aqui vai uma parada que minha amiga me contou
Ela é muito tarada.
espero que vocês gostem tanto quanto eu
que depois de me contar isso, eu comi ela
Boa noite, vou me apresentar, sou a Gi, uma garota transexual. Desde criança sempre quis ser assim, foi muito difícil chegar a ser o que sou. Um dia vou contar quanto, mas hoje só quero compartilhar com vocês o que vem rolando comigo há anos. Primeiro, vou me descrever pra vocês terem uma ideia da gostosa que eu sou: uns 1,70 de altura, mais ou menos, isso sim de salto, uma bunda pequena e chamativa, costas largas e o que mais chama a atenção dos caras são meus peitos, 140 de sutiã, operados, claro. Sou muito divertida e adoro sair pra festa à noite nos fins de semana, claro que sempre pego alguém. Costumo fazer isso com as amiguinhas da noite e é assim que me viro, construí minha casinha humilde no fundo da casa da minha mãe, mas isso agora não vem ao caso. Sou muito mulher e feminina, mas quando rola um clima, posso ser bem macho, e o primeiro que descobriu isso foi o Álvaro, um gato que conheci numa balada. Ele tava bobão com meus peitos, e não era pra menos, meus decotes mal cobrem os bicos e sempre soube que isso excita os caras. Naquela noite, a gente dançou e bebeu muito, sempre com as minhas amigas e também com o Álvaro, que, mesmo tendo outros caras dando em cima, logo peguei ele e ele acabou sendo meu sozinho. Já chegando de manhã, depois de passar a noite toda me agarrando na frente de todo mundo, ele me levou pra casa dele. Ele sacou na hora que não seria de graça, logo passei o preço, tenho que viver também, ele entendeu na hora. Entramos e ele só queria ir pros meus peitos.
Ah, não, Álvaro, sem pressa, amor, a gente tem tempo. Por que não toma algo primeiro, bebê?
Álvaro: Sim, claro, claro.
Logo ele trouxe uma cerveja e dois copos. Nessa altura, eu já tava me deixando à vontade, ou seja, já tinha tirado o vestidinho. Ele me deu o copo e a gente sentou pra beber enquanto ele também tirava a roupa.
Álvaro: Que tal a gente ir pro quarto?
Vamos, amor.
Já no quarto, ele se pelou completamente. Trouxe um campari.
Ô, bebê, que pressa é essa, meu céu?
Álvaro — É que minha mulher chega ao meio-dia e eu tô finalmente realizando meu sonho.
E qual é seu sonho, céu? — Ficar com uma mulher como eu, olha, aqui na cama eu sou uma máquina, e falando nisso, não tem algo mais forte? Você não sabe como eu fico de tesão.
Álvaro — Sim, claro, tenho uns baseados, mas primeiro olha como eu tô.
Vai buscar eles e vem, meu amor, que eu cuido de você.
O coitado achava que era um privilegiado com o pau dele, uma decepção total, não devia ter mais de 16 centímetros e ainda por cima fininho, o meu é o dobro em tudo. Trouxe os baseados e a gente se beijou na hora. Ele me deitou de leve na cama e tirou meu sutiã. Vocês tinham que ver como ele se agarrou nos meus peitos, chupava, lambia e apalpava quase com desespero. Deixei ele brincar um pouco com eles e depois chupei o pau dele. Ficava dizendo que o pau dele era uma delícia, ele gozava muito e gemia até gozar, mas não na minha boca, e sim nos meus peitos. Na hora acendeu um baseado e a gente fumou junto.
Então você é casado, amor?
Álvaro — Sim, mas sempre quis experimentar com uma transexual.
Você gosta muito que eu também tenha pau, céu?
Álvaro — Você não sabe como isso me excita, além disso é muito maior que o meu.
Sim, e macio, amor. Quer tocar nele, bebê? Vai, toca nele, céu.
Álvaro — Você tem razão, é muito macio e quentinho. Como ele tá durinho?
A gente já tinha terminado o baseado e eu me deitei de barriga pra cima.
E você não sabe que sabor gostoso que ele tem. Por que não dá uma olhada? Você vai gostar, amor. Vai, chupa ele, não seja mau.
Não precisei insistir muito, logo o Álvaro tava chupando meu pau. No começo ele fez como se tivesse medo, mas depois foi se soltando enquanto eu dizia que ele tava indo muito bem. Mentia, mas tinha que motivar ele, e olha se consegui. Enchi a boca dele e pedi pra ele engolir tudo, prometendo que eu faria o mesmo que ele. Ele tava se entregando e eu não ia desperdiçar. Pedi pra ele ficar de quatro. Quatro, que ia fazer algo que ele ia adorar. Fui por trás dele e chupei a pica dele de novo. Ele tava morrendo de prazer e, antes que gozasse, comecei a chupar o cu dele. Isso fez ele tremer e gemer. Abri bem as bandas e enfiei a língua o mais fundo que pude. Ele tava morrendo de prazer.
"Você gosta, céu? Você gosta, love?"
"Alvaro: Siiim, não para! Continua, continua, continuuua!"
Levantei e encostei minha pica nele.
"Agora sim você vai sentir a minha, céu. Quer que eu meta, love?"
"Alvaro: Siiiiim, mete! Quero ela dentrrooo!"
Não tive piedade. Ele pediu e teve. De uma vez só, meti tudo até o talo. O grito que o novo putinho deu. Não dei tempo pra nada, já comecei a comer ele. Tava rasgando o cu dele e adorando. Alvaro só reclamava da dor e até soltou uma lágrima, o viadinho.
"Tiro, love? Tá doendo muito, bebê? Tiro, céu?"
"Alvaro: Não, não, não! Continua me comendo que depois eu te fodo você!"
"Isso nem pensa, céu."
Destruí o cu dele e enchi de porra. Ele ficou tremendo. Tirei a camisinha e fiz ele chupar ela assim, toda cheia de gozo. Deixei ele chupar minha pica por um bom tempo e depois fomos pro banheiro. Tomamos um banho juntos, ele me pagou e eu fui embora. Ele teve que ficar pra arrumar tudo, não queria que a esposa desconfiasse de nada. Me contou que ela tinha ido passar uns dias com a amiga no litoral. Agora, além de corno, Alvaro já era um putinho lindo e obediente.
Ela é muito tarada.
espero que vocês gostem tanto quanto eu
que depois de me contar isso, eu comi ela
Boa noite, vou me apresentar, sou a Gi, uma garota transexual. Desde criança sempre quis ser assim, foi muito difícil chegar a ser o que sou. Um dia vou contar quanto, mas hoje só quero compartilhar com vocês o que vem rolando comigo há anos. Primeiro, vou me descrever pra vocês terem uma ideia da gostosa que eu sou: uns 1,70 de altura, mais ou menos, isso sim de salto, uma bunda pequena e chamativa, costas largas e o que mais chama a atenção dos caras são meus peitos, 140 de sutiã, operados, claro. Sou muito divertida e adoro sair pra festa à noite nos fins de semana, claro que sempre pego alguém. Costumo fazer isso com as amiguinhas da noite e é assim que me viro, construí minha casinha humilde no fundo da casa da minha mãe, mas isso agora não vem ao caso. Sou muito mulher e feminina, mas quando rola um clima, posso ser bem macho, e o primeiro que descobriu isso foi o Álvaro, um gato que conheci numa balada. Ele tava bobão com meus peitos, e não era pra menos, meus decotes mal cobrem os bicos e sempre soube que isso excita os caras. Naquela noite, a gente dançou e bebeu muito, sempre com as minhas amigas e também com o Álvaro, que, mesmo tendo outros caras dando em cima, logo peguei ele e ele acabou sendo meu sozinho. Já chegando de manhã, depois de passar a noite toda me agarrando na frente de todo mundo, ele me levou pra casa dele. Ele sacou na hora que não seria de graça, logo passei o preço, tenho que viver também, ele entendeu na hora. Entramos e ele só queria ir pros meus peitos.
Ah, não, Álvaro, sem pressa, amor, a gente tem tempo. Por que não toma algo primeiro, bebê?
Álvaro: Sim, claro, claro.
Logo ele trouxe uma cerveja e dois copos. Nessa altura, eu já tava me deixando à vontade, ou seja, já tinha tirado o vestidinho. Ele me deu o copo e a gente sentou pra beber enquanto ele também tirava a roupa.
Álvaro: Que tal a gente ir pro quarto?
Vamos, amor.
Já no quarto, ele se pelou completamente. Trouxe um campari.
Ô, bebê, que pressa é essa, meu céu?
Álvaro — É que minha mulher chega ao meio-dia e eu tô finalmente realizando meu sonho.
E qual é seu sonho, céu? — Ficar com uma mulher como eu, olha, aqui na cama eu sou uma máquina, e falando nisso, não tem algo mais forte? Você não sabe como eu fico de tesão.
Álvaro — Sim, claro, tenho uns baseados, mas primeiro olha como eu tô.
Vai buscar eles e vem, meu amor, que eu cuido de você.
O coitado achava que era um privilegiado com o pau dele, uma decepção total, não devia ter mais de 16 centímetros e ainda por cima fininho, o meu é o dobro em tudo. Trouxe os baseados e a gente se beijou na hora. Ele me deitou de leve na cama e tirou meu sutiã. Vocês tinham que ver como ele se agarrou nos meus peitos, chupava, lambia e apalpava quase com desespero. Deixei ele brincar um pouco com eles e depois chupei o pau dele. Ficava dizendo que o pau dele era uma delícia, ele gozava muito e gemia até gozar, mas não na minha boca, e sim nos meus peitos. Na hora acendeu um baseado e a gente fumou junto.
Então você é casado, amor?
Álvaro — Sim, mas sempre quis experimentar com uma transexual.
Você gosta muito que eu também tenha pau, céu?
Álvaro — Você não sabe como isso me excita, além disso é muito maior que o meu.
Sim, e macio, amor. Quer tocar nele, bebê? Vai, toca nele, céu.
Álvaro — Você tem razão, é muito macio e quentinho. Como ele tá durinho?
A gente já tinha terminado o baseado e eu me deitei de barriga pra cima.
E você não sabe que sabor gostoso que ele tem. Por que não dá uma olhada? Você vai gostar, amor. Vai, chupa ele, não seja mau.
Não precisei insistir muito, logo o Álvaro tava chupando meu pau. No começo ele fez como se tivesse medo, mas depois foi se soltando enquanto eu dizia que ele tava indo muito bem. Mentia, mas tinha que motivar ele, e olha se consegui. Enchi a boca dele e pedi pra ele engolir tudo, prometendo que eu faria o mesmo que ele. Ele tava se entregando e eu não ia desperdiçar. Pedi pra ele ficar de quatro. Quatro, que ia fazer algo que ele ia adorar. Fui por trás dele e chupei a pica dele de novo. Ele tava morrendo de prazer e, antes que gozasse, comecei a chupar o cu dele. Isso fez ele tremer e gemer. Abri bem as bandas e enfiei a língua o mais fundo que pude. Ele tava morrendo de prazer.
"Você gosta, céu? Você gosta, love?"
"Alvaro: Siiim, não para! Continua, continua, continuuua!"
Levantei e encostei minha pica nele.
"Agora sim você vai sentir a minha, céu. Quer que eu meta, love?"
"Alvaro: Siiiiim, mete! Quero ela dentrrooo!"
Não tive piedade. Ele pediu e teve. De uma vez só, meti tudo até o talo. O grito que o novo putinho deu. Não dei tempo pra nada, já comecei a comer ele. Tava rasgando o cu dele e adorando. Alvaro só reclamava da dor e até soltou uma lágrima, o viadinho.
"Tiro, love? Tá doendo muito, bebê? Tiro, céu?"
"Alvaro: Não, não, não! Continua me comendo que depois eu te fodo você!"
"Isso nem pensa, céu."
Destruí o cu dele e enchi de porra. Ele ficou tremendo. Tirei a camisinha e fiz ele chupar ela assim, toda cheia de gozo. Deixei ele chupar minha pica por um bom tempo e depois fomos pro banheiro. Tomamos um banho juntos, ele me pagou e eu fui embora. Ele teve que ficar pra arrumar tudo, não queria que a esposa desconfiasse de nada. Me contou que ela tinha ido passar uns dias com a amiga no litoral. Agora, além de corno, Alvaro já era um putinho lindo e obediente.
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