Alejandra saiu correndo, corri para o quarto para enfiar o rifle de novo na Miriam, ela já estava vestida, me disse que transava mais gostoso que a vadia da Alejandra e que eu devia dar uma chance pra ela pagar minha hospitalidade, em seguida ela abaixou meu shorts, tirou meu pau pra fora e começou a chupar como uma Deusa...
Agarrei ela pelo cabelo e enfiei até o fundo, ela estava se engasgando mas eu estava tão excitado que não ligava, via ela sorrindo enquanto uma lágrima escorria do seu olho. Antes de gozar, joguei ela na cama, levantei a blusa pra ver os peitos e bati com o pau nessa gostosa safada. Ela só dizia: "Sim, sou sua putinha, é assim que gosto de transar com homens que sabem tratar uma vadia" – isso me deixava ainda mais louco.
Então, em vez de gozar na cara dela, virei ela de costas, puxei o pijama pro lado e a safada nem tava de calcinha. Ela pediu pra eu botar camisinha pra não engravidar, mas eu falei que puta não usa camisinha e enfiei a rola toda na buceta melada dela. Tava quente e molhada, apertando que nem uma novinha, mas eu forcei a entrada metendo com força e tirando. Só sentia ela abraçando meu pau, ficando mais molhada a cada vez que gozava. Dei umas palmadas na bunda dela até minha mão doer.
O quarto inteiro cheirava a essa mulher que não parava de gemer, foi um sonho poder transar com duas amigas no mesmo dia e na minha casa, sem dúvida a vida te recompensa quando você faz o bem. Ela se mexia tão gostoso até que me fez gozar, mas como uma verdadeira profissional, ela sabia que eu ia explodir e meteu tudo na boca. Não sei quanto porra foi aquela, mas senti minha medula espinal secando. Mas ver a bucetinha dela toda depilada me deixou 100% pronto de novo!
Dava pra ver a cicatriz da cesárea, ela era mãe de alguém tipo meu melhor amigo, aquela senhora que sempre me deixava de pau duro, ou como a mãe da minha namorada, ou melhor ainda, podia ser a mãe dos meus primos, aquela dona das minhas mil punhetas. Aí eu falei pra ela deixar eu chamar ela de Fanny, e ela disse que seria qualquer coisa que eu quisesse, e me chamou: "Vem, filho, come sua putinha tia Fanny". Dei uma fudida tão gostosa que ela ficou toda seca, e ela reclamou pra eu tirar, gemendo gostoso, então acelerei até ela gozar de novo. Peguei um óleo e lubrifiquei o cu, as nádegas e aquele lindo par de tetas.
Enfiei na boca dela até gozar, acho que naquela altura já só tava saindo soro ou até porra em pó, porque meus ovos já tavam bem vazios. Falei pra gente ir pegar algo na cozinha pra comer e recuperar as energias, fui esquentar e quando voltei pro quarto ela tava com um conjunto vermelho que não deixava nada pra imaginação, dava até pra ver os vincos do cu.
Sem pensar, tirei meu pau que estava duro de novo feito pedra. Então joguei a colcha de lado e comecei a tirar a roupa dela, mas ela disse que não, que queria que eu só puxasse a calcinha de lado e enfiasse. Ela estava bem quente e molhada, tinha passado óleo.
Gozei dentro dela, ela se levantou e me disse: "Descansa, porque ainda quero que você me coma mais. Vou fazer uma limpeza na casa". Então fiquei desmaiado de tanto gozar que tinha feito. Não sei quanto tempo depois, ela me acorda vestida com uma roupa preta estranha que deixava tudo à mostra, estava arrasando no visual. Me deu um shake esquisito e uns beijos, disse: "Toma, vai te fazer bem". Era tipo aveia com banana e chocolate, mas tinha um gosto estranho. Falei que estava com fome, ela disse que com o que tinha acabado de me dar, a fome ia passar e eu ia querer comer ela a tarde toda, porque tinha colocado um Viagra que encontrou em uma das minhas gavetas. Se já de ver ela eu estava de pau duro, ela sem pensar duas vezes sobe na cama e disse que queria que eu a comesse de novo na beirada da cama, empina a bunda, abre as nádegas e me fala: "Mete tudo".
O tempo passou e eu nem pensei que a Alejandra poderia chegar a qualquer momento, e logo antes de gozar ouvi ela chegando na sala. Era inevitável, ela ia me ver com a amiga dela enfiada no meu pau. Então, já que fiz mais que gozar enquanto ela assistia, tinha esperanças de que ela fosse se juntar. Mas ela só ficou me olhando quando terminei e se virou. A Miriam disse pra eu esquecer essa puta... No fim, nem transei a tarde toda e fiquei vendo TV na sala. Fui ao banheiro e passei na frente do quarto onde a Miriam estava, e a muito puta estava praticamente pelada com a bunda à mostra.
Que puta gostosa, então dei uma boa olhada e chamei a Alejandra e a Miriam, disse que precisávamos conversar, então fomos para a sala. Perguntei se queriam beber e comer alguma coisa, e elas toparam. Eu ia me vingar do Viagra que a Miriam me deu, então preparei uma piña colada com fibanserina, que é um Viagra feminino, e uns sanduíches. Esperando que fizesse efeito, tentei falar de qualquer coisa, menos do que realmente tinha sido o problema.
Agarrei ela pelo cabelo e enfiei até o fundo, ela estava se engasgando mas eu estava tão excitado que não ligava, via ela sorrindo enquanto uma lágrima escorria do seu olho. Antes de gozar, joguei ela na cama, levantei a blusa pra ver os peitos e bati com o pau nessa gostosa safada. Ela só dizia: "Sim, sou sua putinha, é assim que gosto de transar com homens que sabem tratar uma vadia" – isso me deixava ainda mais louco.
Então, em vez de gozar na cara dela, virei ela de costas, puxei o pijama pro lado e a safada nem tava de calcinha. Ela pediu pra eu botar camisinha pra não engravidar, mas eu falei que puta não usa camisinha e enfiei a rola toda na buceta melada dela. Tava quente e molhada, apertando que nem uma novinha, mas eu forcei a entrada metendo com força e tirando. Só sentia ela abraçando meu pau, ficando mais molhada a cada vez que gozava. Dei umas palmadas na bunda dela até minha mão doer.
O quarto inteiro cheirava a essa mulher que não parava de gemer, foi um sonho poder transar com duas amigas no mesmo dia e na minha casa, sem dúvida a vida te recompensa quando você faz o bem. Ela se mexia tão gostoso até que me fez gozar, mas como uma verdadeira profissional, ela sabia que eu ia explodir e meteu tudo na boca. Não sei quanto porra foi aquela, mas senti minha medula espinal secando. Mas ver a bucetinha dela toda depilada me deixou 100% pronto de novo!
Dava pra ver a cicatriz da cesárea, ela era mãe de alguém tipo meu melhor amigo, aquela senhora que sempre me deixava de pau duro, ou como a mãe da minha namorada, ou melhor ainda, podia ser a mãe dos meus primos, aquela dona das minhas mil punhetas. Aí eu falei pra ela deixar eu chamar ela de Fanny, e ela disse que seria qualquer coisa que eu quisesse, e me chamou: "Vem, filho, come sua putinha tia Fanny". Dei uma fudida tão gostosa que ela ficou toda seca, e ela reclamou pra eu tirar, gemendo gostoso, então acelerei até ela gozar de novo. Peguei um óleo e lubrifiquei o cu, as nádegas e aquele lindo par de tetas.
Enfiei na boca dela até gozar, acho que naquela altura já só tava saindo soro ou até porra em pó, porque meus ovos já tavam bem vazios. Falei pra gente ir pegar algo na cozinha pra comer e recuperar as energias, fui esquentar e quando voltei pro quarto ela tava com um conjunto vermelho que não deixava nada pra imaginação, dava até pra ver os vincos do cu.
Sem pensar, tirei meu pau que estava duro de novo feito pedra. Então joguei a colcha de lado e comecei a tirar a roupa dela, mas ela disse que não, que queria que eu só puxasse a calcinha de lado e enfiasse. Ela estava bem quente e molhada, tinha passado óleo.
Gozei dentro dela, ela se levantou e me disse: "Descansa, porque ainda quero que você me coma mais. Vou fazer uma limpeza na casa". Então fiquei desmaiado de tanto gozar que tinha feito. Não sei quanto tempo depois, ela me acorda vestida com uma roupa preta estranha que deixava tudo à mostra, estava arrasando no visual. Me deu um shake esquisito e uns beijos, disse: "Toma, vai te fazer bem". Era tipo aveia com banana e chocolate, mas tinha um gosto estranho. Falei que estava com fome, ela disse que com o que tinha acabado de me dar, a fome ia passar e eu ia querer comer ela a tarde toda, porque tinha colocado um Viagra que encontrou em uma das minhas gavetas. Se já de ver ela eu estava de pau duro, ela sem pensar duas vezes sobe na cama e disse que queria que eu a comesse de novo na beirada da cama, empina a bunda, abre as nádegas e me fala: "Mete tudo".
O tempo passou e eu nem pensei que a Alejandra poderia chegar a qualquer momento, e logo antes de gozar ouvi ela chegando na sala. Era inevitável, ela ia me ver com a amiga dela enfiada no meu pau. Então, já que fiz mais que gozar enquanto ela assistia, tinha esperanças de que ela fosse se juntar. Mas ela só ficou me olhando quando terminei e se virou. A Miriam disse pra eu esquecer essa puta... No fim, nem transei a tarde toda e fiquei vendo TV na sala. Fui ao banheiro e passei na frente do quarto onde a Miriam estava, e a muito puta estava praticamente pelada com a bunda à mostra.
Que puta gostosa, então dei uma boa olhada e chamei a Alejandra e a Miriam, disse que precisávamos conversar, então fomos para a sala. Perguntei se queriam beber e comer alguma coisa, e elas toparam. Eu ia me vingar do Viagra que a Miriam me deu, então preparei uma piña colada com fibanserina, que é um Viagra feminino, e uns sanduíches. Esperando que fizesse efeito, tentei falar de qualquer coisa, menos do que realmente tinha sido o problema.
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