Encontro com um casal chileno (2ª parte)

Olá! Vendo que vários de vocês gostaram do meu relato anterior, vou contar outra história que aconteceu nessa mesma viagem, mas antes quero esclarecer algumas coisas que no meu primeiro relato não deixei bem claras desde o início. Eu e Laura tínhamos uma história espetacular, nos conhecíamos há uns dois anos antes dessa viagem e vivíamos o sexo intensamente em todo seu esplendor, a gente trepava de todas as formas que vocês possam imaginar, ela me deu a buceta desde o começo e tomava toda a porra como a boa puta que era. Sobre a questão de fazer ménage, trocar de casal ou ser de mente aberta, não tínhamos tocado no assunto completamente. Nos nossos encontros, fantasiávamos descrevendo como seria foder com outro, com outra ou até com travestis, deixamos claro que um dia poderíamos concretizar algo, mas nunca procuramos nada nessa viagem. Eu já tinha dito a ela que adoraria ver ela sendo comida, mas nunca tinha rolado de verdade.

Bom, como vocês devem ter lido no meu relato anterior, ela levou muito a sério a ideia de foder com outro, mas nunca me contou, nem me incluiu nesse encontro, pelo menos para eu ver. Depois disso, não tive coragem de mencionar que a tinha visto, e tudo ficou como se ela tivesse conseguido o que queria e me traído com o negão.

Os dias continuaram, nós dois trepando como loucos, uma coisa que o calor faz e nessas praias que dão vontade de transar o tempo todo. Bom, é aqui que começa essa nova história. Passaram uns dias desde que o negão comeu minha namorada, e continuávamos nos divertindo pra caralho lá. Um dia, decidimos fazer uma excursão de dia inteiro para a Ilha Saona (é uma ilha comprida e pequenina onde filmaram Piratas do Caribe). A excursão começou de ônibus, viajamos do hotel até outra ponta da ilha, onde de lá saímos em uns barcos grandes até chegar à Ilha Saona, onde comeríamos e depois passaríamos o dia nas praias incríveis que ela tem. Ficamos debaixo de uma palmeira com Nossas cadeiras de praia e de vez em quando a gente as arrastava pra pegar sol ou ia na água, que tava bem quentinha. Numa dessas, ao voltar pra cadeira, percebo um casal que tava perto. Ela tava de topless (peitos impressionantes) e ele de sunga (onde marcava uma porra gigante). Os dois deviam ter uns 40 anos, mais ou menos. A gente, Laura e eu, tínhamos 31 na época. Passamos do lado deles e eles sorriem pra gente. A gente respondeu do mesmo jeito. Chegamos na cadeira, que tava a uns 10 metros de distância, e deitamos. Dali dava pra ver eles, porque a gente tava mais atrás. Ficamos pegando sol, claro que meu olho não conseguia desviar daqueles peitões, e Laura não tirava os olhos da porra do cara e de vez em quando olhava pras tetas da gostosa. Numa dessas, ela levanta e eu admiro os peitos bem durinhos no sol. Ela olha pra gente e pergunta: "Faz um tempinho a gente ouviu vocês falando em espanhol. De onde vocês são?" "Da Argentina", responde a Laura. Ela fala que são do Chile, que tão passando uns dias em outro hotel, bem do lado do nosso, e que essa era a segunda vez que vinham pra essa ilha. Perguntam nossos nomes e falam que é bom ter gente que fala espanhol e é gente boa, porque a maioria era de outros países e quem falava espanhol ali era da Espanha e não queria fazer amizade com ninguém. Perguntaram se podiam sentar nuns assentos que a gente tinha do lado. A gente topou e logo tava batendo papo sobre tudo: trabalho, família (eles tinham dois filhos). A gente contou que tava junto há uns anos, mas ainda sem filhos. Depois de algumas horas, já éramos amigos de longa data. Eles se chamavam Manuel e Fernanda. Eu de vez em quando olhava pra Laura e via que ela não conseguia desviar o olhar de como aquela porra marcava na sunga. Numa dessas, Manuel fala: "Vou dar um mergulho. Um tempo depois, tá um calorão e ficar no sol tá me matando, começo a andar na direção da água e a Laura fala, espera que vou um pouquinho também, ela vira e me diz, já volto, love. Falo, vai lá, se refresca. Fiquei sentado batendo papo com a Fernanda, enquanto não tirava o olho da Laura de lá.
De repente, não sei como, percebi de uma vez que, enquanto olhava pra Laura, a Fernanda me perguntava umas coisas que eu respondia no automático, coisas que iam subindo de tom, até chegar num ponto que notei que ela tava me perguntando coisas íntimas da gente, tipo se a gente já tinha aberto o relacionamento e qual era nossa preferência sexual.
Quando me toquei das coisas que ela tava perguntando, foquei naqueles peitos, a olhar ela com mais detalhe, verdade que era uma gostosa, olhos castanhos, cabelo preto bem comprido, os peitos terminavam em ponta, tipo um cone, sempre fui fascinado por esses. Num momento ela me fala, como você tá olhando meus peitos, cê gosta? Fiquei vermelho, falo, são lindos, aí ela diz, são naturais, só dei uma retocada pra não caírem, toca neles e sente. Fiquei uns segundos encarando ela, até que criei coragem e peguei, cada peito com uma mão, apertando de leve e era uma delícia, falei, você tem a pele muito macia e eles são muito gostosos. Aí sem me responder, ela pergunta, ela gosta de minas? Falo, nunca ficou com uma mina (coisa que até então eu achava que era assim, mas depois descobri que ela tinha tido umas experiências com a prima dela aos 13 anos). Ela diz, que pena, sua mina é uma gostosa, sabe como eu comeria ela? Eu amo, sou bi, curto tudo e aproveito a vida ao máximo.
Nessa hora eu pergunto, o Manuel é bi? Ela fala, sim, ele curte tudo igual a mim, a gente já teve várias experiências com outros, inclusive aqui a gente ficou com um casal parecido com vocês e também fez um menage com um moreno que trabalhava no hotel.
Aí eu me soltei, já que a gente tava falando tão à vontade de tudo, conto o encontro da Laura com o negão, e ela fala, que bom, ela matou a vontade com um pauzão. Falo, pois é, reconheço que tenho uma boa rola, mas não é a daquele preto de pica grande. Nessa hora, a Fernanda me fala, deixa eu ver, tira e me mostra, vejo que você tá duro por causa da nossa conversa, me mostra que quero ver como tá. Aí fiquei na dúvida, ela fala, o que foi, tá com vergonha? Tem medo de alguém ver? Olha a Laura ali com o Manuel, ele tá metendo nela debaixo d'água. Viro a cabeça e, de fato, estavam enfiados até o peito, mas dava pra ver que ele tava atrás dela enfiando a pica na água. Olho de novo pra Fernanda e falo, beleza, baixo a bermuda e ela sai apontada pro céu. Ela olha e fala, que linda, é circuncidado, é judeu? Falo, não, operei quando tinha 20 anos, mas não sou judeu. Ela passa a mão e segura na base, e começa a me punhetar. Que pica linda que você tem, dá pra ver que é limpinha e branquinha. Olha, eu chupava ela aqui mesmo, enfiava na boca até o fundo. Tem outras pessoas por perto e vejo que tão vindo pra cá agora. Viro e vejo eles a uns 50 metros conversando e caminhando na nossa direção. Tiro a mão dela e subo a sunga. Ela dá uma risadinha e, quando chegam, a gente cumprimenta. Nessa hora, a Fernanda fala pra eles, que água gostosa, né? O Manuel ri, a Laura ficou meio pensativa. Bom, a tarde seguiu com conversa e troca de ideias, mas nada demais. Trocamos os celulares e cada casal voltou pro hotel. De noite, a Fernanda me escreve e fala, conversei com o Manuel, ele disse que gosta da Laura, então a gente pode fazer o seguinte: você fala que vai buscar uns piñas coladas e vem pro meu quarto, e o Manuel vai pro seu quarto pra ficar com a Laura. O que acha? Podemos tentar assim e depois vemos de organizar algo nós quatro juntos. Falo, beleza, me dá um tempo e te mando o número do nosso quarto, e você me manda o de vocês. Comemos com a Laura e, depois de um tempo, falo pra ela. Pô, será que dá pra pedir umas piñas coladas e uma comida pra comer na cama, né? Ela fala "vai lá, te espero vendo TV, tão passando um filme". Beleza, saio e mando mensagem pra Laura, ela me passa a info, a distância até o hotel onde eles tão é quase a mesma que até o bar, então bora caminhar. Tinha um mapa que deram quando a gente chegou, com todas as localizações, e o hotel deles tava ali do lado, bem pertinho.

No meio do caminho, cruzo com o Manuel. Ele me olha cúmplice e pergunta: "Como é que a Laura tá me esperando?" Falo: "Deitada de calcinha e sutiã, vendo um filme." Ele solta um "Uff", e peço pra ele, por favor, gravar e tirar fotos, quero ver depois como ele vai comer ela. Ele responde: "Vou tentar, espero que ela deixe."

Chego no quarto deles, bato na porta, e quem atende é a Fernanda, só de toalha, acabou de sair do banho. Ela fala "entra". Mal entro, ela deixa a toalha cair e vejo ela toda pelada, uma deusa do caralho! Ela se ajoelha, puxa minha bermuda e cueca juntas, pega meu pau e começa a chupar igual uma louca. Enquanto chupa, passa a língua e enfia tudo de novo. Eu seguro o cabelo molhado dela e a cabeça, apertando mais contra meu pau.

Ela tira a boca e fala: "Me arrebenta em 4, porque você me deixa doida desde cedo." Sobe na cama feito uma puta no cio, fica de quatro com a raba pra cima. Fico atrás e meto até o fundo. Dava pra ver que ela tava toda molhada, entrei de uma vez.

Ficamos um tempão assim. Ela gritava igual uma louca, nunca tinha pego uma mulher que gritasse tanto, ainda mais com aquele sotaque chileno que esquentava demais. Ela pede no cu, e mando guardar lá também. Como ela amava a pica, meu Deus! Enquanto eu comia a puta, ela falava umas paradas tipo: "Imagina quando eu comer a buceta da sua namorada, vou enfiar a língua pra chupar bem, vou lamber ela toda porque é muito linda" e um monte de coisa assim. Isso me deixava louco. Imagina eu metendo com tudo, os dois super suados, e ela falando como ia comer minha mina. Acabei gozando gostoso dentro dela. Cu, enchi ele de porra, ela dizia que porra gostosa quentinha, na próxima você me dá que eu adoro engolir toda a porra, ficamos exaustos jogados na cama, ela levanta e me mostra o que tem numa mala, olha o que tenho pra dar pra vocês, olho e era um arnês com um pau de borracha médio, falo, você quer dizer dar pra Laura, ela fala não, dar pra vocês dois, porque você daqui não volta pro seu quarto se eu não te comer com isso, falo, você é louca, não curto muito isso, ela fala claro que vai gostar, todos os homens que me comem, eu como eles de volta e dito isso começa a colocar o arnês com aquele pau médio estranho, que tinha dois lados diferentes, depois descobri como funciona, já que me empurrou na cama, começou a chupar minha rola e falou papai, deixa eu meter, você vai gostar, fica entre nós, ela tava chupando tão bem que falei bom, tenta, mas se não gostar paramos, assim como estava untou ambas as pontas com lubrificante e enterra uma na própria buceta e a outra encosta no meu cu, levanta minhas duas pernas e coloca nos ombros dela, dito isso encosta a cabeça do pau, fala é de um tamanho médio pra pequeno, não vai doer, começa a meter e de vez em quando para pra meu cu assimilar e continua metendo, depois que meteu, começa o vai e vem rápido, falando de tudo, você é meu, como adoro meter em você e outras coisas, me comeu assim por um tempo, depois me colocou de quatro e continuou me dando enquanto de vez em quando passava a mão e me batia uma punheta gostosa, eu naquele momento esqueci de tudo, nem lembrava que a Laura provavelmente tava sendo comida pra caralho, só vivia o momento quente com a chilena, me fez gozar me comendo e me punhetando com a mão dela, soltei o dobro de porra, que caiu boa parte na cama e na mão dela, e a da mão ela engoliu tudo passando a língua e falando que delícia de porra. Ficamos jogados os dois, já não tinha nem força pra levantar, ela olha o celular e fala, Manuel Acabou de me escrever, já terminaram também, ela vai ficar mais 15 minutos e vem pra cá. Que tal eu chupar você mais um pouco e você voltar pra Laura, beleza?

Falei beleza, a pica tava doendo, o cu tava doendo, mas quando senti a língua da Fernanda na minha cabeça, fechei os olhos e aproveitei.

Quando voltei, no caminho não cruzei com o Manuel, talvez ele tenha ido por outro lado, sei lá, mas quando cheguei, a Laura tava sozinha, pelada na cama me esperando. Ela disse: "O Manuel veio, me comeu pra caralho e disse que você também tava comendo a Fernanda ao mesmo tempo. Por que não me contou nada? Vocês estavam combinando tudo e escondendo de mim?" Ela começou a rir e falou: "Esses chilenos são uns putos."

Continuamos conversando, contei que a Fernanda quer comer ela, falei do cinto de arreios, ela ficou surpresa. Falei: "Gostei muito, ela tem muita experiência." A Laura disse que o Manuel contou que a Fernanda é bi e que fantasiava com ela. Falei: "Agora eles querem um encontro entre os quatro, não sei se como casais separados ou compartilhando coisas entre os quatro." Aí a Laura respondeu: "Adoraria isso." Fui sincero e falei: "Por que não conversamos tudo isso antes?" Contei que vi ela com o negão, e ela ficou paralisada. Falei: "Sem drama, vi você toda no encontro com o preto e me excitou. Gosto que outros te comam e podemos viver o sexo de outras formas." Ela disse: "Que bom que você me viu, sentia um peso em esconder isso e queria te contar, mas não sabia como." Naquela noite, nos abraçamos, nos beijamos, e nem eu nem ela conseguimos transar de tão bom que tinha sido antes com nossos respectivos amantes. Mas posso contar que na manhã seguinte, a Laura me acordou com um tesão matinal espetacular, que terminou num 69 bem babado.

Na próxima, conto o encontro final dos quatro com todos os detalhes e também o que a Laura me contou sobre o encontro com o Manuel.

Abraços

1ª parte http://www.poringa.net/posts/relatos/5165021/Engano-de-mi-novia-en-un-viaje-a-Republica-Dominicana.html
3ª Parte: http://www.poringa.net/posts/relatos/5169435/Ultima-parte-de-nuestro-viaje-en-Dominicana.html

5 comentários - Encontro com um casal chileno (2ª parte)

buenisimo¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡ espero que sigas
van 10
Tremendo tus relatos, espero con ansias el final !!! Van +10 pts