Vou começar descrevendo os participantes e depois parto para a história.
Eve, minha mulher, tem 30 anos. Mede 1,70m, tem uma bunda linda, peitos operados, grandes, mas não desproporcionais, morena de cabelo liso e olhos meio verdes, meio castanhos, corpo com cara de quem malha, definido, mas sem ficar muito marcado, aquele tom de pele que parece levemente bronzeado até no inverno.
Eu tenho 38, 1,75m, magro, voltando a malhar depois de um tempo, logo volto a ficar definido, cabelo castanho escuro e olhos verdes escuros.
Andrea é prima da minha mulher, 24 anos, 1,75m, magra, cabelo castanho claro, longo e liso, peitinhos de excelente formato e empinados, sobre bunda e pernas vou só dizer que ela joga hóquei e vai pra academia, acho que dá pra entender tudo...
Sempre vimos a Andre como uma gatinha bem tranquila no quesito farra, ficou num relacionamento sério desde os 18 anos até uns seis meses atrás, mas além disso nunca foi uma menina de balada nem nada do tipo, no entanto sempre teve uma relação muito boa com minha mulher, vendo ela em alguns aspectos como uma guia a seguir, um exemplo.
Num churrasco de família bem grande, notei que ela ficava grudada na gente, sempre vinha pra onde a gente estava até que finalmente ficamos só nós três.
A: Primos, vocês que curtem uma farra e viveram em Ibiza, já experimentaram ecstasy? - A pergunta pegou a Eve bem de surpresa, ela não esperava e na hora já dava pra ver que ia rolar uma bronca. Ah, e sim, pros parceiros dos primos dela ela também chama de primo, pra dar mais tesão, e eu também chamo ela de prima por isso mesmo.
E: Sim, pra falar a verdade, sim. Não somos viciados, mas 3 ou 4 vezes por ano a gente usa, você não vai vir com essa de que somos viciados, né?
A: Não. Eu quero experimentar.
S: De onde veio essa vontade?
A: Vi numa série algo que me fez pesquisar bastante e fiquei com curiosidade de experimentar.
E: Olha, por enquanto não temos nenhum rolê ou festa em vista pra te incluir.
A: Não, mas mesmo assim, a primeira vez eu quero experimentar num ambiente bem controlado, tipo nós três e alguma amiga a mais que também queira experimentar, se vocês toparem, óbvio.
E: Sim, óbvio, prima. Vamos organizar e nos encontrar em casa.
A: Beleza, depois a gente combina direitinho.
A Eve combinou com a Andre para um sábado. A amiga no final não entrou, acabamos sendo só nós três mesmo. A prima estava bem atenta a todos os detalhes, mas muito ansiosa também, o que nunca é bom.
A Eve deu uma boa conversada antes e em casa repetiu várias coisas enquanto elas se trocavam.
Para ficarmos confortáveis, montamos um miniboliche VIP na sala de casa, luzes, a TV, caixas de som, garrafinhas de água de acordo com a situação. A ideia da Eve era emular uma saída o máximo possível, mas com o conforto de estar em casa e bem organizados.
A Andre chegou tipo 21h com uma bolsinha de roupa, cumprimentou e na hora minha mulher levou ela pro vestiário.
Eu coloquei um jeans, camisa e um tênis confortável, elas apareceram vestidas quase iguais, top preto bem ousado, com jaquetinha de couro, saia preta bem curtinha, botas com salto (as duas ficaram mais altas que eu). Assim saímos os três até o bar da esquina de casa pra jantar um petisco de boa, eu já tinha preparado tudo, de sobremesa tomamos meia bala cada um, pagamos e voltamos pra casa, colocamos música, começamos com um set do Swedish House Mafia que a Eve escolheu, porque é filmado com uma câmera só, de longe, que dá a impressão de estar num VIP. Deixo o link: https://youtu.be/VPUwl4KEa_M
Pouco depois de chegarmos:
A: Prima, não tô sentindo nada estranho, tem certeza que com meia tá de boa?
E: Demora pra bater, faz meia hora só.
S: Pode levar até uma hora, não se desespera, Andru.
A: Beleza, vocês me avisam se bater.
E: Relaxa, prima.
Pouco depois vejo ela dançando diferente, com o olhar fixo na TV, definitivamente tinha batido, mas não ia falar nada pra Andre, só avisei a Eve e disse pra ela não contar. Devem ter passado mais uns minutos e: A: Agora sim, me sinto leve, com vontade de dançar, de me divertir. Como se estivesse bêbada, mas diferente, aproveitando tudo.
E: Aproveita.
A: Em vocês fez efeito?
S: Sim, estamos iguais a você.
A: Obrigada, primos, por me darem essa oportunidade.
E: Obrigado a você por querer compartilhar com a gente.
A: Eu adoro, vamos marcar uns rolês, me avisem quando forem fazer alguma coisa.
E: Óbvio, gata, a gente te leva.
Continuamos dançando músicas escolhidas pelas meninas, falando sobre coisas da vida. Umas 2 horas depois tomamos a outra metade e mudei a música para algo mais progressivo e viajante, fui ao banheiro e quando voltei as duas estavam dançando coladas de frente, de um jeito bem sexy, se olhando bem de perto nos olhos, os corpos grudados, os peitos de uma apertados contra os da outra, segurando uma na cintura da outra, tudo de um jeito bem sensual, erótico. Fiquei olhando para elas da minha posição, meio hipnotizado, até que se separaram um pouco e eu me aproximei.
S: E prima, como você está?
A: Tô me divertindo muito, primos. Obrigada por me permitirem viver isso com vocês, vocês são demais.
E: O que você sente de diferente?
A: Sinto que é tudo amor e alegria. O tato estranho, muito mais sensível, as texturas, a pele da Eve sinto super macia, o tecido do top estranhíssimo, mas eu adoro.
E: Ahhh, gata, tira o sapato.
A: O quê?
S: Tira o sapato, aqui no tapete, vamos os três ficar descalços.
Tiramos os sapatos e o tapete que temos parece estranhíssimo, é como se fosse de uma lã sintética que se transforma em pisar numa fonte de prazer. Dançamos um pouquinho assim conversando, depois Eve foi ao banheiro e falei com Andre.
A: Adoro o casal que vocês formam, vejo vocês super felizes.
S: Obrigado, somos muito um para o outro.
A: Dá pra perceber, vocês são super parceiros, vejo minha prima muito feliz, nada a ver com como era com os ex dela, desculpa falar isso.
S: Tudo bem, ambos temos passados, não somos tóxicos nem ciumentos.
A: Amo o casal que vocês formam.
Eve volta e Andre vai ao banheiro. Começo a dançar. com minha mulher, nos dizendo o quanto nos amamos e coisas super amorosas e melosas. Eu viro ela e quando Andre sai do banheiro e nos vê, eu estava apoiando a bunda dela, nos beijando assim, minha mão esquerda entrando um pouquinho por baixo da saia dela que já tinha levantado um pouco e a direita agarrando ela pelas costelas, quase quase tocando um peito. Vi que Andre ficou nos olhando, curtindo o show, quando terminamos o beijo abracei forte minha mulher e ela fez sinal para a prima dela vir dançar com a gente e ela se juntou, ficando colada, na mesma posição de antes com a Eve. Dessa vez a vista estava perfeita para eu ver como os peitos das duas se pressionavam um contra o outro. Meu olhar foi captado pela Andre, que não se incomodou nem um pouco, a mina percebeu, me olhou nos olhos, sorriu e se apertou contra minha mulher sem tirar o olho de mim.
A: Prima, eu estava justamente dizendo para o Santi que adoro te ver tão feliz com alguém.
E: O Santi é o máximo, somos muito felizes juntos. Pela primeira e única vez sinto que estou num relacionamento, mas sou livre.
A: Como assim livre?
E: É, eu escolho estar com ele todos os dias da minha vida, sou livre, faço o que quero.
A: Vamos ser sinceras, numa relação às vezes a gente quer ficar com outra pessoa, e aí? - Claramente não estava testando.
E: A gente conversa, tudo se conversa.
A: Se um dia eu voltar a namorar, quero o que vocês têm.
E: Nunca menos, priminha, você merece.
Continuamos dançando assim apertados com a Eve no meio, eu já estava ficando de pau duro com a situação e queria agir. Peguei a mão da minha mulher e levei até a bunda da prima dela. Andre automaticamente agarrou a bunda da Eve com as duas mãos, por baixo, levantando a saia dela e sentindo com as costas das mãos meu pau duro.
A: Isso é a coisa mais sexy que já vivi na vida.
E: Você é bem tarada, né?
A: Bastante.
S: O suficiente para beijar sua prima na frente do marido dela?
A: O suficiente para beijar vocês dois ao mesmo tempo.
Nos beijamos, se beijando os 3 juntos, não consigo explicar direito, mas foi um beijo super fofo, quente, sensual, sexy, erótico e intenso. A partir daí continuamos dançando, os 3 juntinhos.
Tirei a saia da minha mulher, ela tirou da prima dela. Entre as duas me tiraram a camisa e a calça jeans.
Eu fiquei de cueca boxer preta bem justinha, Eve com o top e uma calcinha fio dental preta, Andre com o top e uma calcinha fio dental preta de renda que ficou super sexy nela.
Aproveitamos um bom tempo assim, roçando nossos corpos, nos apoiando, nos tocando, nos beijando entre os 3, de 2 em 2, conversando naquele estado.
A: Prima, você sabe que seu marido fica nos olhando quando dançamos coladinhas.
E: Óbvio, se somos lindas. Eu também fico nos olhando.
A: Naquele espelho, óbvio, te vi olhando pra gente.
E: Ele fica excitado nos olhando.
A: Ele fica excitado vendo como a gente esfrega os peitos. Vamos deixar ele bem excitado.
Andre tira o top da Eve e fica esperando a prima tirar o dela.
E: Não, priminha, o meu marido que vai tirar o seu.
Andre deu uns passinhos, me deu um beijinho na boca, se virou pra eu baixar o zíper, encostou a bunda em mim enquanto eu a despia do tronco e Eve veio direto dançar conosco, ficando os 3 coladinhos como antes, mas com a prima no meio dessa vez.
A: Primos, não consigo explicar o quanto estou me divertindo.
E: E ainda falta o broche de ouro.
S: Vamos fazer você se divertir como nunca se divertiu na vida.
A: Vocês são uns gênios, amo vocês.
Pra mim já estava difícil conter a excitação, minhas mãos que estavam segurando a cintura da Andre deslizaram pra cima pra ficar entre os peitos das duas. Ela respondeu com uma mão dentro da minha cueca e a outra foi tocar a buceta da prima dela.
Baixei minha mão direita pra enfiar dentro da calcinha da Andre, mas encontrei a da minha mulher lá, então fui por trás pra tocar a buceta dela, ao dedo da Eve que já estava dentro adicionei um meu introduzindo dentro do corpo da prima, encharcada a buceta da garota. Rodamos um pouco para deixar a Andre no meio, terminamos de tirar a roupa sem parar de nos tocar e começamos o que seria a noite mais prazerosa da vida da Andrea.
Continuamos a comê-la com nossos dedos enquanto nos movíamos no ritmo da música, nos beijávamos, Andre nos tocava, ela curtia como nunca, se deixava levar por tudo enquanto agradecia o quão bem estava se sentindo entre seus gemidos, até que finalmente teve seu primeiro orgasmo da noite e sentou para descansar e se recuperar.
Sentei a Eve ao lado dela no sofá e, sem muita cerimônia, comecei a chupar sua buceta. É minha mulher, sei perfeitamente como ela gosta, mas sua excitação era tanta que em menos de um minuto ela agarrou minha cabeça com as duas mãos, apertando contra seu corpo, e gozou brutalmente. Depois, me olhou nos olhos e afastou minha cabeça de seu corpo.
E: Agora é a vez dela, que está se tocando sozinha. — Disse enquanto me empurrava para fazer o mesmo com sua prima.
Andre tirou os dedos de dentro de si mesma e abriu bem as pernas para me receber com sua buceta já encharcada, quente, deliciosa. Enquanto eu comia a buceta da Andrea, ela beijava minha mulher, e assim teve o segundo orgasmo da noite.
Eve me levantou, me levou para encostar as costas na parede, ajoelhou-se na minha frente e começou a chupar meu pau desesperadamente, como se sua vida dependesse disso.
Andre olhava para sua prima surpresa com a habilidade de chupar que ela tinha, não demorou para se aproximar, me beijar e ajoelhar ao lado da prima para se juntar.
A: Que pau lindo com o qual você se casou, prima.
E: Viu, não me casei pelo pau, mas ele é divino.
A: Delicioso.
E: E você ainda não o comeu.
A: Quando você autorizar, eu meto ele todinho.
E: Quando ele quiser.
A: E do jeito que ele quiser.
S: Levanta e vira de costas.
Desde que começamos, pensei em comê-la apoiando a bunda, ela realmente tem um bumbum com uma forma linda, tamanho perfeito, durinho, absolutamente desejável.
Fiquei encostado contra a Preparada, ela de costas contra mim, recuou devagarinho, coloquei o pau entre as pernas dela enquanto sentia sua bunda apoiando em mim e com a própria mão ela guiou a cabeça do meu pau até a entrada de sua buceta e lentamente foi enfiando bem até o fundo, segurando a respiração com a boca aberta e uma expressão de gulosa incrível. Quando enfiou tudo, não conseguiu segurar e soltou um gemido do mais profundo do seu ser, fechando os olhos.
Começou a se mexer sozinha, com a cabeça virada sobre o ombro esquerdo, os olhos fechados, como se só ela existisse, só importava gozar. Um pouco pra frente, um pouco pra trás, um pouquinho pra um lado, um pouquinho pro outro. Agarrada com as duas mãos na cintura da prima que estava na frente dela, de vez em quando dava um beijo e continuava. Com uma das mãos começou a tocar o clitóris e gozou de novo. Apoiou-se no meu corpo e ficou assim parada por uns segundos.
Realmente poucas vezes vimos alguém se divertir tanto, tão entregue ao prazer e ao mesmo tempo dominando toda a situação.
E: Primita, me empresta meu marido, quero dar pra ele igual você.
A: Te empresto, mas me devolve depois.
E: Combinado. Bem putinha você ficou.
A: Me inspirei em você.
Trocaram de posição e minha mulher começou a me comer do mesmo jeito, mas mais forte, mais intenso. Apertou a prima e chupou ela com força enquanto me dava uns rebolados divinos, empurrados pelas minhas mãos nos seus quadris até que senti sua respiração mudar. Agarrei seu pescoço com as duas mãos apertando com a pressão certa e ela gozou muito forte.
Com a pouca força que restava nas pernas, caminhou até o sofá e se deixou cair.
Eu ainda estava com um pouco de energia e a garota estava me esperando.
A: Agora é você que me come, priminho.
Disse Andre enquanto caminhava até mim como se estivesse desfilando. Nos beijamos, a levantei e a sentei sobre a mesa, a beijei de novo e me abaixei para chupar sua buceta novamente. buceta, ela continuava encharcada, dei uns beijos, brinquei com a língua e me levantei. Olhei nos olhos dela e bem devagar, mas muito devagar mesmo, fui enfiando cada centímetro do pau enquanto ela abria a boca e prendia a respiração de um jeito idêntico à última vez, mas mantendo o olhar fixo em mim. Quando estava quase terminando de entrar, abafei o gemido dela com um beijo e, sem soltar nossas bocas, transamos assim num ritmo bem lento, aproveitando cada enfiada, sentindo nossos corpos de um jeito mágico, nos acariciando.
Depois, Andre apoiou as mãos para trás e se recostou, e eu aumentei o ritmo de repente. A garota arqueava o corpo, gemia e gemia sem parar a cada enfiada de pau que recebia.
A: Me enforca igual à vadia da minha prima — ela deu a ordem direto, me encarando.
Agarrei seu pescoço com uma mão e com a outra segurei sua cintura para puxá-la pra mim e dar mais forte. A garota gozou de novo, senti as contrações da buceta dela tão fortes que me fizeram gozar também de repente, muito, mas muito intensamente, precisei me apoiar na mesa com as duas mãos pra não cair no chão.
Ficamos assim, apoiados um no outro, recuperando o fôlego, com meu pau ainda dentro do corpo da Andrea, eu sentia a mistura da porra dos dois escorrendo pela minha perna esquerda.
Foi aí que percebi que por um tempo tinha me esquecido completamente da Eve, que continuava largada no sofá, exausta, mas assistindo e ouvindo tudo.
E: Gente, vou tomar um banho e dormir, não aguento mais.
S: Daqui a pouco a gente vai.
A: Posso tomar banho com seu marido?
E: Priminha, menos casar ou ter um filho com ele, faça o que quiser.
A: Obrigada.
E: E não venham me encher o saco, usem o outro banheiro, tem toalhas.
Pois é, já sei, genial assim é minha mulher.
Não sei quanto tempo ficamos assim, grudados e melados, podem ter sido 2 minutos ou 15, fomos pro banheiro, entramos e, enquanto eu fechava a porta, Andrea abriu a água e começou a encher a banheira. Quando me virei... ela já estava de joelhos pronta para chupar meu pau. Passou a língua por todo ele, limpando e sentindo como ele ia ficando duro de novo. Quando estava todo ereto de novo, enfiou na boca o máximo que conseguia, até engasgar um pouco, chupando com força como se estivesse imitando o que a prima dela tinha feito antes. Depois se levantou, me beijando no peito e na boca.
A: Não te dá nojo?
S: O quê?
A: Me beijar.
S: Como é que vai me dar nojo você me beijar?
A: Porque acabei de engolir sua porra. Devo ter gosto de você.
S: Não me dá nojo, e você tem gosto dos dois.
A: Meu ex tinha nojo.
S: Seu ex não entende nada.
A: Você chuparia a minha? Agora, assim toda melada por você mesmo? Sempre quis que fizessem isso comigo.
S: Claro, Andru! Pra mim nada dá nojo.
Enquanto dizia isso, ela apoiou um pé na borda da banheira, com uma mão se apoiou na parede, com a outra me pegou pelo pescoço, me puxou para beijá-la na boca e me empurrou pelo ombro para baixo. Me ajoelhei e, como um bom gauchito, chupei sua buceta assim, toda escorrendo dos fluidos dos dois, enfiei uns dedos e brinquei com seu ponto G até ela gozar.
A: Vem, vamos para o chuveiro relaxar um pouco.
Olhei nos olhos dela, olhei para baixo, para meu pau.
A: Já sei, primito, é minha vez de te relaxar e tenho outra fantasia em mente também.
Entramos na banheira, sentei na borda mais afastada das torneiras, que tem um bom espaço até a parede. Andre se ajoelhou para chupar meu pau e me masturbar sem parar até eu gozar na boca dela.
Ela me olhou nos olhos, indicou que eu me levantasse, abriu a boca para me mostrar que tinha minha porra sem engolir, deixou um pouco cair sobre os seios e me deu um beijo, apertou o corpo contra o meu espalhando a porra pelos nossos peitos. Brincamos com o sêmen dentro das nossas bocas até que, aos poucos, entre os dois, fomos engolindo tudo. Ela deu um passo para trás, nos limpamos e ficamos sentados, de frente um para o outro conversando, depois nos secando, enquanto voltávamos ao plano terreno. A: Valeu, sempre quis fazer isso.
S: Você é uma putinha.
A: Eu sei e adoro. Você já fez algo assim?
S: Parecido, mas não tão intenso.
A: Eu adorei. E você?
S: Também.
A: Vou falar pra minha prima fazer isso com você. Quer?
S: Claro, eu quero tudo.
A: Obrigada, pra você e pra Eve.
S: De nada, mas especificamente por quê?
A: Por causa da noite toda, por como vocês me fazem sentir, porque me deixaram fazer o que eu queria.
S: De novo, de nada.
A: Olha, é muito louco, nesse momento estamos aqui, pelados, depois da noite de melhor sexo da minha vida. Minha prima, que também é sua mulher, tá dormindo, esperando a gente ir pra ela. Tudo muito lindo, muito livre. É assim que eu quero viver.
S: Seu ex era ciumento?
A: Ainda é, além de ser um babaca.
S: E nada machão.
A: Na real, desde que me separei, transei com 3 caras, 2 muito melhores que ele, e o de hoje com vocês já acho que é irrepetível com outras pessoas. Não por causa do trio, mas por tudo. Tudo foi perfeito, desde que cheguei até essa conversa. Nunca me fizeram sentir assim.
S: Amanhã a gente te conta mais da nossa vida, obviamente não é a primeira vez que fazemos algo assim, mas honestamente faz tempo que não tínhamos uma experiência tão boa na primeira vez com alguém.
A: Me adianta alguma coisa.
S: A mais intensa, Martina, não dá pra descrever a relação, mas era como se ela estivesse namorando a gente, não comigo, não com sua prima, com o casal.
A: E o que aconteceu?
S: Ela foi morar fora.
A: Por isso a Eve vai viajar sozinha agora?
S: Não vai sozinha.
A: Sem você, idiota.
S: Ela vai com ela. Amanhã a gente te conta...
Dei um beijo nela e fomos pra cama. A Eve, claro e como sempre, estava ocupando toda a cama dormindo como uma estrela-do-mar, ajeitamos ela e nos jogamos um de cada lado.
Valeu pelos pontinhos e comentários
Meus outros relatos: http://www.poringa.net/San34/posts
Eve, minha mulher, tem 30 anos. Mede 1,70m, tem uma bunda linda, peitos operados, grandes, mas não desproporcionais, morena de cabelo liso e olhos meio verdes, meio castanhos, corpo com cara de quem malha, definido, mas sem ficar muito marcado, aquele tom de pele que parece levemente bronzeado até no inverno.
Eu tenho 38, 1,75m, magro, voltando a malhar depois de um tempo, logo volto a ficar definido, cabelo castanho escuro e olhos verdes escuros.
Andrea é prima da minha mulher, 24 anos, 1,75m, magra, cabelo castanho claro, longo e liso, peitinhos de excelente formato e empinados, sobre bunda e pernas vou só dizer que ela joga hóquei e vai pra academia, acho que dá pra entender tudo...
Sempre vimos a Andre como uma gatinha bem tranquila no quesito farra, ficou num relacionamento sério desde os 18 anos até uns seis meses atrás, mas além disso nunca foi uma menina de balada nem nada do tipo, no entanto sempre teve uma relação muito boa com minha mulher, vendo ela em alguns aspectos como uma guia a seguir, um exemplo.
Num churrasco de família bem grande, notei que ela ficava grudada na gente, sempre vinha pra onde a gente estava até que finalmente ficamos só nós três.
A: Primos, vocês que curtem uma farra e viveram em Ibiza, já experimentaram ecstasy? - A pergunta pegou a Eve bem de surpresa, ela não esperava e na hora já dava pra ver que ia rolar uma bronca. Ah, e sim, pros parceiros dos primos dela ela também chama de primo, pra dar mais tesão, e eu também chamo ela de prima por isso mesmo.
E: Sim, pra falar a verdade, sim. Não somos viciados, mas 3 ou 4 vezes por ano a gente usa, você não vai vir com essa de que somos viciados, né?
A: Não. Eu quero experimentar.
S: De onde veio essa vontade?
A: Vi numa série algo que me fez pesquisar bastante e fiquei com curiosidade de experimentar.
E: Olha, por enquanto não temos nenhum rolê ou festa em vista pra te incluir.
A: Não, mas mesmo assim, a primeira vez eu quero experimentar num ambiente bem controlado, tipo nós três e alguma amiga a mais que também queira experimentar, se vocês toparem, óbvio.
E: Sim, óbvio, prima. Vamos organizar e nos encontrar em casa.
A: Beleza, depois a gente combina direitinho.
A Eve combinou com a Andre para um sábado. A amiga no final não entrou, acabamos sendo só nós três mesmo. A prima estava bem atenta a todos os detalhes, mas muito ansiosa também, o que nunca é bom.
A Eve deu uma boa conversada antes e em casa repetiu várias coisas enquanto elas se trocavam.
Para ficarmos confortáveis, montamos um miniboliche VIP na sala de casa, luzes, a TV, caixas de som, garrafinhas de água de acordo com a situação. A ideia da Eve era emular uma saída o máximo possível, mas com o conforto de estar em casa e bem organizados.
A Andre chegou tipo 21h com uma bolsinha de roupa, cumprimentou e na hora minha mulher levou ela pro vestiário.
Eu coloquei um jeans, camisa e um tênis confortável, elas apareceram vestidas quase iguais, top preto bem ousado, com jaquetinha de couro, saia preta bem curtinha, botas com salto (as duas ficaram mais altas que eu). Assim saímos os três até o bar da esquina de casa pra jantar um petisco de boa, eu já tinha preparado tudo, de sobremesa tomamos meia bala cada um, pagamos e voltamos pra casa, colocamos música, começamos com um set do Swedish House Mafia que a Eve escolheu, porque é filmado com uma câmera só, de longe, que dá a impressão de estar num VIP. Deixo o link: https://youtu.be/VPUwl4KEa_M
Pouco depois de chegarmos:
A: Prima, não tô sentindo nada estranho, tem certeza que com meia tá de boa?
E: Demora pra bater, faz meia hora só.
S: Pode levar até uma hora, não se desespera, Andru.
A: Beleza, vocês me avisam se bater.
E: Relaxa, prima.
Pouco depois vejo ela dançando diferente, com o olhar fixo na TV, definitivamente tinha batido, mas não ia falar nada pra Andre, só avisei a Eve e disse pra ela não contar. Devem ter passado mais uns minutos e: A: Agora sim, me sinto leve, com vontade de dançar, de me divertir. Como se estivesse bêbada, mas diferente, aproveitando tudo.
E: Aproveita.
A: Em vocês fez efeito?
S: Sim, estamos iguais a você.
A: Obrigada, primos, por me darem essa oportunidade.
E: Obrigado a você por querer compartilhar com a gente.
A: Eu adoro, vamos marcar uns rolês, me avisem quando forem fazer alguma coisa.
E: Óbvio, gata, a gente te leva.
Continuamos dançando músicas escolhidas pelas meninas, falando sobre coisas da vida. Umas 2 horas depois tomamos a outra metade e mudei a música para algo mais progressivo e viajante, fui ao banheiro e quando voltei as duas estavam dançando coladas de frente, de um jeito bem sexy, se olhando bem de perto nos olhos, os corpos grudados, os peitos de uma apertados contra os da outra, segurando uma na cintura da outra, tudo de um jeito bem sensual, erótico. Fiquei olhando para elas da minha posição, meio hipnotizado, até que se separaram um pouco e eu me aproximei.
S: E prima, como você está?
A: Tô me divertindo muito, primos. Obrigada por me permitirem viver isso com vocês, vocês são demais.
E: O que você sente de diferente?
A: Sinto que é tudo amor e alegria. O tato estranho, muito mais sensível, as texturas, a pele da Eve sinto super macia, o tecido do top estranhíssimo, mas eu adoro.
E: Ahhh, gata, tira o sapato.
A: O quê?
S: Tira o sapato, aqui no tapete, vamos os três ficar descalços.
Tiramos os sapatos e o tapete que temos parece estranhíssimo, é como se fosse de uma lã sintética que se transforma em pisar numa fonte de prazer. Dançamos um pouquinho assim conversando, depois Eve foi ao banheiro e falei com Andre.
A: Adoro o casal que vocês formam, vejo vocês super felizes.
S: Obrigado, somos muito um para o outro.
A: Dá pra perceber, vocês são super parceiros, vejo minha prima muito feliz, nada a ver com como era com os ex dela, desculpa falar isso.
S: Tudo bem, ambos temos passados, não somos tóxicos nem ciumentos.
A: Amo o casal que vocês formam.
Eve volta e Andre vai ao banheiro. Começo a dançar. com minha mulher, nos dizendo o quanto nos amamos e coisas super amorosas e melosas. Eu viro ela e quando Andre sai do banheiro e nos vê, eu estava apoiando a bunda dela, nos beijando assim, minha mão esquerda entrando um pouquinho por baixo da saia dela que já tinha levantado um pouco e a direita agarrando ela pelas costelas, quase quase tocando um peito. Vi que Andre ficou nos olhando, curtindo o show, quando terminamos o beijo abracei forte minha mulher e ela fez sinal para a prima dela vir dançar com a gente e ela se juntou, ficando colada, na mesma posição de antes com a Eve. Dessa vez a vista estava perfeita para eu ver como os peitos das duas se pressionavam um contra o outro. Meu olhar foi captado pela Andre, que não se incomodou nem um pouco, a mina percebeu, me olhou nos olhos, sorriu e se apertou contra minha mulher sem tirar o olho de mim.
A: Prima, eu estava justamente dizendo para o Santi que adoro te ver tão feliz com alguém.
E: O Santi é o máximo, somos muito felizes juntos. Pela primeira e única vez sinto que estou num relacionamento, mas sou livre.
A: Como assim livre?
E: É, eu escolho estar com ele todos os dias da minha vida, sou livre, faço o que quero.
A: Vamos ser sinceras, numa relação às vezes a gente quer ficar com outra pessoa, e aí? - Claramente não estava testando.
E: A gente conversa, tudo se conversa.
A: Se um dia eu voltar a namorar, quero o que vocês têm.
E: Nunca menos, priminha, você merece.
Continuamos dançando assim apertados com a Eve no meio, eu já estava ficando de pau duro com a situação e queria agir. Peguei a mão da minha mulher e levei até a bunda da prima dela. Andre automaticamente agarrou a bunda da Eve com as duas mãos, por baixo, levantando a saia dela e sentindo com as costas das mãos meu pau duro.
A: Isso é a coisa mais sexy que já vivi na vida.
E: Você é bem tarada, né?
A: Bastante.
S: O suficiente para beijar sua prima na frente do marido dela?
A: O suficiente para beijar vocês dois ao mesmo tempo.
Nos beijamos, se beijando os 3 juntos, não consigo explicar direito, mas foi um beijo super fofo, quente, sensual, sexy, erótico e intenso. A partir daí continuamos dançando, os 3 juntinhos.
Tirei a saia da minha mulher, ela tirou da prima dela. Entre as duas me tiraram a camisa e a calça jeans.
Eu fiquei de cueca boxer preta bem justinha, Eve com o top e uma calcinha fio dental preta, Andre com o top e uma calcinha fio dental preta de renda que ficou super sexy nela.
Aproveitamos um bom tempo assim, roçando nossos corpos, nos apoiando, nos tocando, nos beijando entre os 3, de 2 em 2, conversando naquele estado.
A: Prima, você sabe que seu marido fica nos olhando quando dançamos coladinhas.
E: Óbvio, se somos lindas. Eu também fico nos olhando.
A: Naquele espelho, óbvio, te vi olhando pra gente.
E: Ele fica excitado nos olhando.
A: Ele fica excitado vendo como a gente esfrega os peitos. Vamos deixar ele bem excitado.
Andre tira o top da Eve e fica esperando a prima tirar o dela.
E: Não, priminha, o meu marido que vai tirar o seu.
Andre deu uns passinhos, me deu um beijinho na boca, se virou pra eu baixar o zíper, encostou a bunda em mim enquanto eu a despia do tronco e Eve veio direto dançar conosco, ficando os 3 coladinhos como antes, mas com a prima no meio dessa vez.
A: Primos, não consigo explicar o quanto estou me divertindo.
E: E ainda falta o broche de ouro.
S: Vamos fazer você se divertir como nunca se divertiu na vida.
A: Vocês são uns gênios, amo vocês.
Pra mim já estava difícil conter a excitação, minhas mãos que estavam segurando a cintura da Andre deslizaram pra cima pra ficar entre os peitos das duas. Ela respondeu com uma mão dentro da minha cueca e a outra foi tocar a buceta da prima dela.
Baixei minha mão direita pra enfiar dentro da calcinha da Andre, mas encontrei a da minha mulher lá, então fui por trás pra tocar a buceta dela, ao dedo da Eve que já estava dentro adicionei um meu introduzindo dentro do corpo da prima, encharcada a buceta da garota. Rodamos um pouco para deixar a Andre no meio, terminamos de tirar a roupa sem parar de nos tocar e começamos o que seria a noite mais prazerosa da vida da Andrea.
Continuamos a comê-la com nossos dedos enquanto nos movíamos no ritmo da música, nos beijávamos, Andre nos tocava, ela curtia como nunca, se deixava levar por tudo enquanto agradecia o quão bem estava se sentindo entre seus gemidos, até que finalmente teve seu primeiro orgasmo da noite e sentou para descansar e se recuperar.
Sentei a Eve ao lado dela no sofá e, sem muita cerimônia, comecei a chupar sua buceta. É minha mulher, sei perfeitamente como ela gosta, mas sua excitação era tanta que em menos de um minuto ela agarrou minha cabeça com as duas mãos, apertando contra seu corpo, e gozou brutalmente. Depois, me olhou nos olhos e afastou minha cabeça de seu corpo.
E: Agora é a vez dela, que está se tocando sozinha. — Disse enquanto me empurrava para fazer o mesmo com sua prima.
Andre tirou os dedos de dentro de si mesma e abriu bem as pernas para me receber com sua buceta já encharcada, quente, deliciosa. Enquanto eu comia a buceta da Andrea, ela beijava minha mulher, e assim teve o segundo orgasmo da noite.
Eve me levantou, me levou para encostar as costas na parede, ajoelhou-se na minha frente e começou a chupar meu pau desesperadamente, como se sua vida dependesse disso.
Andre olhava para sua prima surpresa com a habilidade de chupar que ela tinha, não demorou para se aproximar, me beijar e ajoelhar ao lado da prima para se juntar.
A: Que pau lindo com o qual você se casou, prima.
E: Viu, não me casei pelo pau, mas ele é divino.
A: Delicioso.
E: E você ainda não o comeu.
A: Quando você autorizar, eu meto ele todinho.
E: Quando ele quiser.
A: E do jeito que ele quiser.
S: Levanta e vira de costas.
Desde que começamos, pensei em comê-la apoiando a bunda, ela realmente tem um bumbum com uma forma linda, tamanho perfeito, durinho, absolutamente desejável.
Fiquei encostado contra a Preparada, ela de costas contra mim, recuou devagarinho, coloquei o pau entre as pernas dela enquanto sentia sua bunda apoiando em mim e com a própria mão ela guiou a cabeça do meu pau até a entrada de sua buceta e lentamente foi enfiando bem até o fundo, segurando a respiração com a boca aberta e uma expressão de gulosa incrível. Quando enfiou tudo, não conseguiu segurar e soltou um gemido do mais profundo do seu ser, fechando os olhos.
Começou a se mexer sozinha, com a cabeça virada sobre o ombro esquerdo, os olhos fechados, como se só ela existisse, só importava gozar. Um pouco pra frente, um pouco pra trás, um pouquinho pra um lado, um pouquinho pro outro. Agarrada com as duas mãos na cintura da prima que estava na frente dela, de vez em quando dava um beijo e continuava. Com uma das mãos começou a tocar o clitóris e gozou de novo. Apoiou-se no meu corpo e ficou assim parada por uns segundos.
Realmente poucas vezes vimos alguém se divertir tanto, tão entregue ao prazer e ao mesmo tempo dominando toda a situação.
E: Primita, me empresta meu marido, quero dar pra ele igual você.
A: Te empresto, mas me devolve depois.
E: Combinado. Bem putinha você ficou.
A: Me inspirei em você.
Trocaram de posição e minha mulher começou a me comer do mesmo jeito, mas mais forte, mais intenso. Apertou a prima e chupou ela com força enquanto me dava uns rebolados divinos, empurrados pelas minhas mãos nos seus quadris até que senti sua respiração mudar. Agarrei seu pescoço com as duas mãos apertando com a pressão certa e ela gozou muito forte.
Com a pouca força que restava nas pernas, caminhou até o sofá e se deixou cair.
Eu ainda estava com um pouco de energia e a garota estava me esperando.
A: Agora é você que me come, priminho.
Disse Andre enquanto caminhava até mim como se estivesse desfilando. Nos beijamos, a levantei e a sentei sobre a mesa, a beijei de novo e me abaixei para chupar sua buceta novamente. buceta, ela continuava encharcada, dei uns beijos, brinquei com a língua e me levantei. Olhei nos olhos dela e bem devagar, mas muito devagar mesmo, fui enfiando cada centímetro do pau enquanto ela abria a boca e prendia a respiração de um jeito idêntico à última vez, mas mantendo o olhar fixo em mim. Quando estava quase terminando de entrar, abafei o gemido dela com um beijo e, sem soltar nossas bocas, transamos assim num ritmo bem lento, aproveitando cada enfiada, sentindo nossos corpos de um jeito mágico, nos acariciando.
Depois, Andre apoiou as mãos para trás e se recostou, e eu aumentei o ritmo de repente. A garota arqueava o corpo, gemia e gemia sem parar a cada enfiada de pau que recebia.
A: Me enforca igual à vadia da minha prima — ela deu a ordem direto, me encarando.
Agarrei seu pescoço com uma mão e com a outra segurei sua cintura para puxá-la pra mim e dar mais forte. A garota gozou de novo, senti as contrações da buceta dela tão fortes que me fizeram gozar também de repente, muito, mas muito intensamente, precisei me apoiar na mesa com as duas mãos pra não cair no chão.
Ficamos assim, apoiados um no outro, recuperando o fôlego, com meu pau ainda dentro do corpo da Andrea, eu sentia a mistura da porra dos dois escorrendo pela minha perna esquerda.
Foi aí que percebi que por um tempo tinha me esquecido completamente da Eve, que continuava largada no sofá, exausta, mas assistindo e ouvindo tudo.
E: Gente, vou tomar um banho e dormir, não aguento mais.
S: Daqui a pouco a gente vai.
A: Posso tomar banho com seu marido?
E: Priminha, menos casar ou ter um filho com ele, faça o que quiser.
A: Obrigada.
E: E não venham me encher o saco, usem o outro banheiro, tem toalhas.
Pois é, já sei, genial assim é minha mulher.
Não sei quanto tempo ficamos assim, grudados e melados, podem ter sido 2 minutos ou 15, fomos pro banheiro, entramos e, enquanto eu fechava a porta, Andrea abriu a água e começou a encher a banheira. Quando me virei... ela já estava de joelhos pronta para chupar meu pau. Passou a língua por todo ele, limpando e sentindo como ele ia ficando duro de novo. Quando estava todo ereto de novo, enfiou na boca o máximo que conseguia, até engasgar um pouco, chupando com força como se estivesse imitando o que a prima dela tinha feito antes. Depois se levantou, me beijando no peito e na boca.
A: Não te dá nojo?
S: O quê?
A: Me beijar.
S: Como é que vai me dar nojo você me beijar?
A: Porque acabei de engolir sua porra. Devo ter gosto de você.
S: Não me dá nojo, e você tem gosto dos dois.
A: Meu ex tinha nojo.
S: Seu ex não entende nada.
A: Você chuparia a minha? Agora, assim toda melada por você mesmo? Sempre quis que fizessem isso comigo.
S: Claro, Andru! Pra mim nada dá nojo.
Enquanto dizia isso, ela apoiou um pé na borda da banheira, com uma mão se apoiou na parede, com a outra me pegou pelo pescoço, me puxou para beijá-la na boca e me empurrou pelo ombro para baixo. Me ajoelhei e, como um bom gauchito, chupei sua buceta assim, toda escorrendo dos fluidos dos dois, enfiei uns dedos e brinquei com seu ponto G até ela gozar.
A: Vem, vamos para o chuveiro relaxar um pouco.
Olhei nos olhos dela, olhei para baixo, para meu pau.
A: Já sei, primito, é minha vez de te relaxar e tenho outra fantasia em mente também.
Entramos na banheira, sentei na borda mais afastada das torneiras, que tem um bom espaço até a parede. Andre se ajoelhou para chupar meu pau e me masturbar sem parar até eu gozar na boca dela.
Ela me olhou nos olhos, indicou que eu me levantasse, abriu a boca para me mostrar que tinha minha porra sem engolir, deixou um pouco cair sobre os seios e me deu um beijo, apertou o corpo contra o meu espalhando a porra pelos nossos peitos. Brincamos com o sêmen dentro das nossas bocas até que, aos poucos, entre os dois, fomos engolindo tudo. Ela deu um passo para trás, nos limpamos e ficamos sentados, de frente um para o outro conversando, depois nos secando, enquanto voltávamos ao plano terreno. A: Valeu, sempre quis fazer isso.
S: Você é uma putinha.
A: Eu sei e adoro. Você já fez algo assim?
S: Parecido, mas não tão intenso.
A: Eu adorei. E você?
S: Também.
A: Vou falar pra minha prima fazer isso com você. Quer?
S: Claro, eu quero tudo.
A: Obrigada, pra você e pra Eve.
S: De nada, mas especificamente por quê?
A: Por causa da noite toda, por como vocês me fazem sentir, porque me deixaram fazer o que eu queria.
S: De novo, de nada.
A: Olha, é muito louco, nesse momento estamos aqui, pelados, depois da noite de melhor sexo da minha vida. Minha prima, que também é sua mulher, tá dormindo, esperando a gente ir pra ela. Tudo muito lindo, muito livre. É assim que eu quero viver.
S: Seu ex era ciumento?
A: Ainda é, além de ser um babaca.
S: E nada machão.
A: Na real, desde que me separei, transei com 3 caras, 2 muito melhores que ele, e o de hoje com vocês já acho que é irrepetível com outras pessoas. Não por causa do trio, mas por tudo. Tudo foi perfeito, desde que cheguei até essa conversa. Nunca me fizeram sentir assim.
S: Amanhã a gente te conta mais da nossa vida, obviamente não é a primeira vez que fazemos algo assim, mas honestamente faz tempo que não tínhamos uma experiência tão boa na primeira vez com alguém.
A: Me adianta alguma coisa.
S: A mais intensa, Martina, não dá pra descrever a relação, mas era como se ela estivesse namorando a gente, não comigo, não com sua prima, com o casal.
A: E o que aconteceu?
S: Ela foi morar fora.
A: Por isso a Eve vai viajar sozinha agora?
S: Não vai sozinha.
A: Sem você, idiota.
S: Ela vai com ela. Amanhã a gente te conta...
Dei um beijo nela e fomos pra cama. A Eve, claro e como sempre, estava ocupando toda a cama dormindo como uma estrela-do-mar, ajeitamos ela e nos jogamos um de cada lado.
Valeu pelos pontinhos e comentários
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