A Prestamista

Podem me chamar de L. Acontece que eu e meu marido Arnaldo estamos casados há uns dez anos, não temos filhos. A gente vivia mais ou menos bem, considerando que os dois trabalhavam. Mas há menos de um ano e meio, minha mãe precisou fazer uma cirurgia de emergência, e eu e meu marido praticamente arcamos com todas as despesas. Por causa disso, nossa situação financeira ficou bem apertada, mas até aquele momento, nem eu nem Arnaldo estávamos muito preocupados com isso. Depois, uns seis meses atrás, a empresa onde ele trabalhava teve que fechar, então a única renda que entrou foi a minha. Graças a Deus, ele logo arrumou outro emprego, mas em outra cidade, então praticamente teve que se mudar, e a gente só se via nos fins de semana. Desde que ele chegava até ir embora, eu e meu marido não fazíamos outra coisa senão ficar na cama pra recuperar o tempo perdido. Apesar de todas as dificuldades, a gente continuava feliz, até que minha mãe teve que ser internada de novo, porque não seguiu direitinho as instruções dos médicos. Diferente da vez anterior, quando meu marido me ajudou sem reclamar, dessa vez ele deixou bem claro que não podia. Isso fez com que nosso relacionamento esfriasse, e as contas do meu apartamento fossem se acumulando, a ponto de o banco me mandar uma notificação pra quitar a hipoteca. Eu estava decidida a fazer de tudo pra não perder meu apartamento. Mas, além de arrumar outro emprego e vender meu carro — com esse dinheiro paguei parte das dívidas — ainda não dava pra quitar tudo. Então uma amiga minha sugeriu que eu visitasse um conhecido dela que trabalhava com empréstimo de dinheiro. Desde que cheguei no endereço que minha amiga me deu, me senti super desconfortável, porque era um barzinho de quinta categoria, e por um momento quase não entrei por causa da aparência do lugar, mas minha necessidade era tanta que, no fim, Me decidi. Já dentro, perguntei pelo Paco "o agiota", o homem que estava atendendo atrás do balcão me apontou uma escada fina sem corrimão que dava para o andar de cima. No final, tinha uma porta bem estreita; quando bati, a voz da pessoa lá dentro mandou eu entrar. O lugar era relativamente pequeno pra ser um escritório, uma das paredes era na verdade uma janela de vidro fumê, no fundo tinha um banheiro pequeno, meio sujo e sem porta nenhuma, as paredes do lugar estavam forradas de fotos de mulheres, a maioria pelada ou com pouquíssima roupa, e na escrivaninha pequena eu vi umas revistas pornô. Enquanto eu observava em pé ao meu redor, me perguntava o que diabos tava fazendo num lugar daquele. Até que o homem na salinha, que tava falando no telefone, me mandou sentar na frente dele, numa cadeira de madeira desconfortável, tão baixa que era. Enquanto esperava sentada, tentando me equilibrar naquela cadeira, ouvi aquele cara dizer pra quem tava do outro lado: "Já sabe, se não tiver grana pra me pagar os juros, vai falando pra sua mulher lavar bem a buceta, que amanhã tô afim de ficar com ela." Depois disso, começou a rir debochado e desligou o telefone. Quando viu minha cara, comentou: "É um velho amigo, a gente brinca assim." Eu soltei um sorriso falso e nervoso, até que ele, sem tirar os olhos dos meus peitos, perguntou o que eu queria. Por um instante, fiquei tentada a sair daquele escritório, mas minha necessidade era tanta que resolvi continuar. Então, engolindo seco e fechando minha blusa, falei que uma amiga tinha me dito que ele emprestava dinheiro. Quando ele perguntou quem era essa amiga, eu dei o nome e ainda descrevi ela por cima; um sorrisinho safado apareceu nos lábios dele. Naquela hora, lembrei de um ditado da minha avó: "Quem ri sozinho, das suas safadezas se lembra." Paco é um... Cara, um homem na faixa dos quarenta e poucos ou cinquenta anos, magro, meio feio pra caralho, por causa do nariz grande de águia e as feições duras do rosto, além do cabelo bagunçado e uma barba cheia e mal cuidada, toda grisalha, que deixava ele com um aspecto ainda mais desleixado. Mas com uns olhos que são super expressivos, e o jeito que ele me olhava inteira, tava me deixando muito nervosa. Num certo momento, ele se colocou na minha frente e sentou na beirada da escrivaninha pequena, enquanto eu começava a falar sobre a quantia de dinheiro que precisava e como pensava em pagar ele. Percebi que ele já tinha parado de olhar pros meus peitos, e o olhar dele tava fixo entre minhas pernas, por causa da posição desconfortável que eu tava sentada. Imagino que do ponto de vista dele sempre dava pra ver alguma coisa. Isso me incomodou ainda mais, e eu mudei de posição discretamente; ao fazer isso, vi no rosto dele um reflexo de contrariedade. Quando terminei de falar, Paco me perguntou: "O que você tá disposta a fazer?" pra que ele me emprestasse todo aquele dinheiro. A verdade é que não me veio nada em particular na cabeça, além de dizer que trabalhava e explicar de novo os motivos que me levaram ao escritório dele, mas Paco não me deixou terminar de falar, aproximou o rosto do meu e disse: "Isso tudo eu já sei. O que eu quero é que você me diga: o que você tá disposta a fazer? pra eu te emprestar esse dinheiro, que você tanto precisa agora." Tanto o jeito insistente dele de olhar meu corpo, quanto o tom de voz dele ao falar, me deixaram entrever qual era a intenção dele. Realmente pensei em me retirar, porque senti como se ele tivesse me ordenando a dizer que ia transar com ele, em troca de me emprestar aquela grana. Mas essa era minha única e última opção real, se não quisesse perder meu apartamento. Não podia contar com meu marido, e muito menos com minha mãe. Paco, naquele momento, num tom condescendente, comentou: "O que você decidir, só nós dois vamos saber." E de novo ele me olhou. perguntar a mesma coisa. Resignada, e baixando o olhar, disse que faria qualquer coisa que ele me mandasse, desde que me emprestasse todo o dinheiro o mais rápido possível. Paco se agachou na minha frente e colocou uma das mãos sobre meus joelhos, que eu tentava manter juntos e cobrir com minha saia, enquanto estava sentada naquela cadeira desconfortável. Paco continuou falando comigo e disse: "Não venda os ingressos se não pretende dar o show." Enquanto isso, a mão dele foi deslizando entre minhas pernas por baixo da minha saia. Tentei evitar que continuasse, segurando seu pulso grosso. Mas naquele instante, ele tirou de um dos bolsos com a outra mão um grande maço de notas e o colocou na frente do meu rosto. Eu fiquei olhando para ele, e ele continuou movendo a mão debaixo da minha saia até que finalmente tocou minha calcinha. Seus dedos afastaram o tecido que escondia minha buceta e começaram a cutucar dentro da minha vulva. Enquanto Paco me olhava fixamente nos olhos, eu, meio nervosa, estendi a mão e, depois de pegar o dinheiro, enquanto ele abria minhas pernas, contei rapidamente, confirmando que era a quantia que eu precisava com urgência. Depois, guardei o maço de notas na minha bolsa e a coloquei de lado. Ao ver os olhos de Paco, enquanto ele se levantava do chão e tirava a mão da minha buceta, entendi que o trato estava fechado. Os olhos dele primeiro se fixaram na minha boca e depois na área do próprio pau. Para mim, estava bem claro o que ele queria. A partir daquele instante, intuí que ele não se contentaria em só chupar a coisa dele. Naqueles momentos, eu mesma me recriminava por ser capaz de fazer aquilo por dinheiro sujo. Mas ao mesmo tempo, pensava que era realmente minha única saída, se não quisesse perder meu apartamento. Segurando minha vontade de chorar pelo que estava prestes a fazer e com um sorriso falso estampado no rosto, decidi continuar. Afinal, já tinha tomado a decisão e, como Paco disse, só ele e eu sabíamos. Saberíamos. Levei minhas mãos até a parte de cima do zíper da calça dele e comecei a passar suavemente sobre o tecido. Na hora percebi o estado de ereção em que o pau dele se encontrava, dava pra sentir ele inteiro com meus dedos enquanto passava por cima do pano. Devagar, com os dedos, soltei o cinto, depois desabotoei a calça e fui descendo o zíper. Com as duas mãos, fui puxando pra baixo tanto a calça quanto a cueca, enquanto ele me observava atentamente, com os braços apoiados na altura da cintura. Conforme a roupa escorria, o pau ereto dele foi aparecendo. Nunca na minha vida tinha parado pra comparar o pau do Arnaldo com o de outros homens, porque nunca tinha estado tão perto de uma rola que não fosse a do meu próprio marido, e mesmo assim, até hoje nunca tinha chupado ele. Não vou vir com essa de que até aquele momento era uma santa católica apostólica romana. A real é que umas poucas vezes eu tinha traído meu marido Arnaldo, mas foram em situações específicas. Como foi na festa de Natal do ano passado da empresa onde trabalho. Arnaldo não pôde ir comigo porque tava no enterro do pai dele, onde eu fui, claro, mas ele teve que ficar pra resolver os últimos detalhes. Na festa, um colega de trabalho e eu, além de dançar quase a noite toda, a gente se embebedou. Quando me dei conta, já estávamos os dois no quarto de um motel. Outra vez, meu marido contratou um sobrinho dele pra pintar o apartamento, e bem nessa época, Arnaldo teve que viajar a semana inteira a negócios. No primeiro dia, o rapaz se dedicou totalmente ao trabalho, e não sei o que deu em mim que no segundo dia, quando o sobrinho do meu marido voltou pra fazer os acabamentos, me pareceu uma excelente ideia o seduzi-lo, o que na real não me deu muito trabalho. Durante o resto da semana, ele se divertiu passando o pincel pra mim. Mas nem naquelas duas vezes, nem nas que tive antes de casar com o Arnaldo, eu tinha levado o pau de um homem na boca, muito menos deixado que me comessem de quatro, como ouvi uma vizinha minha dizer um dia, que ela adorava quando o marido fazia isso com ela. Mas voltando ao assunto e deixando minhas putarias anteriores de lado. Vou contar que, ao ver aquele pedaço enorme de carne, grosso, comprido e cheio de veias, apontando pro teto do escritório, não tive outra escolha senão comparar mentalmente com o do meu marido Arnaldo, que, aliás, o coitado perdeu feio. Comecei a deslizar meus dedos lentamente sobre a pele escura da haste dele, primeiro pra baixo e depois subindo de volta, até que peguei a cabeça vermelha dele entre meus dedos. Fechei os olhos e o guiei até meus lábios. Por uns segundos curtos que pareceram uma eternidade naquele instante, senti o calor da cabeça dele contra minha boca. Um cheiro forte, não de mijo, mas de homem, chegou até meu nariz. Já estava num ponto em que não dava pra voltar atrás, e lentamente comecei a esticar a língua e passá-la sobre a pele que tocava meus lábios. Foi quando ouvi ele me dizer: "Bom, Lourdes, não tenho o dia todo pra isso." Ao ouvir isso, foi como se tivessem me dado um empurrão na cabeça. Na hora, enfiei o máximo que pude do pau dele dentro da minha boca. Por ter sido tão brusca, até senti ânsia, mas me segurei. Continuei puxando e metendo o membro dele na minha boca, enquanto brincava com a cabeça dele com a língua. Ficamos assim por um bom tempo. Com certeza, o Paco tava adorando o boquete que eu tava dando. Sei disso porque, quando eu levantava a vista enquanto chupava, bastava ver a cara de satisfação dele pra saber. Mas, não satisfeito com isso, ele mandou eu ir embora. me despindo, o que comecei a fazer imediatamente sem parar de mamar e chupar o pau dele com minha boca e lamber as bolas dele com minha língua. Mal consegui tirar a jaqueta do conjunto que estava usando, assim como a blusa que vestia, e depois o sutiã, Paco começou a apalpar meus peitos e apertar suavemente meus mamilos, enquanto eu continuava mamando o pau dele e soltando o broche que prendia minha saia na cintura. Quando terminei de soltar o broche, Paco deu um passo para trás, então consegui me levantar do desconfortável assento, e foi mais fácil me livrar da saia. Depois, diante do olhar dele, comecei a abaixar a calcinha, ficando só com a cinta-liga e as meias. Eu pensava em continuar até ficar completamente nua, mas Paco fez sinal de que já estava bom. Por um bom tempo, continuei mamando o pau dele, enquanto ele acariciava meus peitos de um jeito meio selvagem. Paco, sem dizer uma palavra, tirou o pau da minha boca e me pegou pelo braço, me fazendo ficar de pé diante dele. O olhar dele percorreu todo o meu corpo, e eu me senti extremamente envergonhada. Rapidamente, com um movimento do outro braço, ele afastou todas as revistas e outros papéis que estavam sobre a pequena escrivaninha no escritório dele. Quase sem falar, ele me fez deitar de costas, com minha bunda na borda da escrivaninha. Paco abriu minhas pernas e por um tempo se entreteve acariciando minha buceta com as duas mãos, apertava meu clitóris e ia enfiando os dedos grossos dentro da minha buceta já molhada, a ponto de me deixar extremamente quente e excitada, desejando que ele finalmente enfiasse o pau grosso dentro da minha boceta. Ele continuava fazendo aquilo, e eu pensei que não pararia. Pedia para ele continuar, e aquele pudor que eu tinha no início do nosso relacionamento já tinha desaparecido completamente, a ponto de eu dizer que queria que ele metesse, o que ele fez sem demora. Paco apontou o pau dele, com uma das mãos, direto para a minha boceta molhada e quente. buceta, senti gostoso como a cabeçona dele foi se abrindo caminho dentro da minha vulva lubrificada, as mãos dele pousaram na minha cintura e me apertaram contra o corpo dele. Não sei se era o tempo que tava desde a última vez que transei com meu marido, ou o quanto eu tava com tesão e excitada, mas a sensação de sentir aquela pica me penetrando foi única, gritei de prazer pedindo pra ele me dar mais e mais forte, e ele respondia me apertando com força contra o corpo dele, e me dizendo como minha buceta tava quente e molhada. Paco me penetrava e tirava o pau do meu corpo à vontade, enquanto eu mexia minha cintura esfregando contra o corpo dele. Pra minha surpresa, eu gozei um orgasmo ardente e gostoso naquela hora, nunca tinha acontecido de eu chegar lá tão rápido e de um jeito tão selvagem, enquanto Paco continuava me metendo com o mesmo pique do começo. Depois do meu orgasmo gostoso, Paco tirou a pica da minha buceta e levou a cara até ela. Coisa que nenhum outro homem tinha feito antes, sim, meu marido de vez em quando enfiava os dedos, mas nunca, jamais tinha chupado minha buceta. Quando senti a boca dele no meu clitóris, pensei que ia morrer de tanto tesão brutal que ele tava me dando naquela hora, foi divino demais, aquilo que Paco começou a fazer com a boca e a língua na minha buceta, enquanto enfiava um dos dedos no meu cu. Por uns instantes me assustei, mas o prazer que a língua dele me dava foi tanto que esqueci meus preconceitos. Paco, depois de um bom tempo chupando e lambendo meu clitóris e o resto da minha vulva, tirou a cabeça de entre minhas pernas e me fez me inclinar sobre a escrivaninha pra enfiar de novo a pica grossa dele na minha vulva molhada e cheia de tesão, as mãos dele me apertaram de novo contra o corpo dele me segurando pela cintura, enquanto eu mexia como uma louca, ou melhor, como uma puta desesperada, continuamos os dois divinamente, enquanto isso, num certo momento, os dedos dele voltaram a focar no meu buraco, enquanto o pau dele entrava e saía quase completamente da minha buceta, os dedos dele faziam o mesmo com meu cu. Até que de repente senti ele enfiar o pau inteiro no meu cu, juro que vi estrelas, e soltei um grito forte de dor e prazer ao mesmo tempo. As lágrimas escorreram, mas o Paco continuava metendo e tirando o pau agora do meu cu, por um tempo senti aquela dor gostosa e forte, e como já falei, até aquele momento nenhum homem tinha feito isso comigo. Uma das mãos dele se enterrou de novo dentro da minha buceta, e em poucos segundos eu estava curtindo outro orgasmo quente e selvagem, enquanto ele continuava sem gozar. Eu, feito uma louca, continuava mexendo o corpo todo, aproveitando os prazeres que o Paco me dava, e eu dava pra ele também. O jeito dele de tirar tudo e enfiar de novo completamente tava me deixando maluca, foi quando ele mudou de novo e, numa das tiradas, enfiou de novo na minha buceta, e assim ficou alternando as penetrações entre minha buceta e meu cu. Isso me fez ter outro orgasmo divino, eu gritava que nem uma doida pedindo mais, enquanto ele me metia uma vez atrás da outra onde bem queria, e me chamava de puta. Bem antes de gozar, ele me fez chupar ele de novo, coisa que fiz com todo prazer, até sentir um jato quente de porra encher minha boca, e engoli boa parte sem querer. Quando terminou, ele apontou um banheiro pequeno sem porta, onde, na frente dele sem nenhuma vergonha, lavei minha buceta e meu cu, depois enxaguei a boca e peguei minhas roupas pra me vestir. Paco me entregou a blusa e logo a saia, quando pedi pra ele passar a calcinha e o sutiã, ele disse que ia ficar com eles de lembrança. Considerando o que rolou, continuei me vestindo e, depois de arrumar o cabelo e a maquiagem, que de quebra eu tinha gozado quase tudo. Peguei minha carteira e dei mais uma olhada no maço de dinheiro que estava dentro. Antes de sair, a gente combinou os detalhes do pagamento, o Paco pegou alguns dos meus dados pessoais e disse que esperava me ver de novo do mesmo jeito no dia do pagamento. Ao descer as escadas, senti que os olhos do dono do bar e dos outros fregueses estavam cravados em mim, mas pensei que era só coisa da minha cabeça. Quando cheguei na porta do bar, ouvi claramente a voz do Paco pedindo sem esforço nenhum pro cara do bar subir uma cerveja, e aí nessa hora percebi que tudo que tinha rolado entre a gente, lá no escritório do Paco, o resto do pessoal tinha ouvido clarinho. Morrendo de vergonha, saí daquele lugar, me perguntando como pude fazer aquilo, o que todos aqueles homens iam pensar de mim. Mas depois, enquanto caminhava, percebi que pouco ou nada me importava se eles achavam que eu era uma puta ou não, afinal nenhum deles ia pagar minhas dívidas. Fui direto pro banco pagar minha hipoteca. Hoje em dia, já tô quase quitando toda a dívida com o Paco, mas toda vez que vou pagar os juros baixinhos que a gente combinou, ele me dá umas trepadas daquelas. Meu marido e eu continuamos morando juntos de vez em quando, claro que ele não sabe do Paco, eu disse que o dinheiro veio de uma Cooperativa de Crédito, e isso foi o suficiente pra ele não perguntar mais. Mas tô pensando em renovar meu empréstimo com o Paco pra comprar um carro novo, já que o meu, como eu falei, tive que vender.

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