Mãe e filhas comidas pelo mesmo cara

Eu achava que o mundo do incesto entre pais e filhos era só fantasia de gente doida. Mas quando eu mesma vivi a situação de estar amarrada a um homem pelo desejo sexual que ele despertou em mim e nas minhas filhas, entendi que a própria vida nos prega peças. Não é fácil pra uma mulher sentar e escrever sobre a vida sexual dela sem ser chamada de puta, vagabunda, por causa de todas as barreiras de tabus sociais impostos na nossa sociedade. Os homens latinos são muito machistas, possessivos com suas mulheres. A própria sociedade onde a gente vive não julga homens e mulheres do mesmo jeito. Se a mulher trai o marido, ela é uma puta — UMA PUTA — mas quando o homem é quem trai, ele é um GARANHÃO — UM MULHERENGO. Quis deixar isso claro porque o assunto que vou contar agora é um tabu. Eu estou amarrada sexualmente a um homem que me atrai, a um macho que despertou meu instinto de mulher em mim e nas minhas filhas. Meu nome é Maria. Tenho 37 anos. Sou casada com um homem de idade madura, ele é um bom marido, não tenho dúvida nenhuma, mas não me satisfaz na cama. As noites que ele me come são raras, mas não me preenche, e eu procuro ele desesperada só pra terminar com mais vontade. Por obra do destino, ou porque simplesmente estava escrito na minha vida, eu conheci o Negro, ou o Burro, o líder do bairro, o chefe, o nome dele é Juan Carlos. Quando eu saía pra comprar ou pra rua, comecei a notar que uns caras me seguiam pra todo lado, e cada vez o contato era mais próximo, eles não disfarçavam a presença nem se escondiam. — A gente é comerciante com meu marido e, de certa forma, tem regras não escritas sobre a máfia que manda nos mercados. — Eu tava com medo — comentei com meu marido, mas não aconteceu nada. — Quando menos esperava, eles se aproximaram, um deles veio até mim e falou: — O chefe quer falar com a senhora. — Não podia recusar, não tinha escolha, nesse lugar nada se mexe se os poderosos não mandarem. Fui vê-lo, tava com medo, mas não queria mostrar, tinha que ser corajosa. Ou pelo menos queria mostrar segurança. Quando cheguei num daqueles depósitos, desses vários que têm por esse bairro, me levaram por tantos labirintos que nunca soube onde realmente estava. Por fim, saímos num corredor que dava numa porta, entrei e me sentei pra esperar ele, pensando em tudo que já tinha ouvido falar sobre ele. Nunca ouvi coisa boa, tudo que se falava dele era medo, pavor, ódio, rancor, estupros, mortes, assaltos, roubos, etc. Não entendia pra que ele ia me querer, se mulheres não faltavam pra ele, putas e decentes, casadas e solteiras, senhoras e novinhas. Ouvi muitos mitos sobre ele, mas não tinha certeza se era tudo verdade ou só fofoca.

Quando ele ficou na minha frente, posso descrever ele como um homem jovem, moreno claro, de um metro e noventa, 28 anos, 89 quilos, vigoroso. Olhar penetrante, com cheiro de loção fina, não vulgar, mas também não era de aparência fina, era mais classe média. Ele ficou me olhando, se aproximou, com passo lento, vestindo uma calça jeans, uma camiseta branca e uma jaqueta preta. Como esquecer aquele dia, se tá tão vivo na minha memória. Esse encontro marcou o começo de uma relação entre eu e ele. Virei amante dele, a mulher dele, a putinha dele. A mãe dos filhos dele.

Posso dar várias explicações de como recusei ele, de como tentei evitar, mas no fundo não explicaria nada. Ele me assediou de um jeito que não tive escapatória. Por mais que tentasse evitar e lutar contra meus princípios morais de mulher casada, não consegui evitar terminar na cama dele, aberta e empalada pelo pau dele. Aqui vai minha história de como virei amante dele junto com minhas filhas.

Minha história começou quando ele passou a ir na minha casa me visitar – foi uma relação estranha. Eu sentia medo e tesão. Medo do meu marido, de que fossem bater nele ou mandar fazer alguma coisa, e tesão de saber que, mesmo grávida, esse homem gostava de mim. Simplesmente ele me tomou como mulher dele, sabendo de tudo. que eu era uma mulher casada e meu marido permitiu – como começamos, nem eu mesma sei explicar, a única coisa que posso dizer é que me deixei levar pelo que meu corpo pedia aos gritos, e não era outra coisa senão sexo. – A primeira vez que me entreguei a ele foi num fim de semana, lembro como se fosse ontem, como esquecer? Eu estava nervosa, assustada, ele veio em casa, eu já o esperava. Uns dias antes, tinha estado com ele, mas ele não me penetrou, só foi me preparando pro momento. Chegou perto das 11 da noite, servi o jantar pra ele, tratei como se fosse meu marido, enquanto ele me devorava com os olhos, meu corpo inteiro. A presença dele me dava medo, mas não conseguia evitar de olhar nos olhos dele toda vez que me aproximava. – Ele terminou de jantar, foi tomar banho, quando saiu do banheiro, foi sentar na sala. Sentei do lado dele e começamos a conversar, descobri que no fundo ele não era um homem ruim, ficamos horas batendo papo e quando ele me beijou. – Meu corpo começou a tremer, meus sentimentos começaram a me trair. Milhares de ideias passaram pela minha cabeça, mas quando os dedos e as mãos dele começaram a percorrer meu corpo, fechei os olhos. E me deixei levar pelo momento, de um lado estavam meus sentimentos de mãe e de mulher casada, e do outro meus sentimentos de mulher, que afloraram e eu comecei a beijá-lo, a cooperar com ele, meus nervos e meus medos foram desaparecendo, posso dizer que ele foi carinhoso, meus medos foram sumindo aos poucos e ele conseguiu vencer a breve resistência que eu opus no começo. Além disso, não tinha escapatória, de qualquer jeito ele queria me comer e não ia parar até me fazer dele. – Ele foi carinhoso, paciente, amoroso, me excitou de um jeito que me fez perder o controle. Me carregou no colo até o quarto, me despiu sem pressa, sem violência, quando me deixou nua, começou a beijar meu corpo inteiro, meus peitos, minha buceta, tudo ele beijou e acariciou devagar. Era a primeira vez que eu o via nu, e soube por que o chamavam de burro, não quero cair no erro idiota de contar o que todo mundo narra nesses relatos, mas se tem algo que se destacava no corpo dele eram os ovos e o tamanho da pica. Foi impossível enfiar o pau inteiro na boca quando chupei ele, por mais esforço que fizesse, nunca consegui enfiar ele todo na boca. Ele olhou nos meus olhos, o medo, e soube me acalmar, diferente de outros que se gabam de ter uma pica grande, ele nunca se vangloriou do tamanho da pica dele. ---Naquela noite que ele me fez dele, algo dentro de mim ficou ligado a ele, no fundo não queria admitir que tinha gostado do jeito que ele me fez amor, tinha uma luta interna, bem forte. Dizer que não gozei seria mentir pra vocês, tive medo no começo, mas aos poucos venci meu medo e abri as pernas pra ele me possuir, ele foi me penetrando devagar, centímetro por centímetro foi abrindo as paredes da minha buceta até conseguir enfiar tudo. Começou a se mexer, rápido, com um vai e vem que me deixava louca, até que conseguiu me fazer explodir, meu primeiro orgasmo foi fenomenal, comecei a gritar, a mexer minha pélvis, a rodar minha cintura de um lado pro outro, até sentir ele explodir, dentro da minha buceta. ---No começo, toda vez que ele me penetrava, fazia com camisinha, depois com o tempo passou a me penetrar sem camisinha. ---Meu marido mandou eu me cuidar e comprou umas injeções pra eu não engravidar. Minha vida deu uma virada enorme, assumi o papel de ser mulher dele. Ele me comia em qualquer lugar da casa, na cozinha, na sala, na cama, no banheiro. Por mais que tentasse não gritar quando ele tava me comendo, não conseguia evitar, quando a pica dele começava a me penetrar, eu ficava louca, começava estimulando meu clitóris, com os dedos e com a língua dele, me fazendo explodir de prazer. Depois começava a me penetrar, subia em cima de mim e abria minhas pernas todas e começava minha luta pra alojar a pica toda na minha buceta, começava a Penetrar devagar, e me beijava, chupava meus peitos, até eu começar a mexer meus quadris. Ele me enfiava por completo, afundando toda a pica dele na minha barriga e começava a me foder. — No início ele fazia devagar, mas quando já estava dentro de mim, começava com uma metida e tirada que me deixava louca. Ele me comia de bruços, segurando meus quadris com as mãos, de quatro, e começava a meter toda a pica dele. Me empurrava pra frente cada vez que me enfiava, sentia que a pica dele ia sair pela minha boca. E terminava dentro do meu útero, bufando, gritando como um possesso, descarregando todo o esperma dele no fundo da minha barriga. — Quando ele estava em casa, andava sempre pelado, ou de cueca. Eu pedia pra ele me comer quando minhas filhas não estivessem em casa, ou mandava elas comprar alguma coisa, quando ele queria me foder. Tentando protegê-las. Começaram os rumores no bairro e todo mundo começou a me apontar como a nova puta do chefe. Não falavam na minha cara por medo dele, mas as fofocas começaram a circular, e eu optei por sair de casa o mínimo possível. Meu marido cuidava do negócio sozinho. Juan Carlos, o negão, sumia de casa por semanas e meses. Uma vez demorou mais de um mês pra voltar. O fato de ele ficar tanto tempo fora me irritava, me deixava com ciúmes, histérica. Andava de mau humor. — No dia que ele voltou, veio com cheiro de cachaça, tentou me beijar e eu resisti. Ele me seguiu até a cozinha e me grudou na parede. Tentei resistir, mas não adiantou nada. Ele começou a tocar meu corpo, a me beijar. Empurrei ele pra me largar, e ele me deu um tapa que me fez cambalear. Comecei a chorar. Ele me pegou nos braços e me beijou. — Com os lábios dele, secou minhas lágrimas. Eu tinha que admitir que estava com ciúmes. — Me carregou no colo como se eu fosse uma boneca e me levou pra cama. Me tirou a roupa, as mãos dele começaram a tocar meu corpo. Ele bufava como um animal. Olhei a pica dele, rígida, dura, impressionantemente grande. Fechei meus olhos e me deixei levar pelos impulsos da carne. As mãos dele me acariciavam, e eu deixei ele fazer o que quisesse comigo. Meu coração batia descontrolado. Sentei na cama. Ele pegou o pau dele com as mãos e veio na minha direção com ele. Abri meus lábios e comecei a chupar o pau dele. No final, fui eu que procurei por ele, não me importava mais nada além de tê-lo dentro de mim. Deitei na cama e na hora abri as pernas. — Comecei a tremer quando senti a língua dele na minha buceta, ele chupou tudo, separava os lábios da minha gruta com as mãos, deixando minha rachadura à mercê da língua dele. Comecei a gemer, a me contorcer, a gritar como uma puta, que esqueci das minhas filhas, do meu marido. Não me importei que elas ouvissem meus gemidos, meus gritos. — Naquele momento, eu estava possuída pelo desejo. — As mãos dele separaram minhas nádegas e a língua dele começou a percorrer a fenda delas, me arrancando um gemido. A língua continuou o trajeto e chegou no meu cu, me senti no paraíso, nunca imaginei que aquela área do corpo desse tanto prazer. — Os dedos dele trabalhavam minha buceta até eu explodir num orgasmo e comecei a gemer, a rodar meus quadris, buscando que o pau dele me enfiasse. Não importava nada naquele momento a não ser sentir o pau dele me penetrando.  Tentei me levantar da cama e tomar a pílula, porque tinha parado de me注射 — mas ele não deixou —  por favor, pedi de novo, deixa eu tomar a pílula, não demoro  já não estou mais me注射 — posso engravidar — deixa eu ir — você pode me engravidar — ele não ligou — só disse: vale, pau, se eu te engravidar, então te engravido, não vai ser a primeira nem a última —  Ele subiu na cama e com as mãos abriu minhas pernas e começou a me comer de um jeito que me transformei, e comecei a gemer e gritar como uma louca cada vez que o pau dele me enfiava com uma metida e tirada que era lenta e ao mesmo tempo forte, senti ele chegar no fundo da minha buceta, perdi a noção das horas, não me importava mais nada. Nada. Só que nunca acabasse. ----Um remorso passou pela minha mente, ao lembrar do meu marido e das minhas filhas, mas ao sentir as investidas dele dentro de mim, esqueci completamente e me entreguei a ele sem nenhum pudor. Enrolei minhas pernas na cintura dele, impedindo que o pau dele saísse da minha buceta, queria tudo dentro da minha caverna, não me importei em agir como uma puta. E o incentivei a me enterrar até o fundo. Enquanto me comia, ele tentava enfiar os dedos no meu cu, era uma sensação nova no meu corpo, nunca antes um homem tinha tentado colocar algo no meu ânus, então empurrei minha bunda com força para que os dedos dele entrassem. Ficamos na cama transando como animais no cio por cerca de uma hora, e finalmente ele explodiu e jorrou dentro da minha buceta. Terminei exausta, mas feliz. ---Entramos no banho juntos e, enquanto nos lavávamos, comecei a chupar ele. Saímos do banho e me deitei na cama nua, de bruços. Ficamos assim deitados, nus, por quase duas horas, cochilando. Tentei me levantar, mas ele não deixou. Começou a me beijar de novo na boca, o cheiro de bebida que ele exalava era forte. Tentei me levantar da cama duas vezes e não consegui, porque ele me segurava pela cintura. Ele me pegou pelos quadris e, com as mãos, abriu minhas nádegas. Com os dedos, passou creme no meu cu, chupou minha buceta e enfiou os dedos no meu rabo. Senti um dedo no meu cu, aos poucos ele foi inserindo, doía, era uma sensação desconfortável. Quando ele conseguiu enfiar um dos dedos, senti tanta dor que tentei tirar a mão dele do meu cu, mas ele não deixou. -----Tentei impedi-lo, não queria que ele me comesse pelo cu. Tive muito medo de que ele me machucasse. Fiquei aterrorizada e comecei a chorar. Gritei, bati nele com as mãos, mordi ele duas vezes, mas não consegui que ele me soltasse. Olhei nos olhos dele e implorei, chorando: "Por favor, você vai me machucar, não faz isso, vai me foder pra vida toda, seu pau é muito grande, por favor, não faz. Parecia inacreditável, mas aos meus 37 anos, ninguém nunca tinha me comido pelo cu. Lembro que minhas amigas me contavam da dor enorme que se sente quando um homem mete por trás, mas eu nunca deixei ninguém arrombar meu cu. O pai das minhas filhas foi um que tentou, mas nunca cedi aos desejos dele. Tentei escapar duas vezes. Chutei ele com toda a força e consegui que me soltasse por uns minutos, mas ele me pegou de novo pela cintura e me virou de bruços. Não, por favor, você vai me machucar, não quero. Por favor, não faz isso. Você vai me machucar. Me solta, por favor. Ele me manteve de bruços enquanto os dedos dele se enfiavam no meu cu. Ele abriu minhas nádegas e começou a me lamber o cu. Me segurando firme pelos quadris. Por uns segundos, pensei que ia me soltar porque ele afrouxou a pressão no meu corpo, mas foi só para se posicionar atrás dos meus quadris e começar a fazer pressão com o pau no meu cu. — Gritei. Você me machuca. Tira, por favor, tá doendo. Ele me colocou na beira da cama, de quatro. Sempre de bruços. Não, por favor, me solta, você me machuca. — Só a ponta vou meter. Senti a cabeça do pau dele lutando pra entrar no meu cu, ele me segurou firme enquanto o pau começava a entrar no meu reto, mordi os lençóis e gritei. Comecei a chorar, a gritar. Tentei aguentar a dor, mas foi impossível. Tentei me levantar, arranhei ele, mordi, gritei e implorei de um jeito que tenho certeza que deu pra ouvir na casa toda. Ele nunca me soltou. Quando o pau dele entrou no meu cu por completo, foi mais do que eu aguentava, era uma queimação e uma dor enorme, implorei de novo, chorei pedindo pra ele, por favor, tirar. Tá doendo. Você me machuca. Por favor, tira. Por favor, você tá me rasgando. Tira. Foi uma dor horrível, tremenda. Caí de cara na cama, chorando, enquanto ele continuava enfiado com o pau no meu cu, sem me soltar. Fiquei como morta, sem me mexer, minha cabeça rodando. de tanta volta, eu sentia o cu arrebentado. Acho que passaram uns 4 minutos quando ele começou com a mete e tira, pensei que o pau dele ia sair pela minha boca. Eu levantava da cama com as investidas dele, não sei quanto tempo demorou, mas meu cu doía, minhas pernas tremiam, ele ficou me enfiando no rabo, do jeito que ele queria, minha cabeça rodava, enquanto ele me comia o cu, deu vontade de ir no banheiro fazer cocô. Quero ir no banheiro, por favor. Sai, vou no banheiro, por favor. Ele não deixou, ficou me comendo igual um louco, agarrado na minha cintura. E não parou de me comer até sentir o gozo dele dentro do meu intestino. Fui pro banheiro chorando, levei as mãos na minha barriga, sentei na privada e a dor foi enorme, meu cu ardia, quando me limpei, vi sangue no papel higiênico. Passei a mão no meu cu, e apalpei o rabo, que tava bem aberto e machucado. As bordas do meu esfíncter estavam rasgadas. Comecei a tomar banho devagar, deixei a água correr pelo meu corpo, quando saí, ele veio até mim, me pegou pela cintura e me levou de volta com ele. Bati nele com a mão e quis dar um tapa na cara dele, mas ele me segurou firme e me levou pra cama. Me deixei cair na cama, toda dolorida. Por um lado, me sentia mal, por reconhecer que, apesar de toda a maldita dor que senti, gostei do jeito que ele me fez amor. Era o primeiro homem que estreava meu cu. Era minha luta entre o bem e o mal. Entre a sanidade e a tesão que aquele homem despertava em mim. No outro dia, não queria levantar da cama por causa da dor no meu cu e também por vergonha das minhas filhas. E do meu marido. Tinha certeza que ouviram meus gritos quando ele arrebentou meu cu e, no fundo, me sentia envergonhada por tudo que aconteceu. Sei que é estranho, mas ele nunca mais me deixou sair da vida dele. Do meu marido, com quem me casei, ele aceitou essa relação, dizia que se ele me fazia feliz na cama, que eu continuasse com ele, e assim formamos uma família: eu, meu marido, minhas filhas e meu amante. GRAVIDEZ
Numa ocasião em que fui ao supermercado fazer compras, senti uma tontura e vontade de vomitar, mas não dei importância. No fundo, me apavorava a ideia de estar grávida. Comprei um daqueles testes caseiros e descobri com horror que estava prenha. Milhares de ideias passaram pela minha cabeça, o primeiro pensamento foi abortar, mas não fiz isso. Meu marido também me disse para não abortar, que ele me apoiaria.

Quando o vi, falei que estava grávida – Ele me perguntou o que ia fazer e eu disse que ia ter o bebê. Mesmo estando prenha, continuava trepando com ele. – Pedi pra ele, por favor, a gente se mudar de casa porque não queria sair na rua e o povo me olhar prenha dele. Conversei com minhas filhas, quando engravidei –. Teve um distanciamento entre minhas filhas e eu. Mas depois normalizou, eu tava no quinto mês da minha gravidez, e ela complicou, fiquei internada uma semana, então ele ficou em casa com minhas filhas.

Quando saí do hospital, tudo se normalizou de novo. Ele vinha em casa, me comia, ia embora, pra voltar depois. A relação com minhas filhas foi do mesmo jeito que comigo: quis ajudar minhas filhas a perder o medo do sexo a partir do momento em que a idade natural delas as levou a conhecer e aprovar a vida sexual. Conversei com minhas filhas de mulher pra mulher sobre o despertar da mulher pro sexo – sem falsos tabus nem falsos pudores.

Agora o ciclo se completou – minhas filhas foram iniciadas sexualmente por Juan Carlos, pelo meu macho – ele as desvirginou, arrombou, desflorou ou rompeu como se diz vulgarmente. – Eu sou da ideia de que os genes se herdam – os que nos fazem parecer com certas pessoas pelos trejeitos, comportamentos, etc. – Minhas filhas herdaram meu sangue quente, minha fogosidade, a tesão que sentimos quando estamos com um macho. – Conversei com minhas filhas – fiz a pergunta clássica – se eram mocinhas ou virgens – elas responderam que sim – falamos do que sentiam no corpo – do desejo delas de estar com um homem – fiz várias perguntas e no final me confessaram que queriam ter sexo. — eu disse que sexo não era ruim, que era uma necessidade do corpo, mas que tinha que protegê-las de uma doença venérea, de uma gravidez não planejada, que não fossem engravidar como tinha acontecido comigo — começamos a falar de sexo como ele é, sem falsos tabus — só comentei que, por causa do que os outros iam pensar, a gente devia manter tudo relacionado ao sexo em segredo. — sim, tá bom — me responderam — mas não enrole mais, mãe, e como a gente vai fazer? — eu falo com ele — eu disse. — Quando contei pro meu marido a decisão das nossas filhas — ele meio que quis desistir e eu falei. — Dúvida que eu não saiba iniciar suas filhas? — Não é isso, tenho medo de machucá-las por causa da grossura do pau e do tamanho — — vai machucar no começo, é natural, são moças — mas elas vão aproveitar e, quando a buceta delas se acostumar com o pau dele — tudo vai ficar mais fácil. — Dei a pílula pra evitar gravidez — porque elas me confessaram que queriam se sentir mulheres com ele sem nenhuma limitação — queria chupar o pau dele — que ele gozasse na boca delas — tinha curiosidade de conhecer o gosto do sêmen — queria sentir a sensação de ter a porra na buceta, que ele gozasse dentro delas. — por isso dei a pílula e recomendei como tomar. — Naquela noite encontrei o Juan Carlos — não teve preâmbulos — me senti muito tesuda — mesmo que minha gravidez me impossibilitasse muitas coisas — Peguei um pote de geleia, passei no pau dele — me ajoelhei na frente do pau dele e comecei a chupar — estava de frente quando vi meu marido na porta olhando eu chupando o pau — comecei a gemer ao sentir os dedos do meu macho tocarem minha buceta — ele começou a me dedilhar — e a chupar meus peitos cheios de leite por causa da gravidez — não aguentei mais, me levantei e puxei a toalha da mesa da sala — me apoiei contra a mesa de quatro, peguei o Juan Carlos pela mão pra ele me enfiar — Ele me enfiou de uma vez só — que eu gritei forte – ME PARTE – ME ROMPE – ME ENCHE DE SEU PORRA SOU SUA –  --- começou a me foder violentamente – o pau dele me agrada me enlouquece – senti um dos dedos dele no meu cu enquanto o pau dele me penetrava pela buceta – senti algo frio nas minhas nádegas – ele tinha pegado geleia e passou no meu cu – o dedo dele começou a entrar e sair do meu ânus – como um segundo pau –  Comecei a gemer – com as mãos dele separou minhas nádegas – me segurou pelos quadris e começou a meter o dedo no meu cu – depois passou geleia no pau dele e começou a pressionar no meu cu – quando me empalou eu gritei quase um - berro – você é um bruto mas eu gosto você é meu macho meu garanhão – me agarrei com força na mesa da sala – meu cu doía – mas comecei a mexer meus quadris no ritmo dele – gritando –gemendo – - você me machuca – mas não para me parte sou sua - ah – como eu gozo – olhei pra onde meu marido estava e ele estava se masturbando – comecei a gemer a gozar com aquele pau no meu cu –  senti o pau dele – crescer dentro do meu cu – tenso ao máximo – e explodiu junto comigo – fiquei desfalecida mas feliz.  -- devo admitir que talvez eu seja uma puta – mas uma puta da minha casa com meu macho.  -- depois do tesão conversei com ele – sobre minhas filhas – quero que você me ajude a iniciá-las são – mocinhas e sei por experiência que uma vez que provarem seu pau vão voltar por isso quero que você faça elas gozarem.  DE MENINA A MULHER. (A desfloração das minhas filhas).  Seria muito longo detalhar tudo que aconteceu depois que conversei com minhas filhas e com meu homem.  Depois entendi que meu arroubo sexual, despertou nas minhas filhas o desejo de experimentar e provar o sexo, como mulher que sou entendo perfeitamente que sintam desejos, eu mesma não consegui vencer a tentação da carne, mas no fundo não queria que ele tocasse nelas. De certa forma sentia ciúmes -  Voltei a conversar com cada uma delas de mulher pra mulher, percebi que não poderia evitar o encontro, naquele momento passaram pela minha mente milhares de ideias de incesto, de escândalos familiares, de tudo que podia desencadear o fato de ele me pegar como mulher. Sendo eu a mãe delas e ele sendo meu homem. Na hora, a gente pensa que essas coisas nunca acontecem na vida, que são só fruto da imaginação. Mas no fundo eu sabia que mais cedo ou mais tarde elas teriam que passar por essa fase da vida e tomei a decisão de dar meu apoio. A PRIMEIRA VEZ DELAS. No dia que minha filha ficou com ele, nós três deitamos na cama, juntamos as camas e ela se deitou numa ponta, minha outra filha deitou na cama dela como sempre fazia. ----Ele entrou no quarto e apagou a luz, peguei minha filha pela mão e senti ela nervosa, com a respiração ofegante. Ele deitou do lado dela, eu peguei um travesseiro e coloquei nas minhas costas como se estivesse sentada, porque minha barriga da gravidez não deixava eu deitar. -- -- peguei o lençol e cobri eles, ele puxou o lençol de lado e ficou pelado, fazendo o mesmo com ela. Foi sutil e carinhoso, soube conduzir ela e vencer o nervosismo dela, igual fez comigo. Eu não queria me mexer e apertei a mão da minha filha, que respondeu apertando a minha. ---Eu ouvia os beijos deles, ele pegou os peitos dela e começou a beijar e chupar, soube levar ela ao ponto exato de excitação. Desceu pela barriga até a buceta dela, onde com a língua percorreu os lábios íntimos, provocando espasmos de prazer na minha filha. ---Ficou dando prazer com a língua por quase uma hora, até que minha filha se deixou levar, desfalecida, rendida por sentir aquele formigamento gostoso entre as pernas. Eles se beijaram, se tocaram, ele pegou o pau dele com as mãos e guiou até a boca dela. -- deu o pau dele pra minha filha chupar – minha filha começou a fazer pressão com as mãos – a inexperiência com que ela chupava o pau dele causava nela espanto e medo – ela abriu a boca e fez o que pôde com o pau dele – ele pegou ela pelo braço – e carregou – sentou ela de novo com as pernas bem abertas em cima do cintura – ela mamava os bicos dele – beijava ele – olhei pro pau dele, tava no ponto máximo de excitação. – olhei nos olhos da minha filha e apertei a mão dela – só se entrega de vez, sem medo nem tabu – vai doer um pouco no começo, é normal, você é donzela, mas aos poucos vai sentir prazer e aprender que sexo não é ruim. Olhei pra ela por uns segundos, olhei pras pernas dela – a fenda molhada, excitada, os lábios inchados de sangue acumulado. ■ Aos poucos, ele foi deslizando por cima da minha filha, até ficar em cima dela, enquanto separava as coxas dela e se posicionava no meio das pernas dela. – Eu continuava apertando a mão dela e virei a cabeça um pouco pra olhar minha filha na penumbra, ele começou a beijar ela na boca, no pescoço, chupava os bicos dela, e aos poucos começou a fazer pressão com o pau nos lábios íntimos dela, ouvi um "ai" que era tipo um grito e gemido, minha filha apertou minha mão com muito mais força, e eu fiz o mesmo – devagar – devagar – devagar – ela reclamou e gemeu de novo – apertou minha mão com força quando sentiu a picada do pau dele – mas ele não conseguiu penetrar ela – – Uma vez e outra ele tentou sem sucesso – as dobras do buraco da minha filha não cediam – – olhei minha filha mexer os quadris procurando o pau – tentando ajudar ele a penetrar ela. – – ele tentou mais uma vez, levantou as pernas dela e, separando as coxas, aproximou o rosto e a língua da boceta dela – enfiou a língua o mais fundo que pôde – buscando a máxima excitação da minha filha pra poder enfiar o pau. – – Começou a pressionar de novo – começou a empurrar com força – até que a cabeça do pau dele conseguiu entrar – – ouvi o grito da minha filha ao se sentir empalada – olhei ela morder os lábios, balançando a cabeça de um lado pro outro. – – Tá doendo – devagar, tá doendo – – – Cheguei mais perto dela – Ela apertou minha mão com força ao sentir Juan Carlos começar a fazer pressão de novo – – ouvi um "ai" que era tipo um grito e gemido – devagar – devagar – devagar- ela reclamou e gemeu de novo, apertou minha mão com força quando sentiu -- --como ele entrava na buceta dela, como a intimidade dela era rasgada, ai ai, me dói, segurei a mão dela com mais força, e notei como ele continuava se enfiando, na barriga dela. --- Ele parou a investida, até chegar no selo de garantia, colocou as duas mãos debaixo do corpo dela e com uma estocada forte a desvirginou. --Um grito forte foi a resposta da minha filha. --O resto foi ouvir ah ah ah como se faltasse ar pra ela. Não tive dúvida nenhuma, ele tinha acabado de meter o pau inteiro dentro da buceta dela, penetrando ela por completo, a desfloração já estava consumada, tinha rompido aquilo que se rompe na primeira vez que uma mulher dá. --, olhei o relógio na mesinha, eram exatamente 12h15 da noite quando ela deixou de ser mocinha, já era mulher. -- ele ficou imóvel dentro dela, mas não por muito tempo, começou a possuir ela devagar e delicado, dando tempo pra ela se acostumar com o pau na ferida recém-aberta, e começou a bombar ela, começou a se mover pra cima e pra baixo, e a entrar fundo dentro dela, ---O grito dela e os soluços que acompanharam a desfloração me confirmaram a verdade, minha filha tinha deixado de ser menina pra ser mulher. Despertou na minha filha uma paixão sexual que fez ela mexer a bunda procurando o pau do macho penetrar até o fundo - Fechei os olhos, me recostei na cama – minha filha soltou minha mão e abriu as pernas ao máximo, se entregando ao prazer da primeira foda dela, da primeira vez. ---O resto foi ouvir os gemidos, os gritos, os lamentos dos dois, e senti que ele estava prestes a gozar – mexi com minhas pernas, não goza dentro dela – mas ele não me obedeceu, enfiou até o fundo e deixou o leite dele dentro da buceta dela. Olhei pra minha filha com os olhos fechados, desfalecida - ---Ele tirou o pau manchado de sangue, a entrada da buceta e os lábios menores da minha filha também tinham um pouco de sangue escorrendo pra Mais velhas e bundas — eu disse: "mantenha as pernas juntas pra parar de sangrar" — enquanto abraçava ela e falava palavras doces pra consolar. — Parou de sangrar — a dor diminuiu — cobri ela com um lençol e ficamos conversando — limpei o sangue — falei pra ela ficar deitada um pouco — que isso era só o começo — que ainda faltava ajudar ela a ter os orgasmos dela, mas com menos dor que da primeira vez. Ela ficou deitada umas duas horas — — Quando acordou, perguntei: como você se sente? — tá doendo? — um pouco — quer tomar banho? — sim — ela levantou andando com as pernas meio afastadas por causa da dor — quando entrou no banho, troquei os lençóis da cama que estavam manchados de sangue — saí pra procurar o Juan Carlos, ele estava na sala com meu marido, falei: vem — a Glória quer ficar com você agora que sair do banho — ■ fui pra cozinha fazer um chá de camomila, quando voltei pro quarto, o Juan Carlos conversava com minha filha — só ouvi ele dizendo: — não se preocupa, vai passar — mas o que você vai lembrar pra sempre é isso — porque quando eu te abri com meu pau, te fiz mulher — você me pertenceu — já é minha mulher — por isso você tem que ter cuidado, não pode contar pra ninguém — tem coisas que as pessoas de fora não entendem — Foi assim que foi a primeira vez da minha filha mais velha. A partir daí, ele continuou comendo ela — ele foi o primeiro homem que a fez mulher, o primeiro que a rompeu — e dizem que o primeiro não se esquece. Tem uma coisa que eu não consigo entender dos homens, e acho que nunca vou entender, é por que eles gostam de dar no cu da gente — — eu sabia que o Juan Carlos — ia comer ela no cu — igual fez comigo — é tipo a marca registrada dele — é um vício que ele tem de comer mulher no cu — e ele sabe que é bruto na hora de foder. Na semana seguinte que ele desvirginou ela, rompeu ela no cu. Depois que tudo aconteceu, fiquei absorta nos meus pensamentos — com o olhar fixo neles e não quis pensar em nada — mas no fundo sabia que estava rompendo todas as regras da moral – que essa relação era uma loucura – uma aberração, uma falta de moral – uma relação que talvez nos trouxesse consequências – mas já estava consumada com uma das minhas filhas. – essa é minha história, minha própria vida ao lado das minhas duas filhas – fiz bem, fiz mal, não sei, isso o tempo dirá, mas o que tá feito, tá feito.

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