Doble vida (13)

No dia seguinte, acordei durasso, e a primeira coisa que passou na minha cabeça foi a Natalia e aquela chupada de buceta gostosa que ela tinha me dado. Isso fez meu pau ficar ainda mais duro.
Levantei e me olhei no espelho de cueca. Vi que minha barriga tava pendurada e que eu tinha peitos. Meu abandono era total e não dava pra negar. Precisava fazer alguma coisa, e resolvi seguir o método do viciado: só por um dia eu ia me cuidar, e assim por diante. Também procurei um jeito de acordar uma hora mais cedo todo dia pra sair pra caminhar.
Fui no banheiro e me pesei, o número era bem desanimador. Me olhei no espelho e vi minha irmã atrás de mim, me encarando.       Qual é a tua?" – falei, me sentindo atacado.       Nada.       Ah, como você me olhava… — eu disse       Você se pesou?       Sim       E aí?       Tô muito mal.       Bom, se cuida então – ela me disse.
Lembro que minutos depois minha mãe se surpreendeu ao me ver vestido com roupa esportiva, se é que dava pra chamar assim meu short de moletom e minha camiseta do Guns N' Roses.
Escolhi o Parque Pereyra e fui pra lá. Era um mundo novo pra mim. No primeiro dia, não consegui dar uma volta completa no parque (tem três quarteirões) e comecei a ficar ofegante e suar. Voltei pra casa e tomei um banho.
Preparei um mate e fui pro meu quarto trabalhar. Fiquei tentado a comer alguma coisa, mas preferi não fazer isso. No almoço, minha mãe perguntou o que eu queria comer e eu disse que só uma salada. Ela me olhou incrédula.
Em certo momento, ela veio ao meu quarto perguntar como era o trabalho que eu fazia. Não entendia como eu podia trabalhar de casa. Expliquei rapidamente, e ela me acariciou e me beijou na bochecha depois de muito tempo. Aproveitei pra dizer que em breve, se tudo desse certo, começaria a dar uma grana pra ela ajudar nas despesas de casa. Dava pra ver a emoção nos olhos dela. Acho que minha mãe sempre pensou que eu era meio retardado e que nunca ia me virar sozinho.
À noite, veio a grande prova: tinha bife à milanesa com purê. Foi um sacrifício danado, mas só comi dois filés pequenos. Sobraram quatro. Me perguntei se eu teria comido aqueles que sobraram. Precisava retomar o controle do meu vício em comida.
Aquela semana foi terrível de tão difícil, mas consegui muitas coisas que pude ver na segunda-feira seguinte. Tinha perdido 5 quilos e o cinto do jeans (no mesmo furo) estava um pouco mais folgado.
Fui receber o pagamento da semana e resolvi descer antes e caminhar um pouco pela rua Florida. Me sentia melhor, até acho que uma mina que passou me olhou. Talvez fosse impressão minha.
Assim o tempo foi passando e a perda de peso já não era de 5 kg por semana, mas de 1 e meio. A primeira vitória veio num furo do jeans. A segunda, numa camiseta do Ramones que não me servia há anos. E a terceira foi poder ir a uma loja de esportes e comprar um Calça de moletom e uma camiseta. Quando experimentei, ficaram bem apertadas, era o maior tamanho. Comprei mesmo assim. A mina que me atendeu perguntou pela porta: "Ficou bom?" Falei: "Mano, mas vou levar do mesmo jeito, daqui um mês elas têm que servir."

Comecei uma fase de correr no parque e dar várias voltas. Voltava pra casa pingando suor, tomava alguma coisa e trabalhava suado até esfriar um pouco, aí tomava banho.

Uma manhã, achei que tava sozinho em casa, mas quando saí, ouvi umas vozes. Era minha irmã e a amiga dela, Maria. Entrei rápido no quarto e me vesti. Tava com sede e levantei pra pegar um copo quando cruzei com a amiga da minha irmã.       Juan? – ele me perguntou       Sim, Maria? – eu disse rindo.       Você está muito mais magro – ela disse me olhando de cima a baixo.       Não tanto quanto eu gostaria – falei.       Você tá muito gostosa! O que cê tá fazendo? Já foi no nutri? – perguntava ela toda agitada.       Nada de especial, só me cuidar com as comidas e trotar um pouco de manhã.       Viu como ela emagreceu? – dizia minha irmã       Siiiiim! – dizia Maria, toda animada.       Vocês têm um corpo espetacular e não precisam fazer nada.       Não se iluda! – diz Maria e vira o corpo.
Fico de boa admirando ela e vejo que minha irmã me olha de um jeito estranho.
Naquela mesma noite, minha irmã vem no meu quarto e me diz:
       Como você olhava pra minha amiga, hein!       Tá com ciúme? – falei pra ela       Não, porque eu sei que você nunca ia me dar bola.       Não fica tão segura assim – falei pra ela       Por que você tá dizendo isso?       Por nada, mas tenho certeza que ela deve ter fotos iguais às suas, quem sabe um dia eu hackeio ela e faço uma chantagem.       Naquele dia você me mostra elas… - disse minha irmã       Quer ver ela pelada? – falei, e a pica já começou a subir na hora.       Já vi ela pelada, somos amigas.       Em que contexto? — falei e ajeitei a rola sem disfarce.       Upaaaa, começou a endurecer a pica? – ela disse       Sim, em que contexto você viu ela pelada?       Te conto se prometer que guarda segredo.       Sim – falei, na expectativa.       Tira a pica da calça porque quando eu te contar isso, vai explodir.       Sim!
Eu tirei a pica pra fora, já tava no auge do tesão. Meus pais tavam dormindo. Minha irmã chegou na porta e trancou ela. Eu sabia o que vinha, mas tava tão intrigado com a amiga da minha irmã que me importava mais do que a chupada de pica que eu ia pedir pra minha irmã.
Minha irmã começou o discurso dela devagar, cuidando bem dos tempos e dos jeitos pra me deixar no fogo.       Lembra do Miguel, o namorado dela?       Sim – menti       Você não lembra, né? – ela riu       Não, mas me conta       Bom, um dia eu tava morrendo de vontade de transar com meu namorado e não tinha lugar, aí perguntei pra ela se não dava pra ir na casa do Miguel. Ela falou que o Miguel não tinha problema, mas o problema era meu namorado…       E aí?       Bom, convenci ele. Na primeira vez que a gente transou foi normal, cada um no seu quarto e eu lembro que fiquei com tesão com os gemidos da Maria.       Uffff – falei eu, começando a me masturbar       Deixa eu te ajudar com isso – dizia minha irmã, pegando na minha rola.       Bem, continue – falei, corroído pela ansiedade.       Um dia à tarde, nós quatro estávamos vendo um filme no sofá da sala, e a sem-vergonha da María começou a pegar no namorado e a se tocar. Eu olhei pro meu namorado tipo "vamos deixar eles sozinhos", mas ele pareceu entender outra coisa e começou a me beijar gostoso. Eu deixei rolar, cê sabe que eu curto sexo, não vou mentir, mas achei muito pesado mostrar uma parte do meu corpo na frente do namorado da minha amiga... – Naty fez uma pausa que me deixou louca.       E aí, o que aconteceu? – eu não queria que ela parasse       Tá com que pressa?" Minha irmã dizia enquanto me punhetava devagar.       Sim       Bom, continuando. A parada é que eu tava beijando muito intensamente meu namorado e quando abro os olhos vejo que a Maria, minha amiga, tava batendo uma pro namorado dela enquanto beijava ele! Ela já tinha tirado o pau dele pra fora da calça. Eu fiquei dura e meu namorado interpretou a situação como um "vai fundo" e desabotoou a calça dele e tirou o pau pra fora. Eu não sabia o que fazer, juro. O auge da situação foi que a Maria viu o pau do meu namorado e deu um sorrisinho me olhando. Eu pensei que ela ia levantar e levar o namorado dela embora, mas não, foi o contrário. Ela se ajoelhou no chão e começou a chupar o pau do namorado dela na nossa frente. Eu, por instinto ou por tesão, sei lá, continuei batendo uma pro meu namorado e olhando pra eles dois. Meu namorado acariciava minha cabeça e me empurrava suavemente pra baixo. Olhei de novo pra Maria e ela tira o pau da boca pra me olhar nos olhos e sorrir. Não pensei duas vezes e comecei a chupar o pau do meu namorado. A Maria tava num estado de alucinação e quando me viu, não hesitou em se levantar, tirar toda a roupa e montar em cima do namorado dela, cavalgando sem parar. Eu tava num dia fértil, então não queria transar sem proteção.       Uffff – falei eu       Vou te mostrar tudo que a Maria fazia.
Minha irmã tirou toda a roupa e, depois de chupar minha pica por um bom tempo, me deitou na minha cama e, montando em cima de mim, enfiou minha pica bem fundo.       Agora vou continuar te contando enquanto te fodo.
Imagina que sou a Maria.       Mmmmm, não vou aguentar muito – falei quando sentia a Naty se mexendo em cima de mim e cavalgando.       Bom, se você não aguenta, não vou te contar mais.       Aghhhhh
Minha irmã agora tava me torturando. Precisava ouvir a história toda e tava quase gozando. Não sabia como, mas tinha que me segurar de qualquer jeito.       Continua me contando – eu disse       Bom, a parada é que ela sentou o namorado dela, pegou na pica dele e enfiou ela mesma, e começou a cavalgar assim – minha irmã exagerava os movimentos pra me fazer gozar.       Vai, continua – eu sofria       Que continue o quê? Te comendo ou te contando? – ela sussurrou no meu ouvido.
Juro que não sei como não gozei na hora. Virei a cabeça e foquei no PC, olhando através do gabinete e tentando pensar no processador, no cooler – e consegui.       As duas coisas – falei pra ela       Bom, então eu comecei a tirar a roupa também.       Ayyy, que putinha que você é, Naty – falei pra ela.       Siiiiim, muito putinha, mas como não queria que gozasse dentro, não sabia como fazer.       E aí, o que você fez? – Eu tava morrendo de vontade de gozar dentro da minha irmã.       Bom, eu me deitei de barriga pra cima do lado do namorado da Maria e falei pro meu namorado me comer de papai e mamãe e gozar fora.       Aghhhhh – eu tava prestes a goza       Aghhhh, tô muito tesuda agora também – dizia Natália       Aghhhh, se você continuar assim, quem vai gozar dentro vai ser eu – falei pra ela.       Hoje não tô no meu período fértil e tomo anticoncepcional agora – ela me disse       Aghhhh e você quer que eu goze dentro? – perguntei pra ela       Você quer gozar dentro de mim? – ela dobrou a aposta.
Nenhum dos dois queria ceder e admitir que ambos queríamos aquilo.       Você – eu disse       Você – ela me disse       Vou gozar dentro de você – eu disse pra ela       Aghhhhh ahhhhh ahhhh siiiiiii aghhhhhh – ela disse entre gemidos no meu ouvido       Aghhh ahhhh ahhhhh aaaaahhhhhhhhh – gozei igual um possesso enquanto segurava ela pela raba e apertava contra mim.       Você tá me comendo igual comeram a Maria – dizia minha irmã, toda tesuda.       Aghhhh ahhhhh – eu gemia       Quería comer sua buceta, Maria?" – ela me disse       Aghhhhhh aaaaaaa – meu pau deu um estalo e apertei minha irmã ainda mais forte contra mim.       Mmmmm, me parece que sim, que você tá morrendo de vontade de comer ela, né? – minha irmã falou pra mim enquanto enfiava a língua no meu ouvido.       Aghhhhhhh
Ela desmaiou em cima de mim, que já não era mais tão enorme como antes. Passou a mão no meu peito peludo e se deitou de lado       Agora que eu penso, se você continuar emagrecendo, talvez eu convença ela.       Não acredito em você – falei pra ela       Eu sou capaz de muitas coisas - ela me disse, sorrindo       Naty, posso te fazer uma pergunta?
O que tava acontecendo comigo? Desde quando eu pedia permissão pra perguntar algo pra ela? Se supostamente ela era minha submissa, não devia fazer isso, mas saiu naturalmente.       É verdade o que você me falou outro dia, que quer sair do país e vai contar tudo pra mamãe e pro papai?       Isso eu pensei num momento       E o que mudou agora?       Não mudou nada, mas não gosto que você fique me ameaçando.       Eu não te ameacei mais.       Mas cê sabe que tem o poder dessas fotos       Sim, mas se você se comportar como hoje, te prometo que não mostro elas pra mamãe nem pro papai.       Além disso – Natalia se sentou na cama pra falar comigo – você causaria muita dor pra mamãe e pro papai.       Você me tratou muito mal por muito tempo –eu disse       Eu sei e não pense que não me arrependo – ela me disse.       Você me disse coisas muito feias – eu estava começando a ficar muito angustiado e não entendia por quê.       Eu sei – disse ela.       Coisas que não se deve dizer a um irmão – falei à beira do choro e com o queixo tremendo.       Eu sei e te peço perdão – ela me disse, e uma lágrima escorria pela sua bochecha.       Você me humilhou e me fez sentir um merda de pessoa.
Isso foi a última coisa que eu disse e saí chorando que nem um desgraçado. Eu soluçava e tremia deitado na minha cama. Me virei e me encolhi todo enquanto desabava em choro sem conseguir parar. Era a raiva acumulada depois de tantos anos.
Minha irmã me abraçou por trás e eu senti os peitinhos nus dela na minha costa.
       Saí – falei pra ela       Me perdoa, Juan – ela me disse, chorando.       Vai embora, me deixa sozinho – falei pra ela.
Não queria que minha irmã me visse chorando. Não queria me mostrar vulnerável. O travesseiro estava molhado das minhas próprias lágrimas. Senti o colchão se mexer, era minha irmã se levantando devagar e se vestindo. Virei e vi ela: uma gota de porra escorria da buceta dela e descia pela parte de dentro da coxa. Mesmo assim, não consegui acalmar minha tristeza.       Vou embora, vou te deixar sozinho" – ela disse       Vai embora! – quase que gritei com ela.
Chorei por mais de uma hora seguida.
Acho que foi tão emocionante quanto reparador.
Adormeci lá pelas duas da manhã.

(continua…)

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5 comentários - Doble vida (13)

Entiendo ese dolor de ser marginado por la apariencia de que te dejen a un lado y te miren con repugnancia, eso crea una bronca con la gente y con uno mismo q es doloroso. Buena historia como siempre van los 10
Espero ver la siguiente parte y ver hasta donde puede llegar Naty
Gracias FEnix por los comentarios
@soretin3 te lo ganas maestro