História real de corno enfezado

aqui vai a história de um seguidor
cem por cento real
ele me pediu pra contar ela
Espero que vocês gostem e, claro, principalmente que comentem ela.






Vou contar pra vocês o que tá rolando com um amigo meu daqui, com quem converso há muito tempo. Por respeito à privacidade dele, não vou dar detalhes, vou chamar ele de CARLOS, e é assim que começa.


Carlos tem um conflito com o pênis desde criança, sempre o considerou pequeno e por isso se sentia menos homem. Estudando na faculdade, conheceu Fernanda, uma garota muito gostosa de corpo esbelto, com quem, depois de um longo namoro, se casou após ambos se formarem. Na real, tudo ia muito bem para os dois e até tiveram um filho, coisa que um dia perguntei se ele realmente achava que era o pai biológico, já que, segundo Carlos, ele tinha dificuldade em ter um sexo pleno com Fernanda e esse era o grande problema dele, pelo menos para ele, porque ela nunca mencionou nem reclamou nada sobre o assunto. O casal funcionava muito bem, como ainda funciona agora. A estabilidade financeira dos dois os mantém seguros e ambos curtem muita liberdade. Raramente saem juntos por causa do filho pequeno; para isso, eles se revezam, embora quem saia mais seja ela. Com suas dúvidas sobre se sentir menos homem, ele começou a visitar essa comunidade e, principalmente, tópicos sobre cornos e paus pequenos. Isso foi deixando ele cada vez mais excitado e, aos poucos, foi sentindo uma grande dúvida se era ou não um cuck, coisa que antes não dava importância. Isso gerou suspeitas e dúvidas num terreno pouco conhecido. Quando se deu conta, já estava conversando com Sergio, que se mostrou um bull experiente e muito bem dotado. Logo entraram em acordo sobre o que Carlos tanto desejava: a ideia era que Fernanda tivesse o sexo que, segundo ele, merecia, com um único homem que funcionasse como o bull fixo e seguro. Assim, durante uns dois meses, ele foi preparando o encontro entre eles, passando todas as informações sobre os gostos da Fer para Sergio. Dessa forma, o encontro foi marcado e, pelo WhatsApp, Sergio detalhou tudo sobre eles, embora sem dar grandes detalhes, coisa que obcecava Carlos, que já naquele momento se masturbava loucamente lendo as mensagens do Sergio e imaginando sua amada gozando de uma boa trepada com ele. Isso fazia ele explodir de tesão. Foi então que Os dois combinaram num café da manhã juntos. A ideia era ir tomar café com a Fer num bar e depois encontrar o Sergio no mesmo bar pra ele dar detalhes sobre as fodas dele com a Fer. O que Carlos nunca imaginou foi o que o Sergio tinha planejado pra ele. Chegaram no bar que o Sergio mandou, sentaram e pediram o café. Tavam comendo quando, de repente, ele viu o Sergio entrar e sentar não muito longe deles. A Fer ficou desconfortável — Carlos percebeu na hora, mas entrou na onda. Num momento, a Fer levanta e fala que vai no banheiro. Carlos sacou o sinal que o Sergio fez pra ela e esperou ela sair pra ir no banheiro masculino e, de lá, tentar escutar os dois, já que sabia que eles tavam se encontrando ali. E foi isso. Apoiado nas pias do banheiro, ele ouviu a Fer gemer do jeito que só ela gemia. Não parava. O Sergio tava comendo ela no banheiro feminino. Ele tirou o pau pra fora ali mesmo e começou a bater uma, louco de tesão ouvindo a mulher dele gemer no outro banheiro. Aí rolou algo inesperado: dois garçons entraram sem ele ver e começaram a humilhar ele.


Cara 1: Olha só o corno se masturbando enquanto tão comendo a mulher dele ali do lado.


Mano 2, que bom cuck que ele é também, com aquela piquinha dele não consegue fazer nada.


Carlos não conseguia parar de bater uma, virou-se e os garçons também estavam com as picas pra fora a centímetros dele.


Mozo 1: dale, corno, chupa ela um pouquinho, chupa ela.


Mozo 2, tu quer ficar igual à puta da tua mulher?


Eles tinham encurralado ele, e Carlos, surpreso, não soube o que fazer. Nesse momento, entrou outro homem no banheiro, um gordão que afastou os rapazes e começou a punhetar Carlos, levando ele até o vaso, onde se sentou. Virou ele e sentou Carlos em cima dele. O pobre Carlos não conseguia fazer nada para escapar naquela hora, e a tesão dele deixava que continuassem brincando com ele. O gordo abriu o cu dele e foi descendo ele devagar, o pau entrando lentamente sob o olhar dos rapazes. O gordo meteu até o fundo e começou a comer ele. Carlos, ao contrário de tudo, estava gozando como nunca tinha imaginado, e foi aí que um dos rapazes colocou o pau na boca dele. Era o primeiro pau que Carlos chupava, assim como o primeiro pau que o cu dele engolia, enquanto continuava ouvindo os gemidos do Fer no outro banheiro. O gordo comeu ele por um bom tempo, enquanto os dois rapazes se deliciavam vendo Carlos chupar eles até que ele sentiu o gordo encher o cu dele de porra. Parecia que Carlos ia gozar, mas o gordo não deixava, apertando as bolas dele para isso não acontecer. Assim, manteve ele quente e tirou ele de cima. Virou ele, e Carlos ficou de joelhos na frente do pau do gordo, que pegou na cabeça dele e fez ele chupar. Os rapazes não ficaram sem a deles: ali estava o cu de Carlos vazando a porra do gordo, e eles enfiaram no cu dele sem que ele pudesse fazer nada, embora, com a tesão que tava, era o que ele mais queria, mesmo ouvindo os rapazes humilhando ele, chamando ele de corno e de putão. Os dois encheram o cu dele e foram embora. O gordo ajudou ele a se levantar, deu papel pra ele se limpar e foi embora. Carlos se limpou o melhor que pôde. Não acreditava no que tinha acontecido. Embora tivesse gostado, a confusão dele era que ele não era viado. Saiu do banheiro e voltou pra mesa. Fer já estava lá sentada esperando ele.


Fer, cadê você, amor?
Carlos no banheiro, acho que o café me fez mal.
Foder bem, paga e a gente vai.


Um dos garçons que tinha comido ela foi quem cobrou ele, aí ele percebeu que o gordo era o dono do bar. Naquela manhã, isso deixou ele mais indeciso do que nunca. Sabia que era corno, mas agora tinha muitas perguntas pra responder: desde quando ele era? Pelo visto, não era a primeira vez que Fer comia outro, já que a pica do Sergio era o triplo da dele. Como será que ela gozou? Será que sofreu um pouco? Os garçons e o gordo sabiam que o Sergio ia comer ela no banheiro? Eles gostavam de comer um homem? Isso também fazia deles viados?
Todas essas dúvidas vão se esclarecendo na próxima história.


Isso é 100% real e verdadeiro, conforme contado pelo próprio Carlos.
Os nomes foram trocados, mas os acontecimentos, não.
Essa história é bem mais longa e, se fizer sucesso, eu continuo contando.

2 comentários - História real de corno enfezado

Terrible!!!! Espectacular!!! Me dejo con mucha curiosidad. Y muchas dudas, una: La esposa sabe que Sergio lo conoce a Carlos?
nunca se aclaro ese tema pero se da a entender que no