Vida Dupla #4 O Dia Em Que Fui Traído: Num casamento feliz como o meu, nem tudo são flores. Às vezes a gente precisa fingir que não vê pra continuar se divertindo. Com minha esposa tivemos dois filhos (Gabriela e Leonardo), já crescidos e universitários. Amamos ficar juntos e compartilhar bons momentos. Principalmente churrascos no clube ou algum passeio de pesca. Como acredito que o ser humano não é perfeito, os casais também não são. E, menos ainda eu, que sou um fraco moral e promíscuo. Numa tarde de primavera, quando ainda morávamos em Flores, voltei cedo do escritório por causa de uma queda bem grave no sistema elétrico. A fábrica de Alarmes, por um princípio de incêndio, parou a produção e mandaram todo mundo pra casa. Ao chegar no prédio, vi que também não tinha luz. Os cortes de energia estavam me perseguindo. Muito a contragosto, tive que subir cinco andares pela escada. Quando cheguei na porta do meu apartamento, ouvi atrás da porta os gemidos inconfundíveis da minha mulher. Não tinha dúvida de que estavam comendo ela, e pelos sons, com bastante força. Reconheço que senti muita dor, e um mal-estar na boca do estômago apareceu. Desanimado, fui pras escadas e esperei terminar. Passaram mais de duas horas, até que ouvi uma vizinha passar pela minha casa: conversas, risadas e silêncio. Foi só isso. Não quis nem ver, muito menos saber quem poderia ser o amante da minha esposa. Será que ela tinha saído quando a vizinha chegou? Não sei. Naquela noite a gente transou, e ela, sem perceber, ainda estava soltando pelos buracos o sêmen de outro homem. Nossas vidas seguiram normalmente. E o irônico é que parecíamos mais felizes do que antes. Saber a verdade e aceitá-la não é tão difícil quanto parece. A sensação é muito boa, tipo uma libertação. A gente fica mais leve e com mais energia. No fim, a utopia não existe. Às vezes a curiosidade me dominava e eu tentava deduzir quem poderia ser: no primeiro que pensei... Pensei que era o filho do porteiro. Um jovem que olhava pra minha mulher com muito tesão.
O segundo. Talvez, algum amigo do meu filho ou filha. Eu pensava que teria que ser bem novo pelo que tinha ouvido naquele dia e pela quantidade enorme de porra que minha esposa largava depois do ato. Por outro lado, achei muito estranho minha mulher meter qualquer um na nossa cama, a menos que tivesse muita confiança. Ainda mais sabendo que no quarto guardamos nossas economias. E, por último, desconfiava do nosso filho. Talvez alguma relação incestuosa pelas minhas costas.
Por mais que eu virasse o assunto na cabeça, era quase impossível saber de quem se tratava. A única coisa que podia fazer era colocar algum tipo de câmera escondida. Ou... perguntar diretamente.
Enquanto decidia o que fazer, comecei a procurar detalhes pra saber o dia e a hora do ato. O incrível era que minha esposa não dava sinais de ser infiel (pesquisei um artigo sobre isso na internet): não tinha se inscrito numa academia, comia pra engordar, não comprava calcinha nova e nem se depilava... estranho. Não tinha intenção de agradar o sexo oposto.
A única pista de confirmação que encontrava eram gotas de porra em vários lugares da casa. Às vezes na cozinha, outras no tanque, e o mais bizarro, até jatos de esperma debaixo da cama. Descobri que às quintas-feiras, à noite, antes de tomar banho, ela deixava a calcinha com gotas de porra no cesto de roupa suja. Não tinha dúvida que aquele era o dia: só faltava saber a hora...
Na quinta seguinte, voltei pra casa exatamente na mesma hora do outro dia. E, embora desejasse não passar pela mesma coisa, a situação se repetiu. Mas dessa vez mais escandalosa e dolorosa. Ouvi meu cachorro Pancho uivando trancado na cozinha... Talvez preocupado com a dona...
Não esperei eles terminarem. Fui pro bar da esquina planejar meu próximo passo. Precisava de provas concretas em caso de um possível divórcio. Pelo Mercado Livre, consegui um par. de micro câmeras, o mais legal era que estavam camufladas dentro de um ursinho de pelúcia médio: dei de presente pra minha esposa, que se apaixonou à primeira vista. Ela mesma colocou ele na mesinha de cabeceira. — Posição melhor, impossível — pensei. Durante a semana, eu me deliciava com a ideia de filmá-los no flagra. Devo ser masoquista, porque naquela manhã acordei feliz. Trabalhei super animado, até a hora do encontro. Me tranquei no carro e conectei meu celular com as câmeras do quarto. Por via das dúvidas, abaixei as calças até os joelhos e preparei uns lenços de papel caso precisasse me masturbar. 15:07: pra ser exato, ouço a campainha tocar, em seguida os passos da minha mulher, a porta abrindo e um murmúrio entre duas mulheres (suponho que seja minha vizinha). 15:21: vejo minha mulher passando na frente da câmera, com o torso nu e só de calcinha. 15:25: aparece na tela um focinho preto enorme cheirando e embaçando as câmeras escondidas. Quando ele se afastou, pude ver um Bulldog Inglês grande, de 30 kg... Eu conhecia ele, era o mascote da vizinha do 2º "B". 15:27: na tela aparece o perfil da minha mulher, meia-costas e com os peitos balançando. 15:35: já não tinha mais dúvidas, ela tinha incentivado o cachorro a montar nela. 15:46: depois de muitas lambidas na buceta dela, o bicho subiu e enfiou aquele osso enorme. Os gritos da minha mulher me excitaram e eu me fiz uma bela "autossatisfação". Minha mulher, não satisfeita com a penetração, deitou o cachorro de barriga pra cima e chupou o pau dele até os dois dormirem. Tudo tinha ficado claro pra mim. Ela também tinha uma vida dupla. Ela ficava excitada com cachorros, e eu, com os donos deles. Gabriel R. (Gay) Buenos Aires.
O segundo. Talvez, algum amigo do meu filho ou filha. Eu pensava que teria que ser bem novo pelo que tinha ouvido naquele dia e pela quantidade enorme de porra que minha esposa largava depois do ato. Por outro lado, achei muito estranho minha mulher meter qualquer um na nossa cama, a menos que tivesse muita confiança. Ainda mais sabendo que no quarto guardamos nossas economias. E, por último, desconfiava do nosso filho. Talvez alguma relação incestuosa pelas minhas costas.
Por mais que eu virasse o assunto na cabeça, era quase impossível saber de quem se tratava. A única coisa que podia fazer era colocar algum tipo de câmera escondida. Ou... perguntar diretamente.
Enquanto decidia o que fazer, comecei a procurar detalhes pra saber o dia e a hora do ato. O incrível era que minha esposa não dava sinais de ser infiel (pesquisei um artigo sobre isso na internet): não tinha se inscrito numa academia, comia pra engordar, não comprava calcinha nova e nem se depilava... estranho. Não tinha intenção de agradar o sexo oposto.
A única pista de confirmação que encontrava eram gotas de porra em vários lugares da casa. Às vezes na cozinha, outras no tanque, e o mais bizarro, até jatos de esperma debaixo da cama. Descobri que às quintas-feiras, à noite, antes de tomar banho, ela deixava a calcinha com gotas de porra no cesto de roupa suja. Não tinha dúvida que aquele era o dia: só faltava saber a hora...
Na quinta seguinte, voltei pra casa exatamente na mesma hora do outro dia. E, embora desejasse não passar pela mesma coisa, a situação se repetiu. Mas dessa vez mais escandalosa e dolorosa. Ouvi meu cachorro Pancho uivando trancado na cozinha... Talvez preocupado com a dona...
Não esperei eles terminarem. Fui pro bar da esquina planejar meu próximo passo. Precisava de provas concretas em caso de um possível divórcio. Pelo Mercado Livre, consegui um par. de micro câmeras, o mais legal era que estavam camufladas dentro de um ursinho de pelúcia médio: dei de presente pra minha esposa, que se apaixonou à primeira vista. Ela mesma colocou ele na mesinha de cabeceira. — Posição melhor, impossível — pensei. Durante a semana, eu me deliciava com a ideia de filmá-los no flagra. Devo ser masoquista, porque naquela manhã acordei feliz. Trabalhei super animado, até a hora do encontro. Me tranquei no carro e conectei meu celular com as câmeras do quarto. Por via das dúvidas, abaixei as calças até os joelhos e preparei uns lenços de papel caso precisasse me masturbar. 15:07: pra ser exato, ouço a campainha tocar, em seguida os passos da minha mulher, a porta abrindo e um murmúrio entre duas mulheres (suponho que seja minha vizinha). 15:21: vejo minha mulher passando na frente da câmera, com o torso nu e só de calcinha. 15:25: aparece na tela um focinho preto enorme cheirando e embaçando as câmeras escondidas. Quando ele se afastou, pude ver um Bulldog Inglês grande, de 30 kg... Eu conhecia ele, era o mascote da vizinha do 2º "B". 15:27: na tela aparece o perfil da minha mulher, meia-costas e com os peitos balançando. 15:35: já não tinha mais dúvidas, ela tinha incentivado o cachorro a montar nela. 15:46: depois de muitas lambidas na buceta dela, o bicho subiu e enfiou aquele osso enorme. Os gritos da minha mulher me excitaram e eu me fiz uma bela "autossatisfação". Minha mulher, não satisfeita com a penetração, deitou o cachorro de barriga pra cima e chupou o pau dele até os dois dormirem. Tudo tinha ficado claro pra mim. Ela também tinha uma vida dupla. Ela ficava excitada com cachorros, e eu, com os donos deles. Gabriel R. (Gay) Buenos Aires.
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