Me chamo Paco, tenho 40 anos e sou felizmente casado... ou pelo menos era o que eu pensava... Minha esposa tem 39. Ela é alta, loira, muito gostosa. Tem peitos pequenos, mas uma bunda atraente, com nádegas grandes e duras. Estamos casados há alguns anos, e nossa vida sexual, eu considerava satisfatória para ambos. Também temos uma filha de 16 anos, que é a cara da mãe, loira, atraente, embora com peitos um pouco maiores que os da mãe. Moramos numa área residencial nos arredores da cidade.
É um prédio com área verde e piscina. Quem cuida da manutenção é o Antônio. Esse cara tem uns 60 anos, nada atraente, na verdade é bem desagradável. Ele olha com tesão pra todas as mulheres do prédio, sem nenhum pudor. Embora nunca faça nenhum comentário, imagino que seja por medo de ser mandado embora. De qualquer forma, o jeito dele me causa uma repulsa mais do que notória.
A casa que ocupamos é de construção moderna, na verdade, faz só dois anos que nos mudamos pra cá. Apesar de ser cara, logo descobrimos uma série de defeitos, que notificamos à construtora. Ela, prontamente, se ofereceu pra consertar tudo sem custo nenhum pra gente, mas, pela natureza dos problemas, os reparos iam levar um tempo. Então nos resignamos, embora satisfeitos por saber que nossa casa ia ficar em perfeito estado.
No entanto, o que menos me agradava era saber que o Antônio, nosso porteiro, ia ser o encarregado de fazer a maior parte dos reparos. Não estava nem um pouco a fim de vê-lo rondando minha casa, principalmente na presença de duas belezas como minha esposa e minha filha.
Quando as obras começaram, era mês de junho. No prédio onde moramos tem piscina, então é super normal que quase todos os vizinhos fiquem à vontade de sunga ou biquíni a maior parte do tempo. Obviamente, tanto minha esposa quanto minha filha faziam o mesmo. Principalmente essa última, que sem Nenhum recato, ela exibia seus minúsculos biquínis. O que não passava despercebido para o velho tarado do Antônio, que, cheio de luxúria, não perdia chance de admirar o corpão soberbo que minha filha mostrava. A mesma coisa acontecia com minha esposa, a quem eu repreendi. — Qual é, cara — ela me dizia —, se esse velho já está cansado de nos ver todas de biquíni na piscina. Um sábado, depois do almoço, acabei dormindo na sala. Só estávamos em casa eu, minha mulher, o Antônio, que fazia os serviços dele, e eu. Minha filha, por sua vez, estava na piscina. Sem ter pegado no sono direito, bateu vontade de mijar, então fui ao banheiro. Esse cômodo tem uma janelinha que dá para o lavandouro, onde naquele momento estava minha esposa. Ela usava um biquíni bem justinho e um pareô. Na hora, ela estava no chão de quatro, esfregando umas manchas de tinta que tinha ali. Naquela posição e mesmo com o pareô, a bunda majestosa dela estava toda empinada e no maior esplendor. A verdade é que ela tinha uma bunda mais que gostosa. De repente, notei que o Antônio estava a poucos metros dela, admirando aquele par de nádegas lindo enquanto, cheio de safadeza, se massageava o pau por cima do macacão de trabalho... Naquele momento, fiquei indignado... mas o que aconteceu depois me deixou completamente alucinado. O Antônio, na hora, se aproximou da minha mulher por trás, que, alheia à presença dele, continuava com seus afazeres. Sem mais nem menos, aquele velho nojento se ajoelhou atrás da minha mulher e começou a se esfregar contra aquela bunda soberba, com a intenção mais do que clara de se esfregar nela. Eu estava mais que puto, pensei na hora em ir até a cozinha e dar umas porradas naquele velho filho da puta. No entanto... — O que você está fazendo??? — disse minha amantíssima esposa num sussurro — não vê que meu marido está no quarto ao lado? Fiquei perplexo enquanto meu coração batia a mil por hora, porque minha mulherzinha mal fez menção de se afastar daquele cara, que, segurando-a pela... A cintura dela se esfregava nela. —Vem, putinha —ele dizia—, deixa eu meter, tô a tarde inteira de pau duro olhando pra essa rabuda enorme que tu tem. Eu ainda tinha esperança de que minha mulher fosse se levantar e dar um tapa na cara daquele tarado. Mas como eu estava enganado quando ouvi o que minha esposa disse em seguida. —Tá bom, mas uma coisa rápida —ela falou, pra meu total espanto— e pelo cu, pra não correr risco do meu marido querer brincadeira hoje à noite. Eu não sabia o que fazer... se chorar, se matar os dois... não reconhecia aquela mulher como a que tinha casado comigo. Aquela que raramente me deixava comer ela naquela posição porque dizia que só puta fazia assim... e que nunca tinha deixado eu meter no cu dela. No entanto, ali estava ela, se entregando praquele velho nojento. Sem nenhum atrativo... ou pelo menos era o que eu achava... O velho se afastou um pouco, sem dúvida pra tirar o pau, enquanto minha mulherzinha levantava o pareô e puxava o biquíni pra deixar o caminho livre... e naquele momento eu vi algo que não acreditava que pudesse existir. O velho tinha tirado o pau... e aí eu entendi o atrativo dele... aquilo não era um pau.. era uma monstruosidade, quase grosseira... o que aquele cara tinha entre as pernas devia passar dos 38 cm de comprimento, e de uma grossura tão grande que ele não conseguia fechar a mão em volta... e o pior é que ia enfiar na minha mulherzinha pelo cu!!!!!!. Ela, por sua vez, sem largar a postura submissa, olhava praquela maravilha da natureza, mordendo o lábio inferior, desejosa, safada, enquanto o velho lentamente batia uma pra ela. —Vem —ela disse, dando um tapinha na própria bunda—, mete logo. Naquele momento, o velho colocou o pauzão no buraquinho anal da minha esposa, e empurrando começou a meter devagar, enquanto minha mulher, olhando pra frente, mordia o lábio inferior, com um sorrisinho safado, enquanto os olhos dela reviravam pra cima até as pupilas sumirem, ficando só o branco. Eu estava Paralisado, indignado... me sentia humilhado, enganado... mas terrivelmente excitado!!!!!.. via alucinado como aquele tremendo embolo de carne ia entrando no cu da minha esposa, até ficar alojado por inteiro lá dentro. -Assiiiiiiiiim!!!!!... ohhhhhh!!!!!!... que gostoooooo!!!!!!- exclamou minha esposa ao sentir que aquele cacete estava inteiro dentro. -Toma, pica, Vadia!!!!- disse o velho, metendo nela enquanto amassava suas bundas generosas. Não acreditava no que via.. me sentia confuso.. atordoado... minha esposa, que eu adorava.. tão recatada... estava sendo fodida como uma puta vulgar.. e eu, sem conseguir evitar, tinha uma ereção de campeão. Milhares de perguntas vieram à minha mente: desde quando o velho comia minha esposa... e principalmente, desde quando ela tinha deixado de ser virgem por trás, já que para aguentar aquela berinjela enorme, o cu dela tinha que estar bem treinado. Com uma mistura doentia de ciúmes e tesão, continuei observando a cena enquanto, sem conseguir evitar, liberei minha pica e comecei a me masturbar, enquanto eles seguiam na deles, alheios que eu pudesse pegá-los. O velho metia devagar, embora ritmado, fazendo minha esposa sentir cada cm de carne grossa. -Tá gostando, gostosa?- ele dizia lascivamente enquanto massageava suas bundas generosas -que puta que você é, deixando dar o cu com seu marido do lado... Isso enlouquecia minha esposa, ser tratada como uma puta vulgar, isso transparecia em seu rosto luxurioso, com os olhos revirados e passando a língua lascivamente pelos lábios... expressão muito diferente da que ela fazia quando transava comigo... -Siiiiim... isso sim é uma pica, não a do meu marido!!!!- dizia minha esposa completamente alucinada pelo vício. Pra mim já tanto fazia. Aqueles comentários, longe de me incomodar, me excitavam ainda mais. Parecia que aquilo que eu via era o que sempre desejei contemplar. Enquanto Antonio continuava com seu vai-e-vem, enérgico, e minha esposa aproveitava. Conforme a foda continuava, ele O rosto da minha esposa começou a congestionar, a língua dela dançava lasciva entre os lábios e os olhos dela ficavam mais tempo do que o normal virados pra cima. — Siiiiim... siiiiiim... já... tô gozandooooooo!!!!! — gemeu. Então, gemendo forte, com os olhos virados, ela gozou. — Isso, foxy — ele dizia pra ela — goza pelo cu, igual uma puta!!!!! — Ohhhhhh!!!!!... que gostosoooooo!!!!! — ela terminou gemendo. Aí eu descobri outra das habilidades da minha super esposa putinha: gozar pelo cu... sem nem sequer massagear a bucetinha dela.... fiquei pasmo. Depois do orgasmo dela, minha mulher continuou com o cu bem oferecido, enquanto o Antonio continuava metendo nela. — Vai, machão — ela incentivava ele — se satisfaz com o meu cu.... Aí ele respondia enfiando o pau com mais vigor, até que finalmente ficou parado com o picaço todo dentro do cu da minha mulherzinha, que iluminou o rosto com um sorriso de prazer. — Toma, porra gostosa!!!!! — ele dizia, sem dúvida cuspindo porra. — Mmmmmmm... que quantidade!!!!! — ela dizia, rebolando gostosamente aquele rabão generoso. O espetáculo chegou ao fim... pelo menos por enquanto...
É um prédio com área verde e piscina. Quem cuida da manutenção é o Antônio. Esse cara tem uns 60 anos, nada atraente, na verdade é bem desagradável. Ele olha com tesão pra todas as mulheres do prédio, sem nenhum pudor. Embora nunca faça nenhum comentário, imagino que seja por medo de ser mandado embora. De qualquer forma, o jeito dele me causa uma repulsa mais do que notória.
A casa que ocupamos é de construção moderna, na verdade, faz só dois anos que nos mudamos pra cá. Apesar de ser cara, logo descobrimos uma série de defeitos, que notificamos à construtora. Ela, prontamente, se ofereceu pra consertar tudo sem custo nenhum pra gente, mas, pela natureza dos problemas, os reparos iam levar um tempo. Então nos resignamos, embora satisfeitos por saber que nossa casa ia ficar em perfeito estado.
No entanto, o que menos me agradava era saber que o Antônio, nosso porteiro, ia ser o encarregado de fazer a maior parte dos reparos. Não estava nem um pouco a fim de vê-lo rondando minha casa, principalmente na presença de duas belezas como minha esposa e minha filha.
Quando as obras começaram, era mês de junho. No prédio onde moramos tem piscina, então é super normal que quase todos os vizinhos fiquem à vontade de sunga ou biquíni a maior parte do tempo. Obviamente, tanto minha esposa quanto minha filha faziam o mesmo. Principalmente essa última, que sem Nenhum recato, ela exibia seus minúsculos biquínis. O que não passava despercebido para o velho tarado do Antônio, que, cheio de luxúria, não perdia chance de admirar o corpão soberbo que minha filha mostrava. A mesma coisa acontecia com minha esposa, a quem eu repreendi. — Qual é, cara — ela me dizia —, se esse velho já está cansado de nos ver todas de biquíni na piscina. Um sábado, depois do almoço, acabei dormindo na sala. Só estávamos em casa eu, minha mulher, o Antônio, que fazia os serviços dele, e eu. Minha filha, por sua vez, estava na piscina. Sem ter pegado no sono direito, bateu vontade de mijar, então fui ao banheiro. Esse cômodo tem uma janelinha que dá para o lavandouro, onde naquele momento estava minha esposa. Ela usava um biquíni bem justinho e um pareô. Na hora, ela estava no chão de quatro, esfregando umas manchas de tinta que tinha ali. Naquela posição e mesmo com o pareô, a bunda majestosa dela estava toda empinada e no maior esplendor. A verdade é que ela tinha uma bunda mais que gostosa. De repente, notei que o Antônio estava a poucos metros dela, admirando aquele par de nádegas lindo enquanto, cheio de safadeza, se massageava o pau por cima do macacão de trabalho... Naquele momento, fiquei indignado... mas o que aconteceu depois me deixou completamente alucinado. O Antônio, na hora, se aproximou da minha mulher por trás, que, alheia à presença dele, continuava com seus afazeres. Sem mais nem menos, aquele velho nojento se ajoelhou atrás da minha mulher e começou a se esfregar contra aquela bunda soberba, com a intenção mais do que clara de se esfregar nela. Eu estava mais que puto, pensei na hora em ir até a cozinha e dar umas porradas naquele velho filho da puta. No entanto... — O que você está fazendo??? — disse minha amantíssima esposa num sussurro — não vê que meu marido está no quarto ao lado? Fiquei perplexo enquanto meu coração batia a mil por hora, porque minha mulherzinha mal fez menção de se afastar daquele cara, que, segurando-a pela... A cintura dela se esfregava nela. —Vem, putinha —ele dizia—, deixa eu meter, tô a tarde inteira de pau duro olhando pra essa rabuda enorme que tu tem. Eu ainda tinha esperança de que minha mulher fosse se levantar e dar um tapa na cara daquele tarado. Mas como eu estava enganado quando ouvi o que minha esposa disse em seguida. —Tá bom, mas uma coisa rápida —ela falou, pra meu total espanto— e pelo cu, pra não correr risco do meu marido querer brincadeira hoje à noite. Eu não sabia o que fazer... se chorar, se matar os dois... não reconhecia aquela mulher como a que tinha casado comigo. Aquela que raramente me deixava comer ela naquela posição porque dizia que só puta fazia assim... e que nunca tinha deixado eu meter no cu dela. No entanto, ali estava ela, se entregando praquele velho nojento. Sem nenhum atrativo... ou pelo menos era o que eu achava... O velho se afastou um pouco, sem dúvida pra tirar o pau, enquanto minha mulherzinha levantava o pareô e puxava o biquíni pra deixar o caminho livre... e naquele momento eu vi algo que não acreditava que pudesse existir. O velho tinha tirado o pau... e aí eu entendi o atrativo dele... aquilo não era um pau.. era uma monstruosidade, quase grosseira... o que aquele cara tinha entre as pernas devia passar dos 38 cm de comprimento, e de uma grossura tão grande que ele não conseguia fechar a mão em volta... e o pior é que ia enfiar na minha mulherzinha pelo cu!!!!!!. Ela, por sua vez, sem largar a postura submissa, olhava praquela maravilha da natureza, mordendo o lábio inferior, desejosa, safada, enquanto o velho lentamente batia uma pra ela. —Vem —ela disse, dando um tapinha na própria bunda—, mete logo. Naquele momento, o velho colocou o pauzão no buraquinho anal da minha esposa, e empurrando começou a meter devagar, enquanto minha mulher, olhando pra frente, mordia o lábio inferior, com um sorrisinho safado, enquanto os olhos dela reviravam pra cima até as pupilas sumirem, ficando só o branco. Eu estava Paralisado, indignado... me sentia humilhado, enganado... mas terrivelmente excitado!!!!!.. via alucinado como aquele tremendo embolo de carne ia entrando no cu da minha esposa, até ficar alojado por inteiro lá dentro. -Assiiiiiiiiim!!!!!... ohhhhhh!!!!!!... que gostoooooo!!!!!!- exclamou minha esposa ao sentir que aquele cacete estava inteiro dentro. -Toma, pica, Vadia!!!!- disse o velho, metendo nela enquanto amassava suas bundas generosas. Não acreditava no que via.. me sentia confuso.. atordoado... minha esposa, que eu adorava.. tão recatada... estava sendo fodida como uma puta vulgar.. e eu, sem conseguir evitar, tinha uma ereção de campeão. Milhares de perguntas vieram à minha mente: desde quando o velho comia minha esposa... e principalmente, desde quando ela tinha deixado de ser virgem por trás, já que para aguentar aquela berinjela enorme, o cu dela tinha que estar bem treinado. Com uma mistura doentia de ciúmes e tesão, continuei observando a cena enquanto, sem conseguir evitar, liberei minha pica e comecei a me masturbar, enquanto eles seguiam na deles, alheios que eu pudesse pegá-los. O velho metia devagar, embora ritmado, fazendo minha esposa sentir cada cm de carne grossa. -Tá gostando, gostosa?- ele dizia lascivamente enquanto massageava suas bundas generosas -que puta que você é, deixando dar o cu com seu marido do lado... Isso enlouquecia minha esposa, ser tratada como uma puta vulgar, isso transparecia em seu rosto luxurioso, com os olhos revirados e passando a língua lascivamente pelos lábios... expressão muito diferente da que ela fazia quando transava comigo... -Siiiiim... isso sim é uma pica, não a do meu marido!!!!- dizia minha esposa completamente alucinada pelo vício. Pra mim já tanto fazia. Aqueles comentários, longe de me incomodar, me excitavam ainda mais. Parecia que aquilo que eu via era o que sempre desejei contemplar. Enquanto Antonio continuava com seu vai-e-vem, enérgico, e minha esposa aproveitava. Conforme a foda continuava, ele O rosto da minha esposa começou a congestionar, a língua dela dançava lasciva entre os lábios e os olhos dela ficavam mais tempo do que o normal virados pra cima. — Siiiiim... siiiiiim... já... tô gozandooooooo!!!!! — gemeu. Então, gemendo forte, com os olhos virados, ela gozou. — Isso, foxy — ele dizia pra ela — goza pelo cu, igual uma puta!!!!! — Ohhhhhh!!!!!... que gostosoooooo!!!!! — ela terminou gemendo. Aí eu descobri outra das habilidades da minha super esposa putinha: gozar pelo cu... sem nem sequer massagear a bucetinha dela.... fiquei pasmo. Depois do orgasmo dela, minha mulher continuou com o cu bem oferecido, enquanto o Antonio continuava metendo nela. — Vai, machão — ela incentivava ele — se satisfaz com o meu cu.... Aí ele respondia enfiando o pau com mais vigor, até que finalmente ficou parado com o picaço todo dentro do cu da minha mulherzinha, que iluminou o rosto com um sorriso de prazer. — Toma, porra gostosa!!!!! — ele dizia, sem dúvida cuspindo porra. — Mmmmmmm... que quantidade!!!!! — ela dizia, rebolando gostosamente aquele rabão generoso. O espetáculo chegou ao fim... pelo menos por enquanto...
0 comentários - Esposa gostosa do porteiro