Faz mais ou menos um ano que a gente comemorou o aniversário de um brother do time, fomos comer e entre uma breja e outra o bico esquentou e acabamos no centro da Cidade do México, numa daquelas pulquerias antigas. Minha mina me ligou e perguntou onde eu tava, eu bem doidão falei que tava trabalhando e ela se irritou comigo. "Nem vem dormir porque não vou abrir, a gente combina pra você pegar suas coisas". Eu ri, ela se estressou e desligou. Continuei jogando dominó com meus amigos, pedindo mais cerveja que também vendiam. A música era aquela boa do Cerati, Jaguares, Jarabe de Palo... Já sabe, as braba! De tira-gosto, tavam servindo torresmo no molho verde com feijão na panela, umas tortillas boas e uns pimentão pra comer de mordida. Eu já tava de olho em todas aquelas minas suicidas, cheias de tatuagem, cara de safada. Nem lembrava que não tinha onde dormir e já nem tinha grana pra motel. Aí a gente seguiu a tarde tentando pescar alguma coisa, mas não tive sorte. Chegou um WhatsApp da minha prima Karime.
Ela me escreve: "Oi, gato, quer companhia?". Eu nunca tinha flertado com ela num sentido sexual, era minha prima por parte de pai, uns 10 anos mais nova que eu. Sem dúvida, tinha um belo par de peitos que seriam tão gostosos de provar, colocá-la de quatro e dar toda a porra. Espera, me disse, estamos falando da sua prima. Então segurei os cavalos e respondi numa boa: "Oi, Karime. Tudo bem, prima, to tomando uma cerveja aqui no centro." Ela disse: "Eu também, bem atrás de você." Virei e lá estava ela, já bem alterada. Ela me deu um beijo, mas acertou no canto da boca, e eu agi normal. Ela disse que tinha ficado sozinha, que as amigas levaram os namorados e provavelmente já estavam dando pra eles em algum hotel por perto. Perguntei: "E o seu namorado?" Ela respondeu que tinha pegado ele trocando umas mensagens com outra mina e pediu um tempo pra pensar, mas que ia perdoá-lo, só que primeiro ia pagar na mesma moeda... Ela já estava bem chapada de tanto pulque, na verdade já estava toda mágica...
Ela me pediu pra acompanhar ela até a casa dela, no caminho a gente passou nuns taquinhos, eu abraçava ela e ela era uma delícia, ela se deixava apalpar, não sei se por causa do álcool, mas ela deixava eu meter a mão com a desculpa de apoiar ela, a gente jantou e ela me perguntou se eu ia continuar a festa ou se ia embora com a minha namorada chata, eu ri e falei que já era solteiro, tão solteiro que até tinha ficado sem lugar pra morar, ela riu, falou vou te dar abrigo, só não faz barulho porque meu pai tá descansando, chegou do trampo, caralho falei, tem que pedir permissão pro seu pai primeiro pra entrar na casa dele, como assim? Ela falou que fizeram um miniapartamento no terraço, que não tinha problema, mas que dá pra ouvir lá embaixo, ela começa a rir e conta que uma vez levou um cara que conheceu no metrô pra transar com ele e meteu tão forte que o pai dela subiu pra ver o que tava rolando e o cara fugiu pela janela pra casa do lado... E eu todo chocado... Resumo, a gente foi, já tava tudo apagado, subimos pela sala até o terraço, entrei e ela acendeu a luz, falou espera vou vestir algo confortável, o miniapartamento dela era maneiro, ela se trocou e que pedaço de buceta saiu com um par de meias e um moletom cinza, quando sentou não dava pra saber se tava de calcinha, mas parecia que entre aquelas nádegas tava engolindo uma calcinha, eu amava aquelas pernas.
Foi inevitável que meu rifle não subisse, ela falou pra eu ficar à vontade, falei que exatamente assim eu me sentia confortável, levantei pra disfarçar minha ereção e peguei uma cerveja na geladeira dela, sentei do lado dela pra ver se ela tava de calcinha e sim, tava, ela falou deita no meu colo, te vejo cansado, abriu as pernas e até o código postal eu vi, agi normal mas meu rifle queria dar briga e ela riu quando percebeu minha reação, continuamos conversando eu tentando disfarçar meu pau bem duro e babado, ela deixava eu ver os pelinhos da buceta dela, eu disfarçava e me aproximava pra cheirar, aquele cheiro de puta que é uma mistura de buceta, tabaco e álcool fez ele ficar ainda mais duro.
Já passando das 3, vendo que não ia rolar mais nada, decidimos ir dormir. Perguntei se ela tinha um cobertor pra eu dormir na sala, e ela riu: "Claro que não, você não vai dormir nesse sofá, na cama a gente troca os dois." Falei que não, que no chão já servia — ainda tentando manter um pouco de respeito. Ela disse que não, senão ficava brava. No fim, deitamos. Ela apagou a luz com um estalo e mandou: "Fica à vontade", tirando minha calça. Sem vergonha nenhuma, bem casual, roçou na minha rola uma vez. Eu, sem graça, tinha acabado de tirar a roupa. Joguei ela numa cadeira, e ela tirou o moletom, mal conseguindo manter os olhos abertos. Notei que ficou só de sutiã, deixando escapar um mamilo.
Eu tava com a pica dura pra caralho, não conseguia dormir. Karime, com os pés, jogou a coberta no chão. Depois de uma hora, ela pergunta: "Também não consegue dormir? Tá muito calor." Levantou e voltou sem nada, literalmente. Tinha tirado até o colar. Eu via ela entre as sombras, bem gostosa. Ajeitei meu travesseiro e descobri uma calcinha fio dental da minha prima. Chamei ela pelo nome pra ver se tava dormindo. Olhei meu relógio e já quase amanhecia, e ela não respondia. Então cheirei aquele presentinho e foi inevitável começar a me masturbar. Ela acordou de repente porque ouviu um barulho estranho.
Eu com a pica na mão e a calcinha fio dental dela no meu nariz não dava pra disfarçar muito, então nem tentei esconder nada. Ela riu e falou: deixa eu te ajudar... Tirou o cobertor e me deixou ver ela só de lingerie e mais nada.
Já mostrei, agora deixa eu ver sua rola.
Que delícia, primo, que tal se a gente brincar de papai e mamãe? Eu gostaria, falei; tem certeza? Ela perguntou, eu disse que só tinha sangue suficiente pra usar uma cabeça de cada vez e que agora todo meu sangue tava concentrado no meu pau, ela riu, se levantou, se abaixou na minha frente mostrando toda a bunda apertada dela e os lábios carnudos, molhados enquanto tirava a calcinha, me sentou numa cadeira na frente da cama e perguntou se eu tava gostando do que via?...
Claro que sim, tava morrendo de vontade de comer ela, mas achava errado porque era família. Ela deitou na cama, me chamou pra perto, me olhando nos olhos com uma cara de puta, e perguntou se aquilo também era errado, enquanto se masturbava com os pés.
Ela me escreve: "Oi, gato, quer companhia?". Eu nunca tinha flertado com ela num sentido sexual, era minha prima por parte de pai, uns 10 anos mais nova que eu. Sem dúvida, tinha um belo par de peitos que seriam tão gostosos de provar, colocá-la de quatro e dar toda a porra. Espera, me disse, estamos falando da sua prima. Então segurei os cavalos e respondi numa boa: "Oi, Karime. Tudo bem, prima, to tomando uma cerveja aqui no centro." Ela disse: "Eu também, bem atrás de você." Virei e lá estava ela, já bem alterada. Ela me deu um beijo, mas acertou no canto da boca, e eu agi normal. Ela disse que tinha ficado sozinha, que as amigas levaram os namorados e provavelmente já estavam dando pra eles em algum hotel por perto. Perguntei: "E o seu namorado?" Ela respondeu que tinha pegado ele trocando umas mensagens com outra mina e pediu um tempo pra pensar, mas que ia perdoá-lo, só que primeiro ia pagar na mesma moeda... Ela já estava bem chapada de tanto pulque, na verdade já estava toda mágica...
Ela me pediu pra acompanhar ela até a casa dela, no caminho a gente passou nuns taquinhos, eu abraçava ela e ela era uma delícia, ela se deixava apalpar, não sei se por causa do álcool, mas ela deixava eu meter a mão com a desculpa de apoiar ela, a gente jantou e ela me perguntou se eu ia continuar a festa ou se ia embora com a minha namorada chata, eu ri e falei que já era solteiro, tão solteiro que até tinha ficado sem lugar pra morar, ela riu, falou vou te dar abrigo, só não faz barulho porque meu pai tá descansando, chegou do trampo, caralho falei, tem que pedir permissão pro seu pai primeiro pra entrar na casa dele, como assim? Ela falou que fizeram um miniapartamento no terraço, que não tinha problema, mas que dá pra ouvir lá embaixo, ela começa a rir e conta que uma vez levou um cara que conheceu no metrô pra transar com ele e meteu tão forte que o pai dela subiu pra ver o que tava rolando e o cara fugiu pela janela pra casa do lado... E eu todo chocado... Resumo, a gente foi, já tava tudo apagado, subimos pela sala até o terraço, entrei e ela acendeu a luz, falou espera vou vestir algo confortável, o miniapartamento dela era maneiro, ela se trocou e que pedaço de buceta saiu com um par de meias e um moletom cinza, quando sentou não dava pra saber se tava de calcinha, mas parecia que entre aquelas nádegas tava engolindo uma calcinha, eu amava aquelas pernas.
Foi inevitável que meu rifle não subisse, ela falou pra eu ficar à vontade, falei que exatamente assim eu me sentia confortável, levantei pra disfarçar minha ereção e peguei uma cerveja na geladeira dela, sentei do lado dela pra ver se ela tava de calcinha e sim, tava, ela falou deita no meu colo, te vejo cansado, abriu as pernas e até o código postal eu vi, agi normal mas meu rifle queria dar briga e ela riu quando percebeu minha reação, continuamos conversando eu tentando disfarçar meu pau bem duro e babado, ela deixava eu ver os pelinhos da buceta dela, eu disfarçava e me aproximava pra cheirar, aquele cheiro de puta que é uma mistura de buceta, tabaco e álcool fez ele ficar ainda mais duro.
Já passando das 3, vendo que não ia rolar mais nada, decidimos ir dormir. Perguntei se ela tinha um cobertor pra eu dormir na sala, e ela riu: "Claro que não, você não vai dormir nesse sofá, na cama a gente troca os dois." Falei que não, que no chão já servia — ainda tentando manter um pouco de respeito. Ela disse que não, senão ficava brava. No fim, deitamos. Ela apagou a luz com um estalo e mandou: "Fica à vontade", tirando minha calça. Sem vergonha nenhuma, bem casual, roçou na minha rola uma vez. Eu, sem graça, tinha acabado de tirar a roupa. Joguei ela numa cadeira, e ela tirou o moletom, mal conseguindo manter os olhos abertos. Notei que ficou só de sutiã, deixando escapar um mamilo.
Eu tava com a pica dura pra caralho, não conseguia dormir. Karime, com os pés, jogou a coberta no chão. Depois de uma hora, ela pergunta: "Também não consegue dormir? Tá muito calor." Levantou e voltou sem nada, literalmente. Tinha tirado até o colar. Eu via ela entre as sombras, bem gostosa. Ajeitei meu travesseiro e descobri uma calcinha fio dental da minha prima. Chamei ela pelo nome pra ver se tava dormindo. Olhei meu relógio e já quase amanhecia, e ela não respondia. Então cheirei aquele presentinho e foi inevitável começar a me masturbar. Ela acordou de repente porque ouviu um barulho estranho.
Eu com a pica na mão e a calcinha fio dental dela no meu nariz não dava pra disfarçar muito, então nem tentei esconder nada. Ela riu e falou: deixa eu te ajudar... Tirou o cobertor e me deixou ver ela só de lingerie e mais nada.
Já mostrei, agora deixa eu ver sua rola.
Que delícia, primo, que tal se a gente brincar de papai e mamãe? Eu gostaria, falei; tem certeza? Ela perguntou, eu disse que só tinha sangue suficiente pra usar uma cabeça de cada vez e que agora todo meu sangue tava concentrado no meu pau, ela riu, se levantou, se abaixou na minha frente mostrando toda a bunda apertada dela e os lábios carnudos, molhados enquanto tirava a calcinha, me sentou numa cadeira na frente da cama e perguntou se eu tava gostando do que via?...
Claro que sim, tava morrendo de vontade de comer ela, mas achava errado porque era família. Ela deitou na cama, me chamou pra perto, me olhando nos olhos com uma cara de puta, e perguntou se aquilo também era errado, enquanto se masturbava com os pés.
1 comentários - Minha prima gostosa e bagunceira