Esposa compartida

Quando conversei com o Emilio, ele mesmo confessou que depois daquele dia e por muito tempo, ele revivia detalhe por detalhe o que aconteceu, prolongando a excitação que sentia e, por outro lado, aguentando as putas crises de consciência que isso causava ao me ver gozar nos braços de outro homem, transando sem tabus, ciúmes ou ressentimentos. Como já falei antes, grande parte dessa história foi escrita pelo meu marido e não quis mudar nada. Só adicionei algumas linhas. Não é nada fácil pra uma mulher chegar e escrever sobre a vida sexual sem ser chamada de puta, vagabunda, por causa de todas as barreiras de tabus sociais impostos na nossa sociedade. Ainda mais sendo casada e com família. Realmente, meu estilo de vida não é muito aceito na sociedade – repito, não é bem visto uma mãe aceitar viver amigada com o amante e as filhas. Muitos podem pensar que sou louca, doente ou uma pervertida. Por isso mantive essa vida escondida e, de certa forma, contar isso talvez foi como uma válvula de escape. Sei que muitos vão se perguntar por que o Brando e não outro homem – tentamos conhecer alguns outros caras e ver se conseguíamos dar o passo com eles, mas nunca tivemos os resultados esperados. É muito difícil confiar e abrir as portas da sua casa pra um desconhecido. No entanto, toda essa experiência de conhecer esses homens nos ajudou quando tomamos a decisão final de que fosse o Brando o macho alfa da casa, o homem da família. Eu tinha um passado com ele e, de certa forma, conhecia o jeito dele, e isso me ajudou a tomar a decisão final. São muitas sensações que passam pela mente naquele momento, mas chega um ponto em que você fica cega e se entrega ao prazer sem limites. Quando estava com o Brandon, esquecia do Emilio, não queria pensar em nada, só me sentir penetrada. Nas vezes que ele me fez dele na frente do Emilio, em cima da cama de casal – eu abria as pernas pra recebê-lo, quando ele me penetrou, não consegui evitar de gritar ao sentir como Minhas carnes íntimas se abriam pra dar passagem ao pau dele – soltei um gemido longo e levantei a bunda pra recebê-lo por inteiro, e ele me enfiou até os colhões, me causando dor e prazer ao me sentir completamente empalada. Ele ficou dentro do meu corpo me penetrando com força – com fúria, as estocadas dele me faziam gritar – e eu mexia minha bacia como uma louca, buscando que ele me penetrasse até o fundo. A gente rolou pela cama, eu subi em cima dele, ele me colocou de bruços, de lado, me comeu de um jeito que me fez sentir mulher – me fez sentir viva de novo – Senti ele gozar, começou a pulsar forte, enquanto o esperma quente inundava minha buceta – meu corpo se contorceu, percebi que eu estava gritando. Só naquele momento tomei consciência do meu arrebato passional, foi aquela primeira vez que entendi que ele era o homem certo pra minha vida. Era o homem que eu tinha procurado pra ser mãe de novo, eu e minhas filhas.. Era o macho que eu buscava e que nos mantivesse unidas a ele por um laço de sangue. Foi naquele momento que entendi que minha vida ia dar uma virada, Emílio me confessava que sentia ciúme e raiva, mas mesmo assim, algo dentro da mudança tinha conhecido o lado voyeur dele, o lado dele de ser um homem cuck, apesar de ser um estigma difícil de aceitar, ele aceitava. A história de Emílio. Depois de permitir que minha mulher transasse com Brandon, nossa vida continuou normal. Foi uma experiência e uma excitação enorme poder vê-la gemer e gritar nos braços de outro homem. Brandon passou a fazer parte da nossa vida, começamos a nos ver em praças e restaurantes e depois ele começou a frequentar a casa, e minha esposa começou a trepar com ele na cama de casal. Numa ocasião, saímos pra um bar e Brandon a levou pra dançar. Então tive que ficar olhando eles, como ele a segurava pela cintura, acariciando a bunda dela e beijando ela. Quando a música acabou, Gaby foi pro banheiro e eu fiquei com Brandon na mesa – Não sabia o que dizer, até que finalmente o gelo quebrou. – Não É fácil estar com o cara que come sua mulher na mesma mesa e não se sentir um otário ou um idiota na frente dele. — Ouvi a voz do Brandon me dizer: não se sinta mal, não te julgo, você não é um imbecil, é um homem inteligente. Se você não consegue dar prazer a ela, deixa eu aproveitar ela. Sei que você adora ver eu foder sua mulher. — Sabe, hoje à noite vou arrebentar o cu dela. Ele tocou meu ombro com a mão e olhou nos meus olhos — Emilio, ontem eu estava conversando com a Gaby sobre as meninas, quando ouvi o nome delas, meu coração quase parou, e não vou mentir, suas filhas querem sexo, estão loucas pra experimentar, e eu tenho uma vontade imensa de “descabaçar” elas. Não soube o que responder. Quando a Gaby voltou, me pegou pela mão pra gente ir embora. — No caminho pra saída, mais de um virou pra olhar a bunda dela, que se destacava no vestido justo que ela usava naquela noite. Coloquei minhas mãos na cintura dela, ela me puxou pra perto e murmurou: tô com tesão, não consigo evitar. — Começamos a conversar e ela disse, baixando o olhar: o Brandon quer me comer por ali, você já sabe por onde. — Como eu respondi: “então ele quer me comer no cu!” — Pelo cu, falei sem rodeios. — Ela me perguntou: “e se você me comer por lá e eu disser que não? Que nunca deixei você nem ninguém?” Sei que vai doer, mas quero tentar, é uma excitação enorme que sinto com o Brandon. — Sei que ele pode me machucar e que vou passar muito mal, talvez até me arrependa — mas quero tentar, não quero mentir, tô molhada só de pensar nele. — Ouvir essas palavras da minha mulher me deixou louco, como um demente, preso num sentimento e numa excitação imensa. Eu sabia que tinha que parar com aquilo, mas já não conseguia mais, o prazer que sentia ao vê-la gozar era enorme. Chegamos, estacionei o carro e vi os dois entrarem em casa. Não teve preâmbulo: minha mulher estava transformada numa desconhecida pra mim, começou a esfregar a bunda nele. Pau procurando a reação do macho. – Observei cada passo desde que desabotoei e comecei a puxar o vestido dela até deixá-la nua. Ele se despiu rápido, olhei pro pau dele inchado, duro, ereto. Comecei a suar e tentei me acalmar, não queria que minha pressão caísse.

---Me sentia incrédulo – não conseguia acreditar que minha mulher aceitasse ser aberta no cu. Olhei pra minha mulher, ela tava disposta a tudo, Brandon pegou o pau dele com as mãos e colocou na boca dela pra mamar, quase não cabia, vi o esforço que ela fazia pra abrir toda a boca e chupar – ele segurou a cabeça dela e empurrava pra dentro, fazendo ela quase tossir de tanto esforço. Levou ela pra mesa, minha mulher abriu as pernas e Brandon se posicionou na frente dela, colocou o pau entre as pernas dela e imediatamente empurrou e começou a meter, penetrou com força, o prazer me cegou e comecei a me masturbar, enquanto Brandon beijava minha mulher na boca. Entrava e saía da buceta dela uma vez atrás da outra, roçando o clitóris dela e deixando ela cada vez mais louca. Pouco tempo depois, ouvi ela gritar, gemer, e ela gozou com uns gemidos tão fortes que quase gritei de prazer só de ouvir. Foi aí que da boca de Brandon saíram as palavras que vou lembrar pra sempre: “Vira” – ele disse pra minha mulher, eu sabia o que aquilo significava e as consequências, então ouvi minha mulher dizer: “Tô com medo de você me machucar, mas enfia. Faz logo ou vou me arrepender” Naquele momento, pensei nos 93 quilos dele e no pau grosso e grande dentro da bunda pequena da minha mulher de 48 quilos, só pensava se ela aguentaria aquela penetração, além disso sempre achei que sexo anal era algo sujo e doloroso. Olhei pra minha mulher naquele momento, parecia não pensar no sujo nem na dor, só queria gozar, ser penetrada até o fundo do intestino, sem se importar com o que sofresse, sem se importar se partisse ela ao meio. Ele pegou ela pela mão e levou pro sofá, onde pediu pra ela deitar de bruços, colocou uma almofada debaixo da cintura e fiquei com a bunda empinada. Separei as nádegas dela e deixei o orifício do cu da minha mulher bem na frente da língua dele, chupei e lambi sem nojo uma vez e outra, até dilatar. Minha mulher estava de olhos fechados, de quatro, com a bunda pro ar e ele atrás dela, metendo a língua naquele rabo sem parar. Ele foi até a bolsa da minha mulher, pegou um pote de creme, passou num dos dedos e foi até ela, começou a enfiar devagar, sem querer machucar — "vai, relaxa", ele dizia — "solta o corpo — tenho que te dilatar, não quero te machucar e você tem que me ajudar." Ele enfiava os dedos devagar na bunda dela. Aí aproximou a cara da boceta dela e começou a chupar, foi como se minha mulher levasse um choque, começou a se mexer, a gritar, e com a força que se agitou, acabou tirando o dedo que ele tinha enfiado no cu dela. Ele meteu dois dedos e eu vi o cu da minha mulher se abrindo aos poucos com a pressão deles — ouvi ela dizer "Ah, para, por favor, você vai me matar de prazer. Mete logo. Faz isso ou vou me arrepender." Brandon levantou, pegou o creme e passou no pau inteiro, ergueu o olhar sabendo que eu tava vendo tudo — "devagar, devagar", minha mulher dizia. Ele tentou uma vez e outra sem conseguir vencer a resistência do buraco, parecia impossível que o pau dele entrasse sem machucar ela — "não aguento mais, tenho que meter ou vou ficar louco." Passou mais creme, segurou minha mulher pelos quadris com força e apontou a cabeça do pau pro furinho do cu dela — mandou ela relaxar, e... de repente eu ouvi... O grito dela. Vi ela fazer força com a mão, apertar os dentes, morder os lábios, tentando aliviar a dor, mas escapou um gritinho quando sentiu ele rasgando o cu dela. Os segundos de penetração pareciam minutos, pensei "ele vai rasgar o cu dela". Não reconheci minha mulher, ela tava tão tesuda que não ligava de desmaiar de dor, só queria que ele arrebentasse o cu dela e ponto. Pra provar pra ele, ela disse: "Vai, não para não". E ele continuou empurrando bem devagar, às vezes tirava e colocava de novo, mas cada vez um pouco mais fundo, penetrando ela com muito cuidado. Fechei meus olhos, pra ser sincero, e ouvi um gemido da Gaby quando a cabeça da pica do BRANDON começou a entrar, vencendo a resistência do cu dela. Ele segurou ela firme, impedindo que minha mulher escapasse da pica dele. Olhei minha mulher mordendo os lábios pra não gritar — chorar, — não queria pensar que ela sabia que tavam olhando e por isso evitava gritar, mas era óbvio que tava doendo, a cara dela, as feições mostravam claramente que tava doendo. Até que ela não aguentou mais e começou a gritar com força quando Brandon começou a penetrar ela. Ela se dobrou toda — e tentou se levantar pra evitar que ele continuasse metendo, mas não conseguiu. — Brandon tava tenso, suado, pelo esforço que fez, mas nunca deixou minha mulher escapar da pica dele. Quando conseguiu enfiar tudo, manteve ela firme, colada na pica dele. — Ficou parado, dentro do cu da minha mulher, grudado na bunda dela, sem dar chance pra ela se mexer e evitar o contato da pica dele com o reto dela. — Começou a se mover, a meter nela, e aos poucos minha mulher começou a gemer, a reclamar cada vez mais baixo. Ele acariciava a buceta dela com os dedos — vi a Gaby girar o quadril, rebolando a bunda pra encontrar a pica — ela fazia isso devagar —, foi a hora que ele aproveitou pra enfiar tudo. Ela arranhou o sofá ao se sentir completamente empalada — se dobrou toda e começou a falar pro cara: "Tô sentindo você me partir." Ele começou o vai e vem, entrando e saindo do cu dela com força, segurando firme no quadril dela. — Cada vez que metia, jogava ela contra o sofá — com força. Ele colocou ela de pé e sentou ela na pica dele, começou a furar ela, a gozar dela, e minha mulher a gemer. — Quando cansou, deitou ela no sofá, sempre de barriga pra baixo — e começou. de novo a enfiar no reto dela até o fundo dos intestinos dela – tirei merda dela, mas não me importei e continuei penetrando ela. Olhei pra minha mulher desfalecida – com o cu aberto – desflorado. – e banhei os intestinos dela com meu esperma pra rolar pro lado bufando como uma besta, agitado, suado. – essa primeira vez da minha mulher eu nunca consegui esquecer – o difícil foi começar, uma vez que ele conseguiu pegar ela pelo cu e vencer a resistência dela, ele enfiava à vontade no cu dela – – me levantei, minhas pernas tremiam e a sala cheirava a excremento, a merda, olhei as almofadas do sofá manchadas, sujas de sangue, merda e esperma. Foi uma eternidade pra mim, sentia meu coração bater num nível desproporcional, sentia minha boca seca, pastosa, e me sentei no chão respirando calmo. Olhei pra Gaby nua, desfalecida, cansada, deitada de barriga pra baixo, sabia que tinha sido uma experiência que seria difícil de esquecer pra ela. Nunca imaginei ver minha mulher gozar e gritar daquele jeito, e menos ainda fodendo como ela fez. Ajudei ela a ir ao banheiro se trocar, ficamos sentados na sala da nossa casa, ela com o cu arrombado e eu com um sentimento de desejo, tesão e culpa. No dia seguinte ela acordou tarde, quando entrou no banheiro pra cagar, ouvi ela gritar e ela teve que morder uma toalha pra que os gritos não fossem ouvidos em casa. De noite Brandon voltou e comeu o cu dela de novo na minha casa, eu, o marido dela, a poucos passos deles. Foi assim que minha mulher se tornou amante de Brandon, tinha aceitado meu lado voyeur, meu lado cuck, e Brandon a fazia feliz na cama. Minhas filhas notaram a mudança que houve em casa, conheceram Brandon – Eu me sentia feliz, mas também sabia que estava brincando com fogo. Conversei com minha mulher e falei que não tinha problema ela transar com Brandon, mas que era diferente ela estar decidindo o despertar sexual das nossas meninas, entramos em discussão, não quero fazer algo que depois me arrependa pelo resto da vida. vida. Comentei com ela. — E não sei se vou aguentar tudo que envolve deixar elas fazerem sexo com o Brandon. — Sem me arrepender do que faço. E tenho medo que machuquem elas, elas nunca estiveram com um homem — são mocinhas. Naquela noite não dormi pensando, não queria aceitar que no fundo me dava tesão e excitação pensar no assunto. Voltava de fazer umas compras e encontrei minha mulher arrumada pra sair, aonde vamos eu disse. — Volto em três ou duas horas, vou sair com as meninas, combinei de ver o Brandon na praça, vamos conversar. — Quando chegaram, senti cheiro de vinho e cerveja em cada uma delas — ficaram conversando — ai, meus peitos doem! ouvi a Lorena dizer, é que ele mordeu os seus, a Laura falou — bom, meninas, dormir, amanhã vemos o que fazer — o importante é que já estão decididas — e convencidas — minha mulher disse. Quando ficamos a sós, ouvi a voz dela, Emílio “Quero que vocês iniciem as meninas” — fiquei paralisado, frio, feito idiota, que porra é essa, mulher? Sabe o problema que podemos arrumar, deixa nossas meninas descobrirem o sexo sozinhas, só orienta elas. Peguei as mãos dela e falei, Gaby — as meninas são mocinhas, deixa elas mesmas decidirem o caminho pro sexo. No final acabei cedendo — entendi que minhas meninas sabiam que o Brandon transava com a mãe delas e era lógico que elas sentissem curiosidade de saber por que a mãe — gemia e gritava tanto quando o Brandon tava com ela. Minha mulher me pegou pela mão e me levou pro quarto onde guardava umas fotos, me mostrou algumas e disse, olha elas, tão mais que à vontade, me diz se você vê elas com vergonha, ou com medo de estar quase peladas. — verdade, né. Fiquei calado, olhando as fotos onde elas, sem nenhum pudor ou vergonha que aparecesse na cara delas. Tinham tirado uma foto delas. Mas o que mais me chamou atenção foi ver as fotos delas, com uma dedicatória: “Não sei o que tá rolando comigo, sei que você vai pensar” que é uma loucura, mas eu te desejo. sou mocinha e sei que você vai me machucar, mas não me importo, tô disposta a tudo com você. Que você seja o primeiro na minha vida. Do jeito que você quiser... De tudo. Laura” Naquele momento entendi que não tinha volta, — Fiquei pensando, precisava ouvir um conselho. Mas quem você procura, pra quem conta que deixa outro comer sua mulher sem te chamarem de otário ou corno? Tinha as meninas prestes a perder a virgindade — uma primeira vez que eu sabia que jamais iam esquecer, porque tinha certeza que ia comer elas anal, vaginal e oral. Talvez seja muito fácil escrever isso pra você, mas viver é como estar sentado no fio da navalha, você sente o coração bater a mil por hora, sente a garganta seca. — como mulher e mãe, não me arrependo dessa decisão da minha vida com as meninas e o Brandon. Formamos uma família, até agora difícil viver assim numa sociedade machista e moralista.

1 comentários - Esposa compartida

Buen post hermoso relato y supongo ya tenes la continuaciondesvirgando esas carnes van 10