Depois da massagem, teve uns dias de desconforto, mas estranhamente minha irmãzinha não falou nada sobre o que aconteceu, o que me fazia imaginar que ela tinha gostado, mas estava distante, e quando tentei tocar no assunto, ela me evitava. Depois de alguns dias, minha irmã me escreve: "Precisamos conversar, mas não aqui, vem no meu quarto." Levanto e vou até o quarto dela, toc toc, sou eu. Ela abre, senta na cama dela, mesmo estando de roupa de casa, ela estava tão linda que eu não conseguia evitar sentir uma emoção ao vê-la assim. Então ela diz: "Não consegui esquecer o que aconteceu naquele dia, mas isso é incesto e é errado." Eu disse: "Errado?" E falei: "Incesto é um tabu. O problema do incesto é a descendência, porque sendo da mesma linhagem, os problemas dessa linhagem aparecem mais facilmente." Ela ficou calada me ouvindo, e terminei dizendo: "O sexo não é errado, usando proteção ou planejamento, já que não tem linhagem de descendência." Ela ficou pensando e, depois de alguns minutos, me perguntou: "Você já tinha pensado nisso antes? Pesquisou sobre isso?" Respondi: "Claro, já faz uns dias que eu tenho cada vez mais vontade de te penetrar com minha pica torta, em vez de bater punheta pensando em você." Ela não esperava por isso e respondeu: "Também bati punheta pensando em você. Mas então, o que a gente faz? Você entende mais do assunto, o que sugere?" Eu respondi: "Vamos ter liberdade e deixar nossos corpos falarem, e a gente precisa planejar com algum método para não ter filhos." Ela aceitou e disse quase que imediatamente: "Eu tomei a pílula uns dias atrás, então pode meter e gozar dentro." Essas palavras me acenderam. Na minha bermuda já dava pra ver minha pica torta querendo sair pra atacar ela. Ela olhou e disse: "Acho que alguém quer ação." Falei: "Sim, você está muito gostosa e todo esse papo, saber que você também quer, me deixa louco. Quer aproveitar que estamos sozinhos e eu te chupo?" Eu disse que sim, mas que fizesse de calcinha, coisa que ela nem pensou muito e tirou a roupa, e eu aproveitei pra ajudar. Quando ficou De calcinha, ela tava usando uma fio dental vermelha de renda e um sutiã combinando nos peitos. Olhei pra ela e fiquei besta, ela me olhou, já que eu tava pelado com meu pau torto pra fora, e disse gostosa: "Adoro seu pau torto." Ela se abaixa, enfia na boca e começa a chupar magistralmente enquanto segurava minhas nádegas. Eu, vendo aquela cena, achava que era mentira, porque tinha imaginado tanto que não conseguia acreditar. Peguei a cabeça dela e dei uns empurrõezinhos pra ela engolir tudo, ela deixou e continuou. Depois de um tempo, soltei meu esperma na boca dela, e ela engoliu tudo. Disse: "É amargo, mas eu gosto." Falei: "De hoje em diante, você vai ser minha putinha." Ela me olhou e disse: "Sou sua putinha, maninho." Levantou e falou: "Você gozou e ainda tá com energia pra mais?" Respondi: "Tenho tanta energia porque é você, que me deixa a mil." Ela me jogou na cama dela, montou em mim, nossos sexos se roçaram nos movimentos, e começamos a gemer porque o prazer era muito. "Aaaahhhh Ahhh simmmm simmmm", nós dois dizíamos. Num movimento, ela colocou a cabeça do meu pau na entrada da buceta dela e eu dei o empurrão pra glória. Meu pau começou a entrar, abrindo caminho entre as dobras apertadinhas dela. "Aahhh que gostosoo", enfiei tudo. Ela me olhou, ficou parada em cima de mim, me encarou, e me deu um beijo de língua magistral. Se posicionou de novo e começou a rebolar. A gente se dava muito prazer. Eu segurei a cintura dela pra mexer também com minhas mãos, pra cima e pra baixo. Já era tanto os nossos fluidos que só se ouvia o barulho da chapada dos nossos corpos. Ela levantou, ficou de quatro e disse: "Agora mete forte." Levantei, enfiei e comecei a meter como se não houvesse amanhã. Bati na bunda dela, ela gemeu: "Aaaahhhh sim papaiii simmm não para." Eu continuei metendo forte, segurei as cadeiras dela e me ajudei com as mãos pra meter ainda mais forte. Ela disse: "Adoro, me dá mais, aaaahhhh aaaahhhh simmm sssimmm." A gente continuou assim por não sei quanto tempo, trocamos de posição, comemos como animais. celo, até que não aguentamos mais e gozamos juntos, foi muito prazeroso. Ficamos deitados por uns momentos, aí ela vira e fala: "amei como você me comeu". Eu respondo: "eu também amei". A gente se olha e se beija de novo, meu pau duro sobe e começamos o segundo round. Naquela tarde, fizemos três vezes. Já não aguentávamos mais, porque tava quase na hora da nossa mãe chegar, então paramos. Eu tinha colocado um alarme pra caso a gente perdesse a noção do tempo, e ainda bem, porque se não tocasse, a gente não parava até sei lá quando. A gente se veste de novo e ela fala: "isso vai se repetir". Eu confirmo e digo: "quando você quiser". A gente se beija apaixonadamente e eu vou pro meu quarto. Assim terminou a primeira vez que eu comi ela. Valeu pelas punhetas e pela atenção ao meu relato.
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