OI!!!! Muito obrigado e mais obrigado ainda por responder, pensei que vocês tinham desativado a conta. Gosto do que vocês postam e só "riscam ou tiram" os nomes, o resto fica tudo, pra mim é bom... faz um tempão que não postam nada.
ok, entendi... zero nomes... o que é real, real mesmo é o meu caso…
Sou um cara normal, 19 anos, sem pelos, cabelo meio comprido e castanho. Fui criado num ambiente onde não passei necessidade. Me considero gay passivo, mas não fico louco atrás de alguém da minha idade, com 19 anos só tive uma experiência que curti, mas foi só uma… Acho que tudo tem seu momento na vida. Passei por coisas ruins… ruins porque quando meu pai morreu, não sabia o que fazer. Foi difícil pra caralho. Fui office boy, trabalhei num lava-rápido, comecei a estudar, mas não dava conta. Tipo, a vida me deu um choque, ou algo assim.
comecei a trabalhar num supermercado "supermercados de um sobrenome conhecido" logo vermelho letra branca e não é o que começa com C… começa com D… kkkk.
Isso que vou contar é real e é o que vivo até hoje. Comecei como todo trampo de peão, dias e horários que o supermercado quer sábado, domingo... o que for... fiquei assim por 2 anos. Aprendi a calar a boca e, graças a isso, à minha paciência e a sofrer em silêncio, comecei a ter outra perspectiva... me passaram pros caixas do supermercado... algo mais tranquilo, com mais responsabilidade... conheci um colega de trabalho... viramos amigos... a gente falava de tudo... ele... um homem que passou por coisa pior que eu... 55 anos e ainda trampando, não tinha outra opção, já tava com cabelo branco... um homem grande de aparência, apesar da idade... bem acabado, mas que pra mim mudou minha vida porque comecei a acreditar e confiar nele... cara bom... gentil... prestativo e a gente se contava coisas... essas coisas começaram a crescer... a ficar mais íntimas e a contar coisas muito, muito íntimas... coisas de alto calão... vou ser sincero... essas conversas quando a gente conseguia ficar à toaem lugares que só a gente da reposição e do depósito (quando eu tava lá) sabe conhecer, cuidar e não contar pra ninguém pra manter nossa paz.... no meu caso, sempre acabava de pau duro.. eu ficava excitada com o jeito que ele falava, não pelo conteúdo vulgar, mas porque a personalidade dele me atraía e, na minha solidão em casa, minhas punhetas aumentaram pensando nele. Ele me contava o que fazia com a esposa (já falecida) e parava por aí.. um homem que parecia gostar de fazer mais coisas, mas não tinha coragem... eu fui sincera com ele e disse que, no meu caso, ainda não conheci ninguém, apesar de gostar de homens...
Essas conversas eram habituais entre nós, sempre sem desconfiar, eu sabia que algo teria que rolar... embora já fazia um tempo que eu não ficava com ninguém, todo mundo sabe que o tesão "vence"...
Um domingo de sesta bem tranquilo no supermercado. Pedi licença pra ir no banheiro, bem na hora que meu colega tava entrando... ele me diz
Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Justo!!!!…vou mijar em vocês?
- eu também
Entramos pra mijar e ali nos conhecemos visualmente nossos paus... primeiro como todo mundo… nos fizemos de bestas, só se ouvia a descarga dos mictórios e nossos jatos…
Fodendo, ela me diz...
- ei... o que você tá olhando?...
eu respondo pra ela
a mesma coisa que você!!!Nós dois rimos...(pelo resto do dia, não consegui tirar o pau dele da minha cabeça).
terminamos de mijar, lavamos as mãos e seguimos no trampo... antes de acabar o turno... ela me disse..
- Preciso te perguntar uma coisa... mas me promete que não vai ficar brava.
- sim, claro... me conta o que que tá rolando..
Ela me olhou e disse (já tínhamos marcado o fim do trampo e estávamos lá fora, caminhando pra pegar nossas bicicletas...)
- Olha, nós dois estamos sozinhos e com vontade... topa um esporro comigo?
Olho pra todo lado e falo pra ela...
—sim... claro... confio em você, né?
Ele me olha e me diz...
Confia em mim... você sabe que a gente conta tudo um pro outro e sabe como eu sou lá dentro do trabalho...
Isso me deixou tranquilo e perguntei como a gente faz...
—olha... se quiser, a gente vai aqui agora, finge que tá mijando, fica tranquila que não dá nada...
Era um lugar tranquilo, bem escuro... a gente foi como se fosse mijar, um lugar com árvores, muitos arbustos... lembro que ele encostou a bike num galho... a gente entrou um pouco num lugar mais seguro... meio escuro por causa do horário... ele abaixou o zíper e tirou o pau pra fora... tava meio duro, no meu caso também... começamos a nos masturbar um ao outro, cada um com o próprio pau, senti o pau dele roçando no meu... curti a maciez... o erotismo... a grossura... o tesão... o que mais lembro é sentir aquela "troca de líquidos" — acho que ele curtiu também, pelo jeito que ele esfregava o pau dele no meu... como se eles se beijassem... gozamos pra caralho... no meu caso, jorrou muito... ele também... mas como a gente tava de roupa na hora de gozar, cada um apontou pros arbustos. Naquele dia, aconteceu e acabou normal, cada um andando do lado da própria bike... em silêncio, apesar de ser a primeira vez... sem mensagens... sem nada. Talvez eu tenha ficado mais aliviado.
No outro dia foi normal, tava meio nervosa com o jeito que ele me olhava ou o que ia rolar, mas gostei porque ele foi normal comigo e foi como todos os dias... a gente ficou sozinho num intervalo e amei o que ele me perguntou..
-Tá bem?...
Sim!!Falei com um sorriso e calmo, com um bom chimarrão na mão..
Você?...
Tô bem e mais nos conhecendo, né?
Olho pra ela e falo…
SIM…É verdade…se a gente mantiver assim, vai ser eterno
acreditem em mim, tava bom, eu me sentia bem... e pra melhorar, isso me deixou mais tranquilo e confiante... aí fui eu quem tomou a iniciativa e falei: "a gente precisa fazer isso com mais calma"... a partir daí, começamos a nos ver sempre.
Durante o ano inteiro foi a mesma coisa... frio, calor, chuva, na casa dela... depois na minha... lógico que no começo foi com o Split... a gente sempre tirava o Split em pé, os dois... fazíamos nossas punhetas, a gente adorava e eu adorava ainda mais... primeiro foram umas tocadas simples, gozando na nossa mão, depois foi aumentando e começamos a gozar na barriga dela e ela na minha... e, como tudo, acabamos nos masturbando um ao outro (na minha opinião, é o que se busca... tocar o outro, sentir pra se medir, saber o que é tocar, saber o que o cara na sua frente gosta... como ele gosta de ser tocado, como ele gosta de gozar... nas últimas vezes, no meu caso, comecei a bater uma pra ele (sempre em pé), mas comecei a tocar a bolsa testicular dele...
Isso era duas ou três vezes por semana em casa, no trabalho (era mais complicado, mas a gente se tocava sem gozar)… na casa dela. Os filhos dela já eram grandes e na maioria das vezes ela estava sozinha.
Um dia, mais precisamente numa sexta, a gente ia pra casa andando de boa e parou numa vitrine de uma sapataria... olhando os sapatos, ela vê umas sandálias de salto fino e me diz...
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.que sexy, né?... adoro elas
—É?... também gosto delas…acho que enlouquecem os homens, né? Aí eu menti…mesmo sendo gay ou me considerando viado, não me enlouquecia usar algo feminino, mas gostei de responder isso pra ela, não sei se foi de propósito por notar a cara dela ou sei lá por quê.
Ficou tudo por lá… chegamos em casa… tomamos uns mates e depois disso, o de sempre… tiramos tudo e começamos a nos tocar, mas dessa vez foi diferente… gozei mais rápido (sempre tínhamos o costume de gozar juntos) e aí ela me disse algo que me deixou ainda mais excitado… (olha, eu não tirava minha mão do pau dele todo gozado… sentia ele encolher na minha mão com o líquido branco e pegajoso)
—me excita calçado… você vai rir… te imaginei nessa situação com aquele calçado..
E aí ele riu bem irônico consigo mesmo… como se estivesse falando pra si: "que louco, hein…
Olho pra ela e falo...
—Você gostaria que eu usasse na próxima?...vamos tentar?
Pega uma toalha... limpa ele. Com uma mistura de cuidado e tesão, como se não tivesse acabado, eu tava muito excitado... ele me olha e fala...
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Me desculpa… nunca me aconteceu de chegar antes de você…
Desculpe, não posso realizar essa tradução.tranquilo… somos amigos, né?
É como se ficasse mal ou bem, é como se fosse sincero comigo... ele se trocou... sentou num sofá... eu também me troquei e falei pra ele...
- O que foi? Tá bem?... Ficou caladão?
Ela me olha e me diz.
Nada… fazia tempo que não me sentia assim… e hoje te contei algo muito meu…
Sento na frente dele... preparo o mate e falo pra ele..
Desculpe, não posso realizar essa tradução.Fica tranquilo… se você gosta… eu também… a gente tenta, que tal? Cê acha que eu tenho essa experiência toda, doida?… nunca fiz isso antes e nunca me senti assim igual você… se quiser incrementar com algum tempero extra, a gente faz.
ali ficou tudo, tomamos mais uns mates e depois nos despedimos... como amigos.
Deu a coincidência de nós dois estarmos de licença e combinarmos encontros seguidos..
Nessa licença consegui comprar calçado… sandálias pretas, com tiras e salto semi-alto..
De tarde, meu parceiro passou aqui como de costume nesses dias de folga... não falei nada... quando começamos a nos apalpar por cima da roupa, ele disse...
-ESPERA. Vamos pro meu quarto que quero te mostrar uma coisa…
Passamos para o nosso quarto… ela tirou a roupa… como sempre, se tenho algo a dizer é que eu estava super excitado, como sempre…. eu também tirei a minha roupa… e aí mostro pra ela, numa sacola… minhas sandálias… amei a cara dela… ela se transformou. Quando tento calçar as sandálias, ela me ajuda segurando nos meus braços e no meu ombro, minha pele branca com o calçado preto, sinceramente, ficou sexy e eu tava curtindo o momento… puta?… viado?… pode ser… Olho pra ela e falo…
-ASI?.. cê gosta?
Ele me olhou e era inacreditável como ele tava excitado…
—adoro!!!Dava pra ver que ele tava excitado…
Começamos a nos masturbar… claro, no meu caso era mais equilíbrio do que outra coisa. Com os saltos, eu tava um pouco mais alta que ele, não tava confortável… falei pra ele…
- espera… quer que eu me deite e assim a gente fica confortável?...nunca tínhamos feito isso deitados, sempre em pé..
Vou ser mais que honesto com todos os leitores… acho que era o que eu tava procurando… cada dia que passava, eu precisava ficar mais perto dele… sentir ele… amava o cheiro dele, o corpo dele, a maciez dele. O que será que é? Amor?... tesão de um moleque de 19 anos por um cara de mais de 50?... curiosidade?.. sem perceber, quando me higienizava, eu gostava de sentir o cheiro das minhas mãos… a buceta dele, o cheiro me deixava louco… amava o cheiro, o gosto de lamber minhas mãos (lógico, sem ele saber).
Deito de barriga pra cima… ele primeiro se deita de lado… aí a gente começa a se punhetar… ele se esfregava na minha perna, tava muito excitado… no meu caso, eu tinha uma perna esticada e a outra dobrada… bem devagar ele sobe em cima de mim… ele encaixa o pau dele pra poder se esfregar em mim… no meu caso, sempre segurando nos antebraços dele ou ajeitando meu pau pra não nos machucar…
Dentro de mim eu pensei… vou tomar a iniciativa..
Eu digo pra ela…
- espera… vou me ajeitar pra ficar mais confortável..
Ele levanta um pouco o corpo. Eu me coloco mais pra baixo e abro minhas pernas… ele se ajeita de novo. Em vez de segurar meus braços, coloco minhas mãos nos ombros dele. Sinto aquela sintonia de corpos, como se fôssemos peças de um quebra-cabeça. Sentir o pau dele ereto nas minhas nádegas me arrepiou toda. Abracei ele com minhas pernas e, pela primeira vez, o abraço de verdade. (Minhas mãos estavam nos ombros dele no começo, mas resolvi abraçá-lo. Primeiro, ele encostou a cabeça no lado do meu pescoço… como se fosse cravar os dentes em mim. Depois, foi algo instintivo da parte dele… ele me deu meu primeiro beijo. Senti os lábios dele, a língua… ficamos nos beijando um tempão. Sentia o pau dele duro, como se quisesse entrar de qualquer jeito. Sentia como ele gozava. Adorava o roçar das minhas pernas com as dele… peludas, ásperas de tanto pelo. Adorava abraçá-las com minhas pernas e sentir aquele atrito do calçado nas canelas dele. É incrível como eu sentia aquelas vibrações, como ele gozava… dava pra ouvir o barulho da lubrificação no roçar de cada membro… dentro de mim, eu pensava…
Pronto… já é meu…
Naquele dia eu gozei como nunca, sentia no meu ouvido o quanto ele estava excitado… eu gozei uns segundos depois, não por não estar preparado, mas porque queria sentir aquilo. Que quantidade de esperma, pelo amor de Deus!!!! Escorria pela minha barriga, pelos meus genitais… nossos espermas se misturavam e a gente sentia caindo como cachoeiras brancas na cama… ficamos deitados na cama… gostei porque ele continuava me beijando.
Naquele dia… a gente ficou conversando na cama, falou sobre tudo, se conheceu ainda mais. O mais gostoso foi a segunda vez… na segunda vez eu tava mais solto, foi a primeira vez que a gente fez sexo oral um no outro… nunca me senti tão entregue pra alguém, não imaginava que ia me entregar tanto… foi o melhor sexo que já tive… nunca me senti tão à vontade, não pensei nem senti tanto prazer ao sentir o sexo oral na minha buceta… fiquei perdido, sentir aquela coisa quentinha dentro de mim… aquela dor e ao mesmo tempo prazer, sentir meu homem se mexendo e vibrando…
Espero que vocês tenham gostado… tem mais, mas quero te contar isso, que é o que eu mais valorizo.
ok, entendi... zero nomes... o que é real, real mesmo é o meu caso…
Sou um cara normal, 19 anos, sem pelos, cabelo meio comprido e castanho. Fui criado num ambiente onde não passei necessidade. Me considero gay passivo, mas não fico louco atrás de alguém da minha idade, com 19 anos só tive uma experiência que curti, mas foi só uma… Acho que tudo tem seu momento na vida. Passei por coisas ruins… ruins porque quando meu pai morreu, não sabia o que fazer. Foi difícil pra caralho. Fui office boy, trabalhei num lava-rápido, comecei a estudar, mas não dava conta. Tipo, a vida me deu um choque, ou algo assim.
comecei a trabalhar num supermercado "supermercados de um sobrenome conhecido" logo vermelho letra branca e não é o que começa com C… começa com D… kkkk.
Isso que vou contar é real e é o que vivo até hoje. Comecei como todo trampo de peão, dias e horários que o supermercado quer sábado, domingo... o que for... fiquei assim por 2 anos. Aprendi a calar a boca e, graças a isso, à minha paciência e a sofrer em silêncio, comecei a ter outra perspectiva... me passaram pros caixas do supermercado... algo mais tranquilo, com mais responsabilidade... conheci um colega de trabalho... viramos amigos... a gente falava de tudo... ele... um homem que passou por coisa pior que eu... 55 anos e ainda trampando, não tinha outra opção, já tava com cabelo branco... um homem grande de aparência, apesar da idade... bem acabado, mas que pra mim mudou minha vida porque comecei a acreditar e confiar nele... cara bom... gentil... prestativo e a gente se contava coisas... essas coisas começaram a crescer... a ficar mais íntimas e a contar coisas muito, muito íntimas... coisas de alto calão... vou ser sincero... essas conversas quando a gente conseguia ficar à toaem lugares que só a gente da reposição e do depósito (quando eu tava lá) sabe conhecer, cuidar e não contar pra ninguém pra manter nossa paz.... no meu caso, sempre acabava de pau duro.. eu ficava excitada com o jeito que ele falava, não pelo conteúdo vulgar, mas porque a personalidade dele me atraía e, na minha solidão em casa, minhas punhetas aumentaram pensando nele. Ele me contava o que fazia com a esposa (já falecida) e parava por aí.. um homem que parecia gostar de fazer mais coisas, mas não tinha coragem... eu fui sincera com ele e disse que, no meu caso, ainda não conheci ninguém, apesar de gostar de homens...
Essas conversas eram habituais entre nós, sempre sem desconfiar, eu sabia que algo teria que rolar... embora já fazia um tempo que eu não ficava com ninguém, todo mundo sabe que o tesão "vence"...
Um domingo de sesta bem tranquilo no supermercado. Pedi licença pra ir no banheiro, bem na hora que meu colega tava entrando... ele me diz
Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Justo!!!!…vou mijar em vocês?
- eu também
Entramos pra mijar e ali nos conhecemos visualmente nossos paus... primeiro como todo mundo… nos fizemos de bestas, só se ouvia a descarga dos mictórios e nossos jatos…
Fodendo, ela me diz...
- ei... o que você tá olhando?...
eu respondo pra ela
a mesma coisa que você!!!Nós dois rimos...(pelo resto do dia, não consegui tirar o pau dele da minha cabeça).
terminamos de mijar, lavamos as mãos e seguimos no trampo... antes de acabar o turno... ela me disse..
- Preciso te perguntar uma coisa... mas me promete que não vai ficar brava.
- sim, claro... me conta o que que tá rolando..
Ela me olhou e disse (já tínhamos marcado o fim do trampo e estávamos lá fora, caminhando pra pegar nossas bicicletas...)
- Olha, nós dois estamos sozinhos e com vontade... topa um esporro comigo?
Olho pra todo lado e falo pra ela...
—sim... claro... confio em você, né?
Ele me olha e me diz...
Confia em mim... você sabe que a gente conta tudo um pro outro e sabe como eu sou lá dentro do trabalho...
Isso me deixou tranquilo e perguntei como a gente faz...
—olha... se quiser, a gente vai aqui agora, finge que tá mijando, fica tranquila que não dá nada...
Era um lugar tranquilo, bem escuro... a gente foi como se fosse mijar, um lugar com árvores, muitos arbustos... lembro que ele encostou a bike num galho... a gente entrou um pouco num lugar mais seguro... meio escuro por causa do horário... ele abaixou o zíper e tirou o pau pra fora... tava meio duro, no meu caso também... começamos a nos masturbar um ao outro, cada um com o próprio pau, senti o pau dele roçando no meu... curti a maciez... o erotismo... a grossura... o tesão... o que mais lembro é sentir aquela "troca de líquidos" — acho que ele curtiu também, pelo jeito que ele esfregava o pau dele no meu... como se eles se beijassem... gozamos pra caralho... no meu caso, jorrou muito... ele também... mas como a gente tava de roupa na hora de gozar, cada um apontou pros arbustos. Naquele dia, aconteceu e acabou normal, cada um andando do lado da própria bike... em silêncio, apesar de ser a primeira vez... sem mensagens... sem nada. Talvez eu tenha ficado mais aliviado.
No outro dia foi normal, tava meio nervosa com o jeito que ele me olhava ou o que ia rolar, mas gostei porque ele foi normal comigo e foi como todos os dias... a gente ficou sozinho num intervalo e amei o que ele me perguntou..
-Tá bem?...
Sim!!Falei com um sorriso e calmo, com um bom chimarrão na mão..
Você?...
Tô bem e mais nos conhecendo, né?
Olho pra ela e falo…
SIM…É verdade…se a gente mantiver assim, vai ser eterno
acreditem em mim, tava bom, eu me sentia bem... e pra melhorar, isso me deixou mais tranquilo e confiante... aí fui eu quem tomou a iniciativa e falei: "a gente precisa fazer isso com mais calma"... a partir daí, começamos a nos ver sempre.
Durante o ano inteiro foi a mesma coisa... frio, calor, chuva, na casa dela... depois na minha... lógico que no começo foi com o Split... a gente sempre tirava o Split em pé, os dois... fazíamos nossas punhetas, a gente adorava e eu adorava ainda mais... primeiro foram umas tocadas simples, gozando na nossa mão, depois foi aumentando e começamos a gozar na barriga dela e ela na minha... e, como tudo, acabamos nos masturbando um ao outro (na minha opinião, é o que se busca... tocar o outro, sentir pra se medir, saber o que é tocar, saber o que o cara na sua frente gosta... como ele gosta de ser tocado, como ele gosta de gozar... nas últimas vezes, no meu caso, comecei a bater uma pra ele (sempre em pé), mas comecei a tocar a bolsa testicular dele...
Isso era duas ou três vezes por semana em casa, no trabalho (era mais complicado, mas a gente se tocava sem gozar)… na casa dela. Os filhos dela já eram grandes e na maioria das vezes ela estava sozinha.
Um dia, mais precisamente numa sexta, a gente ia pra casa andando de boa e parou numa vitrine de uma sapataria... olhando os sapatos, ela vê umas sandálias de salto fino e me diz...
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.que sexy, né?... adoro elas
—É?... também gosto delas…acho que enlouquecem os homens, né? Aí eu menti…mesmo sendo gay ou me considerando viado, não me enlouquecia usar algo feminino, mas gostei de responder isso pra ela, não sei se foi de propósito por notar a cara dela ou sei lá por quê.
Ficou tudo por lá… chegamos em casa… tomamos uns mates e depois disso, o de sempre… tiramos tudo e começamos a nos tocar, mas dessa vez foi diferente… gozei mais rápido (sempre tínhamos o costume de gozar juntos) e aí ela me disse algo que me deixou ainda mais excitado… (olha, eu não tirava minha mão do pau dele todo gozado… sentia ele encolher na minha mão com o líquido branco e pegajoso)
—me excita calçado… você vai rir… te imaginei nessa situação com aquele calçado..
E aí ele riu bem irônico consigo mesmo… como se estivesse falando pra si: "que louco, hein…
Olho pra ela e falo...
—Você gostaria que eu usasse na próxima?...vamos tentar?
Pega uma toalha... limpa ele. Com uma mistura de cuidado e tesão, como se não tivesse acabado, eu tava muito excitado... ele me olha e fala...
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Me desculpa… nunca me aconteceu de chegar antes de você…
Desculpe, não posso realizar essa tradução.tranquilo… somos amigos, né?
É como se ficasse mal ou bem, é como se fosse sincero comigo... ele se trocou... sentou num sofá... eu também me troquei e falei pra ele...
- O que foi? Tá bem?... Ficou caladão?
Ela me olha e me diz.
Nada… fazia tempo que não me sentia assim… e hoje te contei algo muito meu…
Sento na frente dele... preparo o mate e falo pra ele..
Desculpe, não posso realizar essa tradução.Fica tranquilo… se você gosta… eu também… a gente tenta, que tal? Cê acha que eu tenho essa experiência toda, doida?… nunca fiz isso antes e nunca me senti assim igual você… se quiser incrementar com algum tempero extra, a gente faz.
ali ficou tudo, tomamos mais uns mates e depois nos despedimos... como amigos.
Deu a coincidência de nós dois estarmos de licença e combinarmos encontros seguidos..
Nessa licença consegui comprar calçado… sandálias pretas, com tiras e salto semi-alto..
De tarde, meu parceiro passou aqui como de costume nesses dias de folga... não falei nada... quando começamos a nos apalpar por cima da roupa, ele disse...
-ESPERA. Vamos pro meu quarto que quero te mostrar uma coisa…
Passamos para o nosso quarto… ela tirou a roupa… como sempre, se tenho algo a dizer é que eu estava super excitado, como sempre…. eu também tirei a minha roupa… e aí mostro pra ela, numa sacola… minhas sandálias… amei a cara dela… ela se transformou. Quando tento calçar as sandálias, ela me ajuda segurando nos meus braços e no meu ombro, minha pele branca com o calçado preto, sinceramente, ficou sexy e eu tava curtindo o momento… puta?… viado?… pode ser… Olho pra ela e falo…
-ASI?.. cê gosta?
Ele me olhou e era inacreditável como ele tava excitado…
—adoro!!!Dava pra ver que ele tava excitado…
Começamos a nos masturbar… claro, no meu caso era mais equilíbrio do que outra coisa. Com os saltos, eu tava um pouco mais alta que ele, não tava confortável… falei pra ele…
- espera… quer que eu me deite e assim a gente fica confortável?...nunca tínhamos feito isso deitados, sempre em pé..
Vou ser mais que honesto com todos os leitores… acho que era o que eu tava procurando… cada dia que passava, eu precisava ficar mais perto dele… sentir ele… amava o cheiro dele, o corpo dele, a maciez dele. O que será que é? Amor?... tesão de um moleque de 19 anos por um cara de mais de 50?... curiosidade?.. sem perceber, quando me higienizava, eu gostava de sentir o cheiro das minhas mãos… a buceta dele, o cheiro me deixava louco… amava o cheiro, o gosto de lamber minhas mãos (lógico, sem ele saber).
Deito de barriga pra cima… ele primeiro se deita de lado… aí a gente começa a se punhetar… ele se esfregava na minha perna, tava muito excitado… no meu caso, eu tinha uma perna esticada e a outra dobrada… bem devagar ele sobe em cima de mim… ele encaixa o pau dele pra poder se esfregar em mim… no meu caso, sempre segurando nos antebraços dele ou ajeitando meu pau pra não nos machucar…
Dentro de mim eu pensei… vou tomar a iniciativa..
Eu digo pra ela…
- espera… vou me ajeitar pra ficar mais confortável..
Ele levanta um pouco o corpo. Eu me coloco mais pra baixo e abro minhas pernas… ele se ajeita de novo. Em vez de segurar meus braços, coloco minhas mãos nos ombros dele. Sinto aquela sintonia de corpos, como se fôssemos peças de um quebra-cabeça. Sentir o pau dele ereto nas minhas nádegas me arrepiou toda. Abracei ele com minhas pernas e, pela primeira vez, o abraço de verdade. (Minhas mãos estavam nos ombros dele no começo, mas resolvi abraçá-lo. Primeiro, ele encostou a cabeça no lado do meu pescoço… como se fosse cravar os dentes em mim. Depois, foi algo instintivo da parte dele… ele me deu meu primeiro beijo. Senti os lábios dele, a língua… ficamos nos beijando um tempão. Sentia o pau dele duro, como se quisesse entrar de qualquer jeito. Sentia como ele gozava. Adorava o roçar das minhas pernas com as dele… peludas, ásperas de tanto pelo. Adorava abraçá-las com minhas pernas e sentir aquele atrito do calçado nas canelas dele. É incrível como eu sentia aquelas vibrações, como ele gozava… dava pra ouvir o barulho da lubrificação no roçar de cada membro… dentro de mim, eu pensava…
Pronto… já é meu…
Naquele dia eu gozei como nunca, sentia no meu ouvido o quanto ele estava excitado… eu gozei uns segundos depois, não por não estar preparado, mas porque queria sentir aquilo. Que quantidade de esperma, pelo amor de Deus!!!! Escorria pela minha barriga, pelos meus genitais… nossos espermas se misturavam e a gente sentia caindo como cachoeiras brancas na cama… ficamos deitados na cama… gostei porque ele continuava me beijando.
Naquele dia… a gente ficou conversando na cama, falou sobre tudo, se conheceu ainda mais. O mais gostoso foi a segunda vez… na segunda vez eu tava mais solto, foi a primeira vez que a gente fez sexo oral um no outro… nunca me senti tão entregue pra alguém, não imaginava que ia me entregar tanto… foi o melhor sexo que já tive… nunca me senti tão à vontade, não pensei nem senti tanto prazer ao sentir o sexo oral na minha buceta… fiquei perdido, sentir aquela coisa quentinha dentro de mim… aquela dor e ao mesmo tempo prazer, sentir meu homem se mexendo e vibrando…
Espero que vocês tenham gostado… tem mais, mas quero te contar isso, que é o que eu mais valorizo.
0 comentários - Espadeio + Fetiche = Eu (por Lucho)