As coisas em casa seguiram seu curso, mas já entre nós três nos olhávamos com tesão. Tava claro que não ia demorar muito até a gente acabar transando, ou melhor, até os dois adultos da casa acabarem comendo uma mina que mal tinha saído da maioridade, mas a questão era saber quem ia dar o primeiro passo, se a Sara, minha esposa submissa, ou eu. Até nos intrigava descobrir se não era a própria garota que ia acabar pedindo aos berros pra gente dominar ela.
Lamento por quem esperava um desenvolvimento mais lento da história, mas as coisas rolaram bem rápido. Minha tia dizia que quando você conecta com alguém, não tem tempo a perder, o resto da vida é nada perto do que ainda dá pra aproveitar.
Eu tinha resistido um tempo, porque apesar de ser um macho dominante típico com uma boa ferramenta, não gostava de me meter em encrenca. A puta da Sara tinha me convencido depois de insistir dias inteiros; ela conseguiu me fazer aceitar a ideia de ter uma putinha adolescente em casa, com o plus de que podíamos tratar ela como nossa filha ou ao contrário, ter uma filha adolescente com quem podíamos fazer mais coisas do que as devidas.
Os argumentos eram fortes; a jovem gostosa tava esquentando a gente por igual. Por outro lado, a casa tava cheia de câmeras, bastava ter registro de como ela se insinuava pra evitar qualquer indício inconveniente que pudesse aparecer diante de alguma mudança repentina na atitude dela ou algum arrependimento temerário depois do feito. Mas ela não tava nem aí, até tinha pedido pra gente colocar câmeras no quarto dela, pra mais segurança. Lá ela fazia danças, andava pelada pelo quarto, se tocava olhando pra lente da câmera. A Sara se tocava do mesmo jeito só olhando no notebook o quarto da Melisa.
Nas aulas de matemática, a Melisa aparecia sempre com leggings inteiriças, ou leggings e tops, cores bem claras, eram daqueles que se usam sem calcinha. Minha mulher tinha comprado pra ela. Muita roupa esportiva, mas tudo justo e suferente, que marcava a bunda dela, os peitos, a buceta. Ela me mostrava as roupas que a Sara comprava pra ela, fazia um desfilezinho e dizia que nunca tinha tanta roupa bonita e muito menos vários conjuntos e tênis diferentes. Que era o mais confortável que já tinha calçado, e agradecia a nossa ajuda.
Eu dizia que a Sara vendia por catálogo, que não era tão difícil conseguir aquela marca pra ela, tentando tirar o drama da devoção dela. Depois foi um passo além e tocava na minha mão, e me olhava com uma mistura de ternura e tesão muito intensa. Mesmo sendo "tímida", toda vez que passava perto de mim começava o carrossel de esfregadas. Um dia, enquanto eu ensinava a resolver a equação de X, ela sentou em cima de mim enquanto eu mostrava como resolver uma equação. Como sou dotado, dava pra ver que eu tava com um desodorante entre as pernas, mas ela só se mexia um pouquinho, como se quisesse mexer na minha pica dura. Depois de um tempo, ela pegou um pirulito e começou a chupar me olhando. Enfiava na boca e empurrava as bochechas com ele, colocava a língua pra fora e batia no doce. Eu já tava com vontade de comer ela, mas nisso a Sara chegou e a menina se inibiu. Como tava perto do horário de sair, ela pediu licença e foi tomar banho.
A Sara nos cumprimentou de mal humor e entrou gritando, completamente pirada.
—Nunca mais saio com as mulheres dos seus amigos, são umas idiotas. Elas me enchem o saco.
—Calma, gata, se acalma e me conta! O que aconteceu?
—Essas retardadas me chamam de machista porque eu falei que não acho errado um cara casado ir pra puteiro. Se fosse você, não me importaria.
—Você tem um gênio difícil, Sara.
—Aí a Mirta veio com esse papo de que eu não me faço respeitar e que o homem tem que respeitar o casamento e blá blá. Aí eu falei pra ela que gosto de caras bem safados que sabem o que querem, com os ovos bem no lugar e a pica bem grande. Que se quiserem ir pra puteiro, vão, se quiserem Juntar com os amigos sem precisar pedir permissão. A gente tá aqui pra servir vocês, a gente que tem o anel. Cê acha que eu vou ligar se você come uma puta? Quase fico puta por não ter me chamado. Aí a platinada me vomita que sou uma fofa machista que ficou no século XIV. Aí me fez ferver, e eu falei: o seu não vai pra putaria porque é um gordo de pinto curto, nem te fode porque não sobe. Pra isso prefiro mil vezes um cara que paga puta porque gosta de variedade de mulher.
— Você também. Pobre Cacho, você deixou ele super mal. Se ela te contou isso, não é pra você esfregar na cara dela.
— E daí, ela me provocou, então nunca mais me junto com elas. Quero que pensem que você não me deixa sair com ninguém, que é um marido violento que me mantém trancada em casa, e toda vez que quero sair me bate. Assim que você é, nunca me deixa ir no bar, me enche de ciúme, me dá porrada porque diz que eu olho pra outros caras na rua. Assim que eu queria que você fosse, não me deixa sair de casa. Me prende numa corrente e me amarra no quintal. Quero que a polícia venha e eu tenha que sair pelada acorrentada e explicar que faço isso porque gosto.
— Você me faz rir, Sarita. E já tá me deixando de pau duro, mas preciso te contar que a jovem lady tava me amassando agora há pouco, se você não chegasse, capaz que rolava o boquete que você tanto queria.
— Sou uma idiota, não acredito no que você tá me dizendo.
— É, mas a gente pode ir levando ela aos poucos.
— Não, love, aquela gostosa da Mirtha me deixou super mal. Preciso liberar energia. Pra onde ela foi?
— Foi tomar banho, ela disse.
Então Sara foi até o quartinho dela, completamente alucinada, sem se importar com nada.
Minha esposa tava totalmente tesuda, entrou no apartamento dela sem bater na porta e foi pro banheiro onde a Melisa tava tomando banho. O que aconteceu depois prefiro transcrever direto do depoimento dela.
“Meu amor, aconteceu o que tinha que acontecer, entrei no banheiro e olhei pra ela como se... supervisionando não sei o quê. Tava muito tensa, puta da vida, entre o que tinha rolado com a filha da puta da Mirtha, e ainda por cima ter interrompido você comendo ela, fiquei muito mal. Não pode ser que nada dê certo na minha vida, tava frustrada. Aí cruzei os braços e puxei a cortina. Ela falou “oi sara, como cê tá?”. Não mostrava o menor sinal de vergonha a filha da puta. Continuava se lavando com o sabonete, tava toda cheia de espuma. Aí olhei pra ela e falei.
─Cê acha que assim tá bom de se lavar? Cê não tá lavando debaixo dos sovacos e os calcanhares tão todos manchados! Cê não é uma negra pé sujo pra andar assim. Quer nos deixar mal? Quer que pensem que aqui cê vive num barraco sem shampoo nem sabonete?
─Não, senhora
─Bom, bebezinha, é que ninguém te ensinou, eu vou te lavar. Trouxe uns produtos aqui.
─Não desliga a água. Senta nessa cadeira e levanta o pé que vou esfregar teus calcanhares. ─e passei um banquinho pra lixar os pés dela que tavam bem encardidos.
─Tá fazendo cócegas, Sara.
─Shhh, já terminei, agora vou lavar teu cabelo.
Aí lavei o cabelo dela. É inacreditável o cabelão que a indiazinha tem. Adoro, é a típica negra deusa que sempre quis comer, tem a bunda dura, peitos e tudo na medida certa, e bem durinho igual a Pampita no auge. Amo negras. Me excitam mais que qualquer loirinha.
Lavei ela toda, o cabelo enchi de shampoo e depois passei um creme nutritivo, vai dar trabalho deixar sedoso como quero, mas vou começar a dar banho nela direto. Cê pode dar banho nela quando eu não tiver ou tiver que trabalhar.
Depois enfiei os dedos na buceta dela com sabonete e sequei ela toda.
Fomos pra cama e aí abri as pernas dela e chupei a buceta dela enquanto ela apertava minha cabeça. Foi muito quente, bebê, ela apertava minha cabeça.
Num momento fiz ela gozar só com a língua e ela sozinha subiu até meus peitos. Apoiou a cabeça no meu peito e eu acariciava ela. Falei que a partir de agora não ia me chamar de Sarah, ia começar a me chamar de mamãe. Ela respondeu "sim, mamãe", é super rápida pra pegar qualquer mensagem, tem malícia, tem educação. Adoro. Depois desabotoei a blusa e tirei um peito só baixando um pouco o sutiã e falei que tava com vontade de amamentar meu bebê. "Sim, mamãe" respondeu de novo e começou a mamar. Perguntei num momento.
─Bebê, cê gosta do meu marido?
─O papai? Sim, mãe, adoro.
Me surpreendeu pra caralho, ela tava a mil, não precisava treinar, se treinava sozinha.
─Então bebê, vai fazer o que ele mandar quando eu não tiver. Tem que ser obediente.
─Sim, mãe. Vou fazer o que meus papais mandarem.
─Um passarinho me contou que cê tava se comportando mal, muito puta, siriricando e apalpando e fazendo de chefe com seu papai.
─Não, mãe, eu me comporto bem. Me comportar mal seria ser desobediente, pergunta pro papai se não obedeci. Tudo que ele manda eu faço. Se tivesse pedido algo pesado eu teria feito. Qualquer coisa, mamãe.
─Que gostosa, bebê, saiu linda, obediente e segura de si, prendada e estudiosa,
Ela já não respondia, continuava chupando meu peito como se fosse mesmo um bebê.
Voltei uns minutos depois pra chupar a buceta dela que tava inundada, mas dessa vez meti um dedo pra ir um pouco além, mas ela gozou num segundo e encheu minha boca de sucos. Nunca uma mulher, na minha experiência, tinha gozado assim. Engoli tudo e de novo, levei ela pro banho, lavei e vesti com o pijama dela.
Quando baixamos a intensidade do tesão, quis falar com ela pra deixar as coisas daqui pra frente claras, mas ela me interrompeu.
─Sarah, a gente se divertiu, não precisa explicar tanto. Eu não faria nada pra machucar vocês depois de tudo que fizeram por mim.
─Me tranquiliza saber disso. Cê entende que isso de mamãe é só uma brincadeira, né? Não precisa me chamar assim o tempo todo.
─Eu quero que me tratem como sua filha, mesmo que seja uma brincadeira. Nunca tive pais e gostaria de saber como é. Se não se importa, quero continuar te chamando assim. Claro que na frente de outras pessoas não vou fazer.
—Você é maluca, neném. Bom, se você quer ir tão longe, prefiro que nos chame de papai e mamãe na frente dos outros. Não temos nada a explicar. Somos todos adultos, maiores de idade, com a liberdade de fazer o que der na telha.
—Adorei, mamãe. Então quando vamos começar a brincar com o papai? Já vi que ele tem uma salsicha que não vai caber na minha boca.
Desculpem a demora no relato, estava com o monitor do meu computador quebrado. Obrigado a todos pelos comentários.
Lamento por quem esperava um desenvolvimento mais lento da história, mas as coisas rolaram bem rápido. Minha tia dizia que quando você conecta com alguém, não tem tempo a perder, o resto da vida é nada perto do que ainda dá pra aproveitar.
Eu tinha resistido um tempo, porque apesar de ser um macho dominante típico com uma boa ferramenta, não gostava de me meter em encrenca. A puta da Sara tinha me convencido depois de insistir dias inteiros; ela conseguiu me fazer aceitar a ideia de ter uma putinha adolescente em casa, com o plus de que podíamos tratar ela como nossa filha ou ao contrário, ter uma filha adolescente com quem podíamos fazer mais coisas do que as devidas.
Os argumentos eram fortes; a jovem gostosa tava esquentando a gente por igual. Por outro lado, a casa tava cheia de câmeras, bastava ter registro de como ela se insinuava pra evitar qualquer indício inconveniente que pudesse aparecer diante de alguma mudança repentina na atitude dela ou algum arrependimento temerário depois do feito. Mas ela não tava nem aí, até tinha pedido pra gente colocar câmeras no quarto dela, pra mais segurança. Lá ela fazia danças, andava pelada pelo quarto, se tocava olhando pra lente da câmera. A Sara se tocava do mesmo jeito só olhando no notebook o quarto da Melisa.
Nas aulas de matemática, a Melisa aparecia sempre com leggings inteiriças, ou leggings e tops, cores bem claras, eram daqueles que se usam sem calcinha. Minha mulher tinha comprado pra ela. Muita roupa esportiva, mas tudo justo e suferente, que marcava a bunda dela, os peitos, a buceta. Ela me mostrava as roupas que a Sara comprava pra ela, fazia um desfilezinho e dizia que nunca tinha tanta roupa bonita e muito menos vários conjuntos e tênis diferentes. Que era o mais confortável que já tinha calçado, e agradecia a nossa ajuda.
Eu dizia que a Sara vendia por catálogo, que não era tão difícil conseguir aquela marca pra ela, tentando tirar o drama da devoção dela. Depois foi um passo além e tocava na minha mão, e me olhava com uma mistura de ternura e tesão muito intensa. Mesmo sendo "tímida", toda vez que passava perto de mim começava o carrossel de esfregadas. Um dia, enquanto eu ensinava a resolver a equação de X, ela sentou em cima de mim enquanto eu mostrava como resolver uma equação. Como sou dotado, dava pra ver que eu tava com um desodorante entre as pernas, mas ela só se mexia um pouquinho, como se quisesse mexer na minha pica dura. Depois de um tempo, ela pegou um pirulito e começou a chupar me olhando. Enfiava na boca e empurrava as bochechas com ele, colocava a língua pra fora e batia no doce. Eu já tava com vontade de comer ela, mas nisso a Sara chegou e a menina se inibiu. Como tava perto do horário de sair, ela pediu licença e foi tomar banho.
A Sara nos cumprimentou de mal humor e entrou gritando, completamente pirada.
—Nunca mais saio com as mulheres dos seus amigos, são umas idiotas. Elas me enchem o saco.
—Calma, gata, se acalma e me conta! O que aconteceu?
—Essas retardadas me chamam de machista porque eu falei que não acho errado um cara casado ir pra puteiro. Se fosse você, não me importaria.
—Você tem um gênio difícil, Sara.
—Aí a Mirta veio com esse papo de que eu não me faço respeitar e que o homem tem que respeitar o casamento e blá blá. Aí eu falei pra ela que gosto de caras bem safados que sabem o que querem, com os ovos bem no lugar e a pica bem grande. Que se quiserem ir pra puteiro, vão, se quiserem Juntar com os amigos sem precisar pedir permissão. A gente tá aqui pra servir vocês, a gente que tem o anel. Cê acha que eu vou ligar se você come uma puta? Quase fico puta por não ter me chamado. Aí a platinada me vomita que sou uma fofa machista que ficou no século XIV. Aí me fez ferver, e eu falei: o seu não vai pra putaria porque é um gordo de pinto curto, nem te fode porque não sobe. Pra isso prefiro mil vezes um cara que paga puta porque gosta de variedade de mulher.
— Você também. Pobre Cacho, você deixou ele super mal. Se ela te contou isso, não é pra você esfregar na cara dela.
— E daí, ela me provocou, então nunca mais me junto com elas. Quero que pensem que você não me deixa sair com ninguém, que é um marido violento que me mantém trancada em casa, e toda vez que quero sair me bate. Assim que você é, nunca me deixa ir no bar, me enche de ciúme, me dá porrada porque diz que eu olho pra outros caras na rua. Assim que eu queria que você fosse, não me deixa sair de casa. Me prende numa corrente e me amarra no quintal. Quero que a polícia venha e eu tenha que sair pelada acorrentada e explicar que faço isso porque gosto.
— Você me faz rir, Sarita. E já tá me deixando de pau duro, mas preciso te contar que a jovem lady tava me amassando agora há pouco, se você não chegasse, capaz que rolava o boquete que você tanto queria.
— Sou uma idiota, não acredito no que você tá me dizendo.
— É, mas a gente pode ir levando ela aos poucos.
— Não, love, aquela gostosa da Mirtha me deixou super mal. Preciso liberar energia. Pra onde ela foi?
— Foi tomar banho, ela disse.
Então Sara foi até o quartinho dela, completamente alucinada, sem se importar com nada.
Minha esposa tava totalmente tesuda, entrou no apartamento dela sem bater na porta e foi pro banheiro onde a Melisa tava tomando banho. O que aconteceu depois prefiro transcrever direto do depoimento dela.
“Meu amor, aconteceu o que tinha que acontecer, entrei no banheiro e olhei pra ela como se... supervisionando não sei o quê. Tava muito tensa, puta da vida, entre o que tinha rolado com a filha da puta da Mirtha, e ainda por cima ter interrompido você comendo ela, fiquei muito mal. Não pode ser que nada dê certo na minha vida, tava frustrada. Aí cruzei os braços e puxei a cortina. Ela falou “oi sara, como cê tá?”. Não mostrava o menor sinal de vergonha a filha da puta. Continuava se lavando com o sabonete, tava toda cheia de espuma. Aí olhei pra ela e falei.
─Cê acha que assim tá bom de se lavar? Cê não tá lavando debaixo dos sovacos e os calcanhares tão todos manchados! Cê não é uma negra pé sujo pra andar assim. Quer nos deixar mal? Quer que pensem que aqui cê vive num barraco sem shampoo nem sabonete?
─Não, senhora
─Bom, bebezinha, é que ninguém te ensinou, eu vou te lavar. Trouxe uns produtos aqui.
─Não desliga a água. Senta nessa cadeira e levanta o pé que vou esfregar teus calcanhares. ─e passei um banquinho pra lixar os pés dela que tavam bem encardidos.
─Tá fazendo cócegas, Sara.
─Shhh, já terminei, agora vou lavar teu cabelo.
Aí lavei o cabelo dela. É inacreditável o cabelão que a indiazinha tem. Adoro, é a típica negra deusa que sempre quis comer, tem a bunda dura, peitos e tudo na medida certa, e bem durinho igual a Pampita no auge. Amo negras. Me excitam mais que qualquer loirinha.
Lavei ela toda, o cabelo enchi de shampoo e depois passei um creme nutritivo, vai dar trabalho deixar sedoso como quero, mas vou começar a dar banho nela direto. Cê pode dar banho nela quando eu não tiver ou tiver que trabalhar.
Depois enfiei os dedos na buceta dela com sabonete e sequei ela toda.
Fomos pra cama e aí abri as pernas dela e chupei a buceta dela enquanto ela apertava minha cabeça. Foi muito quente, bebê, ela apertava minha cabeça.
Num momento fiz ela gozar só com a língua e ela sozinha subiu até meus peitos. Apoiou a cabeça no meu peito e eu acariciava ela. Falei que a partir de agora não ia me chamar de Sarah, ia começar a me chamar de mamãe. Ela respondeu "sim, mamãe", é super rápida pra pegar qualquer mensagem, tem malícia, tem educação. Adoro. Depois desabotoei a blusa e tirei um peito só baixando um pouco o sutiã e falei que tava com vontade de amamentar meu bebê. "Sim, mamãe" respondeu de novo e começou a mamar. Perguntei num momento.
─Bebê, cê gosta do meu marido?
─O papai? Sim, mãe, adoro.
Me surpreendeu pra caralho, ela tava a mil, não precisava treinar, se treinava sozinha.
─Então bebê, vai fazer o que ele mandar quando eu não tiver. Tem que ser obediente.
─Sim, mãe. Vou fazer o que meus papais mandarem.
─Um passarinho me contou que cê tava se comportando mal, muito puta, siriricando e apalpando e fazendo de chefe com seu papai.
─Não, mãe, eu me comporto bem. Me comportar mal seria ser desobediente, pergunta pro papai se não obedeci. Tudo que ele manda eu faço. Se tivesse pedido algo pesado eu teria feito. Qualquer coisa, mamãe.
─Que gostosa, bebê, saiu linda, obediente e segura de si, prendada e estudiosa,
Ela já não respondia, continuava chupando meu peito como se fosse mesmo um bebê.
Voltei uns minutos depois pra chupar a buceta dela que tava inundada, mas dessa vez meti um dedo pra ir um pouco além, mas ela gozou num segundo e encheu minha boca de sucos. Nunca uma mulher, na minha experiência, tinha gozado assim. Engoli tudo e de novo, levei ela pro banho, lavei e vesti com o pijama dela.
Quando baixamos a intensidade do tesão, quis falar com ela pra deixar as coisas daqui pra frente claras, mas ela me interrompeu.
─Sarah, a gente se divertiu, não precisa explicar tanto. Eu não faria nada pra machucar vocês depois de tudo que fizeram por mim.
─Me tranquiliza saber disso. Cê entende que isso de mamãe é só uma brincadeira, né? Não precisa me chamar assim o tempo todo.
─Eu quero que me tratem como sua filha, mesmo que seja uma brincadeira. Nunca tive pais e gostaria de saber como é. Se não se importa, quero continuar te chamando assim. Claro que na frente de outras pessoas não vou fazer.
—Você é maluca, neném. Bom, se você quer ir tão longe, prefiro que nos chame de papai e mamãe na frente dos outros. Não temos nada a explicar. Somos todos adultos, maiores de idade, com a liberdade de fazer o que der na telha.
—Adorei, mamãe. Então quando vamos começar a brincar com o papai? Já vi que ele tem uma salsicha que não vai caber na minha boca.
Desculpem a demora no relato, estava com o monitor do meu computador quebrado. Obrigado a todos pelos comentários.
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