Minha primeira vez com um gay (Continuação) parte 3

Depois que terminamos a comida que o Rodolfo pediu no room service, ficamos uns dez minutos tranquilos, quase em silêncio total, deixando o tempo passar entre nós dois. A comida foi leve, mas nem preciso dizer que era deliciosa pra caralho. O filho da puta do Rodolfo era um poço de charme, tinha bom gosto e tava me ensinando coisas da vida que eu nunca pensei que pudesse curtir.

Depois desse tempo de calma, a gente tava sentado um de frente pro outro, e então o Rodolfo abriu o roupão e me deixou ver o volume dele dentro daquela cueca que ele tinha vestido. Dessa vez, ele tava usando uma cueca parecida com as minhas, cinza claro. Ele me olhou nos olhos e, sem dizer nada, começou a se tocar no volume devagar. Percebi que o pau dele já tava começando a ficar bem duro, e, tipo num reflexo, o meu também tava fazendo o mesmo. Me parecia meio estranho começar a ficar excitado só de ver um cara se masturbando pra deixar o próprio pau duro. Talvez não fosse a coisa mais hétero do mundo, mas foda-se, eu já tava nessa e ainda tava curtindo pra caramba.

Ele se tocava de cima pra baixo, depois pegava o pau e fazia ele girar em círculos. Numa hora, ele fez algo que me excitou pra cacete — vou tentar explicar: ele segurou os dois lados da cueca e deixou o pau aparecer por completo, no tamanho e na forma. Era como se ele envolvesse o pau com a cueca e depois soltasse, deixando ele cair naturalmente, pra depois continuar se tocando.

Tudo isso ele fazia sem falar nada, só me olhando. Eu também não dizia nada e só ficava olhando pra ele. Era uma parada simples pra caralho, talvez, mas tava enchendo o ambiente de uma energia sexual muito intensa, não sei se era por causa dos olhares ou dos movimentos que ele tava me mostrando. Eu queria imitar ele, mas por enquanto me segurava — meu pau tava duro dentro da cueca e quase começava a gritar pra ser libertado. Era uma sensação de tortura gostosa.

Ele se levantou e começou a abaixar a cueca, deslizou ela pra baixo, deixando o pau ir ficando preso com Quando a elástica da cueca desceu, percebi que tava fazendo a peça esticar pra depois a rola saltar pra fora com tudo.
Foi exatamente isso.

Tava com o pau bem duro e os testículos bem firmes, de longe dava pra ver que o Rodolfo tava muito excitado.

— Agora sim, você vai saber o que é foder um viado como eu — ele disse.. as palavras dele quebraram o silêncio, mas não o tesão daquele clima sexual entre nós dois. Olhei pra ele e não consegui segurar um sorriso.

Ele tocou no pau agora nu e eu já não aguentei, passei a mão no meu por cima da cueca. Foi até o criado-mudo pegar um lubrificante, se virou e, se inclinando, mostrou o cu bem aberto. Deixou cair um pouco de lubrificante das costas dele, que, por causa da gravidade e das curvas do corpo, escorreu pelas pernas sem deixar de passar suave pelo ânus.

Enquanto o lubrificante escorria, ele me olhou de frente e mordiscou os lábios.

— Vem, a gente vai fazer no banheiro — ele falou. E, levando o lubrificante, foi pro banheiro. Eu não aguentei mais. Percebi que, ao andar, o pau tava bem duro dentro da cueca, era quase como carregar uma barraca de circo ali embaixo. Era desconfortavelmente gostoso, cê sabe do que tô falando.

No banheiro, o Rodolfo entrou na banheira e depois saiu, ficando de quatro. Passou mais um pouco de lubrificante, dessa vez com os dedos, se acariciando direto no ânus.

— Quero que você coloque uma camisinha e passe um pouco de lubrificante no pau — ele disse num tom imperativo que não deixava escolha. Então tirei a cueca e abri as camisinhas. Na real, mesmo já tendo intimidade com o Rodolfo, tava nervoso e percebi que minhas mãos tremiam. Não sabia se ia conseguir fazer o que supostamente ia rolar.

Do jeito que deu, coloquei a camisinha e notei que ela apertava quase desconfortavelmente. Apertava um pouco. Talvez porque o Rodolfo tinha comprado pro tamanho do pau dele. E como já disse pra vocês, ele tinha um pouco menor que o meu, mas quando dei uns passos na direção dele, já senti que começou a se encaixar perfeitamente em mim.

Ele me passou o lubrificante e passei um pouco na ponta da rola, espalhando devagar pelo resto do tronco do meu pau. Minha companhia me olhava com safadeza e luxúria. Aquilo me deixou com muito tesão. Tava prestes a estourar, e olha que fazia menos de uma hora que eu tinha gozado litros de porra. Precisava continuar ou ia ficar louco.

Entrei na banheira e o Rodolfo abriu as nádegas pra deixar o cu à mostra... apontei pra ele. Coloquei a cabecinha na beirada e dei uns tapinhas leves, como quem reconhece o terreno pela primeira vez antes de começar o jogo.

— Já? — perguntei, com toda a frieza que me dominava.

— Quero que você meta devagar primeiro, e se eu mandar parar, você para. Se eu não falar nada, continua até o fundo. Depois que meter tudo, começa a sair, sai até lá fora completamente e recomeça... entendeu?

— Sim... — falei e comecei a deslizar. Porra, aquilo era gostoso pra caralho! A bunda dele apertava como se tivesse resistindo, mas ao mesmo tempo ia me recebendo devagar, sentia aquele esfíncter se abrindo suavemente na minha passada. Deslizava lentamente, sentindo ele se abrir e depois se apertar de novo.

Meti devagar, suave. Percebi que ele curtia cada milímetro que entrava. Enquanto eu metia, ele começou a bater uma punheta devagar. Nunca mandou eu parar. Fui até o fundo daquele putinho.

— Ai, que delícia... você tem um pau grande, por isso adoro quando você mete assim devagar. Dá pra sentir ele entrando de levinho, me abrindo... que gostoso — ele disse. — Agora sai devagar.

Comecei a recuar e senti o cu dele se fechando aos poucos enquanto eu saía. Ao mesmo tempo, era muito prazeroso pra mim, embora não tanto quanto sentir a resistência do cu dele me recebendo.

Quando saí completamente, voltei a investir de novo, bem suave, até o fundo. até o fundo. O filho da puta continuava se punhetando.

- Me fode... me dá, assim. Quero sentir você enfiando tudo, papai - ela disse. Ouvir ela naquele estado de excitação me deixou muito tesudo, naquela hora eu já não distinguia orientação sexual, eu tava curtindo pra caralho com essa puta.

Depois que eu enfiei assim até o fundo e depois tirei várias vezes, ela sem falar nada começou a rebolar a cintura pra trás e pra frente pra criar um ritmo enquanto falava umas putarias. Quando rebolava assim, o pau dela balançava macio, bem gostoso, batendo pra todo lado, e de vez em quando ela pegava nele e dava umas punhetas boas. Ficou assim o tempo todo que a gente transou.

- Quero te foder com teu pau, quero enfiar tudo, engolir inteiro com meu cu... me dá mais, me dá. Não para, ai que gostoso sentir você dentro de mim... eu como tudo, aaaai que fantasia deliciosa, você é um macho foda, me dá, me dá... oh sim, buceta, me dá mais.

- Você gosta de ser promíscua? - Foi a única coisa que me veio na cabeça pra falar, achei que era um erro chamar ela de "promíscua", que ela ia se ofender, mas de repente percebi que isso deixou ela como uma gostosa no cio.

- Aaaai sim, me chama de seu puto, me fala que você só me quer, que vai continuar me metendo todo dia... ai, uma vez que seu pau desvirginou um cu homossexual, você nunca vai dizer não pra nenhum, meu macho, mas só eu serei o primeiro que deixou você meter, você vai lembrar de mim sempre e vai me procurar. Me fala, me fala, me fala que sou seu puto favorito...

- Você é meu puto favorito...

- Aaaaamor, vou gozar. Mete bem forte, até o fundo... me dá, me dá que eu tô gozando, me dá teu pau gostoso, tudo...

De repente senti algo que nunca tinha sentido antes. O cu dela começou a apertar forte, com espasmos que fizeram eu gozar dentro, e aí eu entendi por que sentia aquilo... ela também tava gozando. Eram os espasmos da gozada dela, aquele orgasmo foi dos dois.

Dei mais umas estocadas pra terminar de gozar. Mas na hora ela se soltou e se virou. Ele tirou a camisinha às pressas e chupou meu pau rapidinho. Aí eu tive um segundo orgasmo, mas um pouco mais suave.

Ele me olhou nos olhos com uma safadeza que, se eu já não confiasse nele, teria me assustado.

— Foi uma delícia, né?

— Sim — respondi.

— Gostou da sua primeira transa com um viado que nem eu?

— Sim... pra falar a verdade, sim.

— Foi melhor do que você imaginava — ele disse.

— Sim.

Tomamos banho juntos e, sinceramente, demorei um tempão pra broxar. Rodolfo fez um comentário sobre isso, porque o pau dele já tava mole, enquanto o meu continuava duro.

— Isso sempre acontece com você? Você goza e continua duro?

— Às vezes, quando tô muito excitado...

— Hummm, então você é bem generoso, o amante perfeito.

Ele falou essas palavras que ficaram ecoando em mim por uns dois dias. Não entendi direito o que ele queria dizer ou por que falou aquilo, mas a cada encontro nosso fui entendendo cada vez mais.

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2 comentários - Minha primeira vez com um gay (Continuação) parte 3

me esta exitando y llevanso a la historia, sienti por mi lado querer una experiencia similar, quizas con otros detalles del personaje, me gustan mas nenas, no dije marikas ojo, es mas sensual, y de cola lampiña docil. ... dulce para profundizarla con mi lengua en su interior tibio y amoroso
en esta tu saga siento que ya vasa sabiendo lo que viene, pero mejor contamelo vos . gracias por el relato
Gracias, sigue al tanto quizás te sorprendas un poco. Saludos!