Minha sobrinha e a melhor amiga dela 2EsclarecimentoO relato não é meu, mas eu amei e achei a história muito boa.
Faltava pouco mais de uma hora pra minha cunhada chegar e não tinha nenhum vestígio do que tinha rolado. A gente limpou e guardou tudo, e as minhas esposas espalharam os perfumes delas pela sala e no corredor da entrada. Elas foram pra cama me provocando pra ir junto com mil posições, e eu consegui me segurar. Continuaram conversando e rindo até eu dormir, e aí minha cunhada me acordou quando chegou, falando que eu podia ir pra casa e voltar só à tarde. Me levantei e sentei, olhei as horas, e a coitada da minha cunhada ficou me encarando de boca aberta a trepada matinal que eu tava.
Não sei o que tem, é mais uma, não é gorda, tem uma bunda bonita, pouca peito, e também não é feia. Mas não me excita. Me fiz de bobo e levantei pra cozinha com ela atrás. Entramos e ela me serviu um café. Meu pau não baixava, e me fazendo de bobo, falei:
-Descansa tranquila que vou levá-las pra passar o dia fora e depois pra minha casa, amanhã à tarde eu trago elas de volta.
— Sério! Valeu, cara! Não dá pra dormir com essas duas em casa. E não deixo elas saírem porque tão com os hormônios à flor da pele. — ele me explicou.
—Já sei, vocês são um par de frangas — falei, e nós dois rimos.
— Vocês se comportaram direito? — pergunto preocupada.
Sim, sim, na dela com os deveres, e eu de boa, não se preocupa" — falei com meu pau dizendo que sim, morrendo de rir, enquanto abaixava a emenda.
—Você fica de Rodríguez, dorme tranquila e à tarde liga pro seu “amigo com benefícios” e alivia o estresse. — falei pra ela.
Rimos os dois e ela me disse:
—É, isso que eu queria. Mas não tenho tempo de conhecer ninguém, cara. Trampo, casa e a menina, e tudo de novo — ela confessou, meio sem graça, vendo que meu pau já tava de boa.
—Pois baixa um aplicativo desses e em 15 minutos tu tem uma bunda na porta, mulher, falei olhando ela de cima a baixo.
É a verdade, quase qualquer mina tem muita facilidade pra fuder hoje em dia com esses aplicativos de celular.
-Que nada, que nada. Não posso trazê-los pra casa e se for no carro é um saco, e pagar pensão já é mais uma despesa. - ela me explicou, agoniada.
-Porra, tia, então tu tá mal mesmo. E alguma amiga que te passe o número de algum "amigão da rola"?
—Qual nada, já tentei e deu tudo errado — ela me disse.
—Eu é que não posso, tua sogra me mata — falei pra ela.
E vamos começar a rir nós dois.
- Kkkkk! Tu é doido, Pender - ela me disse, implorando com os olhos pra eu fazer.
Mas não me excita, e já tinha a filha dela e a amiga pra mim o dia inteiro, e a noite toda. Mas eu consideraria ela pra uma trepada de consolo, coitada, se continuasse reclamando de falta de pica.
- E o que a minha sogra tem a ver com a sua vida sexual? Ela não sabe que a Noemi te dá carta branca? - ela me perguntou, intrigada.
— Sei lá, deve ser pra não misturar o sangue — falei dando gargalhada pra disfarçar.
- hahaha! Deve ser por isso - ela me disse rindo.
Eu continuei com meu café e meu cigarro, e vi que ela não queria sair da cozinha sem gastar todas as balas. E a culpa era minha por ter comentado aquela parada de aproveitar pra foder, e deixar ela ver minha brocha sem fazer nenhum comentário ou ir pro banheiro.
—Bom, se eu não achar um otário pra me foder, te aviso, beleza, morenão? —ela disse se aproximando e passando a mão no meu abdômen.
Olhei nos olhos dela e ela me olhava suplicante, peguei ela pelo braço, virei ela e comecei a passar a mão na bunda e num peito dela, falando no ouvido:
—Vamos ver, mas não quero enrolação nem frescura de adolescente — soltei a bunda dela e peguei a outra, fazendo o mesmo com os peitos dela, como se estivesse conferindo a mercadoria.
— Claro, sim, sim, Pender. Não sou nenhuma novinha — ela me disse, virando-se para me beijar e me abraçar.
Afastei ela, e fui eu mesmo acordar as garotas.
Pelo menos já tem material pra punheta, pensei ao escapar.
Cheguei no quarto e as putinhas estavam dormindo, pareciam cansadas. E iam ficar mais cansadas ainda.
Acendi a luz com um forte "bom dia, gostosas", e falei que, se quisessem ir fazer compras e passar até amanhã na minha casa, tinham 20 minutos pra estar no meu carro.
Elas pularam como molas, gritando de alegria e catando as coisas delas, tropeçando umas nas outras. Quase chegaram no estacionamento antes de mim. Não sei se se despediram da minha cunhada.
Entraram no carro e me beijaram dando bom dia, sorridentes, e antes de dar a partida, afastando a mão da minha sobrinha que já mexia no rádio, eu disse:
—Dirigindo, nada de passar a mão, se comportem direito e não arrumem confusão com ninguém, que vocês são um perigo.
As duas riram e me disseram que seriam boazinhas.
Elas estavam vestidas praticamente iguais, short jeans curto mostrando metade da bunda de fora e tops sem sutiã. Dessa vez a Sonia também não tava usando e dava pra ver as tetinhas dela durinhas e os bicos bem clarinhos.
-Muito melhor com as gêmeas soltas, né, Sônia?
Ela me olhou sem saber do que eu estava falando, e minha sobrinha, rindo e beliscando um peito dela, disse:
— Sua putinha kkkk!
- Ah, tá! hahaha! – rio ao me entender.
Olhei pra elas se masturbando, ela me olhou pelo retrovisor e disse:
—Pois é, mas quando minha mãe me ver, ela vai me matar.
Rimos todos e saímos rumo ao odiado centro de Barcelona.
Chegamos num estacionamento, e elas já me perguntavam quanto podiam gastar. A Sonia dizia pra minha sobrinha que ia guardar a roupa nova na casa dela, e eu olhava pra elas sorrindo. Que par de novinhas gostosas, pensei.
—Sei lá, um look da moda e algum vestido bonito. Vocês tão todas iguais — falei, apontando ao redor e confirmando.
Riram e entraram na primeira loja. Entrei, e as duas começaram a me chamar, pra eu ver essa ou aquela peça de roupa.
- Tito, olha isso! Dizia uma. Tito, essa eu vou ficar! Dizia a outra.
A balconista teve pena de mim e disse pra elas irem pegando e experimentando. Me acompanhou até na frente dos provadores e eu sentei, agradecendo.
Claro que me tentavam e me chamavam fazendo gestos dos seus vestiários, só de calcinha. Só eu via elas, já que não tinha quase ninguém. Eu negava com a cabeça e suspirava. Quem nunca teve um sonho erótico num vestiário? Mas era impossível.
Experimentaram três ou quatro peças e no final eu falei pra elas:
—Peguem todas e deixem a maioria na minha casa. Mas, por favor, vamos embora agora — supliquei.
E rindo, foram até o caixa com sua nova ladyboy.
A caixa, animada com a venda, perguntou:
- De quem é o aniversário?
—Das duas —disse minha sobrinha.
—Bom, foi ontem, mas a gente comemora hoje — disse Sônia, e as duas riram cúmplices.
—Tá bom —respondi a caixa enquanto passava as roupas e tirava a trava.
Saímos e falei pra elas:
—E agora vamos pegar uns vestidos igual ao daquela gata — falei pra elas, olhando pra uma gostosa que passou me encarando, agradecida pelo elogio.
- Vale, é bonitinha - disse a Sônia.
E apressaram o passo e entraram em outra loja.
—Vou ficar fora, bruxas. Quando vocês estiverem prontas, me mandem uma mensagem — falei pra elas.
Sentei lá fora e acendi um cigarro, via elas pelo vidro rodando e se chamando uma pra outra. Dei uma olhada no celular e depois de um tempo minha sobrinha me deu um toque.
Entrei, paguei e me despedi de outra vendedora satisfeita.
Almoçamos entre risadas e fomos pro estacionamento. Quando entramos no elevador, elas se jogaram em cima de mim feito umas lobas. A Sônia me beijou na boca, e minha sobrinha ficou me beijando o pescoço. As duas com as mãos debaixo da minha camiseta, e eu com uma bunda em cada mão. O elevador parou e dois casais de velhos estavam esperando do lado de fora, ficaram escandalizados. Bom, as mulheres, os homens não perdiam nenhum detalhe das gazelas jovens. Demos bom dia pra eles e saímos rindo, indo pegar o carro.
Assim que entro, minha sobrinha pula em cima de mim e, pegando no meu pacote, fala:
- Podemos te agradecer rapidinho?
Ela passava a mão no meu pau e esfregava os peitos dela no meu peito. A Sonia apareceu por trás e beijou meu pescoço, dizendo:
—Claro, assim você vai mais relaxado.
Olhei ao redor e já estava chegando mais gente, e com muita pena eu disse pra eles:
—Fiquem tranquilas que a gente tem muito tempo.
Beijei minha sobrinha, apertando a bunda dela contra meu pau e me virei beijando a Sonia. Elas se comportaram bem, sentaram e a gente foi embora.
Chegamos no meu prédio e já no elevador repetiram o assalto. Dessa vez a Sonia se adiantou e pulou na minha frente me beijando, minha sobrinha pulou atrás e ficava lambendo meu pescoço e me beijando.
Chegamos no meu apê e a roupa voava. Fomos entrando no caminho pro meu quarto e já no corredor, com a Sonia em cima de novo. Minha sobrinha baixou minha calça e cueca, afastou a calcinha da Sonia e colocou meu pau na bucetinha dela. A Sonia fechou os olhos, começou a enfiar e logo já tava cavalgando em mim. Minha sobrinha passava a mão na minha bunda e nos empurrava pro quarto. Eu andava com a Sonia, já gemendo e me fudendo.
- Aaaah! Aaaaah! Como tava com vontade, porra! Mmmmh! – ela dizia.
Deitei ela na minha cama e, ficando na beirada, peguei ela com uma mão e comecei a meter. Com o outro braço, fiz minha sobrinha subir na cama e disse:
—Senta em cima dela.
Ele se deitou sobre a Sonia, mas não estavam fazendo nada. Não ia vê-las se pegando, pensei decepcionado.
Continuei fodendo a Sonia, que gemia e segurava minha mão no quadril dela, e comecei a passar a mão na bucetinha da minha sobrinha, que já se mexia procurando que eu apertasse mais. Enfiei dois dedos na bucetinha dela e ela começou a se foder sozinha. Tirei a pica da Sonia e enfiei devagar na minha sobrinha, que recebeu ansiosa também. Agora Sonia acariciava as costas da minha sobrinha, e os bicos dos peitos delas se roçavam, durinhos no ritmo das estocadas que eu dava na minha sobrinha. Depois de um tempo, tirei ela de cima, me deitei na cama e puxei minha sobrinha, que me seguiu. Ela montou em cima de mim e enfiou no meu pau, soltando um gemido forte. Sonia subiu e sentou na minha boca. Comecei a lamber e chupar, agarrado nos peitos da minha sobrinha, que não deixava eu soltar. Ela pulava no meu pau e apertava minhas mãos pra eu apertar mais os peitos dela, e Sonia puxava meus cabelos, fodendo minha boca.
A primeira foi a Sonia de novo, dava pra ver que ela tinha menos experiência, e começou a apertar mais minha cabeça, me sufocando com a bucetinha dela, gemendo.
- Mmmmh! Aaaajj! Mmmmh! Já vem! Aaaaj! Chupa, tito! Chupa forte! Aaaaaj! Tô gozando, porra! Mmmmh! - ela gritava de tesão.
Foi se acalmando, guiando minha cabeça cada vez mais devagar pela bucetinha dela, enquanto minha sobrinha também começou a rebolar mais rápido, soltou minhas mãos se apoiando na minha barriga, e começou a gemer mais alto:
- Mmmmh! Ah! Aaah! Porra! Tô gozando! Aaaaj! Siim! Que delícia, porra! Mmmmh! – ela gemia, diminuindo a foda, beliscando meus mamilos com raiva. Se deixou cair no meu peito, mexendo a cintura devagar e lambendo meus mamilos doloridos.
Sônia me beijava, aproximava as tetinhas dela da minha boca pra eu chupar e enfiar tudo inteiro pra dentro. Ela sorria de tesão e acariciava minha cabeça e a da minha sobrinha.
Minha sobrinha tirou meu pau da bunda dela já treinada, com um gemidinho, e continuou com meus mamilos.
Faltava eu, mas as duas já estavam entretidas, então comecei a passar a mão na bunda e na bucetinha da Sonia, e ela me apertava contra os peitinhos dela na minha boca. Espalhei os novos sucos dela pelo cuzinho e comecei a enfiar dois dedos.
- Mmmmh! Vai doer, é grande demais pra minha bunda pobre - disse ela, sabendo o que a esperava.
-Agradece que não vou aguentar muito- falei pra ela, com minha sobrinha me punhetando enquanto eu continuava com meus mamilos.
Continuei chupando as tetinhas dela e já tinha metade dos dedos no cuzinho dela, dois inteiros na bucetinha, e o dedão esfregando o clitóris dela. Fui aumentando o ritmo aos poucos e ela começou a gemer de novo:
- Mmmmh! Mmmh! O que cê tá fazendo comigo, tio?! Mmmmh! Porra, que delícia! Isso! Aaaaaah! - ela dizia, esperando minha mão e empurrando cada vez mais.
Entraram os dois até o fundo e ele metia nela sem tanta dificuldade, tirei a mão dela e falei:
—Monta, sua puta.
Ela sorriu resignada e subiu em cima de mim. Peguei minha piroca e comecei a esfregar na bucetinha molhada dela, enquanto dessa vez eu chupava os peitões da minha sobrinha. Ela se deitou no meu peito me abraçando e eu comecei a empurrar na bunda redonda dela.
- Uuuooo! Porra! Aaaaaj! Dói, tio! – ela me disse.
Parei, e o broto ainda não tinha entrado. Olhei pra minha sobrinha e falei:
-Ajuda eu com essa bunda brincalhona que a Sonia tem.
Rimos e minha sobrinha ficou atrás da Sonia e falou no ouvido dela:
—Deixo meu dono com você pra você agradar ele, não pra cortar nosso barato, tia.
-Já sei, mas não vê como dói- ela disse.
Minha sobrinha abraçou ela, pegou nos peitinhos dela e começou a esfregar, beijando ela na boca. Isso me deixou ainda mais tesudo e, segurando na cinturinha dela, comecei a empurrar, com os gemidos da Sonia abafados na boca da minha sobrinha. Enfiei meu pau, parei, e minha sobrinha começou a esfregar com raiva a bucetinha da Sonia, apertando os peitos dela sem dó. Sonia respirava ofegante de dor e prazer, e começou a se mexer devagar. Minha sobrinha esfregava a bucetinha dela com raiva, e Sonia cada vez mais rápido fodia meu pau, gozando gostoso.
- Mmmmh! Aaaaaj! Tá bom, sim, assim sim! Aaaaaj! Mmmmh! - gozava a putinha.
Foi aumentando o ritmo aos poucos e entrando mais pau. De vez em quando parava e pegava na mão da minha sobrinha na bucetinha dela, apertando e enfiando mais pau entre gemidos e gritos. Já não aguentava mais, e eu adorava ver minha sobrinha como eu a fazia gozar. Parei e comecei a foder ela eu mesmo.
- Ah! Ah! Ah! Aaaaah! siiiim! Continua tito, continua! aaajj me quebra toda! Ah! Ah! Mmmmh!
-Já tô quase lá, vadia... Mmmh! Que bumbum brincalhão! Aaaaaj! - ela dizia enquanto eu metia com meia rola, cada vez mais rápido.
Minha sobrinha estava sendo uma grande ajuda e parecia estar se divertindo também com os peitinhos da Sônia, que agora ela chupava enquanto esfregava a bucetinha dela.
Chegamos ao orgasmo juntos, ela soltou a mão da minha sobrinha e, enquanto gozava, tentava escapar. Quando começou a sentir minha porra no cu dela, parou de resistir entre espasmos e enfiou mais pau procurando aquele calorzinho nas entranhas dela. Eu comia devagar enquanto soltava minha porra, e no final ela caiu no meu peito suando, bufando e rebolando a buceta no ritmo do meu pau, que eu ia tirando aos poucos.
—Viu como vale a pena? —disse minha sobrinha.
-Mmmmh, sim, porra, que delícia, tia - respondi Sonia com o cabelo bagunçado e bufando.
Meu pau saiu pra fora e minha sobrinha foi pro banheiro me dando um beijo longo, a Sonia ainda tava recuperando o fôlego, passando a mão nos meus braços. Eu virei ela e joguei na cama. A gente se beijou e eu falei:
—Você tava pedindo, com tanta rebolada na minha frente.
-Já percebi, mmmmh, que delícia, se eu soubesse antes, eu dava pra ele e já tava pronta pro teu pauzão- ela disse, agarrando ele com raiva.
Comecei a lamber os peitinhos dela enquanto ela passava a mão na minha rola e nas bolas, e ela me disse, estranhada:
—Não te desce completamente.
—O que você quer? Vocês duas me deixaram a mil se enroscando assim. — respondi, e continuei lambendo e mordiscando os biquinhos dela.
- É verdade que juntas somos perigosas, não esperava por isso, mas eu a amo tanto que, por que não comer ela? - ele confessou.
E vamos começar a rir.
Minha sobrinha voltou e a Sonia já veio se jogando:
- Minha vez, tô me mijando!
E saiu correndo pro banheiro.
Minha sobrinha deitou do meu lado e me disse:
- Vamo mais um ou vamos comer alguma coisa?
—Eu vou te comer — falei, pulando em cima dela e, enquanto fazia cócegas, dava pequenas mordidas nos seus pezões gostosos.
Ela ria e fazia cócegas em mim também, meu pau aparecia na barriga dela e, ao vê-lo, ela pegou e disse:
-É essa a culpada, vou quebrar ela toda!
E segurando ela firme com as duas mãos, tento partir ela, solto ela das mãos dela e a gente ri.
Sônia voltou e perguntou:
- A gente continua ou come alguma coisa?
Rimos minha sobrinha e eu, e me levantando, falei pra elas:
—Tal e qual.
Voltamos a rir todos e fomos pra sala dando tapão na bunda um do outro e fugindo uns dos outros.
Decidimos fazer uma trégua sexual pra ir tomar banho, um de cada vez, enquanto a comida chegava. E enquanto esperávamos nossa vez, ouvíamos música, nos acariciando e brincando. Ainda faltavam horas até o dia seguinte à tarde.
Continua.
Autor:CachorroLouco
Faltava pouco mais de uma hora pra minha cunhada chegar e não tinha nenhum vestígio do que tinha rolado. A gente limpou e guardou tudo, e as minhas esposas espalharam os perfumes delas pela sala e no corredor da entrada. Elas foram pra cama me provocando pra ir junto com mil posições, e eu consegui me segurar. Continuaram conversando e rindo até eu dormir, e aí minha cunhada me acordou quando chegou, falando que eu podia ir pra casa e voltar só à tarde. Me levantei e sentei, olhei as horas, e a coitada da minha cunhada ficou me encarando de boca aberta a trepada matinal que eu tava.
Não sei o que tem, é mais uma, não é gorda, tem uma bunda bonita, pouca peito, e também não é feia. Mas não me excita. Me fiz de bobo e levantei pra cozinha com ela atrás. Entramos e ela me serviu um café. Meu pau não baixava, e me fazendo de bobo, falei:
-Descansa tranquila que vou levá-las pra passar o dia fora e depois pra minha casa, amanhã à tarde eu trago elas de volta.
— Sério! Valeu, cara! Não dá pra dormir com essas duas em casa. E não deixo elas saírem porque tão com os hormônios à flor da pele. — ele me explicou.
—Já sei, vocês são um par de frangas — falei, e nós dois rimos.
— Vocês se comportaram direito? — pergunto preocupada.
Sim, sim, na dela com os deveres, e eu de boa, não se preocupa" — falei com meu pau dizendo que sim, morrendo de rir, enquanto abaixava a emenda.
—Você fica de Rodríguez, dorme tranquila e à tarde liga pro seu “amigo com benefícios” e alivia o estresse. — falei pra ela.
Rimos os dois e ela me disse:
—É, isso que eu queria. Mas não tenho tempo de conhecer ninguém, cara. Trampo, casa e a menina, e tudo de novo — ela confessou, meio sem graça, vendo que meu pau já tava de boa.
—Pois baixa um aplicativo desses e em 15 minutos tu tem uma bunda na porta, mulher, falei olhando ela de cima a baixo.
É a verdade, quase qualquer mina tem muita facilidade pra fuder hoje em dia com esses aplicativos de celular.
-Que nada, que nada. Não posso trazê-los pra casa e se for no carro é um saco, e pagar pensão já é mais uma despesa. - ela me explicou, agoniada.
-Porra, tia, então tu tá mal mesmo. E alguma amiga que te passe o número de algum "amigão da rola"?
—Qual nada, já tentei e deu tudo errado — ela me disse.
—Eu é que não posso, tua sogra me mata — falei pra ela.
E vamos começar a rir nós dois.
- Kkkkk! Tu é doido, Pender - ela me disse, implorando com os olhos pra eu fazer.
Mas não me excita, e já tinha a filha dela e a amiga pra mim o dia inteiro, e a noite toda. Mas eu consideraria ela pra uma trepada de consolo, coitada, se continuasse reclamando de falta de pica.
- E o que a minha sogra tem a ver com a sua vida sexual? Ela não sabe que a Noemi te dá carta branca? - ela me perguntou, intrigada.
— Sei lá, deve ser pra não misturar o sangue — falei dando gargalhada pra disfarçar.
- hahaha! Deve ser por isso - ela me disse rindo.
Eu continuei com meu café e meu cigarro, e vi que ela não queria sair da cozinha sem gastar todas as balas. E a culpa era minha por ter comentado aquela parada de aproveitar pra foder, e deixar ela ver minha brocha sem fazer nenhum comentário ou ir pro banheiro.
—Bom, se eu não achar um otário pra me foder, te aviso, beleza, morenão? —ela disse se aproximando e passando a mão no meu abdômen.
Olhei nos olhos dela e ela me olhava suplicante, peguei ela pelo braço, virei ela e comecei a passar a mão na bunda e num peito dela, falando no ouvido:
—Vamos ver, mas não quero enrolação nem frescura de adolescente — soltei a bunda dela e peguei a outra, fazendo o mesmo com os peitos dela, como se estivesse conferindo a mercadoria.
— Claro, sim, sim, Pender. Não sou nenhuma novinha — ela me disse, virando-se para me beijar e me abraçar.
Afastei ela, e fui eu mesmo acordar as garotas.
Pelo menos já tem material pra punheta, pensei ao escapar.
Cheguei no quarto e as putinhas estavam dormindo, pareciam cansadas. E iam ficar mais cansadas ainda.
Acendi a luz com um forte "bom dia, gostosas", e falei que, se quisessem ir fazer compras e passar até amanhã na minha casa, tinham 20 minutos pra estar no meu carro.
Elas pularam como molas, gritando de alegria e catando as coisas delas, tropeçando umas nas outras. Quase chegaram no estacionamento antes de mim. Não sei se se despediram da minha cunhada.
Entraram no carro e me beijaram dando bom dia, sorridentes, e antes de dar a partida, afastando a mão da minha sobrinha que já mexia no rádio, eu disse:
—Dirigindo, nada de passar a mão, se comportem direito e não arrumem confusão com ninguém, que vocês são um perigo.
As duas riram e me disseram que seriam boazinhas.
Elas estavam vestidas praticamente iguais, short jeans curto mostrando metade da bunda de fora e tops sem sutiã. Dessa vez a Sonia também não tava usando e dava pra ver as tetinhas dela durinhas e os bicos bem clarinhos.
-Muito melhor com as gêmeas soltas, né, Sônia?
Ela me olhou sem saber do que eu estava falando, e minha sobrinha, rindo e beliscando um peito dela, disse:
— Sua putinha kkkk!
- Ah, tá! hahaha! – rio ao me entender.
Olhei pra elas se masturbando, ela me olhou pelo retrovisor e disse:
—Pois é, mas quando minha mãe me ver, ela vai me matar.
Rimos todos e saímos rumo ao odiado centro de Barcelona.
Chegamos num estacionamento, e elas já me perguntavam quanto podiam gastar. A Sonia dizia pra minha sobrinha que ia guardar a roupa nova na casa dela, e eu olhava pra elas sorrindo. Que par de novinhas gostosas, pensei.
—Sei lá, um look da moda e algum vestido bonito. Vocês tão todas iguais — falei, apontando ao redor e confirmando.
Riram e entraram na primeira loja. Entrei, e as duas começaram a me chamar, pra eu ver essa ou aquela peça de roupa.
- Tito, olha isso! Dizia uma. Tito, essa eu vou ficar! Dizia a outra.
A balconista teve pena de mim e disse pra elas irem pegando e experimentando. Me acompanhou até na frente dos provadores e eu sentei, agradecendo.
Claro que me tentavam e me chamavam fazendo gestos dos seus vestiários, só de calcinha. Só eu via elas, já que não tinha quase ninguém. Eu negava com a cabeça e suspirava. Quem nunca teve um sonho erótico num vestiário? Mas era impossível.
Experimentaram três ou quatro peças e no final eu falei pra elas:
—Peguem todas e deixem a maioria na minha casa. Mas, por favor, vamos embora agora — supliquei.
E rindo, foram até o caixa com sua nova ladyboy.
A caixa, animada com a venda, perguntou:
- De quem é o aniversário?
—Das duas —disse minha sobrinha.
—Bom, foi ontem, mas a gente comemora hoje — disse Sônia, e as duas riram cúmplices.
—Tá bom —respondi a caixa enquanto passava as roupas e tirava a trava.
Saímos e falei pra elas:
—E agora vamos pegar uns vestidos igual ao daquela gata — falei pra elas, olhando pra uma gostosa que passou me encarando, agradecida pelo elogio.
- Vale, é bonitinha - disse a Sônia.
E apressaram o passo e entraram em outra loja.
—Vou ficar fora, bruxas. Quando vocês estiverem prontas, me mandem uma mensagem — falei pra elas.
Sentei lá fora e acendi um cigarro, via elas pelo vidro rodando e se chamando uma pra outra. Dei uma olhada no celular e depois de um tempo minha sobrinha me deu um toque.
Entrei, paguei e me despedi de outra vendedora satisfeita.
Almoçamos entre risadas e fomos pro estacionamento. Quando entramos no elevador, elas se jogaram em cima de mim feito umas lobas. A Sônia me beijou na boca, e minha sobrinha ficou me beijando o pescoço. As duas com as mãos debaixo da minha camiseta, e eu com uma bunda em cada mão. O elevador parou e dois casais de velhos estavam esperando do lado de fora, ficaram escandalizados. Bom, as mulheres, os homens não perdiam nenhum detalhe das gazelas jovens. Demos bom dia pra eles e saímos rindo, indo pegar o carro.
Assim que entro, minha sobrinha pula em cima de mim e, pegando no meu pacote, fala:
- Podemos te agradecer rapidinho?
Ela passava a mão no meu pau e esfregava os peitos dela no meu peito. A Sonia apareceu por trás e beijou meu pescoço, dizendo:
—Claro, assim você vai mais relaxado.
Olhei ao redor e já estava chegando mais gente, e com muita pena eu disse pra eles:
—Fiquem tranquilas que a gente tem muito tempo.
Beijei minha sobrinha, apertando a bunda dela contra meu pau e me virei beijando a Sonia. Elas se comportaram bem, sentaram e a gente foi embora.
Chegamos no meu prédio e já no elevador repetiram o assalto. Dessa vez a Sonia se adiantou e pulou na minha frente me beijando, minha sobrinha pulou atrás e ficava lambendo meu pescoço e me beijando.
Chegamos no meu apê e a roupa voava. Fomos entrando no caminho pro meu quarto e já no corredor, com a Sonia em cima de novo. Minha sobrinha baixou minha calça e cueca, afastou a calcinha da Sonia e colocou meu pau na bucetinha dela. A Sonia fechou os olhos, começou a enfiar e logo já tava cavalgando em mim. Minha sobrinha passava a mão na minha bunda e nos empurrava pro quarto. Eu andava com a Sonia, já gemendo e me fudendo.
- Aaaah! Aaaaah! Como tava com vontade, porra! Mmmmh! – ela dizia.
Deitei ela na minha cama e, ficando na beirada, peguei ela com uma mão e comecei a meter. Com o outro braço, fiz minha sobrinha subir na cama e disse:
—Senta em cima dela.
Ele se deitou sobre a Sonia, mas não estavam fazendo nada. Não ia vê-las se pegando, pensei decepcionado.
Continuei fodendo a Sonia, que gemia e segurava minha mão no quadril dela, e comecei a passar a mão na bucetinha da minha sobrinha, que já se mexia procurando que eu apertasse mais. Enfiei dois dedos na bucetinha dela e ela começou a se foder sozinha. Tirei a pica da Sonia e enfiei devagar na minha sobrinha, que recebeu ansiosa também. Agora Sonia acariciava as costas da minha sobrinha, e os bicos dos peitos delas se roçavam, durinhos no ritmo das estocadas que eu dava na minha sobrinha. Depois de um tempo, tirei ela de cima, me deitei na cama e puxei minha sobrinha, que me seguiu. Ela montou em cima de mim e enfiou no meu pau, soltando um gemido forte. Sonia subiu e sentou na minha boca. Comecei a lamber e chupar, agarrado nos peitos da minha sobrinha, que não deixava eu soltar. Ela pulava no meu pau e apertava minhas mãos pra eu apertar mais os peitos dela, e Sonia puxava meus cabelos, fodendo minha boca.
A primeira foi a Sonia de novo, dava pra ver que ela tinha menos experiência, e começou a apertar mais minha cabeça, me sufocando com a bucetinha dela, gemendo.
- Mmmmh! Aaaajj! Mmmmh! Já vem! Aaaaj! Chupa, tito! Chupa forte! Aaaaaj! Tô gozando, porra! Mmmmh! - ela gritava de tesão.
Foi se acalmando, guiando minha cabeça cada vez mais devagar pela bucetinha dela, enquanto minha sobrinha também começou a rebolar mais rápido, soltou minhas mãos se apoiando na minha barriga, e começou a gemer mais alto:
- Mmmmh! Ah! Aaah! Porra! Tô gozando! Aaaaj! Siim! Que delícia, porra! Mmmmh! – ela gemia, diminuindo a foda, beliscando meus mamilos com raiva. Se deixou cair no meu peito, mexendo a cintura devagar e lambendo meus mamilos doloridos.
Sônia me beijava, aproximava as tetinhas dela da minha boca pra eu chupar e enfiar tudo inteiro pra dentro. Ela sorria de tesão e acariciava minha cabeça e a da minha sobrinha.
Minha sobrinha tirou meu pau da bunda dela já treinada, com um gemidinho, e continuou com meus mamilos.
Faltava eu, mas as duas já estavam entretidas, então comecei a passar a mão na bunda e na bucetinha da Sonia, e ela me apertava contra os peitinhos dela na minha boca. Espalhei os novos sucos dela pelo cuzinho e comecei a enfiar dois dedos.
- Mmmmh! Vai doer, é grande demais pra minha bunda pobre - disse ela, sabendo o que a esperava.
-Agradece que não vou aguentar muito- falei pra ela, com minha sobrinha me punhetando enquanto eu continuava com meus mamilos.
Continuei chupando as tetinhas dela e já tinha metade dos dedos no cuzinho dela, dois inteiros na bucetinha, e o dedão esfregando o clitóris dela. Fui aumentando o ritmo aos poucos e ela começou a gemer de novo:
- Mmmmh! Mmmh! O que cê tá fazendo comigo, tio?! Mmmmh! Porra, que delícia! Isso! Aaaaaah! - ela dizia, esperando minha mão e empurrando cada vez mais.
Entraram os dois até o fundo e ele metia nela sem tanta dificuldade, tirei a mão dela e falei:
—Monta, sua puta.
Ela sorriu resignada e subiu em cima de mim. Peguei minha piroca e comecei a esfregar na bucetinha molhada dela, enquanto dessa vez eu chupava os peitões da minha sobrinha. Ela se deitou no meu peito me abraçando e eu comecei a empurrar na bunda redonda dela.
- Uuuooo! Porra! Aaaaaj! Dói, tio! – ela me disse.
Parei, e o broto ainda não tinha entrado. Olhei pra minha sobrinha e falei:
-Ajuda eu com essa bunda brincalhona que a Sonia tem.
Rimos e minha sobrinha ficou atrás da Sonia e falou no ouvido dela:
—Deixo meu dono com você pra você agradar ele, não pra cortar nosso barato, tia.
-Já sei, mas não vê como dói- ela disse.
Minha sobrinha abraçou ela, pegou nos peitinhos dela e começou a esfregar, beijando ela na boca. Isso me deixou ainda mais tesudo e, segurando na cinturinha dela, comecei a empurrar, com os gemidos da Sonia abafados na boca da minha sobrinha. Enfiei meu pau, parei, e minha sobrinha começou a esfregar com raiva a bucetinha da Sonia, apertando os peitos dela sem dó. Sonia respirava ofegante de dor e prazer, e começou a se mexer devagar. Minha sobrinha esfregava a bucetinha dela com raiva, e Sonia cada vez mais rápido fodia meu pau, gozando gostoso.
- Mmmmh! Aaaaaj! Tá bom, sim, assim sim! Aaaaaj! Mmmmh! - gozava a putinha.
Foi aumentando o ritmo aos poucos e entrando mais pau. De vez em quando parava e pegava na mão da minha sobrinha na bucetinha dela, apertando e enfiando mais pau entre gemidos e gritos. Já não aguentava mais, e eu adorava ver minha sobrinha como eu a fazia gozar. Parei e comecei a foder ela eu mesmo.
- Ah! Ah! Ah! Aaaaah! siiiim! Continua tito, continua! aaajj me quebra toda! Ah! Ah! Mmmmh!
-Já tô quase lá, vadia... Mmmh! Que bumbum brincalhão! Aaaaaj! - ela dizia enquanto eu metia com meia rola, cada vez mais rápido.
Minha sobrinha estava sendo uma grande ajuda e parecia estar se divertindo também com os peitinhos da Sônia, que agora ela chupava enquanto esfregava a bucetinha dela.
Chegamos ao orgasmo juntos, ela soltou a mão da minha sobrinha e, enquanto gozava, tentava escapar. Quando começou a sentir minha porra no cu dela, parou de resistir entre espasmos e enfiou mais pau procurando aquele calorzinho nas entranhas dela. Eu comia devagar enquanto soltava minha porra, e no final ela caiu no meu peito suando, bufando e rebolando a buceta no ritmo do meu pau, que eu ia tirando aos poucos.
—Viu como vale a pena? —disse minha sobrinha.
-Mmmmh, sim, porra, que delícia, tia - respondi Sonia com o cabelo bagunçado e bufando.
Meu pau saiu pra fora e minha sobrinha foi pro banheiro me dando um beijo longo, a Sonia ainda tava recuperando o fôlego, passando a mão nos meus braços. Eu virei ela e joguei na cama. A gente se beijou e eu falei:
—Você tava pedindo, com tanta rebolada na minha frente.
-Já percebi, mmmmh, que delícia, se eu soubesse antes, eu dava pra ele e já tava pronta pro teu pauzão- ela disse, agarrando ele com raiva.
Comecei a lamber os peitinhos dela enquanto ela passava a mão na minha rola e nas bolas, e ela me disse, estranhada:
—Não te desce completamente.
—O que você quer? Vocês duas me deixaram a mil se enroscando assim. — respondi, e continuei lambendo e mordiscando os biquinhos dela.
- É verdade que juntas somos perigosas, não esperava por isso, mas eu a amo tanto que, por que não comer ela? - ele confessou.
E vamos começar a rir.
Minha sobrinha voltou e a Sonia já veio se jogando:
- Minha vez, tô me mijando!
E saiu correndo pro banheiro.
Minha sobrinha deitou do meu lado e me disse:
- Vamo mais um ou vamos comer alguma coisa?
—Eu vou te comer — falei, pulando em cima dela e, enquanto fazia cócegas, dava pequenas mordidas nos seus pezões gostosos.
Ela ria e fazia cócegas em mim também, meu pau aparecia na barriga dela e, ao vê-lo, ela pegou e disse:
-É essa a culpada, vou quebrar ela toda!
E segurando ela firme com as duas mãos, tento partir ela, solto ela das mãos dela e a gente ri.
Sônia voltou e perguntou:
- A gente continua ou come alguma coisa?
Rimos minha sobrinha e eu, e me levantando, falei pra elas:
—Tal e qual.
Voltamos a rir todos e fomos pra sala dando tapão na bunda um do outro e fugindo uns dos outros.
Decidimos fazer uma trégua sexual pra ir tomar banho, um de cada vez, enquanto a comida chegava. E enquanto esperávamos nossa vez, ouvíamos música, nos acariciando e brincando. Ainda faltavam horas até o dia seguinte à tarde.
Continua.
Autor:CachorroLouco
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