Corria o feriado de carnaval, sempre que tenho um feriado eu me dou o prazer de fazer uma das coisas que mais gosto… a ideia foi ir da capital até Rosário pedalando de uma vez só, ficar perto da marca dos 300km no dia.
Sempre que viajo para algum destino no interior, tento conseguir um encontro hot de cuckold na cidade onde paro, mas minha busca em Rosário não deu resultado, então tudo parecia se limitar a se aparecesse alguém por lá.
Não me caracterizo por ser um galã, na verdade diria o contrário. Cheguei em Rosário ao anoitecer e, como ciclista bem conectado nas redes, lá me esperavam das várias crews da cidade, que gostavam do esforço que eu estava fazendo e também, por que não, para fazer uns vídeos e fazer contatos com outras galeras da bicicleta na capital.
O mundo da crew de ciclismo é um ambiente liberal, sem preconceitos pré-estabelecidos e, por isso, também nesse ambiente é comum encontrar diversidades de relações e de gêneros que talvez em outros ambientes não seja tão comum.
Não me considero um homem reconstruído, ainda anos de educação tradicional pesam nos meus ombros. É assim que nessa época onde afloram os gêneros livres e relações heteroflexíveis ainda me custa, não na compreensão ou no respeito, mas sim na forma de abrir pontes e conexões, mais por um medo nascido da minha ignorância em muitas coisas do que por falta de vontade.
Chegando na cidade, me convidaram para uma festa em Oroño e o rio… a festa da Rádio Cabeção se a memória não me falha. De lá fomos passear de bicicleta pela linda Rosário, onde as ruas da costanera se transformam em túneis de tijolo, dali a comer com os membros das crews de Rosário.
Quando estávamos todos juntos entre brindes e causos, aconteceu um dos atos menos esperados, pelo menos na minha cabeça. Um casal de gostosas que estavam com a gente bebendo e curtindo a noite me chamou de um jeito que só os membros da poringame chamariam.
— Leonard, como você tá? — disse ela. uma delas
- Tá bom, mas de onde vocês conhecem esse nome? Ninguém me chama assim aqui?
- A gente leu o que você escreve no p!, mas não se preocupa, sabemos guardar segredos. Disse a voz marcante das duas.
Obviamente o meu "eu do p!" e o Leandro público que aparece raramente coexistem - é uma dualidade que cuido muito, principalmente pra que meu trabalho e vida pública sigam o curso social normal, e minha vida privada fique no mundo dos fetiches que me agrada.
Nesse caso, elas conheciam o cara que escreve, o outro eu, não o esportista... A voz marcante delas tinha um visual mais hippie, cabelinho curto sem parecer masculina. A parceira dela, uma linda morena, obviamente mais produzida, com aquela sensação de delicadeza... Mesmo sem ter dito nada ainda, era óbvio que ela quem mandava.
Passou assim uma parte da noite e ficou um grupo menor... Com menos gente, a voz marcante se apresentou formalmente. Sou Nadia, desculpa se pareceu intimidador, mas eu queria saber se era você mesmo. Ela disse Tá tudo bem, só que fiquei meio desconcertado. Se você leu meus posts, sabe como eu sou e as coisas que eu gosto. Nunca esperei que um casal de garotas lesse minhas histórias. Fiquei até intrigado. O que você conta nos seus relatos e sua forma de seguir os códigos, como vocês dizem, nos encanta, além de acender chamas que ainda tenho dentro de mim, disse a parceira que até aquele momento havia estado calada.
Essa foi a porta para uma conversa a três, daquelas interessantes e daquelas que te desconcertam completamente. "Ro", o nome da parte faltante, começou a falar e abraçou sua parceira e, sem esconder seu amor, começamos a direcionar uma conversa para o mundo que eu conheço.
Ro há algum tempo queria incorporar um homem aos seus encontros, mas em Rosário é difícil, apesar de ser uma das maiores cidades da Argentina, ainda muita gente se conhece e incorporar um homem leva à confusão e aos murmúrios que as incomodam.
Obviamente já sabíamos onde toda essa conversa estava indo, e precisei saber o que elas desejavam, já que nunca tinha estado com duas mulheres que tivessem uma relação totalmente homossexual, não era cuckold clássico, era diferente e, além de que, como bull, o sexo me encanta, não queria estar em conflito. Ro queria estar com um homem, tinha uma necessidade conversada com sua parceira, Nad... queria estar ali ver, sentir, tocar-se e, se sentisse, estar com Ro enquanto tudo acontecia, mas não queria estar com o homem, não sentia atração e obviamente eu respeito isso.
Continuamos a conversa juntos, eu já naquele ponto sabendo que algo estava por vir, Ro em um momento praticamente dançou para nós dois, deliciosa, sugestiva, mas dali eu comi a boca de sua namorada e em voz baixa ela disse: se formos fazer algo, que seja só em privado...
Quando a noite acabou e todos começaram a ir embora, não tivemos uma proposta concreta e, como costuma ser minha política pessoal, não colocaria pressão. Saí procurando a costanera e meu hostel estava perto do monumento à bandeira. Parei ao chegar no monumento e, enquanto tentava encontrar a direção no maps, elas apareceram atrás de mim. Custo para te alcançar, Leonard, quer ser nosso segredo? Disse ro.
Sem mais o que dizer, elas me guiaram e fomos a um prédio a mais ou menos 20 quadras, tomando como referência o monumento à bandeira…
Uma vez que cruzamos a porta, não olhei para ninguém e disse a ele. Tem certeza? Não quero estragar essa beleza que vocês têm. me dê, mas é o que desejamos...
Dito isso, não passou nem um minuto e eu já estava comendo sua boca, a roupa desapareceu tão rápido quanto todas as dúvidas que rondavam minha mente. Ro tinha um sexo deliciosamente úmido que, diante dos ataques da minha língua, não demorou a convulsionar e me presentear com o primeiro orgasmo.
Nad nos observava atentamente, obviamente estava se tocando e cada vez fazia isso menos disfarçadamente, mas sem se despir. Sua mão se perdia dentro da calça enquanto sua deliciosa namorada começava a sentir os prazeres da carne que eu podia dar.
Ro era selvagem, e as marcas de unhas nas minhas costas podiam provar isso. Transamos por um bom tempo até o ponto em que eu estava quase explodindo. Ela me olhou e disse: Acaba dentro de mim, eu preciso disso...
Nesse momento, diminui o ritmo, não queria gozar sem sentir ela terminar com meu pau... Passou um tempo até que um orgasmo e muito líquido envolveram meu sexo, e naquele instante limite, me soltei. Tivemos aquelas convulsões juntas... Ambos ofegantes, como se tivéssemos corrido uma maratão no auge do verão.
Ela não parava de tremer, levei um dedo ao seu sexo ainda em êxtase e, com o mesmo desejo, convidei Roque para se aproximar.
Naquele momento, me afastei na cama e aproveitei para vê-las, enquanto se acariciavam. Roque não demorou a guiar sua mão para dentro da calça de Nad, que se agarrou ao pescoço dele enquanto sucumbia ao prazer que só alguém que te conhece bem pode dar a cada carícia.
Pouco a pouco, Roque começou a despir Nad. Sob suas roupas largas, Nad tinha um físico lindo: quadris largos, seios redondos e muito bem formados, grandes o suficiente para abrir bem as mãos e cobri-los, e firmes o bastante para que a gravidade não levasse a melhor. Quando Roque conseguiu relaxá-la e fazê-la se esquecer de mim, ele se posicionou por cima, começou a tirar a única peça que ainda a protegia e, fora do que minha mente poderia ter imaginado, ela tinha uma buceta delicadamente depilada que, ao abrir as pernas, se revelou com lábios rosados bem marcados e totalmente molhados. Roque soube provocar um orgasmo nela em instantes e me olhou com meu pau apontando para o teto, me convidando a participar.
Roque estava de quatro, saboreando a delícia florida de sua amada. Me posicionei atrás dela e, embora seu sexo delicioso brilhasse de umidade, minha refeição foi outra. No início, ela tentou se fechar, mas foi relaxando à medida que eu estimulava seu clitóris e minha língua começava a explorar aquele bastião que nos enlouquece.
Quando ela relaxou e sabia o que estava por vir, coloquei meu pau na entrada daquele bumbum lindo. Ele só parou de dar prazer à sua garota para dizer: Cuidado, não uso faz tempo.
Custou, meu pau cabeçudo e o som gutural de quando minha cabeça venceu seu esfínter ecoou por todo o quarto, foi tudo devagar mas sem piedade entrava, passava e seguia entrando.
No início foi suave e depois uma mete-saca infernal que se perdia entre os gemidos de Nad, o som de Ro recebendo pau pelo cu e minha respiração naquele ato tão sádicamente delicioso que me deixou o pau como se tivesse tomado viagra no café da manhã.
Foi lindo encher o cu dele, que dava pra ver aberto depois do trabalho, nós três ficamos deitados… Ro ficou no meio, Nad ao lado olhando pro teto em êxtase e eu recuperando o fôlego depois de deixar minha segunda descarga dentro de Ro.
A conversa pós-punheta foi linda entre nós três e aí aconteceu o menos esperado… Ro disse pra Nad. Você faria isso por mim. Sim. respondi ainda com medo...
Dito isso, ele começou uma mamada magistral que no início doeu e depois me deixou a mil... ali passou a fazer o mesmo trabalho no meu pau até que, com os dois prontos, me guiou até sua parceira e, como quem entrega um tesoro preciado, me entregou. Beijos não. Foi a única coisa que a Nad disse.
E como se fosse uma flor imaculada, comecei a pegá-la devagar até que seu corpo reagiu sozinho e a Ro me beijava apaixonadamente e me convidava a saborear aqueles peitos deliciosos.
Na confusão do momento, toda barreira desapareceu, não sei bem como nem quando, mas em um instante estávamos nos beijando os três, uma conferência de línguas e gemidos, a Nad perdeu todo o controle no êxtase enquanto a excitação deixava meu pau bem duro e a bombada se tornava uma só com o movimento dos quadris dela.
De vez em quando a Ro se afastava e observava o momento como uma artista apreciando como se desnuda uma escultura, a Nad beijava, mordia, gemia e lacrimejava. Em alguns momentos tentei desacoplar, mas ela mesma me empurrava para dentro do seu corpo.
Transpirados e excitados, a mudança de ritmo deixava claro que o momento estava chegando e a Ro me olhou e disse: "Enche ela, quero que ela sinta o que eu sinto". Quer, eu disse a ela, olhando em seus olhos cheios de lágrimas. Siiiii, grito, agarrado pela mão da ro que nunca deixou de estar com ela.
Não perdeu uma gota, só ficamos nós três ali abraçados, acabados no êxtase... ro não duvidou com o gozo e fluidos lubrificando o cuzinho da nad... mas não aconteceu nada, havia barreiras que ainda não sei se ela estava pronta para romper e, embora meter em dois cuzinhos ao mesmo tempo tivesse sido mais que a glória... o fato de no dia seguinte tomarmos café da manhã os três juntos, rindo, me deixou a melhor lembrança das belas rosarinas.
Tecnicamente não foi um trio e, além do fato de que no início nad cedeu sua garota, ainda fico pensando na minha cabeça se isso é corno ou não.
Combinamos de seguir nossos caminos e que, se eu voltasse a Rosário e elas estivessem prontas para repetir, faríamos...
Terminado o feriado, terminada a aventura, voltamos para a cidade sempre em busca de um novo casal, aqui, como podem ler nos meus posts e tópicos, um touro de códigos.
Deixo um pouco de mim, nesse caso, por respeito a elas, não há fotos delas...


Att. @leonardkta
Sempre que viajo para algum destino no interior, tento conseguir um encontro hot de cuckold na cidade onde paro, mas minha busca em Rosário não deu resultado, então tudo parecia se limitar a se aparecesse alguém por lá.
Não me caracterizo por ser um galã, na verdade diria o contrário. Cheguei em Rosário ao anoitecer e, como ciclista bem conectado nas redes, lá me esperavam das várias crews da cidade, que gostavam do esforço que eu estava fazendo e também, por que não, para fazer uns vídeos e fazer contatos com outras galeras da bicicleta na capital.
O mundo da crew de ciclismo é um ambiente liberal, sem preconceitos pré-estabelecidos e, por isso, também nesse ambiente é comum encontrar diversidades de relações e de gêneros que talvez em outros ambientes não seja tão comum.
Não me considero um homem reconstruído, ainda anos de educação tradicional pesam nos meus ombros. É assim que nessa época onde afloram os gêneros livres e relações heteroflexíveis ainda me custa, não na compreensão ou no respeito, mas sim na forma de abrir pontes e conexões, mais por um medo nascido da minha ignorância em muitas coisas do que por falta de vontade.
Chegando na cidade, me convidaram para uma festa em Oroño e o rio… a festa da Rádio Cabeção se a memória não me falha. De lá fomos passear de bicicleta pela linda Rosário, onde as ruas da costanera se transformam em túneis de tijolo, dali a comer com os membros das crews de Rosário.
Quando estávamos todos juntos entre brindes e causos, aconteceu um dos atos menos esperados, pelo menos na minha cabeça. Um casal de gostosas que estavam com a gente bebendo e curtindo a noite me chamou de um jeito que só os membros da poringame chamariam.
— Leonard, como você tá? — disse ela. uma delas
- Tá bom, mas de onde vocês conhecem esse nome? Ninguém me chama assim aqui?
- A gente leu o que você escreve no p!, mas não se preocupa, sabemos guardar segredos. Disse a voz marcante das duas.
Obviamente o meu "eu do p!" e o Leandro público que aparece raramente coexistem - é uma dualidade que cuido muito, principalmente pra que meu trabalho e vida pública sigam o curso social normal, e minha vida privada fique no mundo dos fetiches que me agrada.
Nesse caso, elas conheciam o cara que escreve, o outro eu, não o esportista... A voz marcante delas tinha um visual mais hippie, cabelinho curto sem parecer masculina. A parceira dela, uma linda morena, obviamente mais produzida, com aquela sensação de delicadeza... Mesmo sem ter dito nada ainda, era óbvio que ela quem mandava.
Passou assim uma parte da noite e ficou um grupo menor... Com menos gente, a voz marcante se apresentou formalmente. Sou Nadia, desculpa se pareceu intimidador, mas eu queria saber se era você mesmo. Ela disse Tá tudo bem, só que fiquei meio desconcertado. Se você leu meus posts, sabe como eu sou e as coisas que eu gosto. Nunca esperei que um casal de garotas lesse minhas histórias. Fiquei até intrigado. O que você conta nos seus relatos e sua forma de seguir os códigos, como vocês dizem, nos encanta, além de acender chamas que ainda tenho dentro de mim, disse a parceira que até aquele momento havia estado calada.
Essa foi a porta para uma conversa a três, daquelas interessantes e daquelas que te desconcertam completamente. "Ro", o nome da parte faltante, começou a falar e abraçou sua parceira e, sem esconder seu amor, começamos a direcionar uma conversa para o mundo que eu conheço.
Ro há algum tempo queria incorporar um homem aos seus encontros, mas em Rosário é difícil, apesar de ser uma das maiores cidades da Argentina, ainda muita gente se conhece e incorporar um homem leva à confusão e aos murmúrios que as incomodam.
Obviamente já sabíamos onde toda essa conversa estava indo, e precisei saber o que elas desejavam, já que nunca tinha estado com duas mulheres que tivessem uma relação totalmente homossexual, não era cuckold clássico, era diferente e, além de que, como bull, o sexo me encanta, não queria estar em conflito. Ro queria estar com um homem, tinha uma necessidade conversada com sua parceira, Nad... queria estar ali ver, sentir, tocar-se e, se sentisse, estar com Ro enquanto tudo acontecia, mas não queria estar com o homem, não sentia atração e obviamente eu respeito isso.
Continuamos a conversa juntos, eu já naquele ponto sabendo que algo estava por vir, Ro em um momento praticamente dançou para nós dois, deliciosa, sugestiva, mas dali eu comi a boca de sua namorada e em voz baixa ela disse: se formos fazer algo, que seja só em privado...
Quando a noite acabou e todos começaram a ir embora, não tivemos uma proposta concreta e, como costuma ser minha política pessoal, não colocaria pressão. Saí procurando a costanera e meu hostel estava perto do monumento à bandeira. Parei ao chegar no monumento e, enquanto tentava encontrar a direção no maps, elas apareceram atrás de mim. Custo para te alcançar, Leonard, quer ser nosso segredo? Disse ro.
Sem mais o que dizer, elas me guiaram e fomos a um prédio a mais ou menos 20 quadras, tomando como referência o monumento à bandeira…
Uma vez que cruzamos a porta, não olhei para ninguém e disse a ele. Tem certeza? Não quero estragar essa beleza que vocês têm. me dê, mas é o que desejamos...
Dito isso, não passou nem um minuto e eu já estava comendo sua boca, a roupa desapareceu tão rápido quanto todas as dúvidas que rondavam minha mente. Ro tinha um sexo deliciosamente úmido que, diante dos ataques da minha língua, não demorou a convulsionar e me presentear com o primeiro orgasmo.
Nad nos observava atentamente, obviamente estava se tocando e cada vez fazia isso menos disfarçadamente, mas sem se despir. Sua mão se perdia dentro da calça enquanto sua deliciosa namorada começava a sentir os prazeres da carne que eu podia dar.
Ro era selvagem, e as marcas de unhas nas minhas costas podiam provar isso. Transamos por um bom tempo até o ponto em que eu estava quase explodindo. Ela me olhou e disse: Acaba dentro de mim, eu preciso disso...
Nesse momento, diminui o ritmo, não queria gozar sem sentir ela terminar com meu pau... Passou um tempo até que um orgasmo e muito líquido envolveram meu sexo, e naquele instante limite, me soltei. Tivemos aquelas convulsões juntas... Ambos ofegantes, como se tivéssemos corrido uma maratão no auge do verão.
Ela não parava de tremer, levei um dedo ao seu sexo ainda em êxtase e, com o mesmo desejo, convidei Roque para se aproximar.
Naquele momento, me afastei na cama e aproveitei para vê-las, enquanto se acariciavam. Roque não demorou a guiar sua mão para dentro da calça de Nad, que se agarrou ao pescoço dele enquanto sucumbia ao prazer que só alguém que te conhece bem pode dar a cada carícia.
Pouco a pouco, Roque começou a despir Nad. Sob suas roupas largas, Nad tinha um físico lindo: quadris largos, seios redondos e muito bem formados, grandes o suficiente para abrir bem as mãos e cobri-los, e firmes o bastante para que a gravidade não levasse a melhor. Quando Roque conseguiu relaxá-la e fazê-la se esquecer de mim, ele se posicionou por cima, começou a tirar a única peça que ainda a protegia e, fora do que minha mente poderia ter imaginado, ela tinha uma buceta delicadamente depilada que, ao abrir as pernas, se revelou com lábios rosados bem marcados e totalmente molhados. Roque soube provocar um orgasmo nela em instantes e me olhou com meu pau apontando para o teto, me convidando a participar.
Roque estava de quatro, saboreando a delícia florida de sua amada. Me posicionei atrás dela e, embora seu sexo delicioso brilhasse de umidade, minha refeição foi outra. No início, ela tentou se fechar, mas foi relaxando à medida que eu estimulava seu clitóris e minha língua começava a explorar aquele bastião que nos enlouquece.
Quando ela relaxou e sabia o que estava por vir, coloquei meu pau na entrada daquele bumbum lindo. Ele só parou de dar prazer à sua garota para dizer: Cuidado, não uso faz tempo.
Custou, meu pau cabeçudo e o som gutural de quando minha cabeça venceu seu esfínter ecoou por todo o quarto, foi tudo devagar mas sem piedade entrava, passava e seguia entrando.
No início foi suave e depois uma mete-saca infernal que se perdia entre os gemidos de Nad, o som de Ro recebendo pau pelo cu e minha respiração naquele ato tão sádicamente delicioso que me deixou o pau como se tivesse tomado viagra no café da manhã.
Foi lindo encher o cu dele, que dava pra ver aberto depois do trabalho, nós três ficamos deitados… Ro ficou no meio, Nad ao lado olhando pro teto em êxtase e eu recuperando o fôlego depois de deixar minha segunda descarga dentro de Ro.
A conversa pós-punheta foi linda entre nós três e aí aconteceu o menos esperado… Ro disse pra Nad. Você faria isso por mim. Sim. respondi ainda com medo...
Dito isso, ele começou uma mamada magistral que no início doeu e depois me deixou a mil... ali passou a fazer o mesmo trabalho no meu pau até que, com os dois prontos, me guiou até sua parceira e, como quem entrega um tesoro preciado, me entregou. Beijos não. Foi a única coisa que a Nad disse.
E como se fosse uma flor imaculada, comecei a pegá-la devagar até que seu corpo reagiu sozinho e a Ro me beijava apaixonadamente e me convidava a saborear aqueles peitos deliciosos.
Na confusão do momento, toda barreira desapareceu, não sei bem como nem quando, mas em um instante estávamos nos beijando os três, uma conferência de línguas e gemidos, a Nad perdeu todo o controle no êxtase enquanto a excitação deixava meu pau bem duro e a bombada se tornava uma só com o movimento dos quadris dela.
De vez em quando a Ro se afastava e observava o momento como uma artista apreciando como se desnuda uma escultura, a Nad beijava, mordia, gemia e lacrimejava. Em alguns momentos tentei desacoplar, mas ela mesma me empurrava para dentro do seu corpo.
Transpirados e excitados, a mudança de ritmo deixava claro que o momento estava chegando e a Ro me olhou e disse: "Enche ela, quero que ela sinta o que eu sinto". Quer, eu disse a ela, olhando em seus olhos cheios de lágrimas. Siiiii, grito, agarrado pela mão da ro que nunca deixou de estar com ela.
Não perdeu uma gota, só ficamos nós três ali abraçados, acabados no êxtase... ro não duvidou com o gozo e fluidos lubrificando o cuzinho da nad... mas não aconteceu nada, havia barreiras que ainda não sei se ela estava pronta para romper e, embora meter em dois cuzinhos ao mesmo tempo tivesse sido mais que a glória... o fato de no dia seguinte tomarmos café da manhã os três juntos, rindo, me deixou a melhor lembrança das belas rosarinas.
Tecnicamente não foi um trio e, além do fato de que no início nad cedeu sua garota, ainda fico pensando na minha cabeça se isso é corno ou não.
Combinamos de seguir nossos caminos e que, se eu voltasse a Rosário e elas estivessem prontas para repetir, faríamos...
Terminado o feriado, terminada a aventura, voltamos para a cidade sempre em busca de um novo casal, aqui, como podem ler nos meus posts e tópicos, um touro de códigos.
Deixo um pouco de mim, nesse caso, por respeito a elas, não há fotos delas...



Att. @leonardkta
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