Quando vi a câmera, percebi que ela tava ligando pro marido dela. Pensei que ia me acusar, mas do nada ela se ajeitou na cama, colocou no viva-voz e começou a me olhar pela câmera. Ela sorria, sentia como se ela tivesse me encarando enquanto brincava com o marido no telefone.



Ela tirava os sapatos, trocava e ficava olhando pra câmera. Eu tava frio e muito excitado batendo uma punheta quando ela pegou a câmera e focou na buceta.
E aí eu percebi que ela tinha notado que eu tava espiando... Saber disso e ela me mostrar me deixou muito excitado, fechei os olhos pra curtir uma punheta braba, quase gozando quando ouço e ela tava entrando no meu quarto. Levantei da cama, ela fica na minha frente, colocou o dedo na minha boca mandando eu calar a boca, se ajoelhou de quatro na minha cama enquanto continuava falando com o marido no viva-voz, disse pro marido: "É isso que você quer? Que eu fique de quatro que nem sua puta? Então já tô assim, enfia todo esse teu facão nas minhas tetonas, papai!

Ela era bem gostosa, a buceta dela tava toda babada, ela virou de barriga pra cima e começou a se masturbar na minha frente.

De repente ela fica me olhando e me pergunta se era isso que eu queria. Eu concordei com a cabeça e, enquanto passava a mão no meu rifle, ela disse: "que machete gostoso você tem". O marido dela grita no telefone perguntando com quem ela estava. Ela disse que com ninguém, que era só os dois. Começou a brincar com minha pica usando os pés.
E aí, gostosa, já quero que você meta tudo na minha buceta quente.
Então, antes de eu gozar, eu tiro e coloco uma camisinha, ela tira de mim e joga no chão dizendo que a pica não tem gosto bom com a embalagem, monta em mim e começa a gozar igual uma louca. O marido dela gritou de novo: "Alejandra! Com quem você tá? De novo dando pinta de puta? Não quero mais te ver..." Mas a Alejandra tava muito ocupada gemendo e rindo, depois de uns segundos falou que não tava nem aí, que já tinha uma pica nova mais jovem e gostosa; o marido dela falou de novo que ela era uma puta e desligou, mas a Alejandra começou a rir de novo e continuava montada no meu rifle que tava prestes a explodir.
Já tinha estado com muitas putas, mas nenhuma se mexia igual ela, parecia um liquidificador. Dava pra ver que era sangue quente e uma expert — essa mulher tinha uns 15 anos a mais que eu e se mexia melhor que qualquer uma. Ela era bem apertadinha, o quarto inteiro cheirava a pussy suculenta e quente, sentia ela me molhando com o mel dela. Ela fez eu gozar como nunca, senti uma gozada foda, meus ovos ficaram secos. Ela se levantou sem dizer nada e foi pro quarto dela, e eu fiquei olhando pro teto, incrédulo com o que tinha rolado. Uns minutos depois, entrei no quarto dela e ela tava toda suada, se masturbando.
Me aproximei e comecei a fazer sexo oral nela até ela gozar na minha boca, coloquei ela de quatro e cuspi no cu dela com a pica bem dura empurrando, ela gritava que por trás não, que era virgem, não liguei e falei que virgem nada, se ela gosta de enfiar dildos, enfiei de uma vez só enquanto puxava ela pelo cabelo, ela gritou e depois disse que era gostoso, comecei a meter e tirar e ela gemia mais, isso fazia minha pica ficar mais dura, depois gozei e dormi com ela até o dia seguinte, quando acordei estava sozinho com uma blusa preta e um colar dourado com uma arepa de queijo com presunto e um café, ela disse: "toma café porque hoje você vai foder o dia inteiro...
E foi assim, o dia inteiro transando de todas as maneiras até que meu pau ficou dolorido e a buceta dela secou, mas aí usamos óleo de amêndoas e continuamos comendo ela até tarde do domingo. Na segunda-feira seguinte, eu tava muito feliz que ia comer ela de tarde, mas quando voltei pra casa, ela já não estava mais e nem um bilhete deixou pra mim...




Ela tirava os sapatos, trocava e ficava olhando pra câmera. Eu tava frio e muito excitado batendo uma punheta quando ela pegou a câmera e focou na buceta.
E aí eu percebi que ela tinha notado que eu tava espiando... Saber disso e ela me mostrar me deixou muito excitado, fechei os olhos pra curtir uma punheta braba, quase gozando quando ouço e ela tava entrando no meu quarto. Levantei da cama, ela fica na minha frente, colocou o dedo na minha boca mandando eu calar a boca, se ajoelhou de quatro na minha cama enquanto continuava falando com o marido no viva-voz, disse pro marido: "É isso que você quer? Que eu fique de quatro que nem sua puta? Então já tô assim, enfia todo esse teu facão nas minhas tetonas, papai!

Ela era bem gostosa, a buceta dela tava toda babada, ela virou de barriga pra cima e começou a se masturbar na minha frente.

De repente ela fica me olhando e me pergunta se era isso que eu queria. Eu concordei com a cabeça e, enquanto passava a mão no meu rifle, ela disse: "que machete gostoso você tem". O marido dela grita no telefone perguntando com quem ela estava. Ela disse que com ninguém, que era só os dois. Começou a brincar com minha pica usando os pés.
E aí, gostosa, já quero que você meta tudo na minha buceta quente.
Então, antes de eu gozar, eu tiro e coloco uma camisinha, ela tira de mim e joga no chão dizendo que a pica não tem gosto bom com a embalagem, monta em mim e começa a gozar igual uma louca. O marido dela gritou de novo: "Alejandra! Com quem você tá? De novo dando pinta de puta? Não quero mais te ver..." Mas a Alejandra tava muito ocupada gemendo e rindo, depois de uns segundos falou que não tava nem aí, que já tinha uma pica nova mais jovem e gostosa; o marido dela falou de novo que ela era uma puta e desligou, mas a Alejandra começou a rir de novo e continuava montada no meu rifle que tava prestes a explodir.
Já tinha estado com muitas putas, mas nenhuma se mexia igual ela, parecia um liquidificador. Dava pra ver que era sangue quente e uma expert — essa mulher tinha uns 15 anos a mais que eu e se mexia melhor que qualquer uma. Ela era bem apertadinha, o quarto inteiro cheirava a pussy suculenta e quente, sentia ela me molhando com o mel dela. Ela fez eu gozar como nunca, senti uma gozada foda, meus ovos ficaram secos. Ela se levantou sem dizer nada e foi pro quarto dela, e eu fiquei olhando pro teto, incrédulo com o que tinha rolado. Uns minutos depois, entrei no quarto dela e ela tava toda suada, se masturbando.
Me aproximei e comecei a fazer sexo oral nela até ela gozar na minha boca, coloquei ela de quatro e cuspi no cu dela com a pica bem dura empurrando, ela gritava que por trás não, que era virgem, não liguei e falei que virgem nada, se ela gosta de enfiar dildos, enfiei de uma vez só enquanto puxava ela pelo cabelo, ela gritou e depois disse que era gostoso, comecei a meter e tirar e ela gemia mais, isso fazia minha pica ficar mais dura, depois gozei e dormi com ela até o dia seguinte, quando acordei estava sozinho com uma blusa preta e um colar dourado com uma arepa de queijo com presunto e um café, ela disse: "toma café porque hoje você vai foder o dia inteiro...
E foi assim, o dia inteiro transando de todas as maneiras até que meu pau ficou dolorido e a buceta dela secou, mas aí usamos óleo de amêndoas e continuamos comendo ela até tarde do domingo. Na segunda-feira seguinte, eu tava muito feliz que ia comer ela de tarde, mas quando voltei pra casa, ela já não estava mais e nem um bilhete deixou pra mim...
2 comentários - Venezuelana sem teto II