a pica no púbis dela, coberto pelas roupas dela, que sempre foram bem femininas. Chegamos até a dançar reggaetão quando fomos numa festa onde tinha gente mais velha que a gente, daquelas festas perigosas que cheiram a álcool, drogas e sexo. Quase sempre íamos com uns primos mais velhos que nos protegiam e guiavam. Fomos umas duas vezes nessas festas, mas a gente passou o tempo todo rebolando juntos.
e eu, já que ela não tinha confiança com mais ninguém, mas comigo era mais íntima, e até uma vez que a gente bebeu escondido dos nossos pais, e isso foi uns dois anos atrás, a gente se beijou, se apalpou, se esfregou e quase tirou a roupa toda, se não fosse porque vieram nos procurar, já que a gente tinha demorado muito. Depois desse rolê, ela começou a me evitar, mas sempre rolava uma tensão sexual entre nós e a gente não conseguia evitar ficar junto várias vezes, porque se dava muito bem. E como eu falei, no final tudo deu certo e hoje a gente já viveu um monte de aventuras juntos.
E finalmente minha Tia Miriam, faz três anos que eu reparo nela como mulher, embora nunca a tenha conhecido magra, pelo contrário, como já contei, ela era uma mulher gorda e que era chata pra caralho, era déspota, metida, elitista, racista, enfim, muitos defeitos que a Nely também tinha, não tão marcados, mas sendo fisicamente igual a ela, também se parecia com a mãe nisso, como eu disse, os atributos físicos que minha tia tem, a filha dela também tem, mas a diferença, além da idade, é que a Miriam é morena clara e a Nely é branca perolada, já a Gaby é uma morenona do fogo que não liga de bronzear o corpo lindo dela, coisa que eu agradeço ao ver as marcas das tangas na cintura dela, na bunda, no púbis, na buceta e naquele rabão gostoso. Enfim, como eu tava dizendo, comecei a espiar minha tia aos 13 anos, e é que ela já tava descendo do pedestal, saindo daquela nuvem de superioridade que tinha e também tava perdendo peso, já que talvez tenha chegado a pesar mais de 70 quilos, e pra altura dela isso já era obesidade, porque ela tem cerca de 1,54 metro, hoje em dia ela pesa quase 60 quilos, e eles tão todos na bunda protuberante dela, nas pernas e nas tetonas, claro que não é perfeita, também tem uma barriguinha e umas estrias, mas esses defeitos são compensados pelos traços lindos do rosto dela, os olhos claros, e tudo que já mencionei, agora ela é simpática, justa, caridosa, inclusiva e nem preciso dizer que, ao contrário do racismo dela, agora não sobrou nada disso, muito pelo contrário, mas isso depois eu explico pra vocês.
Numa daquelas festas que sempre rolavam na minha família, chegaram a Miriam e a família toda pro evento. Eles chegaram um dia antes pra se preparar pro dia seguinte, era um casamento. E, como todo casamento, não tem festa que deixe as mulheres mais animadas, principalmente as solteiras, porque num casamento as minas dão o sangue pra aparecer o mais gostosas possível. As mais glamourosas não perdem a chance de usar vestido, salto alto e uma maquiagem foda, ainda mais se forem damas de honra ou parentes dos noivos. Já fui acompanhando a Nely e ela me agradeceu pra caralho, pagou na mesma moeda, porque não achou ninguém pra ir com ela, então eu fui o acompanhante. Com a minha mina atual, e talvez futura esposa, também fui num casamento onde ela era dama de honra. Todo o estresse que ela passou pra esse casamento (porque tenho que falar, quando uma mulher se mete na organização de um casamento, cuidado pra não soltar um comentário contra, é um casamento e ela não vai sossegar até a festa acabar — as noites de casamento não são só pros noivos, os mais sortudos muitas vezes são os que vão com a namorada, porque no fim da noite o mel não vai só pros recém-casados), todo esse estresse foi...
direcionado pra sua buceta linda e rosada, meu pau pagou gozando na sua boca e no seu cu, quase que eu engravido ela, se não fosse porque tirei a tempo, porque se dependesse dela, ia espremer cada gota de porra na sua buceta suculenta, quente e faminta, foi a vez que mais gostosa e com tesão eu senti ela.
Naquele casamento, Miriam e Nely foram o centro das atenções, a sensação da noite. Miriam, com um vestido justo, mostrava todas as suas curvas e um decote de respeito, assim como Nely, que parecia mais velha, sendo tirada para dançar tanto por jovens da nossa idade quanto por adultos. Ela não aparentava ter 16 anos, parecia ter 18, porque as curvas dela estavam gritando naquele minivestido preto. Foi uma das noites em que a vi mais animada, assim como minha tia, que eu nunca tinha visto daquele jeito. Ela, mesmo sendo um pouco cheinha, talvez uns cinco quilos a mais do que o peso atual, ainda assim, como já disse, a bunda dela era a maior e mais carnuda (não gordurosa, só carnuda) da festa. Para quem curte mais bundas do que peitos, é só imaginar a Sara Jay, a Lisa Ann, a Melanie Monroe, e, se for falar de mexicanas, a Vika Borja. Pois é, minha tia estava igual a essa última naquela época. Hoje ela se aproxima mais da Lisa Ann, porque fez uma cirurgia nos peitos — não aumentou, só deu uma ajeitada, deixando eles mais firmes e redondos. Ela não precisa aumentar esses melões. Naquela noite, tanto elas me tiraram para dançar quanto eu as tirei. Nely dançou umas dez vezes com outros parentes, vizinhos, conhecidos, etc. Vi um ou outro se esfregando muito nela, e chegou um momento em que ela definitivamente não dançou com mais ninguém além de...
Comigo, eu perguntando pra ela sobre a situação, ela me disse que não aguentava mais tanto agarramento e até apalpação dos caras que tiravam ela pra dançar, além do assédio, principalmente de um cara que já tava muito bêbado e era bem insistente pra ela ir lá fora conversar. E ela me disse que pra essas confianças, já tinha eu mesmo. Claro que eu também não deixava passar despercebido o corpo gostoso dela, porque, vamos ser sinceros, ela era a mais gostosa e linda da festa. A maioria dos homens ficava olhando pra ela, e até algumas mulheres, com inveja, claro. Minha tia também não era exceção: tem quem goste de modelos e tem quem goste de mulherão carnudo e cheio de curvas. E então meu tio e eu estávamos dançando com as melhores da festa. Com minha tia, foi inevitável sentir minha ereção, e ela percebeu, mas só evitou se encostar em mim nas músicas seguintes. Já a Nely, ao contrário, em vez de eu pedir pra gente ir lá fora, ela mesma pediu. Sendo uma garota de 16 anos, tinha mais experiência que eu nessas coisas, e se não tinha, as amigas dela contavam sobre essas situações. Ela partiu pra cima de mim quando a gente tava no escuro da noite, fora da tenda da festa. Ela tinha bebido um pouco e me abraçou, dizendo que se sentia tonta e com muito calor. Os saltos dela faziam com que ela quase ficasse na minha altura, e eu podia sentir o bafo quente de álcool perto de mim — não aquele bafo nojento, mas aquele que mal se percebe. Como eu tava na mesma condição em relação ao que a gente tinha bebido, mas não no mesmo estado de embriaguez que ela, só fiquei segurando ela, já apalpando um pouco a bunda dela por cima do vestido. Ela dizia que tava com calor, e eu sugeri uma bebida gelada ou que, se ela quisesse tirar o calor, ela disse que queria. Ela me abraçando com as mãos atrás da minha nuca, eu apalpando a bunda dela, o rosto dela a centímetros do meu. Eu falei: "Então vamos tirar nosso calor", e avancei na boca dela. Ela também na minha. A gente se deu um fingi que ela me deixou apalpar a bunda e a buceta dela por cima da calcinha de algodão, que tava toda molhada. Minhas mãos se esbaldaram na bunda e no púbis dela, enquanto a gente se devorava de boca, de pé, com meu volume enfiado na buceta dela, uma das pernas dela me enlaçando, uma das minhasmão no rabão dela e a outra na perna que me abraçava, ouvimos o nome dela, era a Gaby que fodeu com o que ia ser uma foda rápida, por causa do tesão que a gente tava. Não teve jeito, tivemos que voltar, a Nely teve que inventar que tinha ido no banheiro e que eu fui junto, porque o da casa tava ocupado demais e ela já não aguentava mais. Essa foi a última vez que fiquei com ela nessa situação, antes de chegar nessa casa.
Descobri minha tia uma vez se trocando, sem querer. Ela tinha deixado a janela aberta e eu fiquei observando ela tirar toda a roupa, ficando só de calcinha fio dental, pra depois vestir um robe meio sexy. Claro que esse robe era só pro meu tio ver, por baixo daquele roupão grosso que ela usava na minha casa, já que eles sempre acabavam sendo hóspedes quando vinham. Aos 13 anos, ela foi a primeira mulher semi-nua que eu vi. Me inspirou a primeira punheta em homenagem a ela. Desde aquele dia, nunca parei de vê-la como minha fantasia mais especial — fantasia que agora realizei com sobras.
A noite do casamento foi o momento em que mais gostosa eu vi ela, e claro que não ia perder um vacilo da parte dela. Foi assim que, altas horas da noite, quando eles se recolheram, poucos segundos depois eu segui eles, chegando do outro lado da janela. Tanto meu tio quanto ela estavam caindo de bêbados, ele chegou e não fez mais nada além de dormir, apagando como um tronco. Minha tia, depois de ir ao banheiro, tirou os saltos, começou a se despir, ficando numa lingerie linda, sendo assim a primeira mulher que eu via ao vivo e a cores com um conjunto completo de lingerie. Nunca tinha visto uma mulher de meia-calça, liga, fio dental e sutiã transparente. Por sorte,
Essas roupas eu já vi nela, com tanta lingerie que ela tem, meus jogos favoritos são com essa roupa nelas.
Depois daquela data, rolou mais umas experiências pequenas, tipo quando eu chamava minha tia pra dançar, ou ela me chamava, sem se importar mais com o quanto eu me esfregava nela, e até chegava a pegar nos peitos dela de lado, claro, tudo na inocência da dança ou num abraço normal de tia e sobrinho. Antes de vir pra essa casa, também consegui enfiar minha roça dura entre as nádegas protuberantes dela, mesmo que só um pouquinho, ela só sorria. Então, o caminho já tava traçado. Em um ano e meio, já tava agarrando elas, vendo elas semi nuas. Hoje, já comi cada uma em todos os buracos. Elas são minhas súcubos e eu sou o íncubo delas. Mas a promiscuidade não é isso, não, só se for com várias parceiras sexuais. Embora elas não se cansem da minha pica, também não recusam se aparecer outra igual, e por que não admitir, até mais grossa e mais comprida, não importa a raça.
Aos 22 anos, posso dizer que morro feliz porque realizei cada fantasia sexual que tive. Elas foram o meio, minha mente a máquina, o caminho já estava traçado desde minhas brincadeiras com elas, era só seguir. Vir estudar na cidade foi o atalho. Claro que tenho metas, mas não me canso das minhas mulheres. Mesmo tendo seus machos oficiais, eu sou o amante que elas não conseguem largar, e espero que isso nunca aconteça, até que eu queira. Só me resta dizer que, aos poucos, vou contando minhas aventuras com elas. Se vocês tão a fim de saber como fiz delas minhas mulheres, é só ficar de olho.
Continua...
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Valeu pela atenção, até a próxima história.
0 comentários - Uma Mudança Radical na Minha Vida – Prólogo