A escolha entre um porteiro eletrônico e um tradicional acabou com a minha mãe de um jeito que eu nunca imaginei. Quando o Júlio se aposentou, deixou o condomínio na dúvida entre instalar um porteiro eletrônico ou continuar com a tradição de manter um homem trabalhando como porteiro no prédio. Como era uma das áreas mais chiques da cidade, a maioria dos moradores achou que manter um homem trabalhando no bloco era uma forma de mostrar o status econômico do condomínio — algo que poucos lugares ainda faziam, já que a maioria já tinha optado pelo porteiro eletrônico ou videoporteiro. Lembro que não foi fácil encontrar alguém para o cargo; ninguém queria trabalhar como porteiro, é um trabalho muito puxado, mal pago e ainda por cima difícil de conciliar com a vida familiar. No fim, o condomínio se viu com apenas um candidato: um homem negro de uns dois metros de altura que, com certeza, não era do agrado da maioria dos moradores, muito menos da minha mãe, que achava que todos os negros eram gente pobre que devia ficar nos seus países de origem. O síndico comunicou aos moradores que era aquilo ou o porteiro eletrônico, então, com o apoio do meu pai, que era muito respeitado no condomínio por ser um empresário de alto nível, aceitaram a proposta e contrataram o Mot como porteiro. Acho que não era esse o nome dele, mas todo mundo no prédio o chamava assim, provavelmente porque o nome dele era complicado demais de pronunciar. O cara era bem seco e, embora eu nunca tivesse tido nada contra outras raças, a verdade é que aquele sujeito não me descia bem. Claro que ele fazia o trabalho direitinho e o condomínio estava satisfeito, meu pai nem parecia notar muito, talvez porque passava pouco tempo em casa, mas eu, com meus 16 anos, percebia bem os olhares que o Mot dava pra minha mãe toda vez que a gente saía ou entrava em casa e passava pela portaria. Também não parecia que minha mãe... se ela percebesse, e claro que eu não falei nada. Mamãe é uma mulher bem gostosa, é loira natural e aos 39 anos ainda se mantém bem jovem e em forma. O trabalho do meu pai nos dá uma vida mais que confortável, e eu não lembro da minha mãe ter trabalhado nunca. Considerando que temos uma empregada doméstica, minha mãe quase não faz nenhum serviço, então a única ocupação dela é ir todo dia pra academia, onde conseguiu manter a boa forma. Um dia teve greve de professores e eu voltei cedo pra casa. A porta do prédio estava aberta e, assim que entrei, vi minha mãe discutindo com o Mot. Fiquei no canto do hall pra escutar. Minha mãe dizia: "Se você me olhar assim de novo, vai estar fora daqui antes que o galo cante. Como você ousa olhar desse jeito safado pra uma mulher casada? Não vou falar nada dessa vez porque acho que estou fazendo caridade por você, deixando a comunidade te contratar pra trabalhar aqui." Minha mãe virou as costas e foi pra casa. Mot parecia puto, e eu resolvi sair do canto do hall e ir pra casa também. Pelo que ouvi, minha mãe finalmente tinha percebido os olhares que aquele porco dava pra ela de forma descarada, e minha mãe, casada há 20 anos com meu pai, tinha deixado tudo bem claro. Os olhares do Mot pra minha mãe pareciam ter sumido, e eu não vi eles brigarem de novo no mês seguinte. Um dia, sabendo que minha mãe tinha ido fazer compras com as amigas, resolvi não ir pra escola e voltei pra casa. Minha mãe demora horas quando tá com as amigas, e eu achei que quando ela voltasse, eu já teria voltado da escola e ela nem estranharia me encontrar lá. Mas eu me enganei. Eram meio-dia quando minha mãe entrou pela porta. Como eu tava no meu quarto e nossa casa é bem grande, deu tempo de eu me esconder no escritório do meu pai, onde minha mãe quase nunca entra, e de lá dava pra ver a sala e saber pra onde minha mãe ia. Mamãe não entrou sozinha, ela veio acompanhada. Moto com umas 5 sacolas do shopping, mamãe, como quase sempre, devia ter dado um bom jeito no cartão de crédito. Moto largou as sacolas na mesa da sala e me surpreendeu que mamãe ofereceu um café como agradecimento. Parece que desde a conversa que presenciei, minha mãe e Moto tinham chegado a um certo entendimento e pareciam se dar melhor, pelo menos o suficiente pra minha mãe dar um café pra ele, mesmo que a Júlia, a mulher que trabalha em casa, estivesse de folga naquele dia, então minha mãe teria que preparar o café ela mesma. Moto agradeceu o café pra minha mãe, e ela disse que não era nada. Isso me estranhou bastante. Quando minha mãe não olhava, vi Moto derrubar um pouco do café na própria camisa. Percebi perfeitamente que não tinha sido acidente, embora ele tenha feito minha mãe acreditar que sim. "Nossa, senhora, que atrapalhado sou, sujei a camisa. A senhora se importaria se eu limpasse aqui? Não quero trabalhar o dia todo com a camisa suja." Mamãe disse que ele podia ir ao banheiro de visitas, e Moto assim fez. Não demorou nem 2 minutos pra sair com o torso nu, dizendo que tinha deixado a camisa 5 minutos secando no radiador. Pude ver perfeitamente como mamãe não tirava os olhos do peito de Moto, que era bem definido, o que, junto com a altura dele, o fazia parecer um homem forte e bem feito. "Espero que não se incomode de me ver assim, senhora." Minha mãe balançou a cabeça sem parar de olhar o torso nu daquele homem enorme, e antes que ela reagisse, Moto se aproximou, pegou ela pela cabeça e disse: "Pois o que tem aqui embaixo é muito melhor." E deu um beijão na boca dela. Mamãe, surpresa, tentou se soltar daquele homem, gritando e xingando. "Como ousa, seu degenerado, tá acabado, vá embora, vai parar na cadeia!" Mamãe estava histérica, mas não conseguiu se soltar. Moto era imenso, e mamãe parecia uma mosca do lado dele. Sem dar a mínima, Moto partiu pra cima de novo e dessa vez conseguiu enfiar a língua na boca da minha mãe. Eu estava Atônito, sem saber o que fazer. Por um lado, se eu saísse do armário, minha mãe saberia que eu tava matando aula e, além disso, não achava que ela pudesse fazer nada contra o Mot, porque ele tinha força suficiente pra gozar na minha cara e me largar. Decidi sair pra ajudar minha mãe, mas algo me fez mudar de ideia. Mamãe já não resistia mais, beijava o Mot segurando ele pelas costas. Não sabia o que tinha acontecido no tempo mínimo que pensei pra agir, mas minha mãe parecia ter mudado de opinião, e o Mot percebeu na hora. "Já vi que você decidiu que provar uma boa piroca preta é algo que não conseguiu resistir, hein, olha só, se fazendo de digna." Mamãe me surpreendeu de novo: deu um tapa sonoro na cara do Mot e disse: "Mas que piranha você pensa que é? Você é um preto sujo e eu sou uma mulher casada. No máximo, vai ser uma diversão pra mim. Nunca fui infiel ao meu marido, mas se eu tenho que provar outra piroca, que seja uma que não me dê problema. Ninguém acreditaria em você se dissesse que transou comigo." Porra, não podia acreditar. Minha mãe falava igual uma puta e, sem dar chance pro Mot responder, se ajoelhou na frente dele, ficou com a braguilha na altura do rosto e começou a desabotoar a calça dele. A primeira coisa que pareceu surpreender mamãe quando ela puxou aquela piroca da calça do Mot foi o tamanho. Era poderosamente grande, devia ter uns 20 cm de comprimento, mas a grossura era o que impressionava. Parecia a piroca de um cavalo, devia ser mais larga que o pulso da minha mãe, a espessura dava medo. Mamãe pegou a piroca pela base e começou a soprar bem de leve na glande, pra depois passar a língua com uma pressão suave nas laterais do tronco. Depois, passou a limpar a cabeça dele, começou com lambidas e continuou com movimentos circulares, até meter a língua na fenda que coroava a glande. Mot achou que era hora de minha mãe engolir a piroca dele, então empurrou a cabeça dela, e ela primeiro meteu a glande na boca e chupou, como se fosse Era tipo um pirulito, depois foi descendo devagar até que todo o pau dela tinha desaparecido na boca da mamãe. Era inacreditável ver aquela senhora bem-arrumada ajoelhada, com um pau de 20 cm enterrado na garganta dela, as bochechas inchadas ao máximo e os olhos quase virados, porque o pau era grande demais pra mamãe aguentar na boca por muito tempo. Ela devia sentir ele tocando a campainha dela. Depois de segurar uns segundos até o fundo, começou um movimento de sobe e desce, cuidando pra língua nunca perder o contato com todo o comprimento do pau: primeiro devagar e depois aumentando o ritmo. Mais tarde, esse vai e vem virou uma chupada. Ela tentava extrair o leite cada vez com mais força, sugando o mais fundo que conseguia. Mot decidiu sentar no sofá e deixar minha mãe trabalhar no pau dele. Ele colocou o pau em cima do rosto dela enquanto minha mãe, ajoelhada, chupava as bolas dele e dava lambidas nos ovos. Pra mim, era nojento ver minha mãe com aquele pau enorme em cima do rosto, mas ela parecia adorar. Aquele pauzão tinha a boca dela só pra ele. Com os olhos ainda fixos nos de Mot, mamãe continuou o boquete. Depois de uns minutos chupando, Mot tirou o pau da boca dela, levantou ela pelo queixo, colocou ela de pé e mandou ela se despir. Mamãe não disse nada, se levantou e deixou as alças do vestido deslizarem pelos ombros até cair no chão, deixando o corpo semidespido, só coberto por uma calcinha minúscula e um sutiã que mamãe não demorou a desabotoar e jogar no chão. Era a primeira vez em muito tempo que eu via os peitos da minha mãe, e tenho que admitir que eles eram muito bons. Mot também gostou e disse pra mamãe que queria ver tudo, então ela puxou a calcinha pra baixo, tirou pelos tornozelos e jogou na cara de Mot. Mot tirou a calça e a cueca e sentou de novo no sofá. Mamãe se aproximou, subiu no sofá e colocou a buceta na O rosto. "Chupa, neguinho, chupa". Mot estava adorando a buceta da minha mãe, que era bem cuidada e tinha os pelos aparados. Eu não conseguia ver muito bem a cena por causa da posição, mas ouvia do escritório os gemidos da minha mãe e seus suspiros. Depois, minha mãe se sentou, largada no sofá, com as pernas bem abertas, louca para que a pica do Mot entrasse e enchesse ela como um peru no Dia de Ação de Graças. A safada estava solta e disse: "Vai, filho da puta, não me deixa esperar mais", e começou a apertar os próprios mamilos para mostrar a excitação dela. Eu estava alucinando com essa faceta de puta que estava começando a descobrir na minha até então respeitável mãe. Mot não demorou para obedecer minha mãe e, dito isso, metade da pica do Mot desapareceu dentro da buceta da minha mãe, que quase não aguentou tanta carne e teve que se agarrar com força nas almofadas do sofá, enquanto com as pernas abraçava as costas do Mot, querendo que ele penetrasse ela por completo. E Mot, entendendo o que minha mãe esperava, cravou o resto do pauzão na buceta dela, fazendo minha mãe abrir os olhos arregalados com a pica do Mot completamente enterrada na buceta dela. Sem dar tempo pra nada, ele começou a tirar parte da pica pra enfiar de novo até o fundo, arrancando um gritinho da minha mãe, que ainda estava em estado de choque. Primeiro ele foi devagar, dando tempo pras paredes vaginais da minha mãe se acostumarem com aquele trambolho, e os gritinhos viraram gemidos de prazer. Mas quando ele achou que já tinha dado tempo suficiente, o ritmo das estocadas aumentou sem nenhuma piedade. "SIIIIIIIIIIIII, porra, continua me fodendo, preto filho da puta, enfia até o talo, caralho". Minha mãe estava totalmente descontrolada, rendida à pica que o Mot estava metendo nela. Mot empalou a boceta dela com uma única estocada por trás, esmagando minha mãe contra o sofá. Minha mãe, surpresa, abaixou a cabeça. tentando respirar. "Agggghh, deus, tu tem a melhor buceta que uma mulher poderia esperar, porra, é enorme, a do meu marido não tem nem metade do tamanho, ummmmffff" Empolgado com as palavras da minha mãe, Mot agarrou ela pelos peitos e começou a foder ela com um ímpeto renovado, cada vez mais forte, sentindo a rola dele entrar por completo na buceta encharcada da minha mãe até as bolas baterem nela. Depois foi a mamãe que montou na rola daquele preto enorme, se deixando empalar por completo, pulando e quicando com rapidez e paixão naquela broca que perfurava as entranhas dela, mamãe queria mais e decidiu continuar com aquele desenfreado derrame de paixão. "Fode meu cu, filho da puta, nunca meteram lá, arrebenta meu cu com esse teu pauzão" Mas Mot não aguentou mais, disse que estava prestes a gozar e mamãe, embora desanimada por não sentir aquela rola enfiando no cu dela, decidiu descer da rola do Mot e se ajoelhar de novo na frente dela, Mot começou a bater punheta com força e logo vários jatos de porra acertaram a cara da minha mãe, um deles foi direto na garganta dela e a porca não hesitou em engolir tudo, depois ficou dando beijinhos na rola até deixar bem limpinha e mandou ele se vestir. "Que merda, não pense que vai escapar de foder meu cu, quero você aqui amanhã no mesmo horário" Mot riu e foi embora depois de se vestir, eu saí sem minha mãe me ver, não comentei isso com ninguém até agora, mas meu pai contribui todo mês pra pagar o salário de um filho da puta que toda tarde enquanto papai tá trabalhando sobe pra foder minha mãe, que nem preciso dizer que já provou várias vezes o cu dela e eu tava lá escondido pra ver o cu da mamãe cheio de rola preta
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